Reclamações públicas
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Produto com defeito
Assunto: Reclamação e pedido de resolução – MacBook Air 13” (512GB) Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um equipamento adquirido na vossa loja do Cascais Shopping. No dia 24 de fevereiro de 2026, adquiri um MacBook Air 13” (512GB) pelo valor de €1.249,00. No entanto, no dia 18 de março de 2026, após cerca de uma hora de utilização, verifiquei que o equipamento apresentava um comportamento anómalo no carregamento, mantendo constantemente a luz âmbar no conector do carregador original. Deixei o equipamento a carregar até ao dia seguinte, sem alteração do estado. Dirigi-me então à loja, onde me informaram que o equipamento estaria configurado para carregar apenas até 80%. Após ajuste para 100%, o indicador voltou momentaneamente ao normal (luz verde). Contudo, no dia 20 de março, após cerca de 30 minutos de utilização, o problema voltou a ocorrer (luz âmbar permanente). No dia seguinte, 21 de março, desloquei-me novamente à loja, tendo o equipamento ficado para testes durante dois dias. Hoje, dia 23 de março, fui informado de que o equipamento estaria “normal”, recusando-se a loja a proceder à devolução do valor pago ou à substituição do produto. Foi novamente mencionada a questão da limitação de carga a 80%, tendo sido ajustado para 100%, sem que o problema tenha sido reproduzido no momento. Face à persistência da anomalia em contexto de utilização real, e tratando-se de um equipamento recente, considero inaceitável a recusa de devolução ou substituição, sobretudo dentro do período inicial pós-compra, durante o qual o consumidor deve poder contar com um produto plenamente funcional. Informaram-me ainda que o equipamento será enviado para análise técnica pela Apple, com um prazo estimado entre 6 a 30 dias úteis, o que considero excessivo face à situação e ao facto de o produto apresentar defeito desde praticamente o início da utilização. Assim, venho solicitar: • A substituição imediata do equipamento por um novo, sem defeitos; ou • A devolução integral do valor pago (€1.249,00). Caso não seja apresentada uma solução célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. ESTA A CARTA QUE RECLAMEI NO SITE DA WORTEN
Reclamação – Cobrança indevida e falha no encerramento de viagem (Bird)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a um serviço prestado pela empresa Bird, referente a uma viagem realizada recentemente com um dos seus veículos. Iniciei a viagem numa determinada localização e percorri uma distância curta, mantendo-me sempre no mesmo trajeto, sem desvios significativos. No entanto, ao tentar terminar a viagem, o sistema da aplicação não permitiu a finalização, apresentando erros constantes (“Too many requests”) e impossibilitando o encerramento correto do serviço. Apesar de ter estacionado o veículo de forma adequada e fora de qualquer impedimento, conforme indicado pelas regras da própria empresa, não consegui concluir a viagem devido a falhas técnicas da aplicação. Ressalto que esta situação não é da minha responsabilidade enquanto consumidor. Posteriormente, fui surpreendido com a cobrança de um valor que considero abusivo e desproporcional (9,20€), já debitado da minha conta, tendo em conta a curta duração e distância da viagem. Adicionalmente, a empresa não disponibiliza um canal de apoio ao cliente eficaz, não existindo contacto telefónico. O único meio disponível é um agente virtual que não responde de forma adequada nem resolve a situação, deixando o consumidor sem suporte. Importa ainda referir que, caso existam limitações de zonas de estacionamento ou pontos de paragem insuficientes na cidade, tal constitui uma falha da própria empresa e não pode, de forma alguma, ser imputada ao consumidor. Desta forma, venho solicitar: • A análise desta situação com caráter de urgência; • O reembolso integral do valor cobrado indevidamente; • A responsabilização da empresa pela falha no serviço prestado. Aguardo uma resolução célere para este problema, sob pena de recorrer a outras entidades competentes. Com os melhores cumprimentos,
Não aceitam o valor que eu consigo pagar
tenho vindo a contactar a intrum por meio de fazer um acordo de pagamentos com o valor que eu consigo pagar para puder deixar de estar em incumprimento, eles são super arrogantes é só aceitam um valor mensal muito alto do qual eu não consigo pagar , eu estou de boa fé e quero pagar mas eu falo num valor e eles negam sempre . Ou seja estou em incumprimento por culpa deles pois eles não aceitam o valor que eu posso pagar . Conseguem ajudar me a resolver isto ?
