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Resposta tardia às solicitações
Venho por este meio mostrar a insatisfação e apurar os responsáveis pelos seguintes acontecimentos que aconteceram no Serviço Educativo do Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz, sendo a responsável por este serviço a Dr.ª Virgínia Espadinha e a Dr.ª Margarida Perrolas. Entre dezembro de 2015 e março de 2016 desenvolvi alguns trabalhos para o Serviço Educativo do Museu Municipal da Figueira da Foz, mais propriamente na lecionação de um curso de introdução à língua chinesa, e nessa altura deparei-me com estas situações: 1.Resposta tardia de autorização para o desenvolvimento de atividades no Museu da Figueira da Foz, a exemplo, enviei a proposta de um curso de introdução à língua chinesa para começar no dia 21 de outubro de 2015, no dia 27 de agosto de 2015 tive cerca de 3 meses à espera para que pudesse ser autorização e entretanto, não sei o que se passou durante esses 3 meses, pois o feedback da instituição era o mesmo e quase nenhum e, claro 3 meses sem trabalhar e como todos os cidadãos, tenho contas a pagar, embora esteja em casa da minha mãe, não pago a totalidade das despesas, mas com a reforma da minha mãe e o dinheiro que ganho por pontuais trabalhos não chega, às vezes não há muita comida na mesa e a minha mãe é diabeta e precisa de ter uma alimentação variada... 2.Outra situação foi o envio da proposta de um workshop de língua chinesa a ser realizados nos dias 4 e 11 de junho, enviada no dia 30 de março e informação foi enviada para o vereador da cultura no dia 28 de abril, entretanto, não sei o que se passou, pois só um mês depois é que a Dr.ª Virginia Espadinha elaboram a informação para que seja autorizado... Por fim, estava a espera da indicação para a continuação do curso de chinês, informação essa que pedi no dia 14 de março para ver se tinha autorização ou não da instituição. Porém, quando enviei um pedido de esclarecimentos para a Câmara Municipal (no dia 27 de abril) e para a Dr.ª Margarida Perrolas (no dia 5 de maio) é que me disseram que afinal não podia realizar estas atividades pois nos meses de maio e junho havia outras atividades e algum do pessoal ia para férias não tendo niguém para assegurar o fecho do museu às horas em que se realizaria essas atividades, tendo a Dr.ª Virginia Espadinha me dito por telefone, antes de saber das reclamações, que poderia realizá-las pois não havia qualquer problema, só estava à epera do despacho superior e inclusive já tinha dado ordens para fazer o cartaz de divulgação do workshop, pois quando chega-se a autorização, a atividade era logo divulgada. Sinto que é má vontade deles, parece que não se pode chamar ninguém às suas responsabilidades...Além disso, estas situações trouxeram-me também um grande transtorno a nível familiar. A minha mãe ao saber desta situação e ver que estava em casa sem trabalho, tive mais uma crise de depressão ( a minha mãe sofre depressão e anda a ser acompanhada no hospital da Figueira da Foz e toma medicação) e no dia 10 de maio, tive ir com ela de urgência ao hospital, pois esta situação trouxe-lhe sofrimento e, honestamente, nunca a vi tão aflita...Claro que reportei este facto à Dr.ª Virgínia Espadinha, mas mostrou-se insensivel por este facto.2.A falta de condições para a realização de formações na Sala do Serviço Educativo. Na minha opinião, esta sala carece que condições para a realização de formações quer do chinês, quer de outra natureza. O data show existente tem alguns problemas e por vezes não funciona, o que durante as minhas aulas trouxe alguns problemas, pois sem projeção das matérias é muito difícil para os alunos seguirem as aulas e, além disso, não há nenhum quadro onde pudesse escrever ( em tempos houve um quadro improvisado, mas era muito difícil escrever nele, ora o quadro caia, ora eu tinha que estar abaixado para escrever, porque este era