Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Recusa de aceitar a garantia
No passado dia 5 de dezembro de 2015, fiz uma encomenda duma bateria para uma camara de filmar no site da amazon.es.no site da amazon.es, é dito que a bateria tem 2 anos de garantia. Agora a bateria avariou e não querem aceitar a garantia. Nem me devolvem o dinheiro nem me substituem a bateria. AAmazon diz que não pode fazer nada porque a bateria foi comprada numa loja externa à amazon, mas que utiliza o site da amazon para vender os seus produtos. Já contactei com a loja que me diz que tenho de comprar uma bateria nova...Grande vigarice.Sinto-me enganado.
Problemas com ar condicionado instalado num dos quartos e demora na conclusão do serviço
O ar condicionado instalado num dos quartos está a escorrer água, o que nos impede de utilizá-lo de forma conveniente. Apesar dos contatos já realizados, a assistência técnica ainda não foi agendada e não conseguimos entrar em contato com a empresa. Tememos poder vir a incorrer em danos.Aguardamos desde o passado mês de abril pela grelha de parede para terminar o serviço de instalação do ar condicionado. Apesar dos contatos já realizados, persiste a falta da grelha e não conseguimos entrar em contato com a empresa.
PROBLEMA TÉCNICO COM CARTÃO DE PASSE
Boa tarde, venho pelo presente demonstrar a minha insatisfação face ao que aconteceu este sábado dia 18 deste mês do presente ano.Sábado como de costume tirando todos os dias apanho o mesmo autocarro 410 por volta das 8h10 da manhã em Sarilhos Grandes na paragem ao pé do coreto até à Baixa da Banheira, paragem a seguir à estação de comboio.Este fim de semana para meu espanto valido o meu passe no valor de 48,10€ que é carregado todos os meses, e o aparelho presente no autocarro, diz que não existia nenhum produto válido.Imediatamente passo para a mão do motorista que prontamente me diz que o passe não está carregado.Qual o meu espanto visto ter como prova o recibo do recarregamento e ter andado até dia 18 sempre com o mesmo passe válido e agora não estar de um dia para o outro.Foi me dito pelo motorista que então podia entrar mas que teria que me dirigir a tst porque o passe estaria desmagnetizado.Assim o fiz, quando sai fui até a estação do Barreiro e lá foi me informado que teria que tratar desta situação na estação do Montijo, que por sinal estaria fechada derivado ao horário extraordinário que a mesma mantém.Chegando lá bati com a cara na porta pois estava fechado e nada podia fazer.Como o meu horário não é compatível com o da estação do Montijo tive que pedir a um familiar que se desloca-se lá para tentar resolver o problema.Quando na realidade, problema não existia nenhum pois o passe está em ordem, informação dada por um trabalhador vosso.Agora eu envio em anexo o bilhete que tive que pagar quando já tenho e sempre tive o passe carregado durante todo este mês com a intenção claro de reaver o meu dinheiro que só foi necessário por falta de profissionalismo vosso.Agradeço resposta breve.Sem outro assunto.DIANA BOTAS.
Encomenda perdida RU773520173GB
Ja nao e' a primeira vez que tenho problemas com as encomendas que envio do reino Unido para cabo Verde, que passam pelas maos da GLS. Os problemas acontecem sempre, inevitavelmente, com a GLS. Neste caso, como em tantos outros que fui tendo ao longo dos anos, enviei a encomenda RU773520173GB de Norwich, Reino Undo, no dia 1 de Junho, e esta foi dada como despachada para Portugal pelos sites nacionais e internacionais de tracking no dia 2 de Junho. Entretanto foi entrege a GLS, voltou para tras (?) e dia 8 de Junho saiu novamente do Reino Unido, tendo voltado a chegar as maos da GLS. Como eu ja disse, esta situacao acontece constantemente, nao me lembro de uma unica encomenda que eu tenha enviado para cabo Verde que nao tenha sofrido atrasos ao passar pelas maos da GLS. E nao adianta reclamar com ninguem, pois ja o fiz imensas vezes, ate perdi a conta, por telefone, por email, etc. De cada vez que lhes digo que ha atrasos com alguma encomenda, eles descartam-se da sua responsabilidade e dizem que a culpa e' da Royalmail no Reino Unido. Quando eu contacto a Royalmail eles tambem se descartam das responsabilidades e dizem que a culpa e' da GLS em Portugal. Ja tive encomendas que voltaram para tras, encomendas que demoraram dois meses ate chegar a Portugal (!) antes de seguir para Cabo Verde, enfim, os problemas sao mais que muitos, constantes, incompreensiveis, e as empresas recusam-se a cooperar e a resolver os problemas. Depois das encomendas sairem das maos da GLS (penso que passam para os CTT) e sairem de Portugal para Cabo Verde, deixam de haver problemas. Nunca tive problemas com qualquer encomenda no percurso Portugal - Cabo Verde (a segunda parte da viagem entre o Reino Unido e Cabo Verde). Os problemas acontecem sempre, todos, entre o Reino Unido e Portugal, e sao sempre culpa da GLS.Podem observar os movimentos da dita encomanda em varios sites: https://www.royalmail.com/track-your-itemhttps://gls-group.eu/PT/pt/gls-tracking?match=RU773520173GBhttp://www.ctt.pt/feapl_2/app/open/objectSearch/objectSearch.jspx?lang=defe o melhor de todos, um site internacional:http://www.trackitonline.ru/?service=trackSendo que este ultimo e' o unico que contem informacao detalhada sobre o estado da encomenda e que indica as voltas que a encomenda andou a dar entre Heathrow e Lisboa a conta da GLS.