Reclamação – Domestic & General | Falta de Resolução e Cobranças Indevidas
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Domestic & General, devido ao péssimo serviço prestado e à ausência de resolução de um problema que se arrasta desde janeiro. O meu equipamento deu entrada para reparação no dia 28 de janeiro e, até à presente data, a situação continua sem qualquer resolução definitiva. Importa referir que o equipamento já me foi enviado por duas vezes sem estar em devidas condições de funcionamento, evidenciando falhas graves no processo de reparação. Atualmente, encontro-me há cerca de duas semanas à espera que o departamento competente e o serviço técnico apresentem uma conclusão definitiva, sem qualquer resposta ou esclarecimento, o que considero inaceitável. Esta situação tem causado sérios transtornos no meu dia a dia, uma vez que me encontro sem telemóvel funcional, sendo obrigada a recorrer constantemente a equipamentos emprestados. Adicionalmente, foram-me cobradas duas mensalidades da apólice sem que tenha usufruído do serviço durante esse período, o que considero indevido e injusto. Acresce ainda o facto de a empresa não disponibilizar livro de reclamações, o que levanta dúvidas quanto ao cumprimento das suas obrigações legais. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de: Garantir a resolução imediata e definitiva da situação; Assegurar o reembolso das mensalidades cobradas indevidamente; Obter a atribuição de um voucher no valor do equipamento segurado, como forma de compensação pelos prejuízos causados. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e aguardo o vosso apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Daniela Santos Apólice :AD40104724
Transferencias fraudulentas
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico em caso de fraude bancária não autorizada (PSD2) contra o Banco Santander Totta, S.A., com negação indevida de reembolso. Resumo dos fatos: - Em 28/02/2026, o meu telemóvel iPhone foi roubado desbloqueado em São Paulo (Brasil), em contexto de ameaça física (detalhado no B.O. policial brasileiro anexado). - O dispositivo permitiu acesso imediato à conta apesar de Face ID ativado (forçado na hora do roubo), resultando em transferências imediatas não consentidas no total de 14.800€ (detalhes: 8.000€, 6.400€, 400€). - Reportei o roubo e fraude imediatamente ao banco (SuperLinha/Atenção ao Cliente), procedendo ao bloqueio da conta e cartões. - Apresentei reclamação formal por email em 01/03/2026 (ref. NS 119930026), anexando B.O., prints das transações e cronologia. - Em 02/03/2026, recebi promessa de "seguimento imediato" (Carla Ribeiro), mas sem resposta substantiva. - Apresentei reclamação ao Banco de Portugal (referência PCB [insira se tiver]), aguardando análise. - no dia de hoje o Santander negou reembolso alegando autenticação forte (credenciais + Push OTP) e negligência grosseira minha (art. 115.º n.º 4 DL 91/2018), sem provar como terceiros obtiveram acesso (roubo físico + coerção explica OTP no meu telemóvel). Não houve reembolso provisório imediato (obrigatório PSD2 até 1º dia útil após notificação válida). Argumentos: - O ónus da prova da negligência grosseira é do banco (jurisprudência TR e BdP: roubo físico + autenticação forçada não é grosseira; PSD2 protege vítima salvo culpa escandalosa comprovada). - Falha de diligência do banco: não monitorou operações pós-reporte de roubo. - Histórico impecável como cliente há +10 anos (duas hipotecas, bom pagador) reforça ausência de negligência. - Valor total defraudado: 14.800€ (com possibilidade de extensão para outros danos). Pedido à DECO Proteste: 1. Intervenção imediata junto do Banco Santander Totta para reversão da negação e reembolso imediato/provisório do total (14.800€) nos termos PSD2. 2. Análise da resposta do banco e apoio na contestação (prova de negligência grosseira não apresentada). 3. Orientação sobre escalada (Livro de Reclamações, tribunal) e eventual referência a advogado parceiro que trabalhe com sucesso da causa. 4. Aconselhamento sobre direitos adicionais (danos morais, compensação por falha de segurança). Anexo: - B.O. policial brasileiro. - Emails trocados com o banco (incl. reclamação inicial e negação). - Referência da reclamação no Banco de Portugal. - Prints das transações fraudulentas. Agradeço análise urgente e contacto para esclarecimentos (5511-97684-0334] ou email Adrianovieiraromano@gmail.com). Com os melhores cumprimentos, Adriano Carlos Romano NIF 287 431 517