muito baixo). Além disso, também não há computador, tive que trazer o meu de casa, o que me trouxe alguns dissabores, por exemplo, no dia 23 de março, no final da aula, quando retirei o meu computador do datashow , o ecrã do meu computador ficou preto e tive que o mandar arranjar (o arranjo foi de 85 euros) e esta situação trouxe-me alguns dias (talvez uma semana) sem puder trabalhar, pois pois o meu computador é a minha ferramenta para eu procurar trabalhos. Outro acontecimento relacionados com os equipamentos, foi o seguinte, no dia 30 de março, quando cheguei ao museu para dar a aula não havia datashow ( e este já estava reservado para a minha aula), nem papel para o quadro improvisado e não tinham ligado o aquecedor (pois aquela sala é muito fria...). Quando vi que a sala não tinha datashow dirigi-me à empregada que me disse que o datashow estava na câmara (eu não me importo que ele estivesse na câmara, porque à falta de equipamentos, mas gostaria que me comunicassem com antecedência que nessa aula não haveria datashow, para que pudesse organizar a aula de outra maneira.)Sobre estes acontecimentos, a Dr.ª Virginia Espadinha não prestou qualquer esclarecimentos e nem um pedido de desculpa (eu não quero eles me paguem o arranjo do computador, mas sim um pedido de desculpas e que dignifiquem o meu trabalho.)3.Por vezes é me difícil tirar e ligar o datashow ao computador e às vezes tenho que trazer as mesas de apoio de um lado para o outro , pois não tenho muita força (tenho uma deficiência num braço e numa perna e também sofro de doença de Ménière o que condiciona a minha mobilidade). A esta situação, também não me foi prestado esclarecimento. Parece que é o meu dever fazer estas coisas e sem força física...4.No dia 11 de fevereiro de 2016, realizei um workshop gratuito para este serviço e como foi gratuito, ofereceram-me o transporte, que agradeço muito, contudo era para me virem buscar nesse dia às 14:30, pois o workshop era às 15:00, mas só chegaram a minha casa por volta das 14:50. Assim só lá cheguei às 15:00 ou 15:05 e as pessoas já lá estavam à minha espera, o que na minha opinião isto não pode ser, pois dá uma má imagem do formador que chega atrasado e a culpa não é a minha.
Seguro de vida realizado a uma pessoa com doença oncológica
É de lamentar toda a situação associada a este crédito, mas ainda é mais grave permitirem e autorizarem a realização de um seguro de vida a clientes com doença oncológica em fase avançada. Todo o processo é muito complexo e tenho todos os documentos comprovativos da actuação de má fé de todas as entidades relativas a este crédito. Não compreendo como é que vendem seguros a pessoas que nunca poderiam usufruir deles. A vossa politica tem que mudar. Agora que o meu pai está morto é que pedem papeis comprovativos da sua boa saúde, pois esses papeis deviam ser pedidos no acto do contrato e não quando vos chega aí o pedido de utilização do crédito. Para mais em 2014 o meu pai já se encontrava isento por incapacidade a 60%. O meu pai na data do crédito estava sobre altas influências de quimioterapia, radioterapia e morfina, foi levado a fazer algo, manipulado por terceiros e infelizmente eu só soube da situação após a sua morte, pois nem sequer sabia da existência do crédito nem do dito veículo. Agora deviam pedir responsabilidades aos vossos associados e vocês próprios, pois se o stand soube fazer tão bem crédito e seguro agora também devia saber fazer o pagamento do restante crédito. E não venham dizer me que é impossivel saber se uma pessoa está ou não doente, pois neste caso o meu pai pouco ou nada falava, pois tinha sido operado ao cancro na laringe o que lhe impossibilitava a fala e era muito complicado expressar-se verbalmente, e mais a sua aparência fisica era a de um homem de 1m89 que pesava uns miseráveis 50kilos. Era mais do que visivel. A forma como estão a descartar a situação é no minimo vergonhosa.
