Reclamações públicas
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corte de luz
estou a reclamar porque a firma endesa cortou me a luz sem pre aviso, quando liguei foi me dito que a razao era por falta de pagamento do mes de junho, quando o mesmo foi feito dia 30/6 e o sr. confirmou que o pagamento deu entrada no dia 5, confirmou tambem que a ordem de corte foi dada no dia 14/07, quando a fatura em atraso ja se encontrava paga. para mais que este mes recebi uma fatura com o valor em atraso e o valor deste mes, com prazo de pagamento até dia 28 do presente mes. Ora aqui em casa vivem tres crianças, a mais pequena com 20 meses e a mais velha com 18 anos com um grau de incapacidade de 80%, neste momento sem luz!! eu preciso resolver esta situação o mais rápido possivel, principalmente porque a fatura esta incorreta e o valor que dizem que esta em divida esta pago!
Incumprimento Contratual (pacote ferias)
Em meados de Abril contactei a Icligo através da sua consultora D. ********, para efectuar uma reserva para saída a 29 de Junho em Benidorm, no Hotel Mont Park, passados alguns dias recebi a resposta, que o hotel pretendido já não teria vaga, foi me então proposto já na altura, o hotel Caballo de Oro, que liminarmente recusamos, e desistimos da efectuar qualquer reserva, visto que o hotel que pretendíamos, na primeira linha da praia, já remodelado, boa comida, e uma piscina de tamanho razoável, e uma excelente relação qualidade preço.Depois de afirmarmos que não estávamos interessados, fomos novamente contactados pela D. ********** consultora da agencia Icligo, que nos afirmou que já tinha arranjado vaga para o Hotel que pretendia inicialmente, mas tinha de reservar de imediato, e assim fizemos, sinalizamos com 40% o pacote de ferias a 4 de Maio, para uma conta que alegadamente seria do seu cônjuge ************, e os restantes 60% no inicio de junho, (com a consulta de reserva nº 207369).Após o sinal, por varias vezes interpelamos a supracitada consultora, para que nos enviasse a documentação da reserva, o recibo do sinal, algo que nunca fez, começando aqui as quebras e omissões aos deveres da agência para com o cliente. Já na ultima semana antes da viagem e após novo pedido, apenas nos enviaram uns vouchers para a viagem e estadia no hotel, sem qualquer outro documento obrigatório por lei, visto ser um pacote de ferias, sem quaisquer dados do seguro, sem itinerário da viagem com calendarização, apenas vouchers associados a um mail com hora e local de embarque. Iniciamos a viagem conforme marcado sem qualquer sinal da documentação obrigatória, nem o recibo do valor pago à mais de 2 meses.Para nossa surpresa na ultima paragem antes de Benidorm, a 2 horas do destino (dia 30 de Junho), em Albacete fomos abordados pela operadora turística D. ********* da agencia sete viagens presente no autopullman, dizendo que é apenas uma mensageira, para nos comunicar que a nossa reserva tinha sido alterada para o hotel caballo de oro, o mesmo que tínhamos rejeitado liminarmente, dissemos que não aceitávamos a transferência, visto que alem de conhecermos o hotel este situa se a quase 1 km da praia, o hotel Mont Park que reservamos está na primeira linha, pedimos então para fazer o regresso nesse mesmo dia quando efetuassem o regresso, algo que nos foi negado, de imediato contactamos a consultora ********** da icligo, visto ser uma estranha coincidência transferirem nos para um hotel que em abril tinha mos recusado, de imediato esta consultora recusou qualquer responsabilidade na alteração contratual feita de forma unilateral, sem conhecimento prévio, e sem aceitação da minha parte, que constitui uma grave ofensa aos meus direitos como consumidor., acusando a Operadora VA da situação criada. Pedi lhe que resolvesse rapidamente, contratualizei o Hotel Mont Park exclusivamente pela sua localização, isto é, a escassos metros da praia, devido a problemas de saúde da minha esposa que não pode fazer grandes distâncias a pé, fui informado na última paragem que iria ficar num hotel a quase 1 km da praia! Caso desconheçam na agência a formulação da vontade do consumidor em adquirir um produto é requisito essencial na execução contratual, claramente e sem o menor respeito por mim ou pela lei portuguesa