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Seguro cancelado sem motivo aparente ou aviso prévio.
Tenho um seguro Petis com a Ocidental Seguros desde 2013, em 2014 tivemos um sinistro com o nosso segurado (cadela), onde foi detectado e revelado ser de pele atópica. Durante o último ano (Maio de 2014 até agora) tivemos a realizar a medicação proposta pelo veterinário, que conta de 1 comprimido diário (embalagens de 30) durante 6 meses, passando para 1 comprimido de dois em dois dias (estes com metade da dosagem) de forma a se conseguir fazer um desmame do antibiótico. Estas embalagens têm um custo de 28€/mês ou de 27€/mês e meio, mas que na verdade fizeram o seu efeito e fizeram um excelente trabalho, conseguindo tratar os hematomas anteriores. Para além deste sinistro não tivemos de usar o seguro, nem mesmo alcançámos o plafon da anuidade a que temos direito. Como tenho o pagamento do seguro feito por débito directo e não recebendo nenhuma carta por parte da seguradora, fiquei convencida de que o seguro estava activo, sendo de facto uma conclusão normal. Quando esta manhã me dirigi ao balcão do Millennium BCP do Lg. de Camões em Lisboa, o colaborador do mesmo comunicou-me que o seguro estava num estado de CANCELADO. Indignada expliquei a situação ao senhor e ele próprio ligou para a seguradora, que não soube explicar o porquê mas que o seguro não tinha sido renovado, aparentemente sem motivo relevante pois não fui comunicada. Visto este cancelamento ser feito sem aviso prévio ou sem qualquer motivo aparente que justifique a não renovação do contracto, neste momento sinto-me roubada por esta empresa que não cumpre com o que oferece na sua apólice, nem mesmo se pode associar à imagem que pretende passar para o exterior junto das redes sociais.
Reembolso valor de apolice
Ultimo procedimento, enviada carta com estes dados:09/04/2015 - O meu marido (moramos em união de facto á mais de 5 anos), teve um acidente, do qual não foi o culpado.Logo na hora, foi assumida a culpa pelo condutor do outro veiculo e assinamos a declaração amigável.16/04/2015 - Após a situação ter sido comunicada ao seguro o perito foi ao local e não deu ordem de arranjo do veiculo. Foi dado como perda total.21/04/2015 – Recebo um email da minha seguradora, com proposta de reembolso no valor de 9250 Eur após a peritagem efetuada à sua viatura pelos serviços técnicos da MAPFRE, foi a mesma considerada perda total ao abrigo do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 44/2005 de 23 de Fevereiro, por, perda total A indemnização a efectuar tem por base: Valor seguro: (#IMP_VEICULO) Eur Valor do veículo acidentado: (#IMP_SALVADO) Eur Valor da Franquia: (#IMP_FRANQUIA) Eur Neste âmbito e tendo em conta os valores apurados, propomo-nos indemnizar V. Exa. nos seguintes termos:(#OPC_INDEM) 22/04/2015 – Respondi ao email, com a indicação de que não concordava com o valor facultado, uma vez que tinha seguro contra todos os riscos e que o valor do carro segurado na apólice era de 11360,40 Eur e não de 9250 Eur.Foi-me indicado que o valor dos 9250 era sobre a convenção IDS.Questionei por isso, se me estavam a roubar ao cobrarem um seguro por valor superior ao que o carro valia, ou se quem supostamente me estaria a roubar seria a convenção que queria dar menos do que o carro valia.Sem demoras, me foi indicado que poderia pedir para accionar o seguro contra todos os riscos, a fim de receber o valor que constava na apólice, contudo iria ser penalizada na franquia.No email que enviei reclamei também não aceitar o valor da franquia.27/04/2015 – Foi-me enviada nova proposta de reembolso (desta vez com o valor correto, mas com informação da franquia. A parte recebi um email a informar que a franquia me seria creditada á parte.Nesse mesmo dia, desloquei-me á Maphre