Reclamações públicas

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T. H.
19/03/2026

Cobrança reiterada e desproporcional de encargos por devolução de débito direto

Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que considero lesiva e potencialmente abusiva no âmbito de um contrato celebrado com a empresa Radius Fuel Solutions. A referida empresa tem vindo a aplicar encargos no valor de 80€ por alegadas devoluções de débito direto. No entanto, importa esclarecer que tais devoluções não resultam de incumprimento efetivo das obrigações financeiras, mas sim de um desfasamento recorrente entre o momento em que os débitos são processados e o ciclo normal de entradas de caixa da empresa. Os débitos são efetuados na madrugada de domingo para segunda-feira, período em que, por funcionamento regular do sistema bancário, a conta ainda não se encontra provisionada. Os valores em causa são, contudo, sempre regularizados no próprio dia, poucas horas depois, não havendo qualquer prejuízo financeiro efetivo para a entidade credora. Apesar deste contexto, a empresa procede à cobrança sucessiva de encargos fixos de valor elevado, sem que: * exista previsão clara e expressa do valor no contrato celebrado; * seja apresentada qualquer justificação objetiva ou demonstração dos custos efetivamente incorridos; * seja proposta qualquer solução operacional que evite a repetição de uma situação que é, manifestamente, previsível. Acresce que, após contacto direto com a empresa, esta limitou-se a imputar integralmente a responsabilidade ao cliente, sem responder de forma concreta às questões levantadas sobre proporcionalidade, transparência e adequação dos encargos aplicados. Entendo, assim, que esta prática pode configurar uma aplicação desproporcional de encargos e uma possível violação dos princípios aplicáveis às cláusulas contratuais gerais, designadamente no que respeita à transparência e equilíbrio entre as partes. Face ao exposto, solicito a análise desta situação e eventual apoio na mediação com a entidade em causa, no sentido de: * promover a revisão ou anulação dos encargos aplicados; * assegurar a adoção de um modelo de cobrança mais adequado e transparente. Junto documentação de suporte, incluindo contrato, faturas e comunicações trocadas com a empresa. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
D. G.
19/03/2026

Falecimento do meu pai/ credito

Boa tarde No passado dia 19/12/2025 o meu pai faleceu , ele tinha dois créditos com a Cetelem , nos quais pagava um seguro cuja seguradora é a Cardiff. Entrei em contacto com a Cetelem e posteriormente com a Cardiff , foi me pedido uma série de documentação , documentação essa que enviei . Entre essa documentação seguiu a habilitação de herdeiros , o relatório do médico legista que indica a causa de morte , cancro. Posteriormente pedi um relatório médico á médica de familia no qual se lê que lhe foi diagnosticado o mesmo em 2025 bastante posterior á celebração dos créditos, no mesmo relatório indicava mais um ou outro problema irrelevante para a causa de morte . Neste momento estão me a pedir um relatório médico relevante para a causa de morte . Ora se o médico legista indica causa de morte cancro e no relatório o cancro foi diagnosticado em 2025 isto não seria suficiente para fechar o processo sem magoar mais as pessoas envolvidas ? Ando numa ansiendade com isto tudo , a minha mãe que tem um principio de demência anda muito pior , para além do luto sermos expostos a estas artimanhas para fugir a uma responsabilidade inequivoca é legal? não seria suficiente tudo o que enviei? agradecia um esclarecimento sff obrigado

Encerrada
C. V.
19/03/2026

Atendimento

Srs, os serviços da Sucursal de Cascais do Millenium BCP são péssimos, demoram muito para responder às solicitações e, pior, não resolvem demostram qualquer interesse em resolver as questões colocadas.

Encerrada
F. P.
19/03/2026

reclamação divida as finanças

Muito bom dia, Sou a reclamar mais uma vez a restituição dos pagamentos dos IUC.S bem como os respetivos encargos. Obrigado

Resolvida

Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade

Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros

Resolvida
D. S.
18/03/2026

ReclamaFalta de resolução, prejuízos e pedido de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar mais uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela vossa entidade, que considero profundamente insatisfatório e lesivo. Desde o dia 28 de janeiro que me encontro sem telemóvel, sendo que foi nessa mesma data que o equipamento deu entrada pela primeira vez na vossa seguradora, ao abrigo da apólice n.º AD40104724. Até à presente data, a situação mantém-se sem qualquer resolução. Acresce que, apesar de não ter tido qualquer possibilidade de usufruir do equipamento desde então, foram-me cobradas as mensalidades correspondentes aos meses de fevereiro e março, o que considero totalmente inadmissível e injustificado. Ao longo deste período, efetuei inúmeras reclamações e contactos com os vossos assistentes, sem que me tenha sido apresentada qualquer solução concreta, nem um acompanhamento minimamente adequado. Destaco ainda a falta de disponibilidade e empatia demonstrada no atendimento ao cliente. Esta situação está a causar prejuízos diretos no meu negócio, obrigando-me a recorrer constantemente a outros equipamentos, com consequente perda de dados e falhas na comunicação profissional. Face ao exposto, venho por este meio exigir: O reembolso integral das mensalidades cobradas indevidamente durante o período em que estive sem acesso ao equipamento; A atribuição de um voucher no valor do equipamento em questão, como forma de compensação pela ausência prolongada de resolução e pelos transtornos causados. Solicito uma resolução urgente e definitiva desta situação, bem como uma resposta no mais curto prazo possível.

