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Fraude - Criação de Cartão de Crédito sem consentimento
Venho por este meio apresentar uma reclamação referente a uma situação ocorrida recentemente no Shopping Espaço Guimarães com um agente de nome Dário, representante do Unibanco. Fui abordado por um agente que me informou que iria apenas realizar um estudo para verificar se eu seria elegível para um crédito, sem qualquer compromisso. Para tal, foram solicitados os meus dados pessoais, incluindo o meu Cartão de Cidadão, que chegou a ser inserido num leitor. Contudo, no momento em que o agente solicitou o meu IBAN, percebi que o procedimento realizado não correspondia ao prometido. De facto, o que estava a ser feito era uma adesão a um cartão de crédito em meu nome, sem o meu consentimento. Ao identificar essa situação, interrompi imediatamente o processo e abandonei o local. Posteriormente, recebi uma notificação indicando que o pedido de adesão ao cartão foi interrompido por falta de dados — precisamente o IBAN que me recusei a fornecer. Quero deixar claro que nunca autorizei a criação de qualquer cartão de crédito, nem a utilização dos meus dados pessoais para esse fim. Considero esta situação grave, inadequada e contrária às práticas de transparência que se esperam de uma instituição financeira. Solicito que esta ocorrência seja devidamente investigada, que os meus dados não sejam utilizados para qualquer adesão não autorizada e que me seja enviada uma confirmação formal de que nenhum produto financeiro foi ou será ativado sem a minha expressa autorização. Aguardo uma resposta célere e adequada. Com os melhores cumprimentos, Hugo Ferreira
Falta de água desde dia 20 novembro
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e indignação relativamente ao serviço prestado pela EPAL no âmbito da alteração de titularidade do meu contrato, processo que se transformou numa situação inaceitável e totalmente absurda. Após pedir informações à EPAL sobre como proceder à alteração de titularidade, fui informado de que teria obrigatoriamente de rescindir o contrato existente e celebrar um novo. Segui exatamente as instruções dadas e dia 20 de novembro, os técnicos deslocaram-se ao local para retirar o contador. Desde então, estou sem acesso a água potável. Desde essa data até hoje, 1 de dezembro, já recebi informações contraditórias e sucessivas falhas por parte dos vossos serviços. Em duas ocasiões diferentes, os técnicos afirmaram que o problema estava num “alegado” entupimento do tubo que leva água para dentro da habitação, tendo-me sido dito que deveria contratar um canalizador privado. Fiz exatamente isso, tive custos adicionais e, afinal, o canalizador confirmou que não existia qualquer entupimento e que toda a instalação estava em perfeitas condições. Importa ainda referir que antes de retirarem o contador no dia 20, eu tinha água em casa com bastante pressão, o que demonstra claramente que essa justificação nunca fez sentido. Hoje de manhã, para agravar ainda mais a situação, fui informada de uma nova explicação completamente diferente: que o contador “não cabe” no local porque os tubos estão demasiado juntos e precisam de ser afastados. Ou seja, afinal o problema nunca foi o tubo entupido, mas sim uma questão técnica que compete exclusivamente à EPAL resolver. E mais uma vez me dizem que tenho de reagendar, prolongando ainda mais um problema que dura há quase duas semanas. O técnico que esteve no local pelas 14h referiu que o local do contador é de serviços comuns e por isso não chega água a casa, o que mais uma vez é impossível tendo em conta que sempre teve o contador neste local e antes de ser retirado dia 20 de novembro havia água dentro de casa. Para concluir, o técnico que esteve no local pelas 20h de hoje, dia 1 de dezembro, referiu que poderia ser devido ao termo acumulador, uma remodelação da casa (referi de seguida que não aconteceu). O técnico contactou um superior (Tiago) que referiu que dentro de 30 minutos estaria no local. No entanto, passadas 2 horas continuo à espera que o superior chegue para resolver a situação. Mais uma vez, após 5 técnicos de deslocarem ao local, a situação não ficou resolvida. Durante todo este período, estou a viver sem água, o que significa que não posso tomar banho, não posso lavar roupa, não posso cozinhar, não posso lavar loiça, e nem sequer posso puxar o autoclismo. Esta situação é completamente insustentável, ultrapassa todos os limites do razoável e demonstra uma total falta de coordenação, responsabilidade e respeito pelo cliente. Exijo uma resolução imediata e prioritária desta situação, com reposição urgente do abastecimento de água e correção dos erros cometidos pelos vossos serviços. Exijo igualmente que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja dada uma resposta por escrito, dado o gravíssimo impacto que esta falha da EPAL está a ter no meu dia a dia. Cumprimentos.