Aproveitamento financeiro face à avaliação bancária do imóvel na Av. do Brasil nº 145
A minha queixa e a do meu marido recaí sobre a entidade Remax Latina, situada na Avenida Casal Ribeiro nº 12B. A situação é a seguinte: Foi feita uma proposta a um imóvel que a Remax Latina estava a comercializar na Avenida do Brasil, nº 145 de 270 000€. A proposta foi aceite sem reserva, com o acordo entre ambas as partes que, caso aparecesse propostas superiores, era-nos dado a prioridade de contrapropor ou de desistir da proposta. Da nossa parte, iniciou-se o processo junto ao banco para realizar o pedido de avaliação do imóvel. No dia 17 de Março somos contactados pelo banco para dar o contacto dos agentes imobilarios envolvidos para realizar a avaliação. Nesse mesmo dia, a Sra Carla Esteves (consultora imobiliária, representante da Remax Latina) envia um e-mail ao consultor imobiliário que nos estava a representar (Sr. Telmo Gomes, da Remax Radial) a mencionar que tinha recebido duas propostas superiores, sendo que o contrato de promessa compra e venda de uma delas iria realizar-se de imediato no dia 19 de Março. Posto este facto, decidimos não cobrir a proposta. Contudo, ficou o compromisso que caso as propostas não avançassem no decorrer desse fim de semana, a Srª Carla Esteves deveria contactar o Sr. Telmo Gomes a informar da situação, para que a nossa proposta pudesse permanecer. Como o mesmo não aconteceu, concluiu-se que a reserva do imóvel teria sido feita por outros clientes.Contudo, na segunda-feira, dia 21 de Março, a Srª Carla Esteves foi contactada pelo avaliador do banco Santander (relativamente ao nosso processo), para agendamento da Avaliação. A Srª Carla Esteves nunca comunicou ao seu colega Telmo Gomes, nem a nós enquanto clientes a informar do sucedido. Fomos informados da situação no dia 23 de Março de 2016, quando o Engenheiro responsável pela avalição liga ao Sr. Telmo Gomes por engano, chegando à conclusão que a avaliação do imóvel da Avenida do Brasil tinha sido feita.Após detectarmos a situação, a Srª Carla Esteves nada mais comunicou acerca do imóvel, aproveitando-se da avaliação para aumentar o valor de venda do imóvel no site da Remax por mais 9 mil euros.Posto isto, agendamos uma reunião com a Remax Latina, com a presença do Sr. Ricardo Fonseca (responsável), os clientes (eu e o meu marido) e o Sr. Telmo Gomes. A Srª Carla Esteves não compareceu. Foi pedido à Remax Latina que nos reembolsasse do valor da avaliação do imóvel por considerarmos que houve um aproveitamento financeiro da mesma instutuição ao qual nos foi negado.Deste forma, queremos apresentar queixa sobre esta entidade a fim de apurar responsabilidades.
Problema com falsificação de assinatura em contrato
Fizeram um contrato com a vossa empresa em meu nome e com os meus dados nomeadamente uma falsificação da minha assinatura no contrato. Mal recebi uma carta com essa informação, dei conta de quem tinha feio esse contrato falso e fui à Policia fazer queixa crime contra esse individuo. Após ter sido feita essa queixa, dirigi-me também à vossa empresa e à empresa de advogados que vos representa a solicitar a rápida resolução deste problema. Visto que já tinha feito queixa na Policia e pelo que me foi dito (esperar pelo contato do Ministério Público), esperei pelo mesmo. Não estando minimamente contente com esta situação, apresentei também uma série de documentos que provam a minha inocência em relação ao contrato feito, mesmo assim a empresa de contencioso relacionada com a vossa empresa, contactou-me dizendo que as provas que apresentei não eram justificação e que o contrato foi dado como válido, sendo o seu não pagamento sujeito a penhora no meu ordenado. Não acho que deva ser a empresa de contencioso a fazer esse tipo de investigação, deixando então esse trabalho para quem de direito. Como tenho plena consciência que não fui eu que realizei esse contrato nem sendo essa morada a minha, e tendo já apresentado provas mais que suficientes em relação a nesse assunto, não me prontifiquei a fazer o pagamento dessa dívida visto que nem sequer tenho rendimentos suficientes para o fazer. Deste contrato resultou uma penhora do meu ordenado (agora só recebo o valor do ordenado mínimo nacional, ou seja, 530€). Visto que não fui eu que realizei este contrato e que já apresentei provas mais que suficientes para a resolução deste assunto, solicito, mais uma vez, que este assunto seja resolvido. Fiz de tudo para resolver este assunto, nomeadamente, apresentar queixa do individuo em questão na PSP, contactar o Tribunal, requisitar um advogado público, visto que não tenho rendimentos para pagar um advogado do meu bolso.
