Reclamações públicas
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troca da carta de condução estrangeiro
Gostaria de fazer a troca da minha carta de condução brasileira para portuguesa, já tendo ido duas vezes ao IMT de Leiria e não esta sendo possível, pois os funcionários exigem um documento com minha morada fornecida pelo SEF ( sendo que este documento exigido, fica retido no SEF quando buscamos nosso titulo de residência definitivo). Alem de que, na lei do próprio IMT( lei 40/2106 de 29 de julho e lei 37/2014 de 10 marco ) e no site consta que basta entregar um documento comprovativo da residência em território nacional ( no meu caso tentei apresentar O comprovativo de morada da junta de freguesia, apresentado em outros órgãos públicos e aceites).
Problema com cobrança de portagens
A situação já foi exposta por e-mail à interrent, que é uma marca ou uma subsidiária da Eurpcar, mas sem contactos directos adequados.Junto cópia do texto enviado por e-mail:Venho por este meio solicitar a vossa colaboração na resolução do problema que passarei a explicar, no âmbito da vossa responsabilidade pelo sucedido.No dia 12 de Agosto de 2017 aluguei uma viatura por alguns dias, levantada e entregue nas vossas instalações na Av. Marechal Gomes da Costa, em Lisboa.Para subscrever o contrato de aluguer (contrato N.º 173 30197785), foi necessário autorizar a associação de um cartão de crédito ao contrato ( MASTERCARD 5295XXXXXXXX2090), ferramenta que veio a ser utilizada para a cobrança do serviço de aluguer após a entrega da viatura. A factura relativa à cobrança efectuada pela interrent é a que se encontra em anexo, enviada por vós em 17 de Agosto de 2017, e cujo conteúdo é inteira responsabilidade da interrent, ao abrigo da autorização de pagamento subscrita no contrato.À data, a primeira impressão com que fiquei sobre o conteúdo da factura foi a de falta de seriedade da vossa parte e aproveitadorismo pelo poder advindo da autorização dada para cobrança através do cartão de crédito. Digo isto, porque foi cobrado um serviço suplementar de limpeza interior (Supl.Serv.Limpeza Interior CI) no valor de 12.19512€, apesar de tal informação ou intenção não ter sido revelada no momento da entrega da viatura o que demonstra desde logo a desonestidade e e falta de profissionalismo no processo de entrega da viatura.Mais, afirmo categóricamente que a viatura foi utilizada de uma forma responsável e limpa, sendo que o único passageiro e condutor da viatura, durante os dias do aluguer utilizou roupa e calçado limpos, e garanto que não havia de forma alguma necessidade de qualquer limpeza particular por força desta utilização da viatura. Presume-se que as viaturas sejam devidamente tratadas, inclusivamente em termos de limpeza, antes de serem entregues a um qualquer cliente, mas não se encontra qualquer razão aceitável para uma cobrança como a que foi efectuada, se não houver razão para tal, e que seja necessáriamente por força de particular sujidade que possa ser atribuida à utilização ao abrigo de um contrato em particular.Contudo, apesar dessa impressão, que só prejudica a imagem da empresa ao olhos deste cliente, o assunto não mereceu qualquer procedimento, ficando apenas a constatação do evidente oportunismo consumado.Apesar do acima exposto, a questão central desta reclamação prende-se com outro aspecto.Com efeito, o contrato já citado, incluia o aluguer diário do dispositivo via verde (Supl. Serv. Port. Electrónica) com o valor diário de 1.25€, e que o cliente subscreveu com a clara intenção de beneficiar das vantagens deste serviço, e que são amplamente conhecidas, beneficienado