Falta de água desde 20 de novembro
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e indignação relativamente ao serviço prestado pela EPAL no âmbito da alteração de titularidade do meu contrato, processo que se transformou numa situação inaceitável e totalmente absurda. Após pedir informações à EPAL sobre como proceder à alteração de titularidade, fui informado de que teria obrigatoriamente de rescindir o contrato existente e celebrar um novo. Segui exatamente as instruções dadas e dia 20 de novembro, os técnicos deslocaram-se ao local para retirar o contador. Desde então, estou sem acesso a água potável. Desde essa data até hoje, 1 de dezembro, já recebi informações contraditórias e sucessivas falhas por parte dos vossos serviços. Em duas ocasiões diferentes, os técnicos afirmaram que o problema estava num “alegado” entupimento do tubo que leva água para dentro da habitação, tendo-me sido dito que deveria contratar um canalizador privado. Fiz exatamente isso, tive custos adicionais e, afinal, o canalizador confirmou que não existia qualquer entupimento e que toda a instalação estava em perfeitas condições. Importa ainda referir que antes de retirarem o contador no dia 20, eu tinha água em casa com bastante pressão, o que demonstra claramente que essa justificação nunca fez sentido. Hoje de manhã, para agravar ainda mais a situação, fui informada de uma nova explicação completamente diferente: que o contador “não cabe” no local porque os tubos estão demasiado juntos e precisam de ser afastados. Ou seja, afinal o problema nunca foi o tubo entupido, mas sim uma questão técnica que compete exclusivamente à EPAL resolver. E mais uma vez me dizem que tenho de reagendar, prolongando ainda mais um problema que dura há quase duas semanas. O técnico que esteve no local pelas 14h referiu que o local do contador é de serviços comuns e por isso não chega água a casa, o que mais uma vez é impossível tendo em conta que sempre teve o contador neste local e antes de ser retirado dia 20 de novembro havia água dentro de casa. Para concluir, o técnico que esteve no local pelas 20h de hoje, dia 1 de dezembro, referiu que poderia ser devido ao termo acumulador, uma remodelação da casa (referi de seguida que não aconteceu). Mais uma vez, após 5 técnicos de deslocarem ao local, a situação não ficou resolvida. Durante todo este período, estou a viver sem água, o que significa que não posso tomar banho, não posso lavar roupa, não posso cozinhar, não posso lavar loiça, e nem sequer posso puxar o autoclismo. Esta situação é completamente insustentável, ultrapassa todos os limites do razoável e demonstra uma total falta de coordenação, responsabilidade e respeito pelo cliente. Exijo uma resolução imediata e prioritária desta situação, com reposição urgente do abastecimento de água e correção dos erros cometidos pelos vossos serviços. Exijo igualmente que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja dada uma resposta por escrito, dado o gravíssimo impacto que esta falha da EPAL está a ter no meu dia a dia. Cumprimentos.