Problema com falta de água
Há 4 anos que resido em Monte Carvalho na freguesia da Ribeira de Nisa em Portalegre, junto à piscina de Monte Carvalho (apelidada de Fluvial) e à Ribeira de São Bartolomeu (que desagua na Ribeira de Nisa). Desde então que, a partir de Maio/Junho quando abre a piscina até que fecha (Setembro) que temos problemas com a pressão da água. Fiz reclamações por escrito e por telefone, inclusive através do serviço de reclamação online da Entidade Reguladora das Águas e Resíduos, que teve como consequência uma resposta vaga por parte da Smat. Uma máquina de lavar loiça avariou a bomba de água e o técnico acha que foi por falta de pressão. Fomos obrigados a comprar uma nova. Todos os dias durante estes meses se torna complicado gerir o tempo dos banhos (com uma criança de 3 anos), de lavar a loiça ou lavar a roupa.Este ano novamente se verifica o mesmo problema. A partir das 20h a pressão fica instável. Às 23h geralmente acaba a água e essa situação dura uma hora e meia, por vezes mais.Todas as noites temos telefonado para o piquete a reclamar. Entretanto, foi-nos dito que a causa seria uma electroválvula que está programada para essa hora e que liga a água de rega da relva da Piscina. Por um lado, é incompreensível que uma piscina dita fluvial use a água da rede pública para encher o vaso assim como para regar a relva e por outro, que os residentes (seis vizinhos) que pagam um serviço e têm os seus direitos, fiquem privados do mesmo, sem qualquer justificação ou compensação. Para não mencionar a falta de sustentabilidade. Hoje, dia de semana, às 7h da manhã deixou de correr água. À hora a que escrevo, 9h35 ainda não voltou. O piquete foi contactado sem nos ser dada nenhuma justificação.
Avaria no veículo aquirido
Eu, Ângelo Emanuel Pinto Cunha, venho por este meio apresentar a minha reclamação referente ao veículo Seat Ibiza, matrícula 08-LP-97, comprado na Filinto Mota (Guimarães) em Janeiro de 2015(usado).Em maio de 2015, entreguei o meu carro nas instalações em Guimarães, para verificação de anomalia: luz do filtro de partículas e do motor ligadas. Apesar de ter pedido, não tive acesso ao relatório da intervenção que foi feita, pois o Sr. Sérgio Carvalho(responsável automóveis usados) não autorizou a sua cedência!O que me transmitiram é que colocaram um filtro de partículas novo,não percebo o porquê da não cedência.Estão a esconder alguma coisa???Essa reparação não tem 2 anos de garantia de acordo com a lei?Em Fevereiro/16, a mesma anomalia apareceu. Contactei o Sr. Luís Fernandes (pessoa responsável pela venda do carro), que agendou uma reunião com o seu superior, Sr. Sérgio Carvalho. Este aceitou que o carro fosse entregue na Filinto Mota, para análise, apesar de, segundo ele, não estar abrangido pela garantia. Ficou acordado não ser feita qualquer intervenção com custos para mim, sem me contactarem primeiro.O carro foi entregue na Filinto Mota em Guimarães no dia 16/02/16. Foi verificado na Bosch em Braga (que pertence à Filinto Mota), que por sua vez o levou à SDA em Braga. Aí teve uma intervenção, com o aval da Filinto Mota. Estes passos foram sempre transmitidos pelo Sr. Luís Fernandes, que inclusive disse que pensava não haver custos, uma vez que não me tinham pedido autorização para fazer nada.No entanto, para poder levantar o meu carro no dia 26/02/16, tive que pagar 100€, sob pena de não o trazer se não o fizesse. O sr. Luís Fernandes, por ordem do Sr. Sérgio Carvalho, disse que a Filinto Mota pagava metade da fatura, mas o cliente tinha que pagar a outra metade. Apesar