Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
S. R.
26/09/2026

Nike: sem canal de e-mail funcional para exercer a garantia

Exmos. Senhores, Comprei uma mochila na Nike.com (Portugal) que apresentou um defeito. Quis tratar do assunto por escrito, por e-mail. - 25/09/2026: enviei a reclamação com fotos para serviceinfo.eu@nike.com, o endereço que a própria Nike indica na página de dados da empresa. Resposta: o apoio por e-mail não está disponível em Portugal. - 26/09/2026: o primeiro chat foi terminado pelo agente sem qualquer resposta. No segundo chat fui remetido para um formulário online com campos obrigatórios, incluindo telefone. - Depois do formulário, a Nike pediu-me por e-mail informações que já constavam do formulário. A minha resposta a esse e-mail foi rejeitada: "This Is an Unmonitored Mailbox". Apresentei também reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico. O e-mail é o meio normal de comunicação escrita. Chat, telefone e formulários podem existir como canais adicionais, mas não devem ser a única via para um consumidor exercer os seus direitos. Peço à Nike que disponibilize um endereço de e-mail em que as mensagens dos clientes sejam lidas e respondidas. Com os melhores cumprimentos

Em curso
A. V.
26/09/2026
Beautycos

Atraso na entrega, recusa de cancelamento e dedução injustificada de custos de devolução

Exmos. Senhores, No dia 11 de agosto de 2026, efetuei através do site da BEAUTYCOS a encomenda n.º 22000000459, no valor total de 44,85 €, confiando no prazo de entrega anunciado. A 14 de agosto, contactei a empresa porque a encomenda continuava na Alemanha. No dia 17 de agosto, perante o atraso, solicitei expressamente o cancelamento da entrega. A BEAUTYCOS recusou, alegando que a encomenda já tinha sido expedida e indicando um prazo de entrega de 4 a 6 dias úteis para Portugal. Nos dias 20 e 22 de agosto, solicitei esclarecimentos sobre as consequências de não levantar a encomenda e pedi as condições contratuais aplicáveis. A empresa informou que seria cobrada uma taxa de devolução de 12,95 €, sem indicar inicialmente a cláusula específica que justificava esse valor. A encomenda só ficou disponível para levantamento em Portugal no dia 21 de agosto, precisamente quando viajei de Lisboa para Londres. Regressei a 1 de setembro, pelo que não tive possibilidade de levantar o pacote por circunstâncias alheias à minha vontade. O registo da DHL confirma a disponibilização para levantamento em 21 de agosto e o início do processo de devolução em 1 de setembro. Apesar dos meus pedidos de esclarecimento, a BEAUTYCOS manteve a cobrança de 12,95 €, alegando tratar-se do custo real de devolução, mas não apresentou a documentação da DHL que solicitei para comprovar esse custo. A 17 de setembro, a empresa confirmou que, dos 44,85 € pagos, apenas reembolsou 19,05 €, deduzindo 12,95 € ao valor dos produtos. Continuo a contestar esta dedução e solicito esclarecimento sobre o cálculo do montante retido, a respetiva base contratual e a prova do custo efetivamente suportado. Considero injusto que me seja imputado este encargo, tendo solicitado o cancelamento antes da disponibilização da encomenda para levantamento e não tendo podido recolhê-la devido ao atraso e à minha ausência do país. Solicito a intervenção desta entidade para análise da atuação da empresa e a restituição integral dos valores pagos, ou, pelo menos, uma justificação contratual e documental clara de todos os montantes retidos. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
A. C.
26/09/2026

Venda casada??