Reclamação formal relativa a cobrança indevida de taxa de bagagem, conduta abusiva
Venho, pela presente, apresentar uma reclamação formal, grave e juridicamente fundamentada, relativa ao tratamento abusivo, intimidatório e discriminatório de que fui alvo por parte de uma vossa funcionária no momento do embarque do voo abaixo identificado. Data do voo: 01/12/2025 Número da reserva (PNR): KSTLJZ Número do voo: FR3047 Origem: Cracóvia (KRK) Destino: Porto (OPO) Lugar: 05A Hora prevista de partida: 11h15 Comprovativo da taxa cobrada: Recibo KSTLJZ-02 – 240 PLN (emitido em 01/12/2025) 1. – DOS FACTOS Após o meu boardingpass já ter sido validado e a minha identificação devidamente verificada — encontrando-me já a poucos metros da porta da aeronave — fui subitamente abordado por um funcionário masculino da Ryanair, que me informou que teria de regressar para medir a minha mala de mão. Até esse momento não me havia sido transmitida qualquer irregularidade. Não obstante, cumpri imediatamente a instrução. Contudo, o que se seguiu constituiu um episódio de extrema arbitrariedade, com contornos de abuso de autoridade e que me provocou um profundo sentimento de humilhação, constrangimento e apreensão, totalmente incompatível com os padrões mínimos de conduta exigíveis no setor da aviação civil. A funcionária que tomou posteriormente o controlo da situação exibiu um comportamento inaceitavelmente hostil, com características que passo descrever; adotou desde o primeiro momento um tom agressivo, autoritário e intimidatório, elevando a voz perante todos os presentes; ameaçou-me repetidamente de que não embarcaria caso não efetuasse de imediato o pagamento de uma taxa que nunca conseguiu justificar de forma objetiva; estabeleceu um limite absurdo de “1 minuto para pagar”, num claro ato de pressão psicológica, completamente desproporcional e injustificado; ignorou o seu próprio colega — o funcionário que inicialmente me abordou — que, após eu vestir duas peças de roupa retiradas da mala, confirmou que a mesma se enquadrava nas dimensões aprovadas; permitiu a passagem de outros passageiros antes de mim, como forma de humilhação pública e demonstração de poder; ordenou uma segunda medição arbitrária e repetiu de forma agressiva que “não dava”, apesar de não apresentar qualquer critério objetivo; gritou comigo em público, num tom vexatório, intimidante e profundamente desrespeitoso. Saliento que, após vestir as duas peças de roupa, a mala encaixou perfeitamente nos limites estabelecidos, conforme comprovado por mim e por testemunhas. Já dentro da aeronave, registei em vídeos e fotografias que a mala cabia sem qualquer esforço debaixo do assento, sobrando ainda espaço livre — prova inequívoca de que não existia qualquer excesso nem violação das normas da Ryanair. A atuação da funcionária não só contraria frontalmente todas as normas internas e legais aplicáveis, como revela um comportamento de abuso deliberado, perseguição pessoal e exercício ilegítimo de autoridade, traduzindo-se numa cobrança totalmente indevida. O episódio foi emocionalmente exaustivo, gerando ansiedade real, medo de perder o voo e profundo constrangimento público, sentimentos absolutamente inaceitáveis num serviço de transporte público essencial. Pude ainda observar que vários outros passageiros do mesmo voo foram igualmente alvo de medidas idênticas, indiciando não um caso isolado, mas sim um padrão reiterado de práticas abusivas. A forma profundamente desrespeitosa, agressiva e intimidatória como fui tratado compromete seriamente a confiança que um passageiro deve poder depositar numa transportadora aérea. Um incidente desta gravidade não pode permanecer impune, sob pena de perpetuar um padrão que viola direitos fundamentais dos consumidores e põe em causa a credibilidade da companhia.
Burla
A Eurocupon continua a fazer debitos indevidos a minha conta .. esta empresa atua de má fé com as pessoas. Tenho os compvativos dois a três mês . Que Eurocupon faz trapasas com débitos diretos .. agora tenho provas .. junto ao extratos bancários de sua ação . Os valores ultrapassa o valor real a ser debitado. Cuidado com essas empresa .