de não concordar, porque o carro tinha tido uma intervenção no ano anterior pela mesma anomalia e como reapareceu é sinal que não foi resolvida como deveria, a vontade de ter o assunto encerrado e o carro nas mãos fez com que cedesse e pagasse o valor.No dia 29/02/16 voltou a acender a luz do filtro de partículas. Contactei novamente o Sr. Luís Fernandes, que deu indicações para levar o carro à Filinto Mota. No dia 01/03/16 foi lá entregue. O carro voltou a ser levado para a SDA em Braga. No dia 11/03/16, fui buscá-lo à Filinto Mota. Passado 6 semanas a luz do filtro de partículas acendeu. Tentei fazer a regeneração na estrada, tal como me foi dito, mas como sempre não resultou. Poucos dias depois, a luz do motor também acendeu.Contactei o Sr. Luís Fernandes, que após falar com o seu superior, me disse para pegar na fatura da reparação e me dirigir à SDA em Braga, porque não poderiam fazer mais nada. Ora a fatura foi emitida à Filinto Mota, não a mim No entanto estão a esquecer que também temos uma fatura emitida pela Bosch nº 2.016/ 21.036.930 de 21/03/2016 se nos mandam ir a SDA por causa da garantia esta não terá??? A Filinto Mota não pode “lavar as mãos” deste assunto. É um problema que existe desde o ano de compra do carro e vocês são responsáveis pela forma de como ele me foi vendido. Não é um problema de desgaste, caso fosse já estaria resolvido…por isso, deve ser um problema muito mais grave,Quando a SDA não consegue resolver o problema imaginem a gravidade da situação... mas que tem que ser solucionado por vocês. O Sr. Sérgio Carvalho disse-me que esta venda já lhe estava a dar mais prejuízo que lucro. Imaginem para quem o comprou? Sinto-me roubado….Fiquei sem carro de todas as vezes que o entreguei à Filinto Mota, nem a decência de me emprestarem um carro tiveram. Em 2015 disseram que a garantia não cobria, em 2016 disseram que já não estava dentro de garantia…nem houve coerência na resposta!Se for possível gostaria que me facultassem todos os dados relativos com o contrato de compra e venda!Já apresentei queixa no vosso livro de reclamações( nº 22247352) no dia 16/05/2016, e o carro continua na mesma situação!
Devolução de dinheiro
Comprei uma aliança no dia 26/05/2016 na loja Joia Pura no Centro Comercial Forum Sintra no valor de 70,95 euros. A mesma apresentava um defeito mais precisamente lustro que não saiu mesmo após ser limpa só com um pano. No dia 29/05/2016, fui à loja Joia Pura no Forum Sintra para devolver o produto devido ao defeito supra mencionado mas não me ofereceram devolução do dinheiro como está previsto na Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril. Na altura optei por encomendar outra aliança. Encomenda feita no dia 29/05/2016. Ora acontece que no dia 30/05/2016, hoje, tive a notícia que alguém me ia oferecer as alianças. Por isso dirigi-me à loja Joia Pura no Forum Sintra para tentar anular a encomenda. Por sorte, a encomenda foi anulada atempadamente. A aliança encomendada não foi concebida por isso a encomendar foi anulado com sucesso. Acontece que a loja agora recusa em devolver-me o dinheiro quando o motivo original da minha ida à loja era por ter comprado um produto não conforme. Passaram-me uma nota de crédito NCR 06C/2483 mas o que eu quero é uma devolução do dinheiro porque a aliança que comprei não estava conforme, conforme A Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril.Agradeço que me devolvam o valor de 70,95 euros pagos por uma produto que não estava conforme, conforme A Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril.