Exmos. Senhores, ​Na qualidade de mandatário/representante legal da cliente afetada, venho por este meio apresentar RECLAMAÇÃO FORMAL relativamente aos graves factos ocorridos no vosso estabelecimento comercial situado no Barreiro, envolvendo a cliente, de 84 anos de idade, e a gerência do referido espaço. ​1. Dos Factos ​No passado mês de setembro, a cliente deslocou-se à loja Druni do Barreiro para adquirir produtos da marca Shiseido. Aquando do pagamento, o funcionário que a atendeu entregou-lhe uma oferta promocional legitimamente cedida pela referida marca de cosmética. ​Contudo, outra funcionária presente no balcão interveio e condicionou a entrega da oferta à compra obrigatória de um artigo adicional: uma máscara facial sul-coreana da marca Dr. Rejuran (marca sem qualquer relação com a Shiseido, de origem japonesa). Devido à sua vulnerabilidade e idade avançada, a cliente acedeu à compra induzida. ​No dia 24 do corrente mês, ao tomar conhecimento do sucedido, o representante da cliente deslocou-se à loja para solicitar a devolução da referida máscara e o respetivo reembolso. ​A responsável pelo estabelecimento, que se identificou posteriormente como Gerente (de nome Iara), recusando-se no entanto a exibir qualquer identificação visível, recusou a devolução sem a restituição da oferta Shiseido. Sustentou expressamente que as ofertas fornecidas pelas marcas são geridas segundo a discricionariedade da loja e que a atribuição da dita oferta estava subordinada à aquisição da máscara. ​Mais se regista que a referida funcionária adotou uma conduta manifestamente inadequada, altiva e jocosa, recusando facultar qualquer contacto da hierarquia e afirmando-se "autoridade máxima da loja" com desconhecimento da rede hierárquica. ​2. Do Enquadramento Jurídico e Ilícitos ​A conduta descrita configura violações graves e reiteradas da legislação de consumo em vigor: ​Prática Comercial Desleal e Venda Casada (Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março): É expressamente proibido subordinar a venda de um bem ou a entrega de um benefício/oferta à aquisição coerciva de outro produto. A exigência de compra de uma máscara de marca distinta para obtenção de uma oferta de produto da Shiseido constitui uma prática enganosa e agressiva. ​Violação do Dever de Informação e Boa-Fé (Lei n.º 24/96, de 31 de julho - Lei de Defesa do Consumidor): A omissão e manipulação das condições de atribuição de ofertas de marcas parceiras consubstanciam violação do dever de transparência e da boa-fé na formação dos contratos. ​Aproveitamento de Vulnerabilidade: Configura conduta censurável a exploração da boa-fé de uma cliente idosa (84 anos) para forçar o escoamento de produtos de terceiros. ​Dever de Identificação dos Funcionários: A recusa de identificação por parte da gerência viola o dever elementar de transparência no atendimento ao público. ​3. Pedido ​Face ao exposto, e sem prejuízo do seguimento do processo já iniciado no Livro de Reclamações e do envio da competente denúncia à ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) e à DGC (Direção-Geral do Consumidor), solicita-se a intervenção imediata da administração da Druni para: ​Reembolso integral e imediato do valor pago pela máscara adquirida indevidamente; ​Esclarecimento formal sobre a política da empresa quanto à gestão e distribuição de ofertas promocionais cedidas pelas marcas (nomeadamente Shiseido); ​Abertura de processo disciplinar interno à conduta e postura da funcionária Iara no atendimento ao cliente. ​Aguarda-se uma resposta no prazo legal de 15 dias. ​Com os melhores cumprimentos,

Em curso
F. P.
26/09/2026
Frutorra

Informação enganosa sobre produtos

Caríssimos, Venho denunciar a marca de frutos secos Frutorra, pela publicidade / informação enganosa que deliberadamente dá aos consumidores. Nas embalagens dos seus produtos, em torno da indicação do produto (por ex: Pistácio, Amêndoa, Caju), encontram-se repetidas menções a Portugal. A palavra "Portugal", o slogan “Naturalmente Portuguesa!”, e "Máxima qualidade e frescura!" dentro de um mapa de Portugal. Tudo isto leva a crer que se trata de uma empresa portuguesa e a comercializar produtos 'naturais' portugueses. No entanto, apenas no verso, de forma muito discreta, se encontra a informação da origem do produto ("origem: EUA", no caso do pistácio) Na verdade, dos mais de 40 produtos diferentes que comercializa, apenas dois são produzidos em Portugal (embalagens específicas de amêndoa e de noz) A esmagadora maioria dos produtos são importados de países a dezenas de milhares de quilómetros de distância, com práticas de agricultura industrial de larga escala, com uso intensivo de maquinaria e produtos químicos, e com uma pegada ambiental enorme associada ao transporte. Trata-se de informação deliberadamente enganosa, com vista a seduzir os consumidores que querem legitimamente produtos "naturais", e apoiar a economia e a produção nacional. Mais, a empresa nem sequer é portuguesa: foi adquirida em 2018 por uma multinacional espanhola (Gefusa). E, ironicamente, só depois disso lançou a nova imagem “Naturalmente Portuguesa!” Por fim, a empresa não está registada no livro de reclamaões online, como é seu dever legal. A empresa deve assumir a sua responsabilidade por dar informação enganosa, e entregar uma parte dos seus lucros assim obtidos a pequenas cooperativas agrícolas nacionais (que realmente são "naturalmente portuguesas") Deve retirar essas referências a Portugal, e deve passar a disponibilizar claramente a origem dos seus produtos. Essa transparência permitirá aos consumidores fazer escolhas informadas. Ou então passar a preferir maioritariamente produtos produzidos em Portugal (amêndoa, pistácio, amendoim, noz e vários outros podem ser produzidos cá), apoiando a produção nacional, mesmo que isso implique reduzir as suas margens de lucro para evitar um enorme aumento do preço dos seus produtos.