Reclamação por cobrança indevida e ativação de subscrição sem consentimento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a cobranças indevidas realizadas pela empresa CVMaker e à ativação de uma subscrição que nunca autorizei. No dia 30 de agosto de 2025, utilizei o serviço da CVMaker para elaborar um currículo, tendo efetuado o pagamento único de 1,99 €, valor que me foi apresentado como custo do serviço disponibilizado no momento. Em nenhum momento me foi informado, de forma clara, destacada e inequívoca, que estaria a subscrever qualquer tipo de plano periódico, muito menos uma subscrição mensal no valor de 19,99 €, com renovações automáticas. Não celebrei qualquer contrato de subscrição, não fui informado de qualquer período experimental que se convertesse posteriormente num pagamento recorrente, nem prestei consentimento explícito para a associação do meu cartão bancário a uma renovação automática. Assim, considero que qualquer renovação ou débito subsequente constitui uma cobrança não autorizada. Tenho recebido notificações a informar que teria valores em atraso, num total de 40 €, relativos a esta suposta subscrição mensal. Tais valores não foram por mim aprovados, autorizados ou contratualizados. Face ao exposto, venho solicitar formalmente: Cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados pessoais ou meio de pagamento, com efeitos retroativos à data da cobrança indevida. Confirmação por escrito de que não existe qualquer valor pendente em meu nome. A regularização desta situação no prazo máximo legalmente previsto. Mais informo que, caso esta situação não seja devidamente resolvida, reservo-me o direito de: Apresentar reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico, Reportar o caso às entidades de defesa do consumidor competentes, Aguardo resolução célere e adequada da situação. Com os melhores cumprimentos.
Atraso na reparação e recusa da substituição do equipamento
No dia 28/09/2025 entreguei o meu portátil ASUS Vivobook Pro M6500QC-R75AO35AB2 na loja Worten do Maia Jardim para reparação ao abrigo da garantia legal. O prazo máximo legal de 30 dias (DL 84/2021) foi ultrapassado, tendo já passado 64 dias sem qualquer contacto proativo da Worten sobre o estado da reparação ou previsão de conclusão. Esta falta de comunicação gerou grande transtorno e demonstra ausência de clareza no serviço prestado. Após ultrapassado o prazo legal, solicitei a substituição do equipamento. No entanto, não me foi apresentada nenhuma alternativa verdadeiramente equivalente ao produto original. As respostas fornecidas foram inconsistentes e contraditórias, e a Worten deixou de responder aos meus emails desde 11 de novembro. Até hoje desconheço o paradeiro do meu equipamento e continuo sem solução. Existe no catálogo da Worten um modelo adequado para substituição - o ASUS TUF FX608JMR (i7-14650HX, RTX 5060, 32 GB RAM, 1 TB, 16'') - que corresponde às características do equipamento entregue, nomeadamente ao design, ao contrário das opções sugeridas. À data dos últimos contactos, este modelo tinha uma diferença de apenas cerca de 100 euros face a outros modelos propostos pela Worten, tornando-se uma alternativa justa e equilibrada. A recusa da Worten em considerar esta opção prejudicou o consumidor e prolongou desnecessariamente o processo. Face a isto, reitero o pedido de substituição por um equipamento verdadeiramente equivalente e/ou a atualização sobre o estado da reparação do meu equipamento original, com uma data definitiva para a entrega, de forma a que possa existir uma resolução imediata do processo, cujo atraso e falta de clareza têm gerado um prejuízo evidente e injustificado.