sobretudo do facto de vir a pagar as passagens em infrastruturas taxadas, juntamente com a factura do aluguer da viatura, através do débito no cartão autorizado.Como pode ser verificado na factura, existe um item cobrado para o aluguer do dispositivo, assim como um artigo descrito como Valor das portagens no valor de 39,43089€, o que constitui o cumprimento do acordado com o cliente que seria o pagamento à interrent de um serviço para ter a cobrança das portagens neste formato e à interrent.Como tal, após observação breve da factura, e apesar do aspecto curioso relativo à limpeza suplementar da viatura, o cliente não obstou a qualquer aspecto e o débito do valor total facturado foi efectivado.Surpreendentemente, em Novembro de 2017, recebo via postal um Aviso de falta de pagamento de taxas de portagem datado de 17/11/2017, no valor de 9.92€, o que mostra que algo falhou na cobrança por parte da interrent.Como acto de boa-fé, e partindo do principio de que falhas são susceptiveis de acontecer, assumi que haveria certamente alguma taxa de portagem que não teria sido incluída no montante facturado pela interrent, e procedi ao pagamento com toda a naturalidade. O aviso recebido e respectivo pagamento encontram-se anexos a esta exposição.Contudo, não posso deixar de sublinhar o desagrado po receber um aviso da via verde e ser considerado incumpridor, por uma falta que de modo algum pode ser imputado ao cliente. Pelo contrário, se haviam taxas de portagem não cobradas, apenas o foram por uma de duas razões:A interrent incorrectamente cobrou o valor de portagens por defeito, por lapso ou outra razão da sua responsabilidade, ouA informação de passagem da viatura numa zona paga não ficou registada atempadamente no dispositivo, e por essa razão a interrent não a cobrou na factura emitida, sendo a responsabilidade da omissão da via verde, e consequentemente da interrent.O que não se compreende e se sublinha como inadmissível é que o cliente receba este tipo de avisos com ameaças de aplicação de coimas, por uma falha que não é da sua responsabilidade, constituindo isto uma ofensa ao bom nome da pessoa visada.Em adição, e agradeço correcção caso a observação esteja inorrecta, não se compreende com que direito o cliente da rent-a-car é intimado desta forma, se a viatura e o dispositivo via verde não estão em seu nome, a não ser por informação revelada pela interrent, o que constitui desde logo uma falha na protecção de dados, subsistindo ainda dúvidas quanto à sua legalidade. Para além disso, o cliente da rent-a-car não subscreveu qualquer contrato com a via verde, mas sim com a interrent, o que obrigaria neste caso, por várias razões, mas no minimo por uma questão de ética e correcção, que a interrent contactasse o cliente no sentido de tentar cobrar um artigo que teria sido incorrectamente cobrado por defeito. Pelo contrário, a interrent iliba-se de responsabilidade na falta de cobrança, e remete para o cliente o ónus da culpa, fornecendo os dados à via verde para que esta utilize os seus métodos de cobrança que deveriam ter sido dirigidos apenas à interrent.Como se não bastasse, recebo recentemente via postal com data de 27/03/2018, nova notificação, cuja cópia remeto em anexo, para pagamentos em falta, uma vez mais por falta de adequada cobrança pela interrent no momento adequado, e por supostamente ter sido considerado como o infractor, o que é completamente falso, de acordo com o contrato de aluguer da viatura.Sublinho que esta recente notificação resume no quadro de infracções um valor de portagens no montante de 24.30€ e um valor de custos administrativos no montante de 44.20€.Não obstante a eventual obrigação de pagar os valores de portagens devidas, solicito esclareceimentos à interrent quanto a esta trapalhada, acentuando que discordo veementemente com a tentativa de cobrança de taxas administrativas por uma falha que é aparentemente da competência da interrent e/ou da via verde, pelo que náo a pretendo liquidar, transmitindo tais responsabilidades à interrent.Informo ainda que darei conhecimento do assunto a entidade competente para a defesa do consumidor.Subscrevo-me,Eurico Mangas
