Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. S.
30/09/2026
Bom Saldo

Burla: Empresa Não Existente

Exmos. Senhores, No dia 12/08/2026 fiz uma compra online duma árvore para gatos em madeira através do site bomsaldo.pt, pagando na hora por MBWay. A encomenda (nº36064) de valor 24,99€ nunca chegou, aliás, nem a encomenda nem fatura nem recibo nem nada. Recebi apenas um e-mail a confirmar que receberam o pedido e estava em espera até que pudessem confirmar que o pagamento foi processado (um pouco estranho visto que o Mbway cai logo na hora). Nesse mesmo e-mail vem um resumo do pedido, a morada de cobrança, indica um contacto via e-mail caso haja algum problema com o pedido e mais nada: não tem fatura/recibo, não tem indicação de quanto tempo demora a entrega. Não houve mais e-mail nenhum por parte de BomSaldo, então a 24/08/2026 enviei um e-mail para contato@bomsaldo.pt a informar deste sucedido todo (que o pagamento tinha sido feito e recebido, mas a encomenda não) e a pedir a devolução do meu dinheiro, contudo não tive qualquer resposta. Dois dias depois, ora a 26/08/2026, fui ao site bomsaldo.pt e tentei ligar para o número lá indicado (+351 927 734 229), número esse que tenho ligado todos os dias desde então e diz sempre “o número para o qual ligou não tem voicemail ativo”, independentemente da hora. Tentei fazer reclamação no livro de reclamações disponível no site, mas não foi possível pois quando fui a preencher os dados, dava como empresa não existente (tanto através do nome Bom Saldo, como através do nome do responsável presente no site Frederico Leandro de Oliveira como através do contribuinte particular 336736369). Foi aí que enviei novo e-mail a repetir o que já disse anteriormente e que, caso não tivesse resposta nenhuma, iria apresentar uma queixa na polícia. Mais uma vez, não houve resposta alguma, então, a 04/09/2026 enviei SMS para o número acima indicado a exigir a devolução do dinheiro duma encomenda que nunca chegou, voltei a ligar várias vezes e nada. Já não sei o que fazer, ainda levantei a hipótese de a pessoa estar de férias e não responder por esse motivo, mas já passou Agosto, já passou Setembro e nada. Está incontactável, a empresa não tem contribuinte empresarial nem existe em lado nenhum, por isso só me resta assumir que se trata de uma burla. Quero o meu dinheiro de volta, pois cumpri com os prazos indicados para tal, contactei através dos canais disponíveis e paguei por um produto que não recebi, ou irei tomar sérias medidas legais. Cumprimentos.