Encerrada
B. S.
18/03/2026

Transferência não efectuada

Venho por este meio reclamar por uma transferência de um ganho que tive em Dezembro que até ao momento não me deram ja me fizeram testes a conta bancária com o valor de 0,10€ onde o meu ganho foi de 100.000€ já tentei junto da betclic informação do porque que não fizeram o que me dizem é mais do mesmo que o meu dinheiro está seguro na parte deles fecharam me a conta não me deixando mais fazer uso nem aconpanhar o meu levantamento também ja enviei email para o departamento inspecção de jogos e nem resposta. Agradecia respostas da parte da betclic e o meu ganho que até ao momento não me foi transferido.

Encerrada
C. S.
18/03/2026

ALTERAÇÃO DA TIPOLOGIA DA CONTA

Ex. Mos Senhores, A 18/03/2026, e na qualidade de Procurador de uma pessoa com deficiência motora, com 80% de incapacidade, que se desloca em cadeira de rodas, dirigi-me ao Balcão da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca de Xira, para alterar a tipologia da conta à ordem para uma conta de "Serviços Mínimos Bancários", e foi-me exigido, que deixasse o original da Procuração, ou em alternativa, que entregasse uma cópia autenticada da mesma pela Notária. Esta situação já se arrasta desde o ano passado, quando tentei fazer a mesma coisa, e com a Procuração que possuía, não aceitaram, porque a mesma não fazia menção ao nº da conta, e não dizia expressamente, que eu tinha poderes para alterar a tipologia da conta, razão pela qual, foi efetuada uma nova Procuração a semana passada, tendo os elementos que estavam em falta. A pessoa que represento, teve que se deslocar ao Cartório Notarial de Vila Franca de Xira, num transporte próprio dos Bombeiros de Azambuja, teve que se pagar 48€ do transporte, mais os 49,82€ da nova procuração. Falei com a gerente do balcão, e a mesma disse-me que era uma norma interna do banco. Não se percebe estas situações, também não se percebe qual é a atuação do Banco de Portugal nestes casos, a verdade é que, os consumidores estão a ser lesados, manipulados, e obrigados a despender mais dinheiro só porque as instituições têm normas internas que se sobrepõem às do regulador. Se para uma pessoa em condições normais, esta já era uma situação inaceitável, para uma pessoa com deficiência motora e reformada por invalidez é ainda mais grave. Peço a vossa ajuda.

Encerrada
M. G.
18/03/2026

Mau atendimento telefónico e dívida já liquidada em 2024

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à vossa atuação no processo de cobrança que me tem sido dirigido. Informo que a alegada dívida em causa foi integralmente liquidada no ano de 2024, tendo já enviado o respetivo comprovativo de pagamento em momento anterior. Apesar disso, continuo a ser contactado(a) de forma recorrente para proceder ao pagamento de um valor que não se encontra em dívida, o que configura uma situação de cobrança indevida. Adicionalmente, os contactos telefónicos (intrum de Lisboa) efetuados têm sido marcados por uma postura inadequada por parte dos vossos colaboradores(exceto o senhor Paulo Silva que foi excelente), nomeadamente: •Tom de voz pouco cordial •Pressa na comunicação •Interrupções constantes, sem permitir uma explicação completa da minha parte •Desligar a chamada enquanto eu ainda me encontrava a falar Esta situação é inaceitável e causa transtorno desnecessário. Face ao exposto, venho exigir: A imediata cessação de todos os contactos relacionados com esta alegada dívida A confirmação por escrito do encerramento definitivo do processo A correção dos vossos registos internos, de forma a refletir o pagamento já efetuado Informo ainda que, caso a situação persista, irei apresentar queixa junto das entidades competentes. Aguardo resolução célere desta situação.

Resolvida
A. A.
18/03/2026

Reclamação sobre multa indevida após sinistro em Melgaço

Exmos. Senhores, A presente reclamação não se limita à vertente financeira, incidindo também sobre a legalidade e proporcionalidade da contraordenação aplicada Chamo-me Ana Luísa Araújo Rodrigues, NIF 240599080, telefone 926348770. Venho expor uma situação ocorrida no dia 03-02-2026, pelas 12h05, na interseção da Rua da Praça da República com a Rua 1º de Maio, junto à Caixa Geral de Depósitos, Vila, Melgaço, envolvendo: Meu veículo: Nissan Micra 2015, matrícula 06-PQ-55 Outro veículo: Renault Laguna 2001, matrícula 19-BD-17 Relato dos factos: A outra condutora não respeitou o sinal de STOP, provocando um impacto lateral significativo que fez o meu carro rodopiar. O airbag lateral disparou, liberando fumo e partículas irritantes. Qualquer deslocação naquele momento representaria risco direto de queda ou agravamento das lesões, pois a minha perna direita estava parcialmente adormecida e o torso dolorido. O dia estava chuvoso. Contactei a GNR, que registou o acidente (NPAV: 00010/2026 22016045), mas não verificou meu estado físico. No final, aplicou uma contraordenação pelo não uso de triângulo e colete, mesmo com a situação de risco evidente. Responsabilidade: Exclusivamente da outra condutora, como comprovado por email da própria e confirmado pela seguradora (valor da reparação: 4.750€). Valor comercial do veículo: 7.300€. Pedidos: Apoio para reaver o montante pago indevidamente (120€). Avaliação da atuação da GNR, considerando proporcionalidade e proteção da integridade física. Anexos (prioritários): Carta da contraordenação + comprovativo de pagamento Email da condutora assumindo culpa Com os melhores cumprimentos, Ana Luísa Araújo Rodrigues

Encerrada

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