para entregar a documentação toda assinada e aí é-me informado que tenho de pagar a anuidade completa do seguro.Eu pagava o seguro mensalmente, mas dado que ia alegar danos próprios teria que pagar a anuidade e posteriormente ser-me-ia creditado o valor do período não usufruído.Não achei correto porque as contas ate estavam quase certas, mas foi-me dito que caso não pagasse o valor, não receberia reembolso nenhum.Paguei assim em Abril, o seguro até Dezembro de 2015, no valor de 317.28 Eur.A franquia recebi no final de Julho. A questão do reembolso, receberei agora em Agosto (porque a vossa capacidade de resolução das coisas é tão boa que enviaram um cheque com o nome errado, tendo que ser anulado antes de enviarem novo).O sinistro ocorreu a 09/04 já viram o tempo de demora?Mas a reclamação principal é esta:06/06/2015 - É feita uma transferência para a minha conta no valor de 78,08 Eur e recebo um recibo desse valor, como reembolso de seguro.Tive um sinistro que não foi minha culpa, e só me devolvem 78,08 Eur?Após contactar e reclamar, foi-me dito que tinha sido descontado o diferencial das coberturas, dado que tive de reclamar cobertura de danos próprios.Reclamei obviamente..O acidente não foi culpa minha e vou ser penalizada?Se eu pago um seguro de um carro com um determinado valor, indo o carro para abate, tenho que receber o valor segurado que contratualizei, seja ou não minha responsabilidade.Como no caso em causa não foi minha responsabilidade porque raios sou ser penalizada no seguro?Já me foi negado por diversas vezes esse valor, mas não aceito essa resposta.Agradeço reanalise e reposta
seguro de acidentes de trabalho
reclamação por não ter recebido valores da baixa dada pelo hospital da companhia Casa de Saude da Boavista, mais valor pago no hospital SJoão e medicação receitada. junto envia carta recebida , apos duas deslocações a uma agencia na Maia
Pedido de resolução de pagamento do pagamento de notificação.
Fui notificado por este srº a pagar uma penhora de uma habitação a qual eu já não estava a residir(mesmo que o contrato estava em meu nome,porque o senhorio não foi homem de palavra, a cancelar o mesmo a quando da minha saída da habitação),sabendo que,quem lá ficou,foi a minha ex-mulher(tenho provas e testemunhas do caso) a residir com os meus filhos(visto que nos tinhamos separados)estou a pagar uma penhora de valor em falta de pagamentos de renda,a quais teria que ser ela a pagar,ou mesmo que não seja,o senhorio deveria dar-me essa informação.Não tenho culpa dos actos dessa senhora,nem muito menos sou como ela(dado que sempre cumpri com o meu dever). Estão-me a penhorar o salário e como tal,tenho vida pessoal e o que ganho não dá para sustentar-me,nem muito menos que seja para pagar a notificação(visto ter deveres com o tribunal de família a pagar pensão de alimentos aos meus filhos,renda e outros).
credito auto
credito auto tinha um credito auto com o banco primos. Por dificuldades finanseiras entreguei o carro au banco para que fosse a leilão.a entrega da viatura foi feita no dia 30/10/2015 e até hoje não sei nada , se ouve ou não leilão. açontese que o banco me continua a cubrar a prestação do carro. eu não tenho forma de pagar e o banco só me amiaça com o banco de portugal. que devo fazer se não tenho carro nem dinheiro. obrigado
credito automovel
Sendo fiadora fiquei com uma divida de um credito.Todas as horas extras trabalhadas sao descontadas para essa divida, sendo eu mae solteira e com 2 filhos a carga. sendo que o valor da divida inicial seria de 5220,23 EUROS... Eu nunca fui notificada para o pagamento dessa divida ate me comecarem a descontar dinheiro passando agora a divida para 8127,04 EUROS isto trata uma divida do ano 2003/04/21.Fizemos tentativas de acordo metendo uma advodaga nao sendo aceite.