Diminuição da Transparência e Dificuldade na Conferência do Cashback por Transação
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar a minha insatisfação e reclamação referente à recente alteração na forma de apresentação do cashback (reembolso) associado ao Cartão Universo. A alteração em causa, que foi anunciada, refere que: "A funcionalidade de ver o cashback em cada transação deixou de estar disponível. Agora, pode acompanhar o valor total acumulado em cashback através do seu extrato mensal, logo na primeira página, no bloco informativo 'Este mês ganhou com o Universo'. Desta forma, continua a ter visibilidade sobre o montante que poupou ao longo do mês." Esta medida é inaceitável por minar o princípio da transparência e a capacidade de conferência do serviço. O meu argumento é que: Esta alteração torna-se impossível conferir se, de facto, o valor de cashback foi devolvido em cada uma das transações elegíveis, sendo que recorrentemente há erros, como é evidente por uma rápida pesquisa de reclamações. Sendo que antes era possível ver os descontos tanto na aplicação (APP) como no extrato detalhado, isto não me parece ser uma limitação do serviço (técnica ou operacional). Trata-se, antes, de uma diminuição da transparência que deveria ser prestada aos clientes, e que outros cartões de crédito e programas de fidelização prestam de forma sistemática e detalhada. Solicito, por isso, que esta decisão seja revista e que seja reposta a funcionalidade que permite a visualização detalhada do cashback por transação, de modo a garantir a rastreabilidade e a transparência do serviço contratado. Aguardo um parecer e as medidas correctivas a tomar em defesa dos consumidores.
Rescisão de contrato
Eu sou cliente meo desde Novembro de 2024 tinha celebrado um contrato no vslor de 55 euros o pacote inclui tv wifi telefone fixo e telemóvel, tenho tido muitos constrangimentos com a opersdora acontece que a minha fibra está avariada ha tres meses ja tinha sido solicitado reparação mas queriam me cobrar 50 euros sendo que a avaria para alem de ser interior tambem é exterior, para alem disso em outubro a meo cobrou me o um valor em duplicado de sensivelmente 62 euros na altura só foram devolvidos quase 1 mes apos a cobrança tenho feito vsrias deslocações há loja devido a esses problemas tenho um telefone fixo averbado ao contrato que nunca me foi fornecido há 2 semanas pensei em fazer um contrato com outra operadora ja fiz a portabilidade do meu número de telemóvel desde que tratei disso fartei me de receber telefonemas da meo inclusive de numeros anónimos o tema desses telefonemas foi sempre a querer oferecer novos contratos oferecer 1 mensalidade gratuita e a reparação tecnica gratis e recusei e informei que queriz cancelar o contrato fui à loja pedi para cancelar e agendaram 1 chamada recebi a chamada quisersm oferecer me o pacote m3 eu tive quase para aceitar mas mudei de ideias pois s meo em d0ze meses so me enviou 1 fatura com o valor contratual mesmo retirando as taxas dd atrasos ou algo do tipo faturas quase sempre em valores de 80 90 euros é inadmissivel visto que estáo e incumprimentos contratuais eu neste momento tenho 2 fatueas a pagamento mas quero ser contactado para cancelar o contrato e puder liquidar então as dividas espero que a meo tenha em conta do facto de os serviços não estarem a ser gozados e façam o desconto dos mesmos e n tenciono pagar serviços prestados desde o dia 24/11/2025 dia em que a portabilidade do telemóvel foi feita visto que os outros serviços estão indisponíveis já tentei contactar a meo mas srmpre sem sucesso acabo por focar em espera 20 minutos e a chamada vai a baixo exijo as gravações das chamadas feitas entre mim e a meo e exijo o meu contrato revogado e sem ter que pagar taxas visto o incumprimentos contual da operadora caso contrário não pagarei nada
Produtos danificados
Exmos senhores. No dia 6/11/25 fiz uma compra de uma máquina de secar no site da Cecotec no dia 18/11 foi entregue a primeira máquina e no dia 19/11 quando fui utilizar por primeira vez a mesma fazia muito barulho. Contactei a marca e procedimos a trocar. No dia de hoje 01/12 foi feita a troca do equipamento levaram o anterior e entregaram o novo e passado 2 horas fui experimentar e este faz um barulho como de alguma coisa solta e está danificada no exterior. Peço alguma solução pois já foram duas máquinas danificadas pelo que já não quero mesma pois deveriam rever o lote. Peço alguma solução.
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