Fatura IRREGULAR.
Recebi há dias uma carta de uma advogada, Cristina Queiroz Martins, alertando-me para o facto de ter uma fatura em dívida à empresa NOS Açores Comunicações, S.A..Fiquei muito surpreendido e desagradado com a situação uma vez que há quase dez anos que já não sou cliente daquela empresa. Depois porque já naquela altura julguei que a situação tivesse ficado sanada uma vez que esta fatura em causa diz respeito a um período sobre o qual já tinha o sinal de tv cabo satélite desligado, conforme fora minha solicitação, uma vez que aderira aos serviços de tv cabo (também por satélite) de outra operadora.Sendo assim, uma vez que os dias sobre os quais me estão a cobrar naquela fatura dizem respeito a um período em que já não tinha sinal TV por satélite, a mesma foi alvo de reavaliação pelos serviços técnicos e de faturação e deveria ter sido anulada.Recordo-me de ter realizado diversas chamadas telefónicas a reclamar da situação.Não compreendo por que, tantos anos depois, ainda me estão a exigir o pagamento de uma fatura irregular e que deveria ter sido considerada nula.É da inteira responsabilidade da NOS Açores Comunicações SA (na altura designada TV Cabo Açores, creio eu) o desfasamento entre o corte do sinal que me foi efetuado e a indicação dessa situação aos serviços de faturação.Sou um consumidor responsável e cumpridor das suas obrigações, mas não não admito que me cobrem injustamente um serviço quando o mesmo já não se encontrava ativo.
Falta de Visibilidade Camarotes 1º Lado
Gostaria de demonstrar o meu total desagrado com o sucedido no evento de dia 22 de Abril, Commedia A La Carte - Musical, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.Adquiri 5 bilhetes para os camarotes 1º Lado 56º através da bol.pt e, embora a indicação fosse de visibilidade reduzida (ainda que no telemóvel tal não seja totalmente claro), os lugares vendidos tratam-se mesmo de visibilidade nula para 3 dos 5 lugares do camarote, e os restantes 2 lugares sim têm visibilidade (muito) reduzida.Penso que venderem bilhetes para tais lugares, dada a forma como decorre o espectáculo, não é correto para as pessoas que não conhecem o sítio, nem a disposição dos lugares.