Recusam comparticipar cirurgia
Boa tarde, venho por este meio pedir a vossa ajuda pois estou desesperada e muito triste com a seguradora em causa.No mês de Outubro de 2015 entrei em contacto com a Multicare, na esperança de saber se a mesma comparticipava cirurgia bariatrica, uma vez que infelizmente sofro de obesidade. Mas, apesar de ser considerada doença, o que me levou a essa mesma cirurgia ( recomendada pelo meu ortopedista assistente, com urgência) foram motivos muito mais sérios: desvio rotuliano bilateral nos dois joelhos( fui operada em abril ao esquerdo e devido ao peso a recuperação tem sido muito difícil), fasceíte plantar crônica, Protusao discal cervical e em Setembro de 2015 uma trombose venosa provocada pela obesidade e por sedentarismo... Pois devido a todos estes problemas a minha qualidade de vida é muito fraca, não consigo praticar desporto, não aguento mais de uma hora em pé, mesmo sentada sofro muito de dores na coluna e dormência no braço e mao e o joelho que deveria estar melhor, que foi operado é o que me dificulta mais a vida, até mesmo subir umas escadas ou conduzir, coisas que deveríamos conseguir fazer no dia a dia... Sinto - me muito desanimada com a minha vida, estas entraves não me deixam viver, tenho apenas 22 anos e sinto que em nada posso ser feliz... Ultimamente tenho voltado a ter dores na minha perna, desconfio que seja novamente a veia entupida, e penso? ComoPosso viver assim? Voltando ao assunto de ter entrado em contacto com a Multicare, questionei os acerca da cirurgia e a resposta que obtive após se informarem na minha apólice foi que por estética não cobriam mas por doença SIM. Senti a luz ao fundo do túnel fui para a cliria, o doutor cirurgiao Joel Esteves acompanhou me , fiz todos os exames, tive consulta de nutrição, endocrinologia e psicologia e todos me deram o ok, analisaram a minha situação e apoiaram-me... Quando veio a primeira resposta negativa da Multicare, alegando que a minha apólice não cobria, questionei os acerca da informação que me tinham dado que por doença cobriam e então disseram que a informação me foi dada incorrectamente. Não desisti, o doutor Joel fez um relatório médico em que explicava por todas as palavras que a minha indicação médica para esta cirurgia era estritamente por doença e não por estética, anexei os meus exames e mesmo assim veio um NÃO, agora dizem que as minhas doenças não são suficientes e não justificam a cirurgia pois é simplesmente uma cirurgia de regularização de peso. Mesmo assim voltei a não desistir pois esta era a minha luz ao fundo do túnel e escrevi uma reclamação a explicar novamente o meu problema e inclusive a incoerencia das respostas nas chamadas que foram feitas tanto por mim como pela minha mãe, e a resposta volta a ser que a minha apólice não cobre. Estou neste momento à espera que me enviem as gravações das chamadas feitas pelo contacto 910346443, 932888162 e 966253148, que comprovam as diferentes desculpas que me deram para não comparticipar a minha cirurgia e mesmo nisso estão a arranjar desculpas e demoras. Peço por favor que me ajudem, sou uma jovem, a minha qualidade de vida é tão fraca sinto que nem estou a viver, que a vida passa por mim... Não poder ser activa, não poder fazer o que os outros fazem, viver constantemente com dores... Não sabia que mais fazer a não ser recorrer a vocês ainda com esperança que tudo se resolva, que ainda veja a luz ao fundo do túnel, agradeço a vossa atenção a este assunto, muito obrigada, aguardo uma resposta.
Problema com Garantia automóvel Mapfre
Boa tarde,Venho por este meio reclamar pelos seguintes motivos,eu tenho uma garantia que foi feita a quando da compra da minha viatura em Janeiro de 2014 com a companhia de seguros Mapfre Warranty na qual de venderam uma extensão de garantia automóvel por 108 meses com a cobertura more.dados estes dois anos nada se passou mas ,no passado dia 17 de Janeiro de 2016 tive uma avaria na qual me acendeu a luz de falta de óleo no motor efectuei a minha paragem verifiquei o óleo que estava a nível tudo como deve ser parei a viatura chamei o reboque na qual a minha viatura com a marca Audi A4 S-line de 06/2008 foi para a marca neste caso na Caetano Sport na Adroana/Cascais foi feita toda a documentação de recepção da viatura e com a participação de que avaria seria da bomba de óleo do motor. Pois então participei no dia seguinte dia 18 de Janeiro a mapfre na qual foi marcada uma peritagem para verificar o que se tinha dado com a carrinha era mesmo da bomba de óleo como os profissionais da Audi teriam me dito.A peritagem foi feita no passado dia 10/02/2016 cujo me foi enviado um email a dizer que foi feita a peritagem com sucesso mas que lamentavam ter de informar que não poderiam proceder ao