Encerrada
A. A.
30/09/2026

Conforama – Falta de resposta e solução

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho com a Conforama desde Junho de 2026 e que continua sem resolução. Pretendia adquirir mobiliário para a minha residência nos Açores, nomeadamente: * 1 Roupeiro; * 2 mesas de cabeceira; * 1 cómoda. Desde o primeiro contacto, o processo tem sido marcado por sucessivos erros, respostas demoradas e informação contraditória. Apesar de ter indicado repetidamente a referência exacta do roupeiro pretendido, a Conforama enviou sucessivos orçamentos com referências erradas. Cheguei a enviar prints do próprio website para deixar claro qual era o artigo pretendido, mas os erros continuaram. As respostas demoraram frequentemente vários dias e, em algumas situações, semanas. A empresa não dispõe de uma linha telefónica que permita ao cliente resolver rapidamente estas questões, pelo que toda a comunicação se tornou extremamente demorada. Posteriormente, foi apresentada uma solução através de um transitário. No entanto, o primeiro orçamento de transporte que nos foi apresentado nem sequer correspondia à ilha correcta dos Açores. Durante o processo foram também apresentadas justificações relacionadas com as férias/indisponibilidade do transitário durante o mês de Agosto. Mais tarde, durante uma chamada telefónica, foi-nos inclusivamente sugerido que procurássemos nós próprios um transitário. Considero esta situação inadequada, uma vez que não temos qualquer relação contratual com o transitário escolhido pela empresa nem consideramos que seja responsabilidade do cliente resolver a logística necessária para concretizar uma compra à Conforama. Após vários meses de contactos e sucessivos erros, enviei uma reclamação formal à empresa. Na sequência dessa reclamação, fui contactada telefonicamente pela Conforama na manhã de 20 de Setembro de 2026. Durante essa chamada foi-me transmitido, pela primeira vez, que o roupeiro pretendido apenas poderia ser adquirido através da loja online. Esta informação nunca nos tinha sido comunicada anteriormente, apesar de o primeiro contacto ter ocorrido em Junho e de, desde então, termos realizado vários contactos precisamente para obter um orçamento e concretizar a compra. O problema é que o website da Conforama não permite aparentemente concluir uma encomenda quando é introduzido um código postal dos Açores. Ou seja, depois de meses a tentar obter um orçamento, somos agora informados de que o artigo apenas pode ser comprado online, quando o próprio sistema online não permite aparentemente concluir a compra para uma morada nos Açores. Durante todo este período nunca fomos informados de que existia esta limitação. Pelo contrário, continuaram a ser apresentados orçamentos, referências de produtos e soluções de transporte, levando-nos a acreditar que a compra poderia ser concretizada. A chamada telefónica de 20 de Setembro acabou também por ser interrompida a meio da conversa. O número através do qual fomos contactados não permite efectuar uma chamada de retorno e, apesar de a comunicação ter sido interrompida, não houve posteriormente qualquer tentativa da Conforama para voltar a contactar-nos e concluir a conversa. Após essa chamada enviei novo email à empresa, com o assunto “Reclamação formal – esclarecimento adicional sobre a comunicação de 20/09 e impossibilidade de concretização da encomenda”, onde solicitei esclarecimentos concretos sobre a impossibilidade de compra online nos Açores, desde quando existe essa limitação, por que motivo nunca nos foi comunicada e qual a solução disponibilizada pela empresa. Até à presente data não obtive qualquer resposta a esse email. Importa esclarecer que não efectuei qualquer pagamento à Conforama, pelo que não existe prejuízo financeiro directo. O problema é que, desde Junho, temos perdido tempo e realizado sucessivos contactos para tentar concretizar uma compra, sem que a empresa tenha conseguido apresentar uma solução clara. Gostaria, por isso, de solicitar à DECO PROteste apoio na análise desta situação e esclarecimento sobre os meus direitos enquanto consumidora residente nos Açores. Em particular, gostaria de saber: 1. Se a impossibilidade de efectuar uma encomenda online utilizando um código postal dos Açores é compatível com as regras aplicáveis às vendas online e ao bloqueio geográfico. 2. Se uma empresa pode disponibilizar um produto na sua loja online e simultaneamente impedir que um consumidor residente nos Açores conclua a compra através do website. 3. Se a empresa tem obrigação de informar previamente e de forma clara os consumidores de que determinado artigo não pode ser adquirido ou entregue nos Açores. 4. Se é legítimo transferir para o consumidor a responsabilidade de encontrar um transitário para concretizar a entrega. 5. Que mecanismos posso utilizar para obter uma resposta formal da empresa e, caso necessário, avançar para resolução do conflito através de uma entidade competente. Tenho disponíveis para apresentar toda a documentação relevante, incluindo o histórico de emails desde Junho, os diferentes orçamentos enviados pela Conforama, o orçamento do transitário com a ilha incorrecta, os prints enviados à empresa, screenshots do website e do problema com o código postal dos Açores, bem como os emails de reclamação enviados e a ausência de resposta ao último contacto. Agradeço a análise da situação e a indicação dos passos que devo seguir para defender os meus direitos enquanto consumidora.

Encerrada
V. P.
30/09/2026

Encomenda não entregue

Nº de Encomenda : 2104718 Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento relativamente à entrega da máquina que adquiri no dia 22/09/2026 no site Castro Electrónica. A empresa deslocou-se à minha residência numa data que não estava previamente agendada nem acordada comigo, pelo que não me encontrava em casa. No site agendei a entrega para hoje dia 30/09/2026, na qual permaneci disponível para receber a encomenda, mas a máquina não foi entregue. Contactei a linha de apoio ao cliente, e fui informada de que, para agendar uma nova data de entrega, será necessário efetuar o pagamento de um novo custo. Não considero esta cobrança aceitável, uma vez que não fui responsável pela primeira deslocação em data não agendada e, posteriormente, a entrega não foi realizada na data que estava efetivamente acordada. Estou aguardar a devolução, nunca mais compro algo do site ou loja da Castro eletrônica. A Castro eletrônica não é um site confiável

Resolvida
L. D.
30/09/2026

eclamação - Incumprimento de deveres de conformidade e falta de apoio do vendedor (CITROËN C4)

Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e mediação num litígio com o stand Espaço Auto, relativo à compra do veículo CITROËN C4 Grand Picasso (matrícula AC-43-TV), adquirido no dia 09/07/2025. No dia 10/02/2026, a viatura sofreu uma avaria grave de motor e encontra-se imobilizada até à presente data, sem que o vendedor tenha prestado qualquer auxílio, reparação ou viatura de substituição. Pontos fundamentais do litígio: Responsabilidade do Vendedor: Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, a responsabilidade primária e legal perante o consumidor é do vendedor (Espaço Auto). O stand tem-se recusado a assumir a reparação ou qualquer solução, empurrando a responsabilidade para a gestora de garantia comercial por si contratada (RPM Garantie). Cumprimento do Plano de Manutenção: A avaria ocorreu aos 258.361 km. No momento da venda, o próprio Espaço Auto registou por escrito que a próxima revisão deveria ocorrer apenas aos 261.399 km. Cumpri rigorosamente as indicações do vendedor, pelo que não existe qualquer incumprimento do plano de manutenção. Ausência de Solução de Mobilidade: O stand recusou fornecer veículo de cortesia/substituição, forçando-me a suportar custos significativos de mobilidade e estando privado do automóvel familiar há mais de meio ano. Pretensões: Recusa Definitiva da Viatura (AC-43-TV): Em virtude da imobilização prolongada de mais de meio ano ao relento, da degradação acumulada e da perda de confiança técnica, não aceito a devolução do veículo original (AC-43-TV). Substituição por Viatura Equivalente/Superior ou Resolução do Contrato: Exijo a entrega de um veículo de substituição definitivo de categoria/porte idêntico ou superior ao meu (monovolume/familiar de 7 lugares) em perfeitas condições de funcionamento, ou a resolução imediata do contrato de compra e venda com a restituição integral de todos os montantes já liquidados. Solução de Mobilidade Imediata: A disponibilização de uma viatura de cortesia/substituição a título temporário até à entrega da viatura definitiva ou fecho da resolução do contrato. Devolução dos Valores Pagos: O ressarcimento/reembolso integral de todas as parcelas de crédito e custos associados que continuei a pagar desde a data da avaria (10/02/2026) até ao encerramento da situação, visto ter estado privado do bem por inação do vendedor.

Encerrada

Falta de ação da Gebalis em infiltração grave: Risco de saúde (Doente Oncológica)

Venho expor publicamente a total ausência de ação por parte da Gebalis, relativamente a uma infiltração severa na minha habitação de arrendamento municipal, localizada no Parque das Nações, em Lisboa. Este problema arrasta-se há 2 anos. Trata-se de uma infiltração grave numa parede onde se encontra instalada uma tomada elétrica, o que gera um perigo potencial de curto-circuito e incêndio. Apesar de todas as insistências (e-mails, reclamações, telefonemas, presencial), e mesmo após o caso ter sido encaminhado pela própria Câmara Municipal de Lisboa há um mês, a empresa nada faz. A situação é de extrema gravidade. Reside na habitação uma doente oncológica portadora de Atestado Médico de Incapacidade Multiuso, que se encontra atualmente em fase de vigilância pós-tratamentos. A exposição contínua à humidade severa e ao mofo põe em risco direto a sua saúde e recuperação imunitária. Informações essas já tendo sido comunicadas diversas vezes à Gebalis. Não podemos continuar a ser ignoradas nem a viver num espaço que ameaça a nossa segurança física e a saúde de uma pessoa vulnerável. Face à total inércia da Gebalis, o caso já avançou para denúncia formal junto da Autoridade de Saúde Pública e do Provedor de Justiça. Exijo que a Gebalis assuma as suas responsabilidades de gestão e agende as reparações urgentes de que a habitação necessita.