Aguardo Nota de Crédito para pagamento de Fatura com periodo de Faturação indevido
Exmos. Srs.,Depois de inúmeros contactos para a GALP desde Julho 2017, até à data de hoje não está resolvida a minha situação, que me parece muito simples de resolver.Volto a relembrar (esta é a segunda reclamação que faço):Tinha um contrato (nº 90348854) de Eletricidade e Gás na minha antiga casa. Fiz a rescisão desse mesmo contrato no v/ balcão do Arco do Cego no dia 07/07/2017, onde pedi que fosse feita a rescisão no dia 30/08/2017. (em anexo)No dia 26/10/2017 recebo uma fatura no valor de 135,90€ com período de faturação até 23/09/2017 para a Eletricidade e 28/09/2017 para o Gás. (em anexo)Ora, se o meu contrato cessou a 30/08/2017, foram cobrados dias indevidos de Setembro. Liguei por diversas vezes a pedir que me enviassem notas de crédito para os períodos faturados a mais e, no dia 18/01/2018, recebi uma nota de crédito no valor de 28,41€ mas que só se referia ao Gás. (em anexo)Fica então a faltar a nota de crédito referente à Eletricidade sem a qual não farei qualquer pagamento uma vez que me estão a cobrar consumos que não são meus.Assim que receber essa nota de crédito faço o pagamento do que devo. Não me parece que seja uma situação assim tão difícil de resolver, não percebo a demora, não percebo o porquê. Só peço que me enviem o quanto antes a nota de crédito.Aguardo uma rápida resposta a esta reclamação.Cumprimentos,Rita
COBRANÇA ABSURDA CONTA DE LUZ
Estou a entrar em contato com a Galp a várias vezes por uma cobrança indevida e absurda da minha conta do mês de março, em que o valor a me cobrar está em 629.26 euros. A Galp está a me cobrar por períodos que já foram pagos e a todas as vezes que vou a uma loja ou ligo ao apoio ao cliente não há como eles verem o que já foi cobrado.A seguir coloco a DecoProteste a seguinte trajetória energética de minha morada:04/08 - 24/08 = 104.86 pago 25/08 - 24/10 = 169.99 pago12/08 - 20/11 e 21/11 - 24/11 na mesma conta 303.90 pagos24/11 - 24/12 = 105.79 pagos24/12 - 24/01 = 111.91 pagos24/01 - 20/02 = QUERO PAGAR ESSE PERÍODO E A GALP ME COBRA 629.26 DE OUTROS PERÍODOS EM ABERTO QUE JÁ ESTÃO PAGOS E ELES NÃO ESTÃO A ENTENDER! OU FINGEM QUE NÃO PERCEBEM! PERÍODOS ANTERIORES A 24/01 ESTÃO PAGOS NÃO HÁ NADA O QUE COBRAR!UM ABSURDO ISSO E AINDA POR CIMA ME OFERECERAM UM PARCELADO EM ATÉ 12 MESES DE 52.44 EUROS POR ALGO QUE JÁ PAGUEI E TERIA QUE FICAR A 1 ANO PAGANDO NOVAMENTE! UM ABSURDO!QUERO PAGAR O PERÍODO DE 24/01 A 20/02 E NADA MAIS ANTERIOR QUE É UM ABUSO AO CONSUMIDOR COBRAR AO QUE JÁ FOI PAGO!Disponibilizo todas as leituras e pagamentos bancários que a DECO PROTESTE me solicitar para resolver esse erro da empresa GALP.E AINDA RECEBO UM SMS POR INFORMAR QUE VÃO CORTAR A MINHA LUZ A PARTIR DE 18/04 CASO NÃO PAGUE ESSE DISPARATE A COBRAR-ME!
Cancelamento assinatura Deco/revista
Já contacto 2x ao telefone para cancelar minha assinatura, e agora através do site. Será necessário termos que pedir o livro de reclamações para que a minha assinatura seja cancelada conforme pedi? Aguardo um contato efetivo para esse Cancelamento!