Cobrança indevida da eDreams
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a eDreams devido a uma cobrança indevida de 90€, referente a uma subscrição eDreams Prime, à qual nunca aderi nem autorizei, tento guardado e utilizado os meus dados bancários sem a minha autorização. Resumo dos factos: 06/03/2026: Criei conta, foi-me oferecido automaticamente um período experimental de duas semanas (sem nunca referirem que ao fim destas duas semanas seria, automaticamente, debitado um valor de 90€ do meu cartão). Neste mesmo dia fiz uma reserva de um alojamento. Quando fiz a reserva, paguei de imediato e não permeti que guardassem os meus dados bancários, até porque a eDreams também nunca pediu autorização. 07/03/2026: Cancelei a reserva. 23/03/2026: Sem qualquer aviso ou consentimento, foi-me cobrado 90€ referentes a uma suposta subscrição eDreams Prime. No mesmo dia, tentei entrar em contacto com a linha de apoio da empresa, fui redirecionado por uma (primeira atende) para o departamento do eDreams Prime onde, passado alguns minutos de espera, disseram-me que a linha estava muito ocupada e desligaram a chamada sem que eu conseguisse expor o meu problema. Importa ainda salientar que apenas hoje, após a cobrança indevida, fui verificar os vários e-mails que me enviaram a confirmar a reserva e em letras muito pequenas e no rodapé da página, existia uma menção à suposta subscrição, à qual nunca dei o meu consentimento expresso. Esta forma de comunicação não cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente, nos termos do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo inadequada para vincular o consumidor a um contrato de subscrição paga, configurando ainda uma prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Motivos da reclamação: - Cobrança indevida e não autorizada de um serviço que nunca subscrevi. - Retenção ilegal de dados bancários e uso indevido para cobranças posteriores. - Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; - Violação do dever de informação clara e transparente; - Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para livre resolução, uma vez que a cobrança ocorre exatamente após esse período. - Dado que a eDreams não solucionou a situação e se recusa a devolver o valor indevidamente cobrado, peço a intervenção da DECO para que sejam tomadas as medidas legais necessárias. Reivindicação: Exijo a devolução integral dos 90€, cobrados sem consentimento e sem informação clara e transparente. Aguardo apoio e resposta, Cumprimentos.
Reclamação Formal – Atraso Grave, Falhas de Gestão Clínica e Cancelamento de Cirurgia (Fístula Peria
Reclamação Formal – Atraso Grave, Falhas de Gestão Clínica e Cancelamento de Cirurgia (Fístula Perianal Complexa) Exmos. Senhores do Conselho de Administração do SESARAM / Gabinete de Apoio ao Utente, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo de tratamento de uma fístula perianal complexa (trans-esfincteriana de 8,5 cm), que se arrasta sem resolução definitiva há mais de um ano, com prejuízos gravíssimos para a minha saúde e sobrevivência económica. A presente reclamação não se foca no direito à greve, situação que compreendo. O objeto central desta queixa é a morosidade inaceitável, a falta de articulação entre profissionais e o facto de, apesar de todos os meus esforços pessoais e financeiros para acelerar o processo, ter sido confrontado com um novo adiamento de dois meses. Em fevereiro de 2025, fui submetido à colocação de setons, com a promessa de cirurgia definitiva (Laser) em maio de 2025. Devido à ausência da médica assistente por gravidez, o meu processo ficou "esquecido" no sistema sem que o hospital assegurasse continuidade. Só após a minha iniciativa de recorrer à Médica de Famílias(motivada pela queda de um dos setons e agravamento de sintomas)em setembro de 2025 é que o processo avançou. Fui submetido a uma nova cirurgia a 17 de dezembro de 2025 apenas para recolocação de um seton que havia caído, ficando a operação final agendada para 2026. Numa consulta a 3 de março de 2026, foi solicitada uma Ressonância Magnética Pélvica. Perante a previsão de 3 meses de espera pelo SNS, e num ato de desespero para resolver a minha situação, paguei do meu próprio bolso uma ressonância numa clínica privada, apesar de estar há quase um ano sem rendimentos por incapacidade laboral. Entreguei o resultado pessoalmente na secretaria do hospital a 17 de março. No mesmo dia, fui contactado para realizar exames pré-operatórios, que