Exigência de prestação de caução para entrega de viatura de substituição
Sou tomador do Seguro automóvel apólice nº 753305806 e proprietária dos dois veículos automóveis ligeiros de passageiros nela seguros. No passado dia 20 de Maio de 2016 (sexta-feira), pelas 16:00 horas (+-) a viatura de matrícula 94-RA-98, marca Renault e modelo Grand Scénic 1.6 DCI sofreu uma avaria, tendo ficado, em consequência, imobilizada e sem possibilidade de continuar a marcha (não houve qualquer acidente). A referida viatura estava emprestada ao meu filho que tinha ido buscar à escola os seus dois filhos. Tendo sido contactada pelo meu filho a propósito da situação em que se encontrava, por indicação minha, ele telefonou para o número de telefone de apoio e pediu um reboque para remover o veículo para uma oficina Renault e solicitou que lhe fosse disponibilizada uma viatura de substituição. Refiro que não accionei o plano auto-estima pois a viatura encontra-se no período de garantia de um ano que foi dado pelo Stand que o vendeu e que, de acordo com instruções do referido stand a viatura teria que ser deslocada para o concessionário Renault que me foi indicado ou, se eu a mandasse para outra oficina perderia a garantia, ou ela não funcionaria. O reboque foi fornecido e a viatura transportada para o local que lhe foi indicado e foi dito ao meu filho para se deslocar à Av. António Augusto Aguiar à EuropeCar (salvo erro) para aí levantar a viatura de substituição. Quando lá chegou de táxi, foi-lhe dito que antes da meia-noite não teriam possibilidade de lhe fornecer qualquer viatura e que, mesmo assim ele teria que proceder ao depósito de uma caução de 70€ para garantir o pagamento do combustível existente no depósito da viatura essa caução poderia ser prestada ou com recurso a um cartão de crédito ou ao depósito da verba exigida que seria, eventualmente, devolvida quando a viatura fosse entregue. Face ao insólito da situação que nunca antes aconteceu, contactei a mediadora do Seguro pedindo a sua intervenção pois o plano que contratei com a Fidelidade garante-me a assistência em viagem sem franquia e viatura de substituição também sem franquia, mais, inclui todas as protecções e todos os riscos possíveis. Acrescento que nunca em toda a minha vida como proprietária de viaturas (já há mais de 40 anos ) me foi exigida qualquer verba ou qualquer caução sempre que tive que recorrer ao veículo de substituição. Acresce que não tenho cartão de crédito, nem tal me pode ser exigido, e não tenho - nem eu nem o meu filho - disponibilidade financeira - para entregar 70 Euros (ou qualquer outra verba) durante, não sei quanto tempo, pois tal dependerá do tempo que demorar a reparação da viatura, sendo, no máximo 30 dias, conforme contrato com Fidelidade. A mediadora, segundo me relatou, tentou por todos os meios contornar a situação mas foi-lhe sempre dito que se trata de uma exigência da empresa de Rent-a-Car a que a Fidelidade é alheia e nada pode fazer relativamente a tal exigência. Decidi então eu telefonar para a Fidelidade, o que fiz pelas 20:00 do mesmo dia 20 de Maio (sexta-feira), tendo ligado para o nº 214405008 de onde me atendeu a Srª D. Inês Rangel a quem expliquei o sucedido e esclareci que estava fora de causa o depósito fosse de que quantia fosse para me ser entregue o veículo de substituição pois o mesmo consta das coberturas contratadas, não obriga a qualquer franquia e nada existe nas condições particulares que faça depender a entrega da viatura de qualquer relação comercial minha (mediante pagamento, depósito ou prestação de caução ) com qualquer empresa de Rent-a-Car contratada pela Fidelidade para lhe prestar o serviço que me foi, por esta, vendido. A referida senhora foi extremamente cortês e pediu-me para desligar pois iria ser contactada, no prazo máximo de duas horas, pelo serviço encarregue da atribuição de viaturas. Fui efectivamente contactada pelo Sr. Carlos Barradas da Fidelidade Assistance, que primeiro me foi dizendo que a Assistência em Viagem estava sujeita a uma franquia de 250€, o que de imediato refutei, lamentando que estando eu perfeitamente identificada e podendo o referido senhor consultar as condições do meu seguro, estivesse a tentar confundir-me com jogos inúteis de palavras pois, bastaria ler para ver que não tenho qualquer franquia. Relativamente à viatura de substituição explicou-me que a Fidelidade não dispõe de frota e por isso tem que recorrer aos serviços das empresas de Rent-a-car, limitando-se a sua intervenção a pagar a reserva da viatura mas não se responsabilizando pelas exigências que são feitas pelas referidas empresas, nem podendo interferir nelas. Expliquei ao Senhor Carlos Barradas que o meu contrato foi firmado com a Fidelidade e não com qualquer empresa de Rent-a-car e que não tenho absolutamente nada a ver com os contratos de prestação de serviços subscritos pela Fidelidade seja com quem for. Mais, referi que se as referidas empresas estão a exigir aos clientes da Fidelidade a prestação de cauções tal se deve ao facto de a Fidelidade não ter salvaguardado a posição dos seus clientes, permitindo as exigências que estão a ser feitas aos seus clientes. Face à minha recusa de depositar dinheiro para receber o carro foi-me dito que então não podia receber o veículo de substituição, o que efectivamente aconteceu, estando neste momento sem carro. Ou seja, contratei com a Fidelidade coberturas que estou a pagar e que me não são prestadas, sendo, neste caso, em meu entender, o referido contrato, pelo menos, no que à viatura de substituição se refere, nulo e de nenhum efeito.Porque a disponibilidade de um veículo é vital tive que pedir a um amigo o empréstimo de uma viatura , o que me obrigou a deslocar-me à Arruda dos Vinhos, depois de voltas para recolher o meu filho com prejuízo da minha vida particular e a gastar dinheiro em portagens e combustível, para além dos táxis que o meu filho teve que utilizar e de que, por desconhecimento, não guardou os recibos.