que me protege a todos os níveis, alterou o hotel de destino, sendo assim, tem com óbvia consequência o incumprimento contratual imputável à agência, seja ele negligente ou doloso, porque a lei da defesa do consumidor não exige dolo ou negligência, apenas refere no seu sentido mais lato o incumprimento. Já a meio do pacote de ferias foi proposto a nossa mudança para o hotel Lido, perto do Mont Park, algo que aceitamos, para imediatamente depois, a mesma senhora dizer que já não seria possível.Esclareci esta consultora que tinha falhado em todos os seus deveres, afirmando que se o montante pago por nós, não fosse restituído, obviamente iríamos avançar para a via judicial, visto que a lei portuguesa é clara nestas situações a responsabilidade perante o cliente é da agência com quem este contratualiza e não com a Operadora que vende o serviço à agência. O Incumprimento contratual é pois claro, ficamos reféns num hotel sem condições, antiquado, comida de péssima qualidade, sem esquecer que nos obrigaram a permanecer em benidorm, impossibilitando o regresso antes da data prevista.No ultimo dia do pacote de ferias foi enviado por mail a fatura dos 933 euros pagos á vários meses.Mais uma vez rejeita qualquer responsabilidade no incumprimento contratual latente por parte da agencia mostrando um profundo desconhecimento ou desrespeito pela lei portuguesa.No dia seguinte á nossa chegada, dia 9 desloquei me á agência icligo na rua 26 numero 1110 2º andar em espinho afim de apresentar a reclamação por escrito, falei com a colaboradora ****** que me pediu para dar á agência ate dia 13 para resolver a situação com a Operadora VA, reconhecendo o nosso Direito, mas que a agência estava a tentar receber primeiro.Sem solução amigável á vista apesar de reconhecer o nosso direito, por incumprimento contratual grosseiro da agencia icligo na pessoa da consultora*********, que age fora dos normativos legais, não cumprindo requisitos básicos dos deveres contratuais, solicito a restituição integral do montante pago 933,92.Dia 12 a meio da tarde fui contactado pela D. ******* da Icligo que estavam em vias de resolver o assunto com a VA informei a que no dia a seguir iria me deslocar á agência para fazer a reclamação por escrito! Estive 3h e a agência(sede) nao abriu o que me leva a pensar que também nao existe livro amarelo na agência e ou estão a impossibilitar me de reclamar. Ofereci ao Sócio Gerente******l varias soluções amigáveis de forma a evitar recorrer ao Centro de Arbitragem e/ou aos Tribunais Cíveis. Apesar de nas conversas telefónicas e nas trocas de mail, reconhecerem o incumprimento contratual, rejeitam a responsabilidade perante o cliente, tentando assim afastar o meu Direito.
Gestão de Condomínio Inexistente
Desde a contratação dos serviços da LDC Barreiro nunca foi realizada nenhuma reunião de condomínio.Após contratação dos serviços de gestão do condomínio e durante um ano nunca fomos contactados nem informados de nada sobre a gestão e manutenção do prédio. Aumento da mensalidade sem existir reunião de condomínio para tomada de decisão, justificando a ldc Barreiro que este aumento se refere ao acréscimo do pedido do serviço limpeza do prédio.Ausência de funcionário da ldc Barreiro em reunião reconvocada pelo mesmo após comparência de apenas 2 em 10 condóminos em primeira convocatória.Corte de serviço de eletricidade no prédio sem justificação por parte da ldc Barreiro, nem resolução do problema.
Reembolso de viagem - Pedido de indemenização EC261
No dia 22 de maio de 2018 tinha o check in feito para o voo 7681, EV38CSZ, às 16h55, de Lisboa para Zurique. A referência do voo na booking era 119 59 29 13 4. O voo foi cancelado na última hora quando já tinha passado a zona de segurança. Fui contatar a Esayjet e informaram que tinha que procurar outro voo ou aguardaria por outro voo da Easyjet, mas não tendo data definida! Eu teria que estar sem falta no dia 23 de maio às 09h00 na RAV (organismos de desemprego na Suiça). Consegui arranjar um único voo nesse mesmo dia na TAP. A Easyjet já não tinha mais alternativas nesse dia. Reclamei as despesas do voo da TAP e alguma alimentação. A Easyjet respondeu que ao abrigo do o Regulamento EU261/2004 não teria direito à devolução do valor.
