Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Desalfândegamento de encomenda
Tenho uma encomenda, com origem na República Checa (Shipping Number: RR508491162CZ), que deu entrada na alfândega de Lisboa para aplicação da legislação em vigor.Pergunta: Se a República Checa pertence ao Espaço da Zona Europeia desde 2004, que legislação existe para aplicar?Como tinha urgência em receber a encomenda, dirigi-me à alfândega de Lisboa, após ter visto que a encomenda tinha dado entrada naquela alfândega.Após ter efectuado mais de 50 kms, ao chegar ao edifício da alfândega deparei com um papel colado na porta de entrada, onde se lia que, por questões de logística, apenas entregavam encomendas com o número de desalfândegamento.Mesmo assim, tirei a minha senha e, apenas estando uma única pessoa a atender, tive de esperar mais de 45 minutos para ser atendido. Não tenho culpa dos problemas logísticos da empresa, visto que esta (empresa) tem de desempenhar o seu papel de forma a atender sem demora os seus clientes.Tendo explicado à funcionária que me atendeu, que me tinha deslocado de bastante longe a fim de levantar a encomenda visto ter necessidade urgente dela, a mesma nem se deu a qualquer trabalho para tentar resolver o assunto, dizendo que apenas entregava encomendas com o número de desalfândegamento.Por não ficar satisfeito com a resposta e a atitude da funcionária bem como do mau funcionamento da alfândega, solicitei o livro de reclamações. A funcionária começou por dizer que não o fornecia e começou por me questionar para que queria o livro de reclamações e o que iria escrever nele. Após várias insistências a solicitar o livro de reclamações e a mesma o ter recusado, senti-me na obrigação de lhe dizer que se não me fornecia o livro de reclamações então iria chamar as autoridades. A funcionária ficou toda exaltada e disse que não tinha medo das autoridades e perguntou-me se eu a estava a ameaçar?!, dizendo então que nunca me tinha recusado o livro de reclamações. Então com alguma relutância lá me foi entregando um livro dizendo que, por ser um organismo público, era aquele e não o que eu esperava que me fosse entregue (o de capa vermelha).Quanto tempo mais irei ter que esperar pela minha encomenda, por incompetência dos vossos serviços?
Cheque de reembolso do IRS expirado
Recebi um cheque de reembolso do IRS no ano passado a meados de Julho, cujo valor era de 56€. Devido à minha casa estar em obras, acabei por perder rumo do cheque e não o depositei atempadamente. Eventualmente o cheque voltou às minhas mãos, ainda em 2015, e aí procurei informar-me online, por via de fóruns e comunicados oficiais, acerca do que fazer nesta situação. A ideia, portanto, seria ir ao meu departamento de finanças local e solicitar um cheque atualizado para, aí sim, o poder depositar. No entanto, por entre as minhas pesquisas em casa, vi várias pessoas a referir que se dirigiram aos seus bancos com cheques de reembolso do IRS fora de validade, algumas delas clientes da CGD, e estes haviam sido aceites. Sendo que o estacionamento mais próximo do departamento de finanças de Ílhavo é, indiscutivelmente, em frente à CGD, pensei em fazer uma paragem lá e questionar acerca desta possibilidade, evitando assim ter que ir mais longe. Face ao que tinha lido online, pensei que depositar o meu cheque, ainda que fora de validade, fosse uma possibilidade, e nada melhor do que me informar de forma definitiva no meu banco. Foi com esse objetivo que entrei no posto da CGD de Ílhavo.Comecei por questionar se seria possível depositar aquele cheque, porque apesar de estar fora de validade, havia ficado com a ideia de que poderia ser possível depositar na mesma. O colaborador exitou por breves segundos, mas continuou dizendo que podiamos tentar. Questionei se não haveria problema, ele respondeu-me literalmente se entrar, entrou, ao que eu assenti dizendo que desde que não houvesse problema, estava tudo bem. O colaborador finalizou o depósito em silêncio e afirmou, por fim, que havia entrado, e estaria