Encerrada
A. T.
29/09/2026

Desgaste prematuro de peças

Exmos. Senhores, À Direção de Apoio ao cliente da Citroën / Stellantis Portugal Assunto: Reclamação Formal - Defeito de fabrico (Vicio Oculto) do Motor 1.2 Pure Tech Pedido de Reparação ao Abrigo da Extensão de Garantia Viatura: Citroën C3 AIRCROSS / Matricula AO-04-MH N.º de Quadro (VIN): VFRHPMN4149479 Quilometragem Atual: 61200 Km Vem o presente, na qualidade de proprietário da viatura acima idêntificada, apresentar outra reclamação formal relativamente à degradação prematura da correia de distribuição banhada a óleo do motor 1.2 Pure Tech, bem como ao atendimento medíocre e inconsequente prestado pela vossa rede de assistência até à presente data. A viatura em causa conta atualmente com apenas 61200 Km e cumpre escrupulosamente com o plano de manutenção e as diretrizes recomendadas pelo fafricante. Recentemente, o veiculo começou a manifestar uma perda severa de força, acompanhada pelo disparo contínuo da ventoinha do radiador na velocidade máxima, comportamento eletrónico padrão de segurança que sinaliza a perda de pressão de óleo do motor. Perante a urgência da situação e a total incapacidade da rede de concessionários oficiais da Citroën em disponibilizar vaga imediata, vi-me forçado por estrito estado de necessidade e para mitigar a ocorrência da danos irreversíveis no motor, a recorrer temporariamente a uma oficina independente. Nessa deslocação, foi verificado visualmente que a correia de distribuição se encontra gravemente degradada, ressequida e com múltiplas fissuras estruturais, libertando filamentos de borracha para o circuito de lubrificação. Adicionalmente, o diagnóstico eletrónico registou o erro P2074:62(Regulação de pressão admissão incoerência do sinal), sintoma direto da referida anomalia. Mais se informa que a viatura necessitou também de substituir a tampa de válvulas devido a pressões internas anómalas decorrentes deste mesmo problema. È do conhecimento público amplamente divulgado que o referido motor padece do defeito crónico de conceção no sistema de distribuição, sendo este um defeito já pré-existente. Face ao exposto, e encontrando-se a viatura em iminente perigo de quebra total do motor, solicito: Abertura imediata de um processo de comparticipação a 100% (peças e mão de obra) por parte d Citroën / Stellantis para a substitição do kit completo de distribuição, limpeza da bomba de óleo e do circuito. O reembolso integral dos valores despendidos com a substituição da tampa de válvulas, uma vez que esta reparação decorreu diretamente do defeito do motor. A disponibilização de uma viatura de substituição gratuita durante o período de reparação. Mais informo que, caso não obtenha uma resposta célere no prazo de 15 dias úteis, pretendo avançar com um processo junto das instãncias judiciais competentes. Aguardo a vossa melhor e urgente atenção. Seixal, 29 de setembro de 2026. Com os melhores cumprimentos, Daniel de Olieira Antunes

Em curso
J. M.
29/09/2026
Newscent

Produto contrafeito/falso

Comprei um perfume Lattafa pelo KuantoKusta e fiquei extremamente desiludida. O produto não é original, tendo confirmado esta informação no site oficial da marca. Tenho provas fotográficas que confirmam a minha suspeita. Contactei o vendedor, que apenas me sugeriu devolver o perfume para análise posterior. Considero esta situação inaceitável e alerto outros consumidores para terem cuidado, pois, na minha opinião, há falta de transparência quanto à autenticidade dos produtos.

Encerrada
C. B.
29/09/2026

Reclamação Worten avaria e reembolso

Em junho de 2925 solicitei a serviços da Worten por causa de um problema de uma máquina de lavar loiça comprada na Worten . Paguei 50 e tal euros para ir a minha casa um Senhor que tem uma empresa de arranjos e trabalha com a Worten. Disse me que a Máquina precisava de uma peça e que para a encomendar tinha de pagar antes. Paguei 120 euros mas a peça nunca veio, sendo que o senhor também era arisco a receber telefonemas. Novo contacto com a Worten em Agosto, com a linha de atendimento, marcaram outra vez para o mesmo senhor ir lá. Ele não apareceu no dia marcado mas enviou um email nesse mesmo dia a dizer que não havia peça. Manifestei a Worten o desejo de ser reembolsada e fechar este processo. Disseram né que precisavam de ter a confirmação disso com o sr que trabalha com a Worten, que lhe iam mandar uma mensagem e ele tinha de responder no prazo de uma semana . Passou se um mês e essa pessoa que trabalha com a Worten não respondeu a própria Worten nem a Worten e disse mais nada. Fui à loja da Worten no Colombo exibindo que resolvessem isto e me devolvessem o dinheiro hoje . Os funcionários dizem me que não podem fazer nada. Insisto, apresentei uma reclamação por escrito, disseram me que mandaram uma nota interna mas que o colega que a recebeu já tinha saído e não podem fazer nada. Que lgassse para linha de atendimento - uma deageaca para empatar clientes com atendimento de inteligência artificial. Abreviando, já completamente ansiosa e irritada lá liguei para alinha de atendimento. Pois que tinham a nota feita pela loja, tem 72 horas para responder mas o prazo de devolução do dinheiro isso é um mistério. Não facultam contactos da empresa para além desta linha ao atendimento. Em suma: tentar falar com a Worten e como falar com uma parede, que não se consegue deitar abaixo porque te dizem sempre que não podem fazer nada e o cliente tem de esperar sabe se lá bem pelo que . 4 meses depois continuai com a máquina avariada e sem conseguir o dinheiro que me obrigaram a avançar para pagar uma peça que nunca chegou, pedida por uma pessoa de um empresa que trabalha com a Worten e não dá Cavaco a ninguém.