Atraso na entrega - em preparação
No passado dia 3 de julho fiz uma encomenda de uma nintendo switch mais um jogo no site worten online e em que dizia que o tempo de entrega era 1a 2 dias. Já vamos no dia 12 de julho e já fiz inumeros contactos para saber o que passa e só me pedem para aguardar que receba um sms para puder ir levantar, ou seja, não me esclarecem o atraso e nem data prevista de entrega. É inadmissivel esta situação quando no site ainda continua a dizer que o produto está disponivel e tempo de entrega 1 a 2 dias. Esqueceram-se da minha encomenda? Esqueceram-se de me avisar pra ir levantar? Alguém me esclarece e resolve esta situação com urgência?!Obrigado e espero resolução a curto prazo!
Invasão e utilização de propriedade privada
MANUEL DA COSTA, concelho de Viana do Castelo, vem pela presente expor e requerer a V. Exas. o seguinte:• Em janeiro de 2018, a operadora de comunicações NOS Comunicações SA, fez a instalação na zona de Viana do Castelo, mais concretamente na freguesia de Torre e Vila Mou, do serviço NOS Fibra• Acontece que, na instalação/passagem dos cabos condutores do serviço NOS FIBRA, a operadora passou o equipamento/cabo, por uma propriedade privada, sem o devido consentimento/autorização do proprietário (invasão de propriedade privada)• A passagem dos cabos por propriedade privada, infringe o artigo 1344º (limites materiais) do Código Civil• Apresentei reclamação junto: o Do empreiteiro responsável pela obra, através do Sr. Castro (931048526) o Portal da Queixa• No dia 6/7/2018, e uma vez que o problema persistia e até à data não tinha sido contactado pela operadora em causa com o feedback das reclamações anteriores, contactei uma linha de atendimento da operadora NOS através do número 929001799, insistindo na reclamação• No dia 10/07/2018, a situação objeto de reclamação foi resolvida/concluída, com a mudança de direção dos respetivos cabos, para que estes não estivessem a ocupar propriedade privada
Veículo de substituição
Tive uma avaria no meu veículo em fevereiro passado e solicitei um veículo de substituição , esta semana tive novamente o mesmo tipo de avaria e solicitei novamente um veículo de substituição pela qual foi recusado devido a não ter a fatura de reparação da primeira intervenção, para tal justificação juntei uma declaração da Oficina onde consta que a reparação foi concluída no final de fevereiro, mas mesmo com esta declaração recusaram ceder um veículo de substituição conforme teria direito conforme as condições da apólice.
Artigo de má qualidade, vendido com sendo em pele
No dia 9 de maio de 2018, adquiri na loja Petit Pied do Norteshopping (Matosinhos) umas sapatilhas TOMMY HILFIGER de criança, que foram utilizadas duas vezes, apenas durante umas horas. Não as utilizou mais, porque reparei à segunda utilização que a suposta pele da sapatinlha estava a sair na parte da frente e também em cima, junto ao tornozelo, onde embarram as calças, pensando logo que poderiam alegar mau uso do produto, dirigi-me à loja, mas esta encontrava-se encerrada para obras. Aguardei a sua abertura e reclamei do produto. Duas semanas depois, indicaram-me que não aceitavam a minha reclamação uma vez que as marcas nas sapatilhas se deviam ao mau uso das mesmas. Agora eu pergunto, como é possível que um calçado que supostamente me foi vendido com sendo em pele “descasca” assim tão facilmente? E não apenas na biqueira, como também na parte de cima, onde apenas embarram as calças! Eu alego a má qualidade do produto, porque me foi vendido o produto como sendo de pele e resistente, argumentos que a vendedora utilizou perante a minha indecisão em adquirir o produto. No entanto, dias mais tarde, enquanto fazia a reclamação no livro próprio, outra funcionária admitiu que o produto não tinha qualidade e que não era em pele, e ainda me disse para reclamar diretamente com TOMMY. Porém, se foi na loja Petit Pied que adquiri o produto, penso que a responsabilidade é deles. Tentei falar com um responsável de loja e disseram-me que não existe. Então decidi enviar um email e uma carta registada para a morada da empresa. Responderam-me ao email dizendo que as crianças estragam o calçado. Mas quando questionei sobre a qualidade do produto não obtive resposta. O meu filho tem mais sapatilhas e calçado e nenhum ficou assim. Muito menos com horas de uso. Como não obtive mais nenhuma resposta por parte da empresa, dirigi-me novamente à loja e pedi para falar com um gerente, desta vez disseram-me para regressar horas mais tarde. Regresso novamente à loja e a gerente diz-me que não pode fazer nada, pedi novamente para falar, nem que fosse por telefone, foi-me recusado. Escrevi novamente no livro de reclamações. Para além de me sentir enganada, porque comprei um produto que pensava ser de pele e não é, o apoio ao cliente nesta loja é péssimo.