tudo em ordem. Assinei o comprovativo de depósito e saí, passando ainda pela recepcionista com quem havia comentado sobre a situação quando cheguei. Ela ficou admirada e referiu que, na volta, o cheque ainda me aparecia em casa rejeitado. Eu disse que, supostamente, estaria tudo dentro dos conformes. Ela assentiu.Semanas depois recebo o cheque em casa, com um carimbo que deixava explicito que este havia sido revogado. Tudo bem, pensei eu, vou trocá-lo às finanças. Infelizmente a CGD não se ficou por aí e achou por bem retirar coisa de 36€ da minha conta para custos administrativos que envolveram o tratamento do meu cheque expirado. Entretanto fui às finanças com o meu cheque e solicitei um recente, que me foi entregue sem problemas passado algumas semanas. Fiz o depósito desse atempadamente e tive acesso aos meus 56€. Aí estava resolvido.Foi desta forma que expus a situação a um elemento da gerência da CGD de Ílhavo: eu ter-me-ia dirigido à CGD de Ílhavo há alguns meses para questionar acerca da possibilidade de depositar aquele cheque expirado e fui esclarecido que se o cheque entrasse, entrava, não fui demovido de o depositar, pelo contrário. Não fui informado acerca das possíveis consequências que poderiam surgir por depositar aquele cheque, e eu fui lá primariamente para me informar, sublinho. Semanas depois, o cheque chegou a casa revogado e, pior que isso, a CGD havia tirado 36€ da minha conta à custa disto. Apenas queria este dinheiro de volta, visto que não me sinto responsável por naquele dia ter depositado o cheque porque havia sido desinformado pelo colaborador. Este nada fez para defender os meus interesses, os interesses de um cliente com duas contas na CGD, uma delas com 7 anos. Felizmente tenho boas pernas, portanto, muito facilmente teria subido a escadaria e entrado nas finanças para solicitar a troca do cheque por um que pudesse depositar. Não o fiz porque me foi transmitido que não era necessário.O individuo encolheu os ombros, lamentou, mostrou compreensão e tentou fazer com que eu deixasse passar o assunto, argumentando que não havia nada que ele pudesse fazer. Depois de um jogo verbal do gato e do rato, questionei sobre a melhor forma de obter uma resolução para este assunto e ele sugeriu que eu fizesse uma reclamação por escrito. Podia fazer a reclamação em casa ou lá mesmo. Eu resolvi fazer a reclamação por escrito na CGD de Ílhavo. O tom do sub-gerente foi alterando, e chegou a proferir frases como para a próxima não deve deixar passar o tempo, assim não acontece isto, como que numa tentativa de me repreender. Visto que tenho 23 anos, talvez ele tenha achado uma alternativa razoável adotar um discurso condescendente, com palavras soltas. Mas adiante.Fiz a reclamação por escrito a expôr esta situação, como aqui o faço mas mais detalhada, com datas exatas de tudo. Nunca obtive resposta, já lá vai mais de meio ano.
Divergências nos valores pagos e na tabela de preços
No passado dia 27 Agosto, dirigi-me a loja da 5asec no Braga Parque de forma a solicitar que me cortassem 4 cortinas (fazer a bainha) cada uma com 1,40 m de largura e 3m de altura. Na funcionária apresentou-me o preço de 14 € por cada cortina, achei caro mas como não tinha noção dos valores praticados paguei. Quando as fui levantar no dia 1 Setembro verifiquei que o preço que estava na tabela de preços para este mesmo procedimento era de 5,90€/m. Quando questionei a funcionário sobre o preço a mesma informou-me que seria cerca de 7€/m. Questionei então como tinha pago eu 10€/m e na tabela de preços tava 5,90€/m e ela estava a dizer-me 7€/m. A funcionária bastante atrapalhada informou que os preços dependiam dos tecidos e da complexidade do trabalho (como cortar bainhas fosse complexo). Uma vez que na tabela de preços não dá a indicação de desde 5,90€/m gostaria de solicitar esclarecimentos da 5asec em relação a este assunto e a ajuda da deco para a resolução deste conflito. Aproveito também para reclamar que pedi fatura com contribuinte e a mesma não me foi entregue.