Denuncia
Eu Zaida da Silva Cabeleira Soares Ramos com o número cartão cidadão 02258513 , contribuinte nº 159665418, venho por este meio denunciar o Banco Wizink ( Barclays) com a conta cartão 4064750082131884 à 10 anos que pago um valor que não efectuei e nem se quer tenho o cartão para usar. O valor que gastei foi 1900 euros o juro que estão a cobrar são de 27% não vejo a conta a diminuir e tenho ainda um valor de 3732.89 que não efectuei e à 10 anos que pago. Antes de estar reformada cheguei a pagar 150 euros por mês e até mais. Depois de reformar me com reforma baixa tornou se mais difícil de pagar valores exorbitantes que esses senhores pedem ainda ameaçam que eu tenho de pagar até morrer esses valores e desligam o telefone na cara. Á 2 anos atrás consegui fazer um acordo e pagava 51 euros todos os mês porque a minha reforma é de 464.55. Em Fevereiro de 2018 entraram em contacto comigo dizendo que a mensalidade ia ser de 109.42 eu indiquei que era impossível pagar esse valor devido à minha reforma e tendo despesas de casa para pagar e medicamentos para comprar e que queria fazer um acordo com eles mesmo sabendo que a minha divida está mais que paga só gastei 1900 euros não sei a onde foram buscar os 3732.89 e cumpri sem falhas a prestação. E muitas vezes tenho que pedir ajuda à minha filha para pagar e ela só recebe pouco mais que o ordenado mínimo já pedi ajuda a vizinhos também para pagar coisas ou se avaria alguma coisa em casa. Ando a ser seguida no hospital Santa Maria e tenho uma doença crónica que muitas vezes com as dores fico paralisada da cintura para baixo. O que torna me difícil o pagamento e mais ainda a agiotagem que se pratica em cartão de crédito que já venho a pagar á 10 anos o que é autêntico absurdo. Ainda por cima a minha filha telefonou ao pé de mim para saber informações e resolver a situação devido eu já ter 72 anos ainda por cima tratou mal a minha filha e a dizer que era um assunto sigilo que ninguém tinha de saber a minha filha passou me o telefone tratou me mal o Senhor Ruben e desligou me o telefone na cara a dizer que era sigilo estes assuntos.Peço a vossa ajuda para resolver o meu problema já não aguento mais a maneira como falam comigo e com as ameaças e tratarem me mal com os nervos fartou me de chorar
MUITO CUIDADO STAND VIAMILLENIO E SMARTMANIA
Actualização de uma queixa, feita anteriormente devido a reparações atrás de reparações mal executadas e como cidadã e com livre arbítrio, expus esta a minha anterior reclamação na Deco Proteste bem como no Portal da Queixa , juntando as centenas de queixas já existentes de outros clientes com situações muito idênticas a minha e acedendo as mesmas apenas fazendo uma pequena pesquisa no Google por reclamações Viamillenio,o que e que me fez ainda mais duvidar desta empresa ao deparar me com tanta reclamação e tantas incoerências e tantas más atitudes para com os clientes, sendo que ao final do dia de ontem por volta das 17h, quando me preparava para finalmente ir buscar o meu carro, pois ja só o queria tirar de la e rezava para que agora não tivesse outra peça avariada como já era habito, e obviamente pagar os 490€ pedidos pela colocação de uma nova embraiagem mas também exigir por direito, conforme me foi informado pela minha advogada, as caixas das peças novas com o nº de série, que tinham me colocado no carro para me certificar que eram mesmo novas e uma vez que as estava a pagar.Ao qual me diziam que não as tinham e não entregavam, recebo uma chamada, com uma pessoa muito mal educada, arrogante,rude aos gritos e em tom agressivo e ameacatório a dizer me que tinha 2 minutos para tirar as publicações que tinha feito na Internet para alem de lhe ter que enviar também um email a pedir desculpa, como se este senhor fosse alguém superior aos outros e nos tivéssemos que baixar a cabeça as suas ordens... pois caso contrario para além de me desmanchar o carro todo só o deixaria sair da oficina dele em cima de um reboque e ainda me fazia pagar a mão de obra das trocas, sem eu nunca dar autorização para tal pois apenas autorizei a reparação do veiculo e não a troca de peças ou como