Serviço de Gartroenterologia
Tinha marcada uma endoscopia alta com biopsia para dia 11 de abril de 2016. Dois dias antes do exame fui contatada pela secretaria informando-me que o exame tinha sido adiado para outra data breve. Como nunca mais recebia um telefonema ou carta com a nova marcação e tinha consulta agendada para 2 de junho, telefonei várias vezes para a secretaria do referido serviço e sempre a mesma resposta, está para breve a marcação. Novo telefonema na semana passada com ameaça de reclamação por escrito, e assim foi remarcado o exame para hoje. Relembrei a secretaria que teria que haver coordenação com o Instituto Ricardo Jorge por duas vezes e obtive como respostajá está tudo tratado, não de preocupe.Hoje desloquei-me ao Hospital e quando fui chamada para realizar o exame disseram-me que o mesmo não poderia ser feito porque nada estava acordado com o Instituto Ricardo Jorge e que ainda não tinham o termo de responsabilidade. Este foi o resultado: desloquei-me ao Hospital perdendo 1 dia de trabalho, assim como o meu marido, percorri 40 Km para nada devido à incompetência do pessoal da secretaria que não fez o que lhe competia, perdi também a consulta de Gastroenterologia (nova vaga dentro de vários meses) com consequências imprevisíveis porque os resultados do exame demoram 2 a 3 semanas. Pedi o livro de reclamações disseram-me que teria que me deslocar às urgências, porque é que o livro não está disponível no edifício onde se faz a marcação das consultas? Que serviço de saúde oferece este Hospital?
Painel solar térmico furou após deficiente manutenção do fornecedor
Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Digal, S.A. (www.digal.pt), empresa que me vendeu o painel solar térmico SolaHart 181kj no âmbito do programa de governo, em 29-09-2009.Comprei um painel solar para aquecimento da água, no âmbito do programa do Governo que dava garantia de 6 anos e que tinha 6 anos de manutenção incluída, 1 vez por ano.No passado mês de abril apercebi-me que o depósito de água estava furado e a verter água. Só me apercebi em Abril porque foi quando começou a vir o sol e só aí me apercebi que estava a cair água do telhado.Fui inspecionar o painel e verifiquei que tinha no depósito ferrugem com aspecto de já ter pelo menos meses.Contatei um técnico que fosse averiguar e também ele me indicou que pelo menos, dentro do período da garantia, já se deveriam ter apercebido que algo não estava bem.Contatei a Digal S.A., responsável pela garantia e pela gestão das manutenções acerca de qual a posição dela relativamente a este assunto, tendo em conta que das 6 manutenções contratualmente obrigada a fazer, fez apenas 4. Indicou-me que nada iria fazer, que o produto já não tinha garantia (expirou em 29-09-2015).Uma vez que não cumpriram o contrato (o contrato indica inclusivamente que se as manutenções não fossem feitas eu poderia perder a garantia, sendo que nunca me opus a fazerem a manutenção e cheguei a ser eu a lembrar que a deveriam vir fazer), entendo que tenho direito a ter o painel reparado.Envio-vos esta reclamação no sentido de intercederem junto da empresa indicada, usando dos vossos poderes alertando essa empresa uma vez que não cumpriram o contrato.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