(des)organização da viagem
Boa tarde,Venho por este meio apresentar reclamação pela maneira como foi organizada a viagem a Cuba: Havana, Cayo Guilhermo que adquiri na sua agencia de viagens:À chegada a Havana, ninguém se apresentou no aeroporto para nos fazer o acolhimento e encaminhamento para os transferes, sendo que tivemos de procurar no aeroporto uma agencia da Gaviota Tours para este nos levasse até à nossa representante em Havana Sra. Nadai e para que esta providenciasse então o transfere até ao hotel - Tryp Habana Livre. Ao questionarmos a agente sobre a hora do voo e transfere para o Cayo Guilhermo a mesma não nos sabia informar pelo que, ao invés de no fornecer essa informação no hotel por carta ou receção como são os procedimentos habituais, pediu-nos um numero para nos informar por telefone no dia seguinte, obrigando-nos a pagar roaming, na nossa opinião, sem necessidade nenhuma. E mais se não tivéssemos sido nós a perguntar, a Sra. não nos teria informado de nada.Uma vez no hotel, que supostamente seria de 5 estrelas, constatamos que este não apresentava as mínimas condições para ser considerado como tal, pois para além de no seu interior existir um cheiro desagradável, as paredes do hotel estavam literalmente a desintegrar-se e a cair aos bocados.No dia do transfere até ao aeroporto para Cayo Guilhermo o pick up foi às 3h e fomos deixados no aeroporto Playa Baracoa às 4h da manhã, era de noite, o aeroporto estava fechado e fomos deixados às escuras à porta de um aeroporto fechado para sermos picados pelos mosquitos.De volta a Havana no hotel Melia Cohiba assim que fizemos check in perguntamos se teríamos informação sobre o transfere para o aeroporto, no dia seguinte, mas não tinham qualquer informação, no dia seguinte, dia do voo de regresso a Portugal, voltamos a perguntar se teriam informação sobre o transfere e voltaram a responder que não. Perante esta situação decidimos ligar à Sra. Nadai sendo que o número de telefone que nos foi facultado para contatar com a mesma não existia.Durante a estadia neste hotel houve uma avaria no ar condicionado do nosso quarto que começou a verter água para dentro da mala da minha mulher tendo toda a sua roupa ficado molhada. Dirigimo-nos à receção para reclamar pelo que numa total arrogância e ausência de simpatia fomos informados pela funcionária que já iriam resolver o problema do ar condicionado, sem sequer ter pedido desculpa pelo sucedido ou ter encontrado uma solução para a roupa. No hotel deixamos preenchido um questionário de satisfação que nos tinha sido entregue onde demos conta da nossa insatisfação pelo sucedido.No dia da partida, esperamos 3 longas horas no lobby do hotel por um transfere que nunca chegou, assim sendo, fomos obrigados a apanhar um táxi, para nos transportar até ao aeroporto se não quiséssemos perder o voo. À chegada ao aeroporto procuramos mais uma vez o representante da Gaviota Tours que mais uma vez foi imprestável, sem sequer pedir desculpa pelo sucedido e que nos remeteu para a resolução do problema em Portugal.Por tudo o exposto anteriormente, e tendo em conta o valor pago pela viagem, venho declarar a nossa enorme insatisfação pelo serviços prestados, sendo que a Gaviota Tours e a Sra. Nadai, como nossa representante em Cuba, foram completamente imprestáveis, ou seja, pagamos um serviço que não nos foi prestado.Cumprimentos
Falta de vaga na escola da zona de residência, pedido de transfência indeferido.
Exmo. Senhor Delegado Regional de Educação da RLVTDevido a separação dos pais, a minha filha, alterou também a sua residência. Residindo atualmente com a mãe, em Talaíde, São Domingos de Rana, havendo por isso necessidade de se proceder a transferência da Aluna para o agrupamento de escolas da residência atual, Porto Salvo. Após ter tido conhecimento que a aluna não tinha vaga, na Escola do local de residência, Escola básica de Talaíde, foi imediatamente feita uma exposição pela Mãe, a DGEstE DSRLVT, expondo o seguinte:A Aluna tem apenas 8 anos, e não existe transporte escolar para a Escola onde foi colocada e a mesma dista a 5km de distância.A Mãe, que tem a guarda da menor esta a trabalhar por turnos num lar de idosos, e não tem viatura própria, utiliza os transportes públicos, e o trajeto que efetua diariamente não engloba a referida escola.O meu trabalho também é efetuado por turnos, e o meu local habitual de trabalho é na Pontinha, e resido em Salvaterra de Magos.