pagamento dos danos porque a peça que originou a falha ou dano da viatura era uma peça não coberta por eles neste caso passo a explicar.a peça em questão trata se do veio de accionamento da bomba de óleo que esta dentro da bomba de óleo peça que no contrato esta coberta pela cobertura More na qual eu estou inserido.e essa dita peça não é vendida avulso nem muito menos é um componente aparte é uma componente da bomba de óleo peça que segundo a escritura no manual de garantia esta coberta pela Mapfre Warranty.tal como o resto dos componentes que se danificaram.tentei por duas vezes contactar a mapfre a segunda tentativa atenderam o telefone na qual negaram quaisquer acordos feitos por mim citando que como a peça é uma peça de desgaste que esta no interior da bomba de óleo não é assegurada por eles Mapfre,ou seja se for a bomba de óleo é pago juntamente com o veio de accionamento da bomba se for só o veio que neste caso foi só isso não pagaram a mesma isso é ridículo porque no perfeito juízo nenhum consumidor com o seu veiculo andara todas as semanas a abrir o motor para verificar se o veio que esta dentro da peça coberta esta danificado ou não e voltar a montar o motor e andar.peço a vossa compreensão e ajuda.Com os Melhores Cumprimentos,Ricardo Moreira
pagamento de divida
boa tarde,Sou portadora de 2 cartoes de crédito,um da Unibanco e outro do Barclays,ambos estao bloqueados já há algum tempo.Eu entrei em acordo com ambas as entidas para o pagamento mensal dum montante,no caso do Unbanco,120€ e no caso do Barclays 160€,o que acontece é que o valor da dívida nao desde,muito pelo contrário,aumenta com os juros e esta situaçao arrasta-se há bastante tempo e parece me que alimento uma situaçao sem fim,deixo aqui alguns exemplos:Unibanco em Julho de 2014 a divida era de 5.016,31€,eu já estava a pagar 120€ mensalmente e,ao dia de hoje a divida é de 5.084,07€.NO caso do Barclays,em Março de 2013 a divida era de 14.833,66€ e ao dia de hoje é de 15.382,29€,no Barclays pago todos os meses 160€.Esta situaçao é insustentável,desde que tenho os cartoes que faço pagamentos,nalguns meses no passado tive alguns atrasos,mas também tive alturas em que paguei a totalidade da divida,o que vejo agora é que faço pagamentos e nunca abato a divida de ambos os cartoes.Neste momento gostaria de pedir um emprestimo ao meu banco para pagar uma só mensalidade destas despesas e nao osso porque a situaçao do cartao Unibanco está registada como renegociado e o banco nao aprova o crédito para pagar isto.A verdade é que me sinto defraudada porque efectuo pagamentos e nao vejo melhoras na situaçao.Agradeço o vosso apoio para melhorar esta stuaçao.Cumprimentos,Ana Variz
Valores indevidos junto Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal
-29.06.2004 -celebrei com o então Interbanco, SA (actualmente Banco Santander Consumer Portugal, SA) um Contrato De Financiamento para Aquisição a Crédito (Nº 2004.021629.01) de uma viatura ligeira de mercadorias (ficheiro em anexo).-Dezembro de 2014 - liquidei integralmente o referido contrato (ficheiro em anexo).-Janeiro de 2016 – após consulta de Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (BSCP) apercebo-me da existência de valores vencidos comunicados pelo Banco Santander Consumer Portugal, SA.-07 Janeiro de 2016 – envio email ao Banco Santander Consumer Portugal SA solicitando esclarecimentos (ficheiro em anexo).-13 de Janeiro de 2016 – o BSCP informa-me que tais valores se referem ao contrato de seguro automóvel subscrito com a Império Bonança Companhia de Seguros SA (Apólice:AU15010500), tendo como objeto a “viatura locada” e que se mantinha em vigor. Os valores dizem respeito ao período após Dezembro de 2014.O referido contrato de seguro estava associado ao contrato de financiamento acima referido e que se encontra liquidado desde dezembro de 2014.A cláusula décima primeira do contrato é bastante clara: ” O cliente obriga-se a subscrever,…, até ao termo do contrato as apólices de seguro a que está obrigado por força da lei, comprometendo-se ao integral e pontual pagamento dos prémios”.Assim torna-se evidente que a minha obrigação de subscrição do referido seguro terminou em Dezembro de 2014. Acrescento que, durante este período- de dezembro 2014 até à data- nunca recebi qualquer documentação (carta verde, avisos de pagamento…) relativo a esse seguro. O próprio veículo foi vendido em Junho de 2015.13.01.2016 – envio novo email ao BSCP solicitando a anulação do registo dos valores junto do Banco de Portugal e o envio de declaração de inexistência de dívida. Lamentavelmente e até à data não só não obtive qualquer resposta por parte do BSCP como o valor registado no Banco de Portugal aumentou.
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