Via CTT Bloqueio acesso electrónico
Bloqueei o acesso à conta electrónica, Via CTT, e já fiz todas as demarches. Face ao contínuo bloqueio, apesar de me enviarem para o email respostas secretas e código de utilizador, contactei, via correio electrónico e telefonei três vezes para o 707202016 . Gastei 4,93 euros e só ouvi lamentos. Ninguém para informar.Pergunto a quem me devo dirigir face ao absurdo e ineficiente serviço.
Pagamento de Coima indevido
Pagamento de coima agravada por não ter pago primeira coima em tempo, do IUC...que pagueitendo efectuado o pagamento devido do IUC da minha, viatura 23-SO-39 no valor de 232.60€ no dia 30/ABR/2018, incumprimento por ser fora do prazo e tenho uma Coima (Ref.ª 181-118-027-755-441) no valor de 88.25€ que paguei e outra Coima (Ref.ª 181-718-018-615-152) no valor de 25€, paga também no dia 03/MAI/2018.Após contacto pelo E-Balcão do Portal das Finanças, responderam-me 5 (cinco!) vezes com o seguinte texto:A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto.A aplicação das coimas decorre da aplicação do Regime Geral das Infrações Tributatrias aprovado pelo Decreto-Lei 15/2001 de 5 de Junho, cabendo AT a sua execução.A infração decorre do pagamento fora de prazo do imposto unico de circulação (IUC) referente ao veiculo 23-SO-39, cuja data limite de pagamento venceu em 28/02/2018, vindo-se a efetuar o pagamento em 30/04/2018.Pelo facto foi instaurado um processo de redução de coima (PRC) no valor de 25,00 euros, com a referencia de pagamento 181 718 018 615 152 que não foi pago. Em consequencia do facto( não ter sido pago o PRC), deixou de haver lugar à redução da coima e foi instaurado um Processo de Contra-Ordenaçâo (PCO) com o valor da coima sem redução (50,00 euros) e metade das custas do processo (38,25 euros) num total de 88,25 euros.Com os melhores cumprimentos AT- Autoridade Tributária e AduaneiraOu seja, entre 07MAI2018 e 05JUL2018, afirmam com insistência que NÃO PAGUEI os 25€ que provei que paguei e voltaram a insistir que não paguei, após contacto telefónico disponível no site, mandaram-me ao meu banco. O que, apesar de ter a certeza do que fiz, fui e confirmei que o valor saiu para a Referência no texto acima, sem falhas.Novo contacto e disseram que só poderia resolver o assunto no balcão das Finanças da minha àrea de residencia. Como trabalho em Lisboa, tive de meter um dia de férias para poder deslocar-me ao balcão no dia 06JUL2018, onde me fizeram esperar e quando fui atendido, atiraram-me com um papel para o balcão dizendo altivamente que a ordem para devolução dos 25€ já havia sido emitida há dias, ou seja, data anterior à última insistencia em que afirmavam que eu não tinha pago. Tudo sem explicações e perguntando se desejava mais alguma coisa, repetidas vezes, sem me deixarem responder.A verdade é que a lógica não bate certo, ora se paguei a coima agravada de 88,25€ por não ter pago a primeira coima de 25€ (que efetivamente paguei, provei e dizem que devolvem, não aconteceu até ao presente dia) entãpo não haveria lugar a coima agravada mas sim à simples de 25€ apenas.Além do dia de férias que perdi pela deslocação totalmente desnecessária, dos nervos pelas informações erradas e tratamento arrogante ao balcão e ainda não me devolveram dinheiro nem explicaram estas coimas acumuladas. Só souberam fazer respostas por copy-paste o que é bastante irritante para um cidadão que está a ser prejudicado mas a quem não admitem falhas.
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