Queixa mediação na venda de um imóvel
Venho por este meio detalhar o motivo pelo qual fiz uma reclamação no livro na agencia Plano B em Odivelas, tratando-se de uma imobiliária esperei ser tratado e apoiado a todos os níveis na compra da habitação, mas não se verificou. Vi um imóvel com a Sra Conceição e gostei, mostrei o meu interesse, fiz a minha proposta e negociamos o valor. Fomos á agencia para formalizar a promessa de compra-venda na qual me tinha comprometido a pagar o sinal no valor de 10000€ que me foi impossibilitado depois de me dirigir a 3 bancos e estes terem problemas na emissão de cheques, para não me atrasar na hora marcada fui então realizar a promessa de compra-venda e avise sobre este problema, solucionando- o com duas opções poderiam aguardar para ir a outro banco perto da agencia imobiliária e assim tentar mais uma vez retirar o cheque ou eu sinalizava apenas com 2500€ sendo o valor máximo permitido para a transferência bancaria. Foi aceite a segunda opção e procedeu-se a leitura e assinatura da promessa, neste ato conheci a diretora da agencia, D Paula Lopes. Depois deste processo fui-me dirigindo a diversas instituições bancarias afim de conseguir as melhores condições de crédito, e assim que decidi qual a instituição a que me ia dirigir para formalizar o pedido, ainda não tinha quais quer documentos para o fazer. Solicitei então por email que me fossem enviados com brevidade, uma vez que tanto eu como os Srs vendedores tinha urgência. Foram-me então enviados documentos desatualizados e incorretos, pedi solenemente a retificação dos mesmos e foi então que o meu contacto passou a ser só com a diretora Paula e não com a mediadora Conceição, nos primeiros contactos para alem dos documentos desatualizados também me foi dada uma planta que em nada correspondia a realidade do imóvel que me prometera a comprar, por absurdo ate tinha um elevador dentro do imóvel, e apos a diretora me dizer que não havia outra planta era só aquela e unicamente aquela eu não concordei em entregar ao banco um documento que atempadamente sabia ser falso. Pedi aconselhamento na DECO, a jurista que me apoiou disse para pedir a emissão da planta atualizada e atribuir um prazo de 5dias posto isto o contrato de promessa compra-venda indicava que a vendedora tinha de retribuir em dobro o valor do sinal. Durante estes 5 dias troque emails com a diretora que enviou varias plantas não correspondendo nenhuma ao imóvel, chegando mesmo a enviar um esboço feito á mão, atitudes inadmissíveis para uma solução tao simples como emitir uma planta atual. Apos varias trocas de emails totalmente desagradáveis consegui a planta que ia de encontro ao que vi no imóvel. Procedia a entrega dos documentos no banco para se realizar a avaliação do imóvel e assim saber todas as condições de financiamento possíveis. Para a entrega destes documentos aguardei mais 20 dias pela emissão do certificado energético, documento necessário para a instituição bancária e que a D Paula insistia ser para já dispensável, significa que o imóvel estava venda, foi realizada a promessa compra-venda e o certificado ainda não tinha sido pedido, e só o foi após muita insistência da minha parte. Demorando 20 dias a chegar o certificado provisório para entrega no banco. A imobiliária deveria certificar-se que a habitação não se encontrava penhorada ou com dividas que fossem desagradáveis ao negocio, mas não o fez. Não sendo experiente nestes negócios, e sendo a primeira vez que fazia uma compra do género fui obrigado a contactar uma advogada para me certificar que compraria um imóvel sem quaisquer problemas associados a nível burocrático e também certificar-me sobre os meus direitos, nomeadamente ter acesso a uma planta atual. Tive o avalo positivo pela parte da advogada e assim prossegui. Passaram muitos dias e nunca mais fui contactado pela imobiliária, não sabia se a avaliação já tinha sido feita ou como ia o processo. Quando passados alguns dias recebo o feedback muito positivo do banco, ou seja, foi através do gestor de conta que tomei conhecimento que a avaliação já tinha sido realizada. Posto isto, obtive a aprovação do crédito habitação em condições favoráveis, era hora de formalizar o pedido. Quando o banco liga a dizer que precisam do certificado energético finalizado, pois o que tinha enviado era provisório. Tinham passado meses desde o inicio do processo e a imobiliária ainda não me tinha feito chegar o certificado energético final, documento obrigatório e imprescindível. Para mim, comprador, não deveria ter feito a promessa compra-venda sem ver este documento que me permite noção real da qualidade do ar e competência climatérica do imóvel, por uma questão de bom senso e facilitando todo o processo não exigi ver, nunca pensando que nem tinha sido emitido. Solicite então a diretora e esta demorou mais dois dias ate me entregar, atrasando consecutivamente o processo. Para além de que no mesmo certificado a área útil do imóvel era muito inferior á escrita no anuncio da venda, entreguei os documentos ao banco e pedi esclarecimentos sobre as áreas do imóvel e mais uma vez a D. Paula foi totalmente desagradável, arrogante e soberba. De facto o anuncio dizia que se trata de um imóvel com mais de 100m2 e na realidade pouco mas de 80m2 tinha (escrito no certificado energético onde permite total noção de área útil). Como comprador de um imóvel era interessado em saber as condições deste, mas a Sra Paula acha que o certificado energético é um documento simplesmente burocrático sem importância e prescindível para o negocio, opinião pessoal pouco profissional de uma diretora imobiliária. Durante todo o decorrer do processo as conversas com a diretora eram muito displicentes, diversas vezes fui contactado via telemóvel e a Sra Paula gritava comigo e faltava consecutivamente ao respeito, nunca fui tão mal tratado nem nunca ninguém me falou nos modos e no tom daquela Sra, para além disso foi promovendo consecutivamente o meu desentendimento com os então proprietários do imóvel, fazendo-lhe um parecer a meu respeito muito diferente da realidade. Decidi então cortar contactos telefónicos com a diretora da imobiliária uma vez que a Sra insistia em berrar comigo sempre que me ligava como se tivesse algum motivo ou fossem modos de lidar com os clientes. Esta Sra fez de tudo para ter o mínimo trabalho possível, recusando-se constantemente a entregar-me documentos imprescindíveis para o banco e faltando sempre documentos importantes, como por exemplo: identificação dos vendedores. Em acordo com a vendedora alguns eletrodoméstico e móveis iam ficar na habitação, na promessa compra-venda pedi que ficasse registado, a Sra. disse não ser necessário, isto porque lhe daria muito trabalho e partiríamos todo de um bom senso, aceitei, tal como apenas esta presente um dos proprietários do imóvel que também aceitei mas apos o contacto com a minha advogada fui aconselhado a que o mesmo ficasse registado, e passaram mais semanas até consegui a lista dos eletrodomésticos e moveis que ficavam na habitação. Sempre muita burocracia e complicação nos contactos com a imobiliária. Todos os posteriores emails trocados tinham o conhecimento da minha advogada, e sempre que a diretora do Plano B respondia tirava esse mesmo conhecimento, chegamos ao limite de pedir a Certidão de Casamento dos vendedores e a Sra Paula dizer que não era necessário, depois do gestor de conta ligar a pedir este documento imprescindível, fica notória a negligencia da diretora que constantemente decidia dar a sua opinião sobre o que era ou não necessário em vez de tratar dos documentos pedidos, lamentável tanta incompetência que atrasava consecutivamente todo o processo. Este documento a Sra. diretora recusou-se mesmo a entregar, porque em sua opinião não era necessário. Pois foi contatada pela advogada e também decidiu gritar e ofende-la, envergonhando-me com tanta sobranceria que tratou a advogada. Após mais um episodio lamentável e passados dois dias fez-me então chegar o documento que a advogada assim exigiu. E de igual modo indicar os moveis e eletrodomésticos que ficavam na habitação. Todo os documentos solicitados à imobiliária não foram tratados pela mesma mas sim a vendedora do imóvel que tinha de se deslocar e pagar os mesmos, sendo nulo o trabalho da imobiliária.Informo ainda que após todas estas situações só fui contactado pela Sra da mediação, D. Conceição para esta pedir um adiantamento do sinal de 10000€, quando todo o negocio já não tinha risco de realizar e eu me encontrava totalmente descontente com as atitudes. Não trazia nenhuma vantagem para mim e fui totalmente desaconselhado a faze-lo pela parte da advogada, pois o pedido de adiantamento só foi solicitado depois de todos os avalos positivos do banco, isto é quando se tinha certeza do empréstimo e sem qualquer risco (de devolução em dobro) para o vendedor. Para além de o pedido não vir minimamente justificado, queriam mais dinheiro na hora,” só porque sim”.Com toda a burocracia tartada chegou a hora de marcar a escritura, sempre a pedir brevidade em todo o processo. O banco para agilizar a marcação entrou em contacto com a vendedora não se mostrando esta de imediato disponível uma vez que tinha informado a Sra. Paula Lopes que se a escritura não desse antes do inicio de Agosto só tinha disponibilidade no fim do mês de Agosto, informação que não me foi transmitida. E saliento que o processo se atrasou cerca de um mês, ou mais por incompetência da imobiliária. Ficando novamente numa situação constrangedoras, uma vez que pedi brevidade no processo ao banco.O cumulo que me fez apresentar a devida reclamação foi no ato da escritura a Sra Paula não ter preparados os impostos que eu tinha de pagar, nomeadamente o IMT. Sendo da responsabilidade dela trazer toda a documentação para pagar e se realizar a escritura (isto é, entregar-me as respetivas entidade/referencia/montante antes de efetuar a leitura da escritura a fim de que todos os documentos estivessem preparados), ficando mais uma vez presente a incompetência associada à falta de carater da diretora da imobiliária, que ao aperceber-se que a escritura não se realizava sem esses documentos decidiu rir-se perante todos os presentes. Não sendo capaz de solucionar o problema e correndo o risco de pagar uma escritura não realizada e atrasada por total e incompreensível falta de ética desta Sra. Gentilmente tratou depois a Dra do notário de emitir os documentos, que perlongou muito a leitura e conclusão da escritura. Ficando notório mais uma vez, o modo como a D Paula brinca com o trabalho alheio.