alegaram referente a este valor que foi mão de obra para diagnostico, e que ainda me punha em tribunal com vários processos, e que eu ia ver depois com a indemnização que lhe teria que pagar, pois ele ganhava sempre todos os casos e se eu queria a copia das sentenças no meu mail?Senti um acto extremo de vingança deste senhor, para alem de me sentir intimidada, ameaçada, injuriada,difamada,humilhada mas que não me conseguiu demover em expor tudo e a continuar a expor, pois não permito ameaças para me travarem de que forma for, pois estas ainda me fazem querer lutar mais, pois ainda acredito na justiça e nos meus meus direitos e pelo que acho digno e certo!Dai não ter apagado nada a relatar o que vivencial e ouvi por esta empresa!Sendo que foi necessário chamara a PSP e após preencher o livro de reclamaçoes, pagar para tirar o veiculo legalmente daquela propriedade, sendo que na realidade não vi o que fizeram ao meu carro, não vi que peças é que colocaram e ou tiraram e até mesmo se lhe mexeram realmente, mas por via das duvidas o meu carro foi para uma oficina de confiança , para ser feito o relatório de tudo, bem como confirmar se o intercooler que dizem ter colocado novo ontem, ao abrigo da garantia de Outubro, é realmente novo.Este é mais um dos casos, no meio de centenas expostos, da forma de tratar e lidar com os clientes, que um dia tiveram a infeliz ideia de la comprar um smart!!!
400 €
Exmos. Senhores,Gostaria de dar conhecimento, para já o que me resta pelos motivos que abaixo descreverei, do que me leva a escrever .Aluguei um automóvel Fiat Panda de 2017 através de um site especializado, Rentalcars, para dois dias (21 a 23 de Fevereiro de 2018). O valor proposto de 21,03 € pelos dois dias tornou uma mera hipótese de substituição do meu automóvel, que avariou, em algo possível de concretizar. Foi o que fiz. Aluguei o automóvel. Dirigi-me, então, à empresa seleccionada – Goldcar, situada no Aeroporto Francisco de Sá Carneiro (Porto) e pelas 22:00h levantei o carro.Os procedimentos foram os habituais. Não aceitei seguros adicionais (com evidente má postura do colaborador, no sentido pétainista do termo, da empresa em causa face à minha rejeição da proposta efectuada, já que triplicava o aluguer, e fiz a franquia que habitualmente é efectuada nestas situações – foi estabelecido um valor de 1.302,00 € (?!!!) para um automóvel da classe mais baixa. De facto, o automóvel serviria somente para me deslocar de casa para o trabalho e levar o meu filho à escola e regressar a casa. Aliás, o automóvel esteve estacionado 90 % do tempo (numa garagem coberta e parque de estacionamento da empresa onde trabalho). Desloquei-me com o carro cerca de 100 km.No momento do levantamento do carro, foram efectuados todos os requisitos. Com manifesta má vontade da colaboradora, efetuamos a habitual vistoria (quase sempre, como saberão, um pró-forma) com a habitual displicência. Minha e da colaboradora. Inúmeras marcas, danos e problemas dos carros ficam habitualmente fora do registo. São considerados não relevantes. Registou-se uma ou outra marca sem que se percebesse bem por que uma é assinalada e outra não o é. Enfim, o desleixo habitual nestas empresas de automóvel (posso concretizar que sou sempre colaborante – assinalando aqui e acolá eventuais danos que me mereçam registo). Refira-se que o que se regista é uma ínfima parte do que se vai verificando nos veículos que nos propõem. Aliás, a vistoria foi efectuada sobre condições de luminosidade (22:00h) fraquíssimas e a uma velocidade suficiente para não vistoriarmos nada (demorou cerca de 1 minuto, não mais de dois). Após a “vistoria” (escrevo agora com aspas pelos motivos atrás expostos) saí com o automóvel. Os dois dias do aluguer correram sem sobressalto e preparei-me para entregar o carro (gastei 12 € de gasolina para repor o depósito, cerca de 8 litros) e, no momento da entrega do veículo, percebi que a vistoria só tinha um propósito, activar a franquia. De facto, unilateralmente, a colaboradora indicou que o vidro do pára-brisas apresentava duas ligeiríssimas “marcas” que não foram registadas na “vistoria” inicial (enorme estupefacção minha como devem imaginar) e, como tal, sentença imediata: 400,00 €. Interroguei-me sobre como é que eu e a colaboradora inicial não tínhamos assinalado tal dano dois dias antes. Achamos, então, que não eram relevantes. Interroguei-me também como formou o preço para aqueles pretensos danos – não me foi apresentado nenhum orçamento. Somente uma afirmação lapidar: “são 400 €”. Acrescente-se que era um dano que, caso tivesse sido cometido durante a utilização do veiculo – o que não foi o caso – nem me poderia ser imputado dado que aquele tipo de danos resultam de projecções de pequenas pedras por um veículo terceiro. Sem qualquer hipótese de contestação e sem qualquer prova, quer da “vistoria” inicial, quer da final (não me foi dada qualquer cópia das pretensas “vistorias”) fiquei estupefacto. Percebi pela postura dos colaboradores que se tratava de uma prática concertada pela empresa, gestor e funcionários. Para ser mais claro, percebi imediatamente que os colaboradores receberiam a respectiva comissão de eficazes profissionais como são na extorsão de dinheiro. A Máfia que se cuide!Ainda tentei questionar a Sr.ª Colaboradora “Diana Qualquer-Coisa”, que não estava devidamente identificada no seu uniforme de trabalho com o seu apelido, sobre como formou o preço para o dano. Além disso, foi-lhe pedido que facultasse uma cópia do contrato que rege as condições que estavam a ser aplicadas e a mesma funcionária afirmou que a informação estava on-line. Depois da insistência, e já com todos os funcionários dentro da loja, que a funcionária chamou disfarçadamente, quatro homens que me rodearam, literalmente, a mim e à minha mulher enquanto realizávamos o preenchimento da devida reclamação, foi imprimido e entregue o documento do contrato. Os funcionários foram ainda questionados sobre se seria possível falar com a funcionária que fez a entrega do carro. Como é evidente, mesmo que a senhora se encontrasse no local de trabalho, a resposta que foi dada, perceptivelmente concertada entre todos os “colaboradores”, foi “não se encontra”. Percebi mais tarde, a partir das denúncias no Portal da Queixa, que a situação que descrevo é um método comum e habitual de burla na empresa em causa: 2 marcas, 3 marcas – 400 €, conforme se pode confirmar no seguinte endereço, https://portaldaqueixa.com/mercado-automovel/goldcar-cobranca-indevida-7. Isto configura um “método científico” de definição de preço. Acrescente-se que efectuei uma consulta e rapidamente me disseram que esses danos são reparados por 50 € e, no limite, a substituição do vidro, em caso de dano relevante, no máximo, seriam 250 €. Claro que a resposta, se vier, dirá que o consumidor terá de contar com as famosas “despesas administrativas” – é um cliché habitual dos medíocres. Aliás, o supremo provincianismo vem das respostas dadas, em inglês, no Portal por uma tal “Vitória R”, remetendo para o contrato. É mais que evidente que estes contratos são realizados com extrema má-fé entre as partes. É absolutamente lamentável que existam empresas como a “GOLDCAR”. Quanto mais douradas por fora, mais ..... por dentro (preencham como entenderem).Não tenho, nem tive, qualquer hipótese, para já, de defesa perante uma desproporcionada medida. Vi-me sem qualquer hipótese de impedir a cobrança de algo que, tenho absoluta certeza, não me pode ser imputado. Não tenho expectativas nenhumas perante a prática da empresa em causa. É política da casa. É recorrente na empresa em questão – basta só procurar no google. E as expectativas desaparecem porque estamos em Portugal e a empresa é espanhola (não tenho nada contra os ventos e casamentos) e as autoridades portuguesas tem muita dificuldade em lidar com estas questões. Julgo, até que, nem reparam na dimensão do problema. Assim, o Instituto da Mobilidade e Transporte, IP e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica irão ser informados do ocorrido. Esta última, talvez, porque tive que comer o intragável valor que unilateralmente me colocaram na mesa. Portanto, resta-me a denúncia e activar os meios habituais. E fazer a habitual publicidade à empresa.
