Reclamações públicas

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Problema no reembolso do valor na totalidade.

Boa tarde, fiz uma encomenda online a Timberland.pt no dia 25 de Novembro (blackfriday), por motivos a mim desconhecidos, a encomenda foi devolvida sem cá chegar a Portugal. Em primeiro contacto com o serviço de apoio da timberland dia 5 de Dezembro, foi dito que foi um problema em geral uma vez que vinha para as Ilhas. Podia espera pelo seu reembolso e voltar a fazer nova encomenda a pedir os descontos a que tinha direito. No dia 12 de Dezembro após um novo pedido de reembolso é depositado na minha conta do valor de 14,00€. Volto a novo contacto no mesmo dia e no dia 14 de Dezembro volto a um novo reembolso de 14,00€. Volto outra vez ao contacto e ate agora nao recebi mais nenhuma resposta nem o restante valor que tem de ser reembolsado.

Encerrada
A. C.
20/12/2018

Reativação de internet móvel no estrangeiro

Bom dia, eu fiz um contrato com a Vodafone no final do mês de Novembro no qual incluía um pacote de internet fixa, e uma banda larga de internet móvel. Quando fiz o contrato fui bem explícita que a internet fixa era para ficar instalada em Portugal, enquanto que a internet móvel seria utilizado no estrangeiro, de forma a evitar que a internet acabasse rapidamente, fiz um perfil personalizado de 100GB exclusivos para utilizar na internet móvel, no valor de 30€, adicionados ao pacote de 24,90 da internet fixa. Ontem, por sua vez, recebi uma mensagem na qual a Vodafone me pediu para ligar para este número - +351911691000, número esse que em momento algum estava disponível, para reativar a internet, sendo cobrado um custo de 50€ adicionais á fatura. Após estar mais de 3 horas em chamada com a linha de apoio da Vodafone, e após ser transferida para pelo menos 6 assistentes diferentes, em que os 4 primeiros diziam não ser o departamento deles, e os 2 últimos me dizem que de facto a internet da banda larga móvel tinha sido consumida na totalidade, ou seja os 100GB, quando na página da internet no qual iniciamos sessão tinha um consumo arredondado de utilização de 12GB estimado em 1 dia e algumas horas de utilização. A minha pergunta aqui é, como é possível a Vodafone dizer uma coisa, mas na página de internet tenho outra informação complementamente diferente, e ainda ter um assistente a dizer que a internet por ser em roaming os GB que podem ser utilizados não podem ultrapassar os 4GB, no entanto na página de início de sessão da internet diz que já foram consumidos pelo menos 12GB, e tendo em conta que no balcão eu fui explícita e ninguém me deu essa informação, que raio de assistentes tem a Vodafone?? Para confirmar esta informação fiz questão de perder mais do meu tempo, para consultar o site da Vodafone no que se refere às tarifas de Roaming, e de facto esses 4GB de utilização exclusiva por ser roaming, em momento algum é mencionado no site. Como solução para este problema, disseram-me que a única forma de reativar a internet seria instalar a aplicação do My Vodafone e enviar um SMS para o 68759 com a palavra EXTRA, onde seriam cobrados mais 4,99€ por cada 1 GB que eu quisesse pedir adicional.. Agora eu pergunto, onde estão os restantes 88GB?? De notar que eu não irei pagar nem os 50€ que me foram cobrados sem saber o porquê e muito menos vou entrar na palhaçada de andar a mandar uma mensagem sempre que quiser um mísero GB de internet a ser taxada a 4,99€.. Agradeço a vossa ajuda para resolver esta situação o mais breve possível!Com os melhores cumprimentos,Liliana Caetano

Encerrada
S. F.
19/12/2018

NUNCA mais Bershka

No passado dia 5 de dezembro fiz uma encomenda online no site da Bershka. Um casaco de 49.99€, que paguei com Mastercard. Após efetuar a encomenda, é possível no site da bershka acompanhar o processo, existem 5 estados: “Em aprovação” “Enviado” “Em trânsito” “Na loja” e, finalmente, “Liberado”. No mesmo dia em que encomendei o casaco da Bershka fiz, também, uma encomenda na Stradivarius, que chegou no dia 7 sem complicação alguma. Acontece que a minha encomenda da bershka ficou em aprovação até dia 10 de dezembro. No dia 11 tentei contactar a linha de apoio ao cliente, mas sem sucesso pois liguei 3 vezes e fiquei sempre, no mínimo, 8 minutos à espera de ser atendida, até desistir. Desloquei-me então à loja física em Faro para pedir esclarecimentos, o staff não foi nada prestável, chegaram a ser rudes. Saí da loja frustada visto que as minhas tentativas de falar com um representante da bershka foram todas falhadas e já tinha lido montes de outras reclamações, contra esta loja, devido a encomendas. Liguei, mais uma vez, para a linha de apoio e, depois de 9 minutos a aguardar, atenderam. Foi-me dito que existia realmente um atraso na minha encomenda e que ela estava empacotada no armazém há dias, mas não saía por qualquer motivo que não especificaram, abriram uma incidência e eu esperei mais um dia. Ao final da tarde do dia 12 continuava tudo na mesma, decidi, então, ir à loja novamente porque um staff da loja de faro tinha me dito que estavam com um problema informático e a que a encomenda podia ter chegado, mas eu não ter sido notificada. Dirigi-me então ao balcão para perguntar se tinham, de facto, alguma encomenda em meu nome, mas, mais uma vez, a senhora foi mal-educada, não me deixou falar, não quis ouvir a explicação e não se mostrou prestável. Fui embora e, nessa tarde, a minha encomenda avançou para o estado “em trânsito”, até hoje dia 19/12/2018. Hoje liguei, mais uma vez, para a linha e fiquei outros 10 minutos em espera até ser atendida. Foi aberta uma nova incidência porque agora a encomenda está presa nos armazéns da transportadora. Nota: O dinheiro já foi retirado da minha conta e nem consigo acompanhar a minha encomenda no site da transportadora porque segundo a mensagem que aparece “Los sentimos! No hemos encontrado tu envio”. Triste serviço, péssimo, sinto-me roubada! Para não falar do vestido que comprei nesta loja e passado um mês o tecido simplesmente se rasgou ou a blusa que lavei e se desfez dentro de água. NUNCA MAIS BERSHKA!

Encerrada
A. C.
18/12/2018

Completa humilhação e falta de respeito

Por já ter tido anteriormente uma consulta no Hospital da Luz de Coimbra, enquanto ainda era Idealmed, e ter ficado bastante satisfeita, decidi marcar uma consulta de Otorrinolaringologia para hoje dia 18 de Dezembro para tratar um problema que já tenho há vários anos. Quando fui chamada para a consulta com o Dr. Rui Cortesão, mesmo antes de o mesmo me ouvir e perceber quais eram as minhas queixas, sentou-me na cadeira de observação, e após observar o meu nariz, garganta e ouvidos, que eram o problema, decidiu aspirar o ouvido direito. O técnico Renato Moreira (que nem pertence ao Hospital, tendo apenas vindo como acompanhante do médico) encontrava-se a registar no computador tudo o que médico dizia. Mesmo sem ninguém me perguntar, comecei a dizer o porquê da consulta, que sofria muito do ouvido esquerdo, e que após muita pesquisa achava ter a doença VPPB por os sintomas baterem todos certo. Mal digo o nome da doença (Vertigem Posicional Paroxística Benigna) o técnico Renato Moreira solta uma gargalhada estridente, não sei o motivo, se pronunciei mal ou qualquer outro motivo. Olhei de imediato para o técnico e o médico perguntou-me está tudo bem?. Considero que o técnico foi extremamente mal-educado, pois senti-me humilhada e constrangida, com vontade de me ir embora. De seguida, levam-me para uma sala para fazer mais exames e quando todos se ausentaram, conversei com a pessoa que me acompanhava e cheguei à conclusão que não podia dar continuidade àquilo e fui-me embora. Escrevi no livro de reclamações e paguei apenas 17€ pela observação e limpeza dos ouvidos, porque considerei que este trabalho foi, de facto, efetuado. Em relação à consulta (A consulta médica é o tempo em que o paciente está com o profissional num espaço determinado (o consultório ou o domicílio de quem sofre do problema de saúde), enquanto o doutor dá o seu parecer e recomenda os passos a seguir (receitando medicação, mandando fazer exames específicos, etc.)) considero que esta não foi feita e, portanto, não a paguei. O que aconteceu foi uma simples limpeza de ouvidos e foi isso que eu paguei. Passado umas horas, recebo um telefonema do Hospital da Luz de Coimbra com ameaças para que o valor da consulta seja pago e que se não for vai para contencioso pois o médico considera que houve consulta. Desejo ver esta situação resolvida e que haja respeito pelo utente que paga para ser bem atendido!

Encerrada
J. S.
16/12/2018

Fraude no Pagamento

Realizei uma compra de um item de calçado na loja Hunter Boot. Esta foi realizada através do seu website, sendo que o pagamento foi realizado por transferência bancária. Recebi no meu e-mail pessoal, que indiquei no website da empresa, a nota de transferência com os dados para a tal (mediada pela empresa Adyen). Após ter realizado a transferência (montante de 79,00 euros) não recebi mais nenhum contacto em relação à mesma. Depois de ter contactado a empresa sobre a situação, esta refere que não encontrou nenhum registo do meu email e compra no seu website, e que provavelmente teria sido alvo de fraude. Consultei do meu histórico do browser da Internet, confirmei que acedi ao site oficial com o endereço correcto. Contactei o meu banco e referiram que como a compra foi realizada por transferência que não conseguiu tomar nenhuma atitude em relação à mesma. A empresa nega eu ter realizado a compra.

Encerrada

Médis - Má informação e incompetência

A minha reclamação prende-se com a qualidade dos serviços da Médis para com a minha mulher, de cuja apólice de seguro eu sou titular.Dia 7/12/2018, na clínica CUF Cascais, tendo-lhe sido pedida uma endoscopia por parte da médica gastroenterologista, a minha mulher perguntou na recepção quais seriam os valores a pagar (com e sem anestesia).Apenas souberam dizer os valores de tabela, afirmando desconhecer qual seria a comparticipação da Médis e que tal informação só poderia ser dada pela seguradora. Ainda nesse dia, a minha mulher ligou para o número de apoio da seguradora, onde, de início, o operador não queria dar valores, com a desculpa de que «não sabia quais os preços praticados pela CUF Cascais».Após alguma insistência, lá adiantou que o valor máximo de uma endoscopia com anestesia seria de 180 euros, dos quais a minha mulher teria que pagar apenas 10% (o que daria uma quantia de 18 euros).O operador fez uma pausa para confirmar a questão da franquia e sublinhou que, como a franquia já estava paga, a minha mulher só teria que pagar 10% dos 180 euros.Dia 10/12/2018, a minha mulher foi fazer a endoscopia com anestesia, no valor de 180 euros, uma vez que tinha sido informada que só pagaria 10% dessa quantia. Caso assim não fosse, teria optado pela endoscopia sem anestesia (no valor de 70 euros).Feito o exame, a senhora da recepção informa a minha mulher de que terá que pagar um total de 318 euros, uma vez que o plafond tinha esgotado, acrescentando que só o valor da sedação era de 200 euros.De imediato, a minha mulher ligou de novo para os serviços da Médis, tendo obtido como única resposta: «apresente uma reclamação por e-mail».A nossa grande questão: por que razão não foi a minha mulher informada pelo operador telefónico de que já não tinha plafond?Estando ele na posse de todos os dados relativos ao seguro da minha mulher, tendo até confirmado a questão da franquia, como se justifica que não a tenha informado de imediato que ela teria que fazer o exame sem qualquer comparticipação por parte da Médis, uma vez que o plafond estava esgotado?Era da inteira responsabilidade da Médis informar a minha mulher relativamente a essa situação, pois se tal tivesse acontecido (como seria natural e expectável) ela teria optado por fazer a endoscopia sem anestesia, no valor de 70 euros, em vez de fazer um exame muito mais caro com sedação.Ao ligar-se para a linha de apoio da Médis, pode ouvir-se que «para sua segurança esta chamada será gravada».Sendo assim, basta escutar a gravação de todas as conversas envolvendo a minha mulher para se perceber que ela não foi informada convenientemente e de uma forma clara. Este facto originou uma despesa que apenas aconteceu por manifesta incompetência por parte da Médis.

Resolvida

Equivalência de diploma

No dia 15/06/2018 foi dado entrada ao pedido de equivalência na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa-ESEL cujo registro é 31/S/2018 em nome de Karinna Lopes de Oliveira.Foram entregues a ESEL um dossiê com mais de 500 paginas descrevendo todo o histórico académico da solicitante, bem como TODOS os documentos exigidos pela ESEL para esse tipo de processo e documentos extras.Também foi paga a taxa para abertura do pedido de equivalência e análise dos documentos apresentados de 301,80€.Gostaríamos de deixar claro que a ESEL não foi uma escolha aleatória e sim a indicação realizada pela Ordem dos Enfermeiros de Portugal.No dia 29/11/2018 obtivemos o retorno da ESEL indeferindo o pedido alegando insuficiência nas horas de estágio.A insuficiência das horas de estágio já era sabida pela requerente bem antes de ser solicitada a equivalência, ou seja, o pedido tinha o intuito de verificar exatamente a quantidade de horas em falta e em que áreas especificas, como por exemplo, pediatria, cardiologia.NENHUMA universidade brasileira possui a carga horaria de estágio equivalente as universidades portuguesas, devido ao curso em Portugal ser de licenciatura e no Brasil ser bacharelado.Alem disto, o esperado era que a ESEL indicasse uma “cadeira” em seu campus para que a requerente pudesse, ARCANDO COM TODOS OS CUSTOS, completar as horas de estagio necessárias para obter a equivalência.Comparecemos até a ESEL no dia 10/12/2018 e conversamos com a Dra. Alexandra Tavares de Moura, Diretora de Serviços Acadêmicos - ESEL, que nos informou que a ESEL não possui vaga em seus campus e que não existe data prevista para que estas vagas sejam disponibilizadas.Questionada pela cobrança da taxa para análise dos documentos, com a ciência que a ESEL não possui vagas, a Dra. Alexandra transfere a responsabilidade para a alta gestão da ESEL e alega que a decisão da solicitação do pedido de equivalência e de liberdade do solicitante. Essa situação está acontecendo diariamente com centenas de profissionais de enfermagem que procuram obter a equivalência do curso de enfermagem em Portugal. Em resumo, a ESEL cobra 301€ para avaliar a documentação do pedido de equivalência, já sabendo que será indeferido pela insuficiência nas horas de estágio e não proporciona ao solicitante a oportunidade de concluir as horas faltantes alegando que a faculdade não possui vaga.Posso concluir que tal atitude fere os princípios da boa fé, pois a ESEL está obtendo recursos financeiros dos solicitantes, sem ao menos analisar os documentos e já sabendo que não possui vagas.Gostaríamos de obter o direito de estudo descrito no Decreto-Lei n.283/8, de 21 de junho e também concedido entre o Tratado de Amizade Brasil x Portugal (Resolução da Assembleia da República n. 83/2000) ou ao menos reaver o valor pago, em espécie, no momento da entrega dos documentos a ESEL.

Encerrada
M. S.
12/12/2018

Encomenda paga e não recebida

No dia 30 de novembro efetuei uma encomenda de um cabo USB-C a loja e efetuei o pagamento, a encomenda estava prevista para chegar entre os dias 3 e 4 de dezembro, sendo enviada pelo CTT expresso. A encomenda não chegou e entrei em contacto com a Istore é ata obter o número da Guia de envio para acompanhar a entrega, entretanto, o CTT alegou que o endereço estava indevido ou incompleto e não fez a entrega e devolveu o artigo a empresa no dia 5 de dezembro, entrei novamente em contacto com a loja que diz ter pedido o reenvio da encomenda. Pedi o novo número guia mas a loja não sabe informar, cada telefonema que faço a loja tem o custo de quase 5 euros e já foram efetuadas 3 ligações e por email não estão a responder, hoje já são 12 de Dezembro a encomenda ainda não foi entregue, a loja não se posiciona para informar onde que se encontra a encomenda e não responde emails. Além dos danos financeiros ainda estou impossibilitada de usar o computador pois o cabo é parte do carregador, o que como estudante tem sido um problema pois boa parte dos meus documentos importantes estão salvos no computador e sem o cabo para carregar não consigo utilizar.

Encerrada
A. C.
11/12/2018

Pagamento de sacos de plástico em encomenda online

Tal como faço há vários anos, a semana passada fiz uma encomenda no Continente online, para entrega de compras no domicílio.Apenas no dia seguinte à entrega verifiquei que me haviam cobrado 10 cêntimos por cada saco de plástico, ora refira-se que:1) não é o cliente que escolhe o número de sacos que nos entregam em casa2) os sacos que nos entregam com as compras feitas online são de plástico fraco e sem alças, contrariamente ao que acontece se comprarmos os sacos em loja.Constatando este facto, contactei o apoio ao cliente do Continente, ao que me responderam Permitimos ao Cliente devolver os sacos na encomenda seguinte e ser ressarcido do montante.Ora a minha questão é a seguinte: se formos à loja, podemos comprar sacos de plástico (com asas!) ou guardar as coisas em sacos que já tenhamos, mas com esta nova política do Continente online para entregas em casa está-nos a ser negado esse direito de escolha.Isso é correto? Porque não tenho então o direito de me entregarem as compras sem sacos, por exemplo?

Resolvida

Má assistência oficina Mercedes

Boa noite. A viatura esteve na Mercedes a 6. 10.18 onde teve uma reparação no eixo de direção direito. Ao levantar o carro, ele fazia um ruído no volante e aparentemente tinha uma folga. Visualizaram o carro, disseram ser normal da reparação e que passaria. 2 dias depois voltei lá e foi-me dito, por outro colaborador que não era normal, que era folga para trazer o carro outro dia que a oficina estava cheia. Como sou emigrante somente a 5.12. 18 levei o carro à oficina. Ligaram a dar um orçamento de 1043€ para troca de coluna de direção, e uma fuga de combustível detectada na ordem dos 45€. Como não disponha do valor total e não achei normal reparar, uma anomalia que veio de lá, dei ordem de reparação dos filtros de combustível. Sábado dia 7.12 pelas 14 levantei o carro. De 45€, paguei 358€ onde 229 foi mão de obra. Como a oficina estava encerrada, o carro foi-me entregue pelo segurança, deixei a reclamação para hoje. Domingo dia 8.12. Saiu com o carro, a 3km de casa o carro desliga-se, e vaza todo o combustível na estrada. Contacto reboque e foi enviado para a oficina novamente, onde hoje me disseram, que nada teve a ver com a reparação, que partiu uma peça no motor. Enfim.

Encerrada

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