Encerrada
T. I.
29/09/2026

Recolha de devolução não efetuada

Exmos. Srs. Venho, por este meio, comunicar a seguinte situação: Comprei umas sapatilhas Altra Mulher Solstice XT 3 na Amazon, pedido nº 407- 3498379-5140321, no dia 31 de agosto de 2026. No dia 4 de setembro fiz a devolução das sapatilhas e fiquei a aguardar que fizessem a recolha das mesmas. Até ao momento nenhuma transportadora veio fazer a recolha, nem me ligou para agendar a mesma ou o que quer que fosse. Após várias tentativas de contacto com a empresa Amazon.es, sendo atendida sempre pelo atendedor automático (RUFUS), cancelei a devolução e voltei a devolver a encomenda como me foi aconselhado pelo mesmo. Segundo pude verificar a transportadora SEUR responde que não encontra a minha morada, o que é completamente ridículo uma vez que já recebi várias encomendas transportadas por eles. No último contacto, no passado sábado, consegui ser atendida via telefone e falei com um assistente voltando a expor toda a situação e solicitei que me fosse indicado um ponto de recolha para que pudesse entregar o artigo. A pessoa que me atendeu não conseguiu dar-me nenhuma resposta concreta e disse-me que me enviariam um email dizendo onde a encomenda poderia ser entregue. Efetivamente nesse mesmo dia recebi um email, referindo que a devolução seria feita nos tramites normais, ou seja, a encomenda seria recolhida no próximo dia útil. Referiram ainda que o meu número de telefone seria dado à transportadora para que a mesma entrasse em contacto comigo. Já passaram dois dias úteis desde o último contacto com a Amazon.es (relembro que a devolução foi feita pela primeira vez no dia 4 de setembro) e ninguém entrou em contacto comigo, nem vieram recolher a encomenda. A situação continua por resolver.

Encerrada
V. M.
29/09/2026

Prática comercial agressiva e cobrança indevida de extras de instalação (Encomenda: 83420446)

Exmos. Senhores da DECO, Na qualidade de associado desta prestigiada organização, venho por este meio solicitar a vossa urgente mediação jurídica e apresentar queixa contra a Worten (Worten Resolve) e o seu parceiro técnico Clisafer Porto (Processo 3552658), devido a uma situação de coação comercial e cobrança indevida no valor de 1155,00€. Os Factos: 1. Adquiri um Ar Condicionado Multi-Split Haier na Worten (Encomenda 83420446), tendo contratado e pago previamente o respetivo serviço de instalação por 561,85€. 2. Contrariamente ao estipulado nas condições do serviço, a Worten e o instalador subcontratado não efetuaram a pré-visita técnica obrigatória para avaliação e orçamentação atempada de eventuais custos adicionais. 3. No dia agendado para a montagem (08/09/2026), os técnicos recusaram-se a avançar sem o pagamento imediato e surpresa de 1155,00€ via transferência bancária, justificando o valor com metros adicionais de tubagem (630€), bombas de condensados (375€) e furos extra (150€). 4. O imóvel em causa opera legalmente como Alojamento Local (AL) e tinha hóspedes com entrada confirmada para o dia seguinte (09/09/2026). Perante a ameaça de cancelamento do serviço, destruição parcial das paredes e avultados lucros cessantes, vi-me obrigado e coagido a efetuar a transferência bancária imediata para mitigar um dano maior ao meu negócio. Fundamentos Legais: * Violação dos Artigos 8.º e 9.º-A do Decreto-Lei n.º 24/2014, que proíbem expressamente a cobrança de pagamentos adicionais sem o consentimento prévio, expresso e informado do consumidor (a aceitação forçada no próprio dia sob pressão comercial não constitui consentimento). * