Reclamações públicas

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A. C.
10/03/2017

Placard-Erro na colocação do DV

O DV colocado no evento 189, do dia 08/03/2013, com a referência 170308-12-9080843010-561 foi posto trocado. À equipa menos favorita (Odd mais alta) foi atribuído o DV -1, ou contrario do caso normalizado em que é a equipa com a cota mais baixa (mais favorita) a ter direito a esse DV -1.Posto isto, na solução em concreto, numa múltipla 3/4, todas as outras foram certas, e este caso em específico (evento 189), ao pôr DV empate, o Estrela vermelha tem de ganhar o jogo por 1 golo de diferença porque é o favorito (odd mais baixa). Assim o fez. Assim sendo só me contou como 3 certas (não contando este caso em especifico) e não me deu o valor respectivo correspondente.

Encerrada
A. C.
09/03/2017
MEO

Serviço 1820 não solicitado mas sujeito a cobrança

Queria vos alertar para a eventualidade do serviço 1820 estar a ser prestado de forma não solicitada, contudo sujeito a cobrança, e, por isso, de forma abusiva.Deparei-me com esta possibilidade quando liguei para o número 212099061, não ouvi o sinal de chamada e entrou logo de seguida uma gravação automática com a seguinte mensagem: O 1820 tem uma alternativa ao número que marcou, caso deseje obtê-la, aguarde em linha enquanto estabelecemos a ligação, tarifário disponível em meo.pt. Quando ouvimos uma mensagem, não nos podemos esquecer que está a ser dita, falada, portanto, tem de ser assimilada no intervalo de tempo em que está a ser passada, e esta, ainda por cima, é, inequivocamente, escassa em informação. Não diz especificamente que tem associado um custo e qual o custo. Tenham em mente que ninguém é obrigado a saber o que é o 1820 e que poder consultar o tarifário em meo.pt é uma frase completamente vazia por várias razões.Vou enumerar 3:1- Meo.pt não é nada, não diz no site meo.pt, não diz sequer em www.meo.pt2- Tarifário disponível em meo.pt - tarifário de quê? se eu não sei que o 1820 é um serviço e que, ainda por cima, é pago. E ainda para mais em www.meo.pt devemos conseguir aceder a muitos tarifários, e não conseguimos aceder antes de estar a utilizar o serviço.3- 1820 - o que é o 1820? Quem é obrigado a saber? Se eu for idoso, criança, emigrante, estrangeiro, ignorante quanto à existência deste número/serviço, como serei eu capaz de descortinar, em tempo real(não esquecer isto, que é muito importante) que o 1820 é um serviço da PT e ainda por cima que é pago.E ainda há uma questão completamente crucial no serviço que me foi prestado associado a este número específico(212099061) é que eles não tinham, de facto, uma alternativa a este contacto. Nenhum número que experimentaram e tinham como alternativa, estava activo. Este dado ainda pode constituir um abuso maior. Devo mencionar que o primeiros 30 ou 35 segundos do serviço são 0.60€ e depois são 0.35€ cada bloco de 30 segundos. Ora para um serviço que a sua razão de existir é possuir um contacto alternativo ao que tentámos e depois não o tem, acho que existe, inevitavelmente, um engano do consumidor. Sabendo que, eventualmente, existem casos mais graves e com maior necessidade de alocação de recursos, ainda assim, solicito e agradeço antecipadamente que investiguem e se possível esclareçam esta situação.

Encerrada

Perda total, acidente

Boa Noite.Venho por este meio informar que no passado dia 15/01/2017 tive um acidente em que o carro ficou bastante danificado, resultando um ferido ligeiro. Contactei com a Fidelidade, que se mostrou sempre prestável e no dia do sucedido encaminhou rapidamente um reboque.Tanto as despesas hospitalares, como as materiais, foram rapidamente pagas e foi-me cedido um veiculo de substituição até a situação estar solucionada. Assim que foi efetuada aperitagem, começaram os problemas. Ora, o meu veículo foi considerado perda total e nunca fui informado, em altura alguma, dessa situação, tendo eu mesmo de o verificar usando a aplicação para smartphones “Myfidelidade”. Aguardei alguns dias até começar a contactar inúmeras vezes a vossa companhia para tentar saber o ponto da situação. Após prolongarem o tempo em que tive acesso ao veículo de substituição, acabaram por me contactar para informar que já tinham uma proposta para me fazer, ao mesmo tempo que solicitaram a entrega do veículo de substituição, pois comprometeram-se a dar-me uma reposta no dia seguinte. Entreguei o veículo e passaram duas semanas sem qualquer reposta da vossa parte.Tornei a fazer inúmeras chamadas e fui informado que a demora se devia a um erro na avaliação do capital seguro (o meu carro), na altura em que fiz o seguro. A proposta feita pela companhia foi inferior, cerca de 5.000 euros, em relação ao capital garantido a que deveria ter direito. A minha pergunta é: que culpa tenho do suposto erro feito na vossa avaliação do meu automóvel? Tive o seguro durante 1 ano e 2 meses e enquanto o paguei não houve qualquer comunicação por parte da Fidelidade em relação a esse suposto erro, apenas se lembraram domesmo quando precisei, infelizmente, de usar as coberturas estipuladas pelo seguro. Sendo assim, e no seguimento da falta de comunicação e de esclarecimento da vossa parte, e após algumas cartas trocadas, decidi remeter o caso para o meu advogado, que contactou com a companhia e está, neste momento, à espera, há cerca de duas semanas, por uma resposta da companhia, que mais uma vez se recusa a dar qualquer informação, a não ser “estamos a analisar a carta”. Esta carta tem como objetivo mostrar a minha profunda insatisfação e indignação para com a Fidelidade e os procedimentos a que recorreu durante todo este processo.Obrigado,

Encerrada
A. C.
08/03/2017

Nao pretendo pagar uma nova inspeção de gas

Boa tarde.Mais uma vez venho por este meio apresentar uma reclamação e idignacao perante os vossos serviços! No dia 27 de fevereiro um técnico mais um avaliador foram a minha morada, Rua Alexandre Ferreira n49, sub cave, código postal n 1750-010 Lisboa. Para me abrir o gás gás montar um contador. 1¤ o contador ficou mal montado, deixando passar gás por um dos tubos, algo que so vim a descobrir no dia 6 de Março, pois um técnico da Lisboa gás foi la casa após um contacto para a linha SOS. (Devem ter tudo nos vossos registos, ou deviam!!!!)2¤ mandaram me arranjar uma torneira que estava Boa!!!! 3¤ foram se embora é deixaram o gás ligado (eu pensava que não, pois o gás não chegava nem ao fogão nem ao esquentador) e deixaram a inspeção aprovada, tendo eu pago uma quantia de 50 euros!!!!!! ( devem ter tudo nos vossos registos ou deviam ter!!!!) 4¤ após vários contatos via telefone e e-mail, so na segunda feira dia 6 de Março e que indo pessoalmente a loja das laranjareira alguém se resolveu a fazer alguma coisa como deve ser para solucionar a minha falta de gás. No dia 7 de Março, foi um técnico da Galp para arranjar o trabalho mal feito e conseguiu montar e arranjar me o contador, desta forma descobriu uma fuga e gás na torneira de segurança velha da casa como diz o protocolo fexou me o gás. Hoje, dia 8 de Março, contactei mais uma vez os vossos serviços para marcar a abertura do gás, pois já tenho a torneira arranjada mas sem gás não é possívela confirmação. E para meu espanto querem me cobrar mais 50 euros de uma nova avaliação. Caros, o primeiro serviço foi mal feito e foi feito da vossa parte e cobraram me 50 euros. Alguém os meteu no bolso. Peçam esse dinheirode volta a quem os comeu porque eu não vou pagar uma nova avaliação por um erro vosso!!!!!!! Tenho dois filhos para sustentar nao sustento outros parasitas! O contrato está em nome de Tiago Mendes Baptista, meu esposo. O número de contribuinte e o 243532920. E os contactos de telefone são o dele 914242448 e o meu, Vanessa Gonçalves, 918513110. Vou procurar a quem de direito para fazer queixa desta situação. E junto envio, novamente fotografias do contador quando estava mal montado e dos recibos que me deixaram em casa da primeira inspeção!Agradeço que me vai abrir o gás rapidamente, sem me cobrarem novamente 50 euros!Vanessa Gonçalves

Encerrada
T. M.
08/03/2017

Novo problema com viatura 01-MH-34

Ex mos Senhores Na sequência do email do dia 06.03.2017, foi realizado por parte de um dos vossos colaboradores, um contato telefónico. De referir que o conteúdo transmitido assentava na seguinte descrição: .... foi considerado na ultima avaliação que pudesse ser um problema relacionado com as velas... sensor de gazes... conclui a benecar que não...foram realizados pela Benecar cerca de 200Km com a viatura para detetar eventuais problemas que não foram diagnosticados... ... o filtro de particulas não foi mudado... mas sim suprado...Neste momento já não tenho vocabulário para descrever o meu desagrado e decepcão Pela quarta vez, terá a viatura de ir às vossas instalações, sabendo eu à partida, que nada me garante a resolução do problema. A garantia inicial foi alargada no seguinte pressuposto esta acção tem carácter meramente de cortesia comercial, pois como lhe transmiti, a consideramos que a Benecar cumpriu na integra as suas responsabilidades no período legal de garantia. Não deixo de referir que se as responsabilidade fossem realmente cumpridas pela Benecar, não teria hoje problemas!

Encerrada

Declaração de sinistro - Nº de processo 813345 SPB

Máquina fotográfica adquirida em Agosto 2015 na FNAC Amoreiras. Em Maio 2016 a máquina partiu-se em consequencia duma tentativa de assalto. Foi feita declaração ao seguro adquirido na altura de compra. A declaração acima mencionada está em análise desde 13 de Maio de 2016 . Nunca existiu contacto para recolha do material sinistrado pela seguradora. Feitos vários contactos infrutíferos para resolução do problema directamente através de nº valor acrescentado e na FNAC.

Resolvida
F. C.
06/03/2017

Politica de trocas

Boa tarde, foi oferecido à minha filha uns headphones adquiridos na loja do Marshopping ( intactos e na caixa). Pelo facto da cor dos mesmos não ser a pretendida decidimos efectuar a troca.Como temos residência em Barcelos, desloca-mo-nos ao Bragaparque, visto ser o local mais próximo. Por conseguinte a loja tinha a cor em questão, recusando a troca (pela cor rosa) alegando que a referência da cor era diferente e por esse facto tinha que me deslocar à loja de compra. O caricato desta situação é que se a cor fosse a mesma ( azul ), efectuavam a troca. Alegaram que é politica da loja não efectuarem trocas de artigos comprados noutra loja da cadeia. Gostava de saber se pode a loja alegar este pressuposto visto que a marca é a mesma. Agora ponho a questão: e se o artigo fosse adquirido no Algarve? Tinha que fazer a deslocação até essa região? No meu entendimento não tem qualquer fundamento os motivos apresentados pela gerente da loja. Só sei que perdem um cliente e a má publicidade que iremos efectuar será uma constatação. Cumps, Francisco Costa

Encerrada

Problema de qualidade de um pequeno forno, onde já foi reclamado duas vezes e a empresa nada faz

Comprei um forno pequeno da marca Qilive para a cozinha à cerca de um ano na Box Jumbo - Figueira da Foz (11-03-2016) e passado meses reparamos que o forno estava com problemas em aquecer e em fazer no tempo certo e levamos de novo a loja. Esta deu-nos um novo e passado poucos meses (em agosto, foi troca física e não houve fatura nova) o novo forno começou a dar os mesmo problemas, ou seja, a qualidade do forno que está em questão. De novo, já este ano, a gerente de loja afirmou que nada podem fazer mas no entanto o forno nem 1 ano tem desde da primeira compra. Mais acrescento que entregamos o forno em fevereiro (10 de fevereiro 2017) para se resolver a situação e nem resposta obtivemos.

Encerrada
A. C.
03/03/2017

Valores a cobrar

Boa tardeNo dia 20 de fevereiro de 2017 fiz uma assinatura para receber os fascículos de Animais do Zoo, quando fiz a inscrição os valores que apareciam a cobrar era de 7,95€ (conforme documento em anexo) agora recebi um email da empresa a confirmar a recepção do contrato e a dizer que o valor a ser cobrado por fascículo é 8,95€ sendo uma colecção de 60 fascículos são 60€ a mais o que não está correto pois o valor mencionado no site na altura era 7,95€. quero saber como posso reclamar para que não me cobrem os valores a mais, não queria cancelar a assinatura devido a achar interessante para o meu filho, mas assim fica um valor avultado visto que a partir da 11º entrega o valor até passaria a 7,90€ (por favor ver documento enviado com a descrição do acordo)

Encerrada
A. C.
02/03/2017

Penhora de Bens - Processo n.º 283/2011

Eu, António Carlos Martins Cação, filho de Fernando de Sousa CaçãoVenho por este meio expor a seguinte situação:O meu pai, o Sr. Fernando de Sousa Cação, possuidor do Bilhete de Identidade n.º 1599583, emitido a 17/04/2008 pelo arquivo de identificação de Coimbra, possuidor do número de identificação fiscal 172005531, com residência em Rua dos Olivais, n.º 7, Zouparria do Monte, 3020-906 Souselas * Coimbra.Foi notificado pelo Município de Coimbra, Gabinete de Contraordenações e Execuções Fiscais, através de carta simples com a referência SGD 4843, com data de 15/02/2017, em que o assunto é Penhora de Bens-Processo n.º 283/2011 resultante da dívida de Ramal de Saneamento, possuindo em anexo uma Guia de Cobrança Coerciva com a mesma data, no valor de €646,61 (seiscentos e quarenta e seis euros e sessenta e um cêntimos) com a data de limite de pagamento até 07/03/2017, no multibanco, conforme segue em anexo.No dia 22 de fevereiro do ano atual, o meu pai deslocou-se pessoalmente à Câmara Municipal de Coimbra, ao Gabinete de Contraordenações e Execuções Fiscais, no intuito de pedir esclarecimentos, para resolver a questão. Lá foi-lhe dito, que não era ali, pois tinha de se dirigir à secção das águas ou à loja do cidadão. Este por sua vez, como tem dificuldade em movimentar-se, foi ao local mais próximo, deslocando-se à loja do cidadão como lhe tinha sido indicado, sendo-lhe dado o esclarecimento que teria de enviar um e-mail para o Gabinete de Contraordenações e Execuções Fiscais, mas como este não tem mail, nem sabe trabalhar com um computador, e-mail esse enviado por mim para o sitio indicado.Acerca do ramal de saneamento efetuado no Beco Chão, s/nº, 3020-898 Coimbra, o mesmo desconhecia que teria de pagar os seus custos, pois apesar de ter tido água da rede, por motivo de desocupação do local, nunca a ligação ao saneamento, pois o local em si, trata-se de uma pequena casa de arrumos e uma adega, onde a água seria necessária para a rega de algumas plantas, nunca sendo usada para habitação, logo dali não seriam produzidas águas residuais domésticas. Agora só porque existe fornecimento de água, como podem verificar que eram produzidas águas residuais domésticas, podendo inclusive através dos consumos de água verificar a quantidade gasta. Segundo o n.º1 do Art.º 12º (Dispensa de ligação) do Regulamento de Água e de Águas Residuais de Coimbra diz:“Em zonas abrangidas pelo sistema público de distribuição de água, apenas são isentos da obrigatoriedade de ligação ao mesmo sistema os prédios cujo mau estado de conservação ou manifesta ruína os torne inabitáveis e estejam de facto permanente e totalmente desabitados.”Após ter lido o documento enviado pelo Município de Coimbra, eu dei-me ao cuidado de verificar tal situação, onde pude observar que existe uma caixa, a qual por sua vez encontra-se apanhar terreno do meu pai, quem a lá colocou não sei, não sendo solicitada pelo meu pai, não existindo qualquer ligação entre a casa e a caixa do ramal. Sendo através de e-mail questionado o Município se era obrigatório a existência do dito ramal, questão essa, a qual não foi respondida até ao momento.Segundo o Regulamento de Água e de Águas Residuais de Coimbra, define no n.º 15 do Art.º 4º:“Ramal de ligação de águas residuais”: é o troço de coletor da rede de drenagem pública de águas residuais domésticas ou pluviais, compreendido entre os limites da propriedade privada e a rede pública de drenagem em que estiver inserido.Segundo o Art.º 26º do Capitulo III da Lei nº 159/99 de 14 de setembro, diz que: “É da competência dos órgãos municipais o planeamento, a gestão de equipamentos e a realização de investimentos nos seguintes domínios: a) Sistemas municipais de abastecimento de águab) Sistemas municipais de drenagem e tratamento de águas residuais urbanasc) Sistemas municipais de limpeza pública e de recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos.” Segundo o Art.º 59º do Capitulo VII do Decreto-Lei n.º 194/2009, de 20 de agosto diz:“1 - Qualquer pessoa cujo local de consumo se insira na área de influência da entidade gestora tem direito à prestação do serviço, sempre que o mesmo esteja disponível. 2 - O serviço de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais urbanas através de redes fixas considera-se disponível desde que o sistema infraestrutural da entidade gestora do serviço esteja localizado a uma distância igual ou inferior a 20 m do limite da propriedade. 3 - Quando a rede de saneamento de águas residuais esteja localizada a uma distância superior à referida no número anterior e não seja solicitado o prolongamento do ramal, a entidade gestora deve assegurar, através de meios próprios e ou de terceiros, a provisão do serviço de limpeza de fossas sépticas, no cumprimento da legislação ambiental. 4 - O serviço de gestão de resíduos urbanos considera-se disponível desde que o equipamento de recolha indiferenciada se encontre instalado a distância inferior a 100 m do limite do prédio e a entidade gestora efetue uma frequência mínima de recolha que salvaguarde a saúde pública, ambiente e qualidade de vida dos cidadãos, cujos critérios são definidos em regulamento pela entidade titular. 5 - O limite previsto no número anterior pode ser aumentado até 200 m em áreas predominantemente rurais, quanto tal esteja previsto em regulamento de serviço aprovado pela entidade titular.”No mesmo e-mail foi apelado ao bom senso, uma vez que o meu pai que aufere de uma pensão por invalidez baixa, não tem qualquer possibilidade de pagamento do valor da dívida, quanto mais ainda com juros, taxa de justiça e custas, sendo de sua consciência que jamais foi notificado para o pagamento do ramal, pois caso isso acontecesse já o teria efetuado em tempo normal, como efetuou com o ramal da sua habitação, nem que para isso tivesse que solicitar o seu pagamento faseado.Perante tal situação, tratando-se uma dívida existente desde 03/02/2005, é lamentável só agora se lembrarem da existência da referida fatura para pagar, nunca sendo enviada a mesma, nem qualquer tipo de aviso, mas agora sim, já com custas e tudo enviam para a residência do meu pai! Pois segundo o meu pai, nunca teve conhecimento da fatura em questão. Não seria mais viável o envio da fatura através de correio registado com aviso de recessão, ou então como da primeira vez não existiu o pagamento da mesma, efetuarem um aviso através correio registado?É verdade que no local em causa, existia um contrato de fornecimento de água, o qual foi rescindido em 02/04/2009, não seria lógico a quando da rescisão do contrato de fornecimento de água, o qual foi solicitado presencialmente, informarem o meu pai da divida existente. Deve ser mais fácil deixar andar e cobrar as custas e juros, pois o meu pai é uma pessoa de posses, pois vive com a minha mãe com € 4.712,15 (quatro mil setecentos e doze euros e quinze cêntimos) por ano para comer, pagar água, luz e impostos, etc.Este assunto foi exposto diretamente através de e-mail para o Gabinete de Contraordenações e Execuções Fiscais do Município de Coimbra, no dia 23 de fevereiro do ano atual, no dia a seguir recebi um e-mail do Sr. Jorge Cortez a informar:“Face ao conteúdo da reclamação constante do e-mail infra, cumpre-nos informar que nesta data a mesma foi remetida à AC - Águas de Coimbra, EM, para que se pronunciem sobre a mesma.Sem outro assunto de momento, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.”No dia 27 de fevereiro recebi novo e-mail do Sr. Jorge Cortez a informar o seguinte:“Exmo. Senhor.Na sequência da reclamação constante do e-mail infra, anexamos resposta hoje obtida da AC - Águas de Coimbra. EM.Face ao teor da resposta e não procedendo V. Exªs ao imediato pagamento da dívida, será desencadeado o competente processo de penhora a incidir sobre bens de v/ propriedade, Aguardando as prezadas notícias de V. Exªs, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.”, sendo anexado o e-mail enviado pela Sr.