Encerrada
M. T.
26/09/2026

Tesla Model 3 - Problemas da viatura após entrega

Boa tarde, Venho apresentar uma reclamação relativa à entrega da minha viatura Tesla Model 3 e aos incidentes graves ocorridos apos o levantamento da mesma no dia 25/09/2026, pelas 17h00, em Vilar de Pinheiro. Cerca de 20 a 30 km após iniciar a viagem, por volta das 17h10, a viatura apresentou uma falha crítica de tração, obrigando-me a imobilizar o veículo na berma da A41. Esta situação representou um risco direto para a minha segurança e evidencia que a viatura não foi devidamente inspecionada antes da entrega. A assistência prestada pela Tesla foi inadequada. Entre 17h30 e 18h20 realizei quatro contactos sem obter solução: falta de instruções claras, operador sem falar portugues e comunicação pouco profissional. Apenas no quarto contacto foi acionado o reboque e o transporte por táxi. O reboque chegou por volta das 18h50 e o taxi por volta das 19h00. A situação causou perda de tempo de trabalho, custos adicionais, stress emocional e perda total de confianca na viatura, que considero insegura para utilização. Também resultou em perda de confiança na assistência da Tesla devido à ineficácia demonstrada. Enquanto consumidor, tenho direito a receber um produto seguro, livre de defeitos e conforme o contrato. A entrega de uma viatura nova com uma falha crítica, seguida de assistência insuficiente, viola estes principios e a legislação aplicavel à venda de bens de consumo. Solicito: Substituição da viatura, dado o defeito grave apresentado. Relatório técnico sobre a causa da falha. Compensação pelos prejuizos, incluindo tempo perdido, custos e falta de viatura para deslocação essencial. Garantia reforcada ou extensão da garantia. Inspeção técnica aprofundada antes da nova entrega. Anexo evidências relacionadas com o ocorrido. Aguardo resposta transparente e solução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Miguel Torres

Encerrada
C. S.
26/09/2026

Veiculo imobilizado na garantia

Venho apresentar uma reclamação referente ao meu Citroën ë-C4 Max, 100% elétrico, adquirido em 29/05/2026, que se encontra atualmente imobilizado na oficina da auto monumental de almada com matricula CI-50-EH devido a uma avaria que impede o normal funcionamento do veículo. O veículo deixou de ligar e não apresenta o estado “READY”, impossibilitando completamente a sua utilização. O veículo foi encaminhado para a assistência da Citroën, tendo sido entregue para diagnóstico e reparação no dia 08/09/2026 No entanto, fui informado de que a intervenção apenas poderia ser realizada muito mais tarde no dia 08/10/2026, tendo-me sido indicado inicialmente um prazo que considero manifestamente excessivo face à gravidade da situação e ao facto de o veículo estar dentro do período de garantia. A situação é particularmente grave porque o veículo é utilizado profissionalmente para atividade TVDE, constituindo uma ferramenta essencial para o exercício da minha atividade profissional. A sua imobilização representa, portanto, não apenas um incómodo pessoal, mas também uma perda efetiva de utilização e de rendimento profissional. Desde o início procurei resolver a situação de forma amigável, mantendo contacto com as entidades envolvidas e tentando obter uma solução rápida. Inclusivamente, foram deixados os meus contactos para que fosse verificada a possibilidade de antecipar a intervenção. Apesar disso, continuo sem uma solução concreta e sem uma previsão razoável para a reparação. Já apresentei reclamações através do Livro de Reclamações, incluindo reclamação relacionada com a situação, precisamente porque considero que a resposta e o tempo de resolução não são adequados às circunstâncias. Desta forma, solicito formalmente à Citroën: Diagnóstico e reparação do veículo com caráter de urgência, considerando que o veículo está imobilizado e dentro da garantia; Uma data concreta e próxima para a conclusão da reparação, e não apenas uma previsão indefinida; Uma explicação formal sobre a causa da avaria e sobre o motivo pelo qual o veículo permaneceu imobilizado durante este período sem uma solução; A disponibilização de uma solução de mobilidade adequada durante o período de imobilização, tendo em consideração que o veículo é utilizado profissionalmente em TVDE; A análise da minha situação relativamente aos prejuízos decorrentes da impossibilidade de utilização do veículo, incluindo a perda de utilização profissional; Uma resposta formal por escrito à presente reclamação. Reforço que não se trata de uma avaria decorrente de qualquer alteração ou intervenção da minha parte no veículo. O automóvel encontra-se dentro da garantia e necessito que a situação seja tratada com a urgência e responsabilidade esperadas de uma marca como a Citroën. Caso não seja apresentada uma solução adequada e célere, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor, bem como de procurar o devido aconselhamento jurídico relativamente aos prejuízos causados pela imobilização do veículo. Aguardo uma resposta concreta e uma solução efetiva, e não apenas um novo encaminhamento ou uma previsão de atendimento.