executei de imediato a 18 de março. O Incidente de 23 de março: Após confirmação telefónica na sexta-feira (dia 20), apresentei-me hoje às 07h30, em jejum e preparado. Fui mandado para casa após duas horas de espera devido à greve, com uma nova previsão apenas para maio de 2026. Impacto Socioeconómico e Clínico: Tenho apenas 31 anos e a minha vida está interrompida. Sinto dores constantes que tornam insuportável o simples ato de estar sentado, de pé ou caminhar por períodos prolongados. Fui forçado a desistir de várias propostas de trabalho, incluindo oportunidades no estrangeiro, por incapacidade física. Estar há quase um ano sem trabalhar e ainda ter de suportar custos de exames privados para tentar suprir as falhas do hospital, apenas para ver o processo "voltar à estaca zero", é uma situação insustentável e revoltante. Solicito que, dada a minha proatividade em entregar exames prontos e o facto de ter o pré-operatório realizado e válido, o meu processo seja acelerado com caráter de urgência máxima. Reforço que a Ressonância Magnética Pélvica, realizada recentemente por meios privados para agilizar este processo, reflete com precisão o meu estado clínico atual. Este exame garante à equipa médica as condições ideais para intervir de imediato. Adiar a cirurgia por mais dois meses é um risco clínico inaceitável, pois não há garantias de que o meu quadro não se agrave ou que um dos setons não volte a sair, o que invalidaria o exame atual e obrigaria a reiniciar todo este ciclo de espera e sofrimento. Exijo ser incluído na primeira vaga disponível por desistência . Na expectativa de uma resposta urgente, Funchal, 23 de março de 2026
Cobrança indevida de 20% em devolução sem desvalorização do produto
Exmo.(s) Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida com a devolução de um produto adquirido via online na vossa loja. Efetuei a compra de uma placa de fogão a gás no valor de 190€, que me foi entregue com a embalagem visivelmente mal selada e danificada, em que ainda por mais, adquiri o Serviço Frágil. No momento da entrega, questionei a transportadora, tendo-me sido garantido que o produto se encontrava devidamente acondicionado, motivo pelo qual não atribuí relevância ao estado da caixa. Posteriormente, ao abrir a embalagem, verifiquei que o produto não correspondia às minhas necessidades, pelo que procedi ao preenchimento do formulário de devolução disponibilizado pela Castro Eletrónica, o qual foi aceite. No entanto, ao deslocar-me à loja para efetuar a devolução, a mesma foi inicialmente recusada com fundamento no estado da embalagem. Após insistência da minha parte, foi-me proposta a aceitação da devolução com uma penalização de 20% sobre o valor do produto, correspondente a aproximadamente 38€, proposta essa que não aceitei. Considero esta penalização manifestamente desproporcional e injustificada. O produto nunca saiu da caixa, nem nunca foi utilizado, estando nas suas condições originais, ou seja, em perfeito estado, sem qualquer desvalorização, sendo que os danos dizem apenas respeito à embalagem exterior. Acresce que o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, não impõe que a embalagem tenha de se encontrar intacta para o exercício do direito de livre resolução. Face ao exposto, informo que não pretendo dar continuidade ao processo de devolução nas condições apresentadas, optando por resolver a situação por outros meios. Ainda assim, deixo esta reclamação formalmente registada, por considerar que a atuação da empresa não respeita os direitos do consumidor e não deve passar impune. Sem outro assunto de momento, João Costa
Discriminação
Venho por este meio reclamar de discriminação por tentar fazer passe e obter desconto devido a incapacidade de 60%, mesmo apresentando o atestado o mesmo é negado sem justificação do motivo.
produto muito diferente do anunciado
Boa tarde, fiz uma encomenda de uma blusa de linho luxuosa anunciada num site e chegou-me uma muitissimo diferente em polyester. o remetente vem de Espanha: WANB, avenida Marcelino Camacho 13 28830 San Fernando de Henares Madrid. Falo de vez em quando compra de roupas na internet e os produtos correspondem ao descrito. este porém é um verdadeiro logro (o sistema censura os termos que escolhi inicialmente). nunca tinha visto algo assim. Gostaria que a firma me devolvesse os 49,95 euros gastos num produto aparentemente bom mas que saiu um lixo e muito diferente do descrito.
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