ª Verónica Basílio das águas de Coimbra que dizia o que passo a transcrever:“Bom Dia,Acusamos a receção do vosso pedido de informação de 24 de fevereiro, com o nosso número de registo A17040321U, o qual mereceu toda a nossa atenção.Relativamente ao exposto pelo cliente, informamos que o ramal objeto da reclamação foi executado no âmbito da empreitada “CONCEPÇÃO / CONTRUÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO DA FREGUESIA DE SOUSELAS”, que decorreu entre outubro de 2000 e agosto 2003, tendo a lista de ramais para faturação sido remetida logo após a sua conclusão.O ramal de saneamento foi deixado numa edificação que possuía ramal e contador de água, tendo sido verificado que poderiam ser produzidas águas residuais domésticas. Nesse sentido, existia, conforme contínua a existir atualmente para casos similares, obrigação de ligação à rede pública de drenagem de águas residuais, tendo sido deixado o respetivo ramal de saneamento.Para a decisão de construir o ramal de saneamento, nos casos de empreitadas de instalação destas novas redes, não era necessária a prévia autorização do proprietários, como aconteceu neste caso. Deste modo, o ramal de saneamento foi corretamente executado e faturado ao proprietário.Mais informamos que a ligação entre a rede predial e a caixa de ramal é da responsabilidade do proprietário.Esclarecemos ainda que o Regulamento Municipal à data, não era o atual, que por conseguinte não pode ser utilizado para se analisar a questão em apreço, conforme pretende o reclamante.No que concerne à fatura número 05001044202, esta foi emitida e enviada para o local de consumo sito em Beco do Chão, s/n, Zouparria do Monte, Souselas, em 03.02.2005. Na data dos factos, o local de consumo em causa, tinha contrato de fornecimento de água, o qual só foi rescindido em 02.04.2009.Assim, e pelo exposto a fatura 05001044202, foi corretamente emitida, pelo que devem os trâmites legais correr em conformidade.”Ficando então agora a saber que era a fatura n.º 05001044202, que estaria em dívida.Não ficando satisfeito, no dia 01 de março de 2017, na companhia do meu pai deslocámo-nos ao serviço de águas de Coimbra, chegando a falar com a Sr.ª Dr.ª Verónica Basílio, a qual nos explicou que referente à fatura em divida, a mesma estaria correta, pois o ramal foi efetuado, com o parecer favorável de quem esteve no terreno, e que à altura dos fatos, os proprietários seriam obrigados a suportar o seu pagamento, mas que não seria da responsabilidade daqueles serviços o fato de só agora o meu pai ter conhecimento de tal divida, pois ali só lhes compete informar o município do incumprimento de pagamento da fatura, que seria da responsabilidade do mesmo dar resposta, ao porquê só agora, passados 12 (doze) anos, notificarem o meu pai com a divida, com juros, taxa de justiça e custas.Contudo, acho que a lei, se não obriga, deveria obrigar a que todos os serviços dessem conhecimento, por escrito, da existência de qualquer dívida, só podendo partir para caso de penhora, passado um prazo sobre essa comunicação, o que, no caso presente, não aconteceu.Obviamente, reconheço que o meu terá de efetuar o pagamento da fatura inerente à construção do ramal, em atraso, mas recusa-se aceitar pagar quaisquer custas, ou juros, uma vez que não foi da sua responsabilidade o seu não pagamento. Além disso, desde já lhe reserva o direito de recorrer a todos os meios ao seu alcance para obter perdão de todas as custas lhe impostas, bem como uma compensação pelos prejuízos sofridos, o fato de pagar um serviço que não usufruía, todas as despesas relativas com saneamento, existentes nas faturas que lhe foram emitidas e pagas.Agora espero que me respondam, pois não seria mais fácil, que a quando da ida do meu pai ao Departamento de Contraordenações e Execuções Fiscais do Município de Coimbra alguém lhe ter explicado pessoalmente o porquê da existência de tal divida, ou no segundo local onde se deslocou, loja do cidadão, a senhora que o atendeu? Explicar-lhe o porquê de demorar tanto tempo para ser notificado. Lamentável é situações como esta acontecerem, o que interessa é partir para penhoras de bens.Deste modo, solicito a averiguação pelos vossos serviços técnicos da eventual existência de erros no envio das faturas e dos serviços descritos não esclarecerem corretamente quem lá se dirigiu.Sem outro assunto de momento, subscrevo-me apresentando os meus melhores cumprimentos, aguardando resposta de V.ª Ex.ª.

Encerrada

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