Encerrada
e. p.
26/09/2026

Devolución 8907643 não recolhida e reembolso em atraso

No dia 14 de setembro de 2026 recebi uma encomenda da The Masie com duas cadeiras de bar. Apenas algumas horas depois, submeti um pedido de devolução através do website, dentro do prazo legal de 14 dias. Número da encomenda: UQENWPFWC As cadeiras estão completamente novas, nunca foram montadas nem utilizadas e permanecem na caixa original. Hoje, 26 de setembro, continuo sem qualquer data de recolha. No website, a devolução aparece registada como estando a aguardar a receção dos artigos, mas a transportadora ainda não os recolheu. Depois de várias tentativas de contacto, consegui falar com o apoio ao cliente na quarta-feira, dia 23 de setembro. A funcionária informou-me de que uma recolha normalmente demora cerca de uma semana, mas não conseguiu explicar por que motivo, no meu caso, já tinha passado mais tempo. Apenas disse que a transportadora entraria em contacto comigo “na semana seguinte”, sem indicar qualquer dia ou horário. Entretanto, continuo obrigada a guardar uma caixa de grandes dimensões dentro de casa, sem saber quando será recolhida, e o meu dinheiro continua na posse da empresa. Também tentei apresentar uma reclamação através do Livro de Reclamações em Portugal, mas não consegui localizar a The Masie através do nome, website ou número de telefone disponibilizado pela própria empresa. Na prática, isto deixa-me dependente da “boa vontade” da empresa para organizar a recolha e devolver o meu dinheiro, apesar de eu ter exercido corretamente e dentro do prazo o meu direito de devolução. Solicito a recolha imediata, com uma data concreta, e o reembolso integral sem mais atrasos. Caso a empresa não consiga organizar a recolha rapidamente, considero que o reembolso deverá ser efetuado de imediato e a recolha organizada posteriormente.