falta de civismo
venho por este meio apresentar queixa da APAAE de castelo branco, pelo simples telefonema que fiz solicitando a informação do contacto do canil, sobre uma adoção de um animal feita por mim, a sra. que me atendeu me disse que não era este o numero e não me deu mais nenhuma solução, fiz um segundo telefonema e disse à sra. que o numero estava no site da APAAE era o mesmo do canil, se me podia dar outro contacto, ao qual a sra. super rude e mal educada me responde, o contacto está errado OK?? e eu disse: mas pode me dar outra solução ? sra. ao qual não sei o nome: Não sei nem quero sabe e desligou me o telefone na cara. deixei sms de voz a dizer lhe que foi extremamente rude e mal educada que iria fazer reclamação à deco. Liguei 2x vezes para esclarecer esta situação super constrangedora e de uma falta ade nível tremenda , atendeu me um senhor , expliquei lhe o sucedido perguntando o nome da funcionaria que tinha falado comigo ao telefone, ao qual o sr. me responde , que não tinha nada a ver com isso , que se quisesse o numero do canil para ligar para a câmara de municipal. eu disse lhe que não era bruxa para adivinhar que o numero estava errado e achava uma falta de nível a forma que me trataram, só por causa de uma simples informação, que bastava me dizerem dizer isso logo no primeiro telefonema que fiz. Como é que é possível ter pessoas assim ao atendimento ao publico? é ridículo!! todos nos temos dias menos bons mas quer dizer a educação cabe em todo o lado , pelos visto nesta associação não, que ainda por cima , as nossas contribuições vão para este tipo de associação que o estado apoia. Lamento mas esta situação é lamentável.
Problemas com um GPS da Garmin
Pretendo reclamar junto da Empresa Garmin Ibéria com sede em Espanha. O motivo desta reclamação tem a ver com um GPS adquirido em 2014 e até hoje, Março de 2018. Desde o inicio que o GPS sempre teve problemas com a autonomia da bateria. O máximo que aguentava até ter que ser ligado ao isqueiro do carro era de 15 a 20 minutos. Outro dos problemas tinha a ver com a introdução de coordenadas. Após isso eram problemas atrás de problemas como informar a presença de uma rotunda numa auto estrada, vir com o software todo em Espanhol. O enorme problema é que fui contatado por um português que trabalha na Garmin a dizer-me que o meu GPS tinha sido uma série que tinha saído assim ou seja, só funcionava ligado ao isqueiro o que é mentira tal como é mentira dizer que as coordenadas tinha que ser eu aprender a introduzi-las recorrendo ao manual de instruções só que nova mentira, nesse manual não existe nada que ensine a trabalhar com a introdução de coordenadas. Quanto à bateria e segundo o manual de instruções tem autonomia entre as duas e as duas horas e meia. Quanto às coordenadas o aparelho só contem 7 campos quando as coordenadas tem 8 dígitos. Levei o aparelho a vários lados incluindo a técnicos da Worten e nenhum deles conseguiu meter as coordenadas, simplesmente me diziam que era o problema do aparelho. Resumindo e como escrevi nos vários emails que enviei, adquiri e gastei à volta de 202,99€ para ter um GPS que só serve para decoração.
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