Reclamação sommier
No dia 3 de Setembro de 2015, desloquei-me às instalações da Feira dos Colchões, situada em Leça da Palmeira, com o intuito de adquirir mobiliário para a minha residência. Nessa mesma data procedi à encomenda de um sommier com referência Milão LB.003, com uma alteração na altura da cabeceira. Esta encomenda ficou registada com o código C1509000074, e dela consta um sommier completo com cabeceira e estrado. Ao formalizar esta encomenda foi-me entregue um formulário onde constavam as Condições Gerais de Venda e Garantia. De acordo com o ponto treze do mesmo formulário, a Feira dos Colchões compromete-se a atribuir uma garantia de dois anos ao mobiliário encomendado.A 19 de Setembro de 2015 a encomenda foi entregue na respetiva morada, mas sem a alteração na altura da cabeceira e por esse motivo apenas a cabeceira da cama foi prontamente devolvida para efetuar a devida alteração.Após a entrega da cabeceira com a devida alteração encomendada, no dia 24 de Março de 2016, a cama foi cuidadosamente desmontada para realizar o seu transporte para novo destino. Nesse momento foi notado um forte odor desagradável na estrutura da cabeceira, semelhante a odor de mofo, assim como o aparecimento de ferrugem e “fungos” em algumas partes do estrado da cama. Nesse mesmo dia o mesmo estrado foi limpo para possibilitar o seu transporte sem consequências negativas para a saúde das pessoas que entraram em contacto com o mesmo.Por motivos de força maior, apenas no dia 9 de Julho de 2016, foi possível deslocar-me pessoalmente ao estabelecimento da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira para expor a situação e falei com a colaboradora Joana Ribeiro. Toda a situação foi explicada, revelando até que no local onde residia anteriormente existia alguma humidade, não sabendo se poderia ser a causa para os problemas mencionados neste documento. Na mesma conversa a colaboradora Joana Ribeiro deu o exemplo de uma inundação que ocorreu numa outra loja da Feira dos Colchões, onde se encontrava na altura o mesmo modelo da cama adquirida por mim, onde não se verificou o aparecimento de cheiros desagradáveis, ferrugem ou “fungos”. A colaboradora em questão referiu também a possibilidade da matéria-prima usada na construção da cama que adquiri, ser proveniente de um lote com qualidade inferior ao normal, o que poderia resultar num produto com defeito. Esta hipótese foi colocada por semelhança a outras ocorrências que a Feira dos Colchões lidou no passado. Por fim a colaboradora Joana Ribeiro pediu que fosse enviado um email para o endereço “leca@feiradoscolchoes.pt” com a descrição do problema e uma cópia digital da nota de encomenda do mobiliário em questão, email esse enviado por mim no dia 10 de Julho de 2016. Segundo a colaboradora mencionada, esta informação requisitada seria passada ao seu superior através dela e posteriormente a mesma colaboradora entraria em contacto comigo. A partir do dia 11 de Julho de 2016 não existiu nenhuma tentativa de contacto por parte da Feira dos Colchões sobre este caso. Da minha parte foram tomadas várias iniciativas para entrar em contacto telefónico com a Feira dos Colchoes de Leça da Palmeira, até que finalmente consegui falar por via telefónica com a colaboradora Joana Ribeiro. Neste telefonema a colaboradora em questão afirmou que expos a ocorrência ao seu superior e a posição final do mesmo foi alegar mau uso do mobiliário por minha parte e por conseguinte excluiu qualquer ação a partir da garantia que me foi atribuída ao mobiliário.Não satisfeito com o parecer apresentado no parágrafo anterior, dirigi-me novamente à loja da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira a 16 de Agosto de 2016 e fui atendido por outro colaborador, seu nome Renato Souto Maior, a quem expliquei novamente toda a situação. Nesta intervenção como cliente, a minha única exigência transmitida foi a deslocação de um técnico à minha atual residência para avaliar o real estado da cama adquirida. O colaborador Renato Souto Maior entrou em contacto telefónico no dia 18 de Agosto de 2016 alegando novamente que os problemas da cama eram resultantes de mau uso da minha parte.Perante o cenário descrito neste documento, ninguém da Feira dos Colchões tem provas concretas para alegar mau uso da minha parte, dado que nenhum funcionário desta entidade avaliou presencialmente o mobiliário com os problemas apresentados. Depois de ter levantado este ponto ao colaborador Renato Souto Maior no contacto telefónico do dia 18 de Agosto de 2016, o mesmo afirmou que após dois dias depois da entrega da cama, se esta não apresentava nenhum problema então a responsabilidade não seria da Feira dos Colchões perante defeitos no produto que adquiri. A cama em questão é completamente forrada a tecido, logo cobre a totalidade do material que compõe a estrutura da cama, neste caso pinho tratado. Isto impossibilita uma verificação visual das condições da madeira que faz parte da cama. O desenvolvimento de odores indesejáveis, como por exemplo por fungos, pode levar muito mais de tempo do que dois dias, como referido anteriormente pelo colaborador Renato Souto Maior, e como tal esse mesmo argumento não será válido.O que foi descrito até este ponto permite concluir que os problemas que a cama apresenta podem ser prejudiciais à saúde e bem-estar de quem entra em contacto com a mesma, e com o parecer da Feira dos Colchões perante este caso, existe a evidência de pressão feita por parte da Feira dos Colchões para que eu assuma a responsabilidade desta situação, resolva a mesma por iniciativa própria e por consequência perca a garantia da peça de mobiliário que me foi vendida.Esta reclamação serve assim para denunciar a falta de responsabilidade e incumprimento de um direito meu como cliente por parte da Feira dos Colchões e apelar uma vez mais ao bom senso dos intervenientes nesta história. A minha única exigência continua a ser a vinda de um técnico à minha residência para avaliar o real estado do produto adquirido.