Encerrada
A. M.
25/09/2026

Fotografia da Pulseira com defeito

Assunto: Reclamação – Pulseiras personalizadas recebidas com defeitos Exmo. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma encomenda de pulseiras personalizadas que, apesar das várias tentativas de resolução junto do vendedor, continua a apresentar problemas. A encomenda foi efetuada no dia 31/08/2026 e recebida no dia 14/09/2026. Após a receção, verifiquei que uma das pulseiras apresentava a fotografia pouco nítida e com riscos no rosto. Na sequência desta situação, contactei o vendedor e procedi ao envio das pulseiras para análise. As mesmas foram recebidas pelo Fábio Costa, tendo-me sido indicado que seriam analisadas e se preciso corrigidas. No entanto, não recebi qualquer informação posterior sobre o resultado da análise ou sobre a intervenção realizada, para além da correção das foros dos dois cartões que reconheceram que vieram com as fotos erradas. No dia 25/09/2026, recebi novamente as pulseiras, após ter recebido o aviso de entrega dos CTT. Contudo, para minha surpresa, o problema não foi resolvido: uma das pulseiras apresenta a fotografia demasiado escura e a outra continua a apresentar um risco no rosto, e a fotos dos dois cartões continuam incorretas. Considero particularmente insatisfatório que, depois de ter comunicado o problema e enviado novamente as pulseiras para análise, o produto tenha sido devolvido sem que os defeitos tenham sido devidamente corrigidos. Tentei resolver a situação diretamente com o vendedor, mas, até ao momento, não foi apresentada uma solução satisfatória. Pretendo, por isso, solicitar a intervenção da DECO no sentido de me ser assegurada uma solução adequada para o problema, nomeadamente a substituição das pulseiras por produtos em conformidade com o que foi encomendado ou a devolução das pulseiras e o reembolso. Acrescento ainda que ao finalizar a compra não me foi emitida a fatura, somente o número de encomenda 82973. Junto, se necessário, fotografias que comprovam os defeitos apresentados pelas pulseiras, bem como os comprovativos relativos à encomenda e às comunicações efetuadas. Agradeço a atenção dispensada e aguardo a vossa orientação relativamente aos procedimentos a seguir.

Em curso
S. S.
25/09/2026

Incumprimento Contratual Crítico – Produto Não Entregue e Retenção de Valores

No final do ano de 2024, efetuei a compra de um frigorífico na loja Worten do Mar Shopping, tendo pago a totalidade do valor do equipamento. Ficou contratualizado e acordado com a loja que o produto ficaria guardado nas vossas instalações para uma entrega posterior. Passado algum tempo, verifiquei que o frigorífico foi descontinuado pela marca, sem que eu tivesse recebido qualquer aviso ou contacto por parte da Worten. Desde então, tentei resolver a situação diretamente na loja física e através da linha de apoio ao cliente, sem qualquer sucesso. Perante a ausência de soluções, escalei o caso para a Provedoria do Cliente da Worten. Para meu espanto, a resposta da Provedoria tem sido evasiva, chegando ao cúmulo de alegar falsamente que o equipamento já foi entregue. Esta afirmação é categoricamente falsa. Nunca recebi o equipamento, nunca assinei nenhuma guia de entrega e o frigorífico continua em posse da Worten (ou foi vendido a terceiros).Visto que a Worten não consegue entregar o bem que comprei por estar descontinuado, e visto que estão a reter o meu dinheiro sem justificação legal, exijo, ao abrigo da legislação de defesa do consumidor: A resolução imediata do contrato de compra e venda por incumprimento definitivo por parte da Worten. O reembolso integral e imediato do valor pago, por via de transferência bancária, no prazo máximo de 14 dias. Caso a situação não seja resolvida de imediato, ou com a entrega dum produto de capacidade igual ou superior, avançarei com o processo formal junto do CICAP (Centro de Informação de Consumo e Arbitragem do Porto) e com uma queixa-crime por apropriação indevida.

Resolvida

Assistencia em Viagem

Exmos Senhores, Tive problema com meu veiculo numa viagem a Beja e o carro precisou ser carregado para uma oficina em Leiria, meu local de residência temporária. Fui informado que a entrega poderia levar até 10 dias, sendo que o prazo legal seria 5 dias uteis, isso ocorreu no domingo dia 13/09, desde terça feira 22/09 a seguradora está informando que o carro está a caminho e deve chegar nesse dia, não chegou. Na quarta e quinta feira a mesma coisa. Hoje , sexta feira 25/09 informaram que o carro chegaria a oficina até o horário de almoço, são 18:22 e o carro não chegou. Foi concedido carro extra que a apólice oferece por 3 dias, depois pela demora consegui mais 2 dias, porém, embora o carro não foi entregue na oficina para ser consertado ainda, a seguradora não me atende com carro reserva mais. Diz que já atingi o limite contratual, mas eles também estouraram o limite contratual de entrega do carro. Estou a ter prejuízos com aluguel de carro, com dissabores com a companhia de seguros e com minha viagem de retorno das férias, pois moro no Brasil e teria viagem de volta marcada para 30/09, mas como posso viajar se nem sequer sei onde está meu carro? Estou sendo tratado com muita falta de profissionalismo e de respeito por parte da seguradora. Acredito que eles tenham processos e normas a seguir e não estão agindo como se tivessem. A negligencia é gritante. Preciso de ajuda para ter meus direitos respeitados. obrigado

Encerrada

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