Publicidade enganosa e cobrança de comissões
Boa tarde,De acordo com o Termos e condições do site OLX, e no ponto 3 diz:3. O Serviço OLX: O registo no OLX e a colocação de anúncios de classificados são gratuitos.*Recentemente passaram a cobrar por alguns anúncios, sendo que para o meu caso, em que pretendia colocar um anúncio referente a um motociclo com o valor de venda de 2.699,00€, diz claramente no tarifário:Taxa de colocaçãoA publicação de anúncios , com preço igual ou superior a 1000€, nesta categoria estará sujeita a uma taxa de colocação unitária.Anúncios com preço entre 1000 e 3500€ Saldo, Multibanco, Payshop, Paypal: 2.50€Android, Iphone: 5.99€SMS, WindowsPhone: n/aNo entanto, ao efectuar o pagamento via Paypal, foi adicionada uma Taxa de 0,40€, para pagamentos inferiores a 5€.Assim, 2 questões se colocam:1 - O valor apresentado não é o real e não é mencionada a taxa no tarifário2 - Para uma colocação unitária que não ultrapasse os 5€, como é o caso, é impossível obter o valor tabelado.Uma alternativa referida pela equipa de suporte é carregar a conta OLX com 10€, valor mínimo. Sendo que apenas tenciono colocar 1 anúncio, na prática estou a financiar a crédito a operação da FixeAdds.Assim, e de acordo com o tarifário aplicado, pretendo que me sejam restituídos os 0,40€ e que seja possível efectuar a colocação de anúncios pelo valor unitário apresentado.Mais, deverá ser retirado dos Termos e Condições a referência a O registo no OLX e a colocação de anúncios de classificados são gratuitos, pois tal não corresponde à verdade.CumprimentosHugo Coelho
Válvula de admissão possivelmente avariada
Adquiri um aquecedor catalítico modelo Gralux no Hipermercado Continente em Leiria, embalado com a marca GALP.Pouco mais de um mês depois, numa das ligações do aparelho, e após cerca de 3 segundos de ligação, este começou a deitar labaredas pela grelha frontal, o que causou algum pânico, pois tive dificuldade em desligar a válvula do redutor da botija. Tive de arejar a área.Cerca de 10 minutos depois, fiz um pequeno teste: Liguei a VÁLVULA DO REDUTOR DA BOTIJA apenas, sem activar a válvula de ignição do aparelho. O que aconteceu foi o som característico de fuga de gás sob pressão e o cheiro característico do gás.Desliguei tudo, embalei o aparelho e entreguei ao serviço de apoio ao Cliente do Continente de Leiria.Após cerca de um mês, o técnico, no relatório, diz que é é mais um caso de botija tombada, tendo sido constatados condensados de gás no interior do aparelho, pelo que alegadamente por mau uso do aparelho não havia direito a activação da garantia.Não fiquei convencido, pois parece que a peritagem foi apenas visual.Considero que a válvula do aparelho avariou aquando da última ligação, e que o controlo da admissão do gás deixou de se fazer.Faço notar que a válvula, em si, é de manipulação difícil, pois sempre apresentou bloqueios ao rodar, não só para a ignição, como também para a regulação do fluxo e para o desligamento. Pessoalmente considero que a válvula está mal concebida, pois para além do mencionado atrás, nem a própria marca assume que o seu desligamento seja o suficiente para manter o aparelho seguro, tendo o utilizador de desligar TAMBÉM a válvula do redutor do gás, conforme consta no manual de instruções.Para efeitos de comparação, disponho de um outro aquecedor a gás, do tipo chama azul, há cerca de 4 anos, que tem um sistema de ignição e controlo simples e eficaz.Faço notar que o argumento invocado de botija tombada é pouco credível, pelo facto do comprimento da mangueira de ligação à botija ser demasiado curta para a tombar.
Engano no peso da carne
Um dos funcionários do respectivo talho aumentou o peso da carne deliberadamente, puxando o saco contendo a carne para baixo na altura de pesar a carne. Chegando a casa verifiquei que o peso que constava na factura tinha cerca de, no total de todas as carnes, mais 700gr do que o peso real da carne.
Atraso de entrega de encomenda
Venho por este meio reclamar a demora da entrega das encomendas com o numero RS445768111NL e RC239823105NL, ambas provenientes da Holanda que chegaram a Portugal dia 24-03-2016.Como encomenda europeia, acho que não se justifica passado 7 dias ainda não terem sido passadas para a distribuição nacional.Contactei os CTT via telefone e estes não me souberam indicar uma previsão para quando a encomenda iria ser entregue na sua morada de destino.Solicito previsão para quando a entrega das encomendas, pois se atrasar terei que as cancelar com essa justificação
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