Publicidade enganosa
Em 1 de Abril do corrente desloquei-me ao Body Concept pois tinham um placard na montra em que aparecia a Oceana Basilio e a Body Concept a informar Perca 6 Kl em 30 dias, com 24 tratamentos, por apenas 39,60€.Informaram-me que dava resultado, seriam feitos 3 tratamentos por sessão, só poderia fazer 2 sessões por semana o que levaria cerca de 1 mês.Fiz o mês de Abril mas não vi qualquer espécie de resultado. Dei autorização de débito bancário pois para aceder a este tratamento teria de o fazer durante 6 meses (nada disto constava no placard da montra).Não houve débitos em Maio e Junho (talvez por falta de provisão na conta) mas a verdade é que em início de Julho passado, após uma mensagem SMS da referida empresa para uma reavaliação que não foi feita na altura devida porque a esteticista estava com um problema qualquer (ao qual sou totalmente alheia) dirigi-me à clínica de estética e disse que não estava mais interessada no tratamento pois achava que não dava qualquer tipo de resultado e solicitei que não fizessem mais débitos bancários ao que me informaram que iriam fazer esse pedido (nem sei a quem).A simpatia das senhoras da referida clínica é realmente notória mas a verdade é que no passado dia 28 de Julho foi-me debitado 39,60€, quase um mês depois de ter pedido a anulação do tratamento.Não posso juntar as faturas nem nenhum documento pois nunca nada me entregaram.Darei o caso por encerrado se durante este mês de Agosto me forem creditados os 39,60€ deste mês de Julho (tendo já eu feito a desistência há cerca de 1 mês) e os 39,60€ de 1 de Abril devido à publicidade enganosa
Engano no pagamento por Multibanco (250.30)
No dia 29 de julho fiz uma compra na loja Continente online no valor de 125,30€, encomenda nº 50928513, para ser entregue ao domicílio no sábado dia 30 de julho entre as 16h e as 18.30h e a pagar com multibanco no ato da entrega. As compras foram entregues com algum atraso, só por volta das 19h, devido a um engano do motorista numa morada. Ao fazer o pagamento a máquina de M.B. não estava a funcionar bem e o senhor insistiu várias vezes para fazer a operação, em algumas dessas tentativas saiu o papel em branco. Só após o funcionário ter metido o rolo de outra forma foi feito o registo.No dia 31 de julho, domingo, fui verificar o meu extrato de conta e vi que os 125,30€ tinham sido lançados 5 vezes e 2 vezes anulados. Restaram 3 parcelas de 125.30€, uma foi o pagamento da minha compra e mais 2 x 125.30 (250.60 €) que o Continente cobrou a mais e têm de me restituir. Telefonei de imediato para linha ajuda continente online e a resposta não me agradou pois tinha que mandar o comprovativo por email e esperar uma semana para me devolverem o dinheiro. Dirigi-me no mesmo dia ao Continente do Rio Sul, falei primeiro na receção e depois com uma senhora da direção que entrou em contacto por telefone com a colega online e explicou-lhe a situação já com os comprovativos do multibanco em seu poder. A colega do online falou comigo pedindo-me o IBAN garantindo-me que no mesmo dia 31 de julho faria a transferência para a minha conta. Estamos no dia 6 de Agosto e ainda nada fizeram. Boa maneira de me calarem, pois acreditei na palavra da funcionária, e uma falta de profissionalismo.Dia 6 de Agosto fui novamente ao Continente no Rio Sul, falei com um senhor da direção que falou outra vez com a colega online e foi-lhe respondido que ainda não tinham feito a transferência e que de imediato a iam fazer. Não dá para acreditar numa situação como esta.Quando há um engano destes o dinheiro tem que ser reposto de imediato na conta do cliente que é o único lesado, em tempo e dinheiro.Todas as deslocações ao Continente e ao banco feitas de transportes, as fotocópias o extrato que pedi no banco e mais grave o meu bom nome, pois tive que dar a cara com explicações a terceiros de pagamentos meus em atraso.Lurdes Ribeiro
reclamação em garantia e resolução de problemas na viatura 80-is-72
Bom dia,Exmos ,senhores, é com grande tristeza que começo a sentir algum desalento com a marca e com a minha viatura. O meu KIA Sorento, com matricula 80-IS-72, datado de Fevereio de 2010 com 7 anos de garantia, efectuou a revisão dos 180.000 km na oficina Auto são Cristovão em Évora. Na altura, foram obrigados a SUBSTITUIR A POLIE DA COMBOTA, PORQUE FAZIA UM BARULHO ELEVADO, POIS TINHA -SE DESVULCANIZADO A MESMA??? Algo estranho. Reclamei para a KIA, e enviaram-me uma informação, referindo que iriam efectuar uma comparticipação na garantia da peça, algo que não foi do meu agrado. Pois, conforme explicação da KIA Motors, a garantia já tinha passado em km e não em anos.Descrição das situações1- No dia em que saí da oficina depois da substituição da polie e da revisão, fui com o carro dar uma volta a Lisboa e para meu espanto o Cruise Control não funciona. Telefono para concessão e dizem para ir lá. Passado uns dias, passo por lá e verificam que o problema é supostamente do anel da resistência do Air Bag que se encontra por baixo do volante. Para resolver o problema seria necessário marcar e deixar a viatura, pois é uma situação que leva algum tempo a resolver....2-Passado mais alguns dias, começo a verificar outra vez o mesmo barulho identíco ao que fazia quando a polie estava desvulcanizada. Vou à concessão e dizem que poderá ser da caixa ou da embraiagem....e dizem-me, se calhar é melhor marcarmos para mudar o óleo da caixa de velocidades.3- Tentei marcar o serviço para um dia...mas segundo o recepcionista não havia óleo da caixa e tinha que mandar vir,como tal o serviço só podia ser feito na outra semana.4- Passado mais uns dias acendeu-me a luz do air bag do passageiro e nunca mais apagou. Hoje,desloquei-me à oficina afim de verificar a situação e com máquina de diagnostico confirmaram um problema no anel da resistência do Air Bag. Disseram-me ainda que os Air Bag em caso de acidente, poderão quase de certeza não funcionar. Gravissímo....Logo hoje que vou fazer uma viagem de 1500km.....Pergunto e se houver um acidente...e os Air bags não dispararem...de quem é a reponsabilidade da KIA MOTORS, do concessionário....uma vez que nem a peça têm em stock...nem disponibilidade oficinal para resolverem um problema de segurança da viatura....Meus senhores, reconheço perfeitamente que o carro tem 184.000 actualmente. É um carro que só viu estrada e campo nem vê-lo.....um condutor.....e reconheço que efectuou as revisões todas na marca, em concessões entre Évora e Beja como podem confirmar se falarem com os mesmos.Agora depois de perder a garantia....em Km e não no ano , uma vez que a viatura só completa os 7 anos em Fevereiro de 2017, há bem pouco tempo, começam a surgir tantos problemas ao mesmo tempo....muito estranho...não acham...Assim, solicito o seguinte,1- Apesar dos 34.000km a mais , solicito que efectuem uma garantia a resistência do anel, pois não é nenhuma peça de desgaste.2- No caso da polie da combota, espero não ter que pagar valor nenhum, pois não compreendo como é que um orgão tão importante como a polie da combota, ao fim de 160.000 km desvulcaniza. E para além disso, não vi a polie que tiraram....acredito na concessão.... 3- Agradeço que um técnico da Kia ,se desloque à concessão para analisar o problema da minha viatura e verificar definitivamente, se o barulho que aparece, é da caixa, se é da embraiagem ou do motor. O certo, é que eu não vi a suposta polie da combota desvulcanizada que retiraram da minha viatura para verificar efectivamente o defeito, apenas acredito na palavra das pessoas que falam comigo.Agradeço uma resposta breve da vossa parte para resolverem os problemas da minha viaturaInformo que esta reclamação foi encaminhada para a DECOCom os melhores cumprimentosHelder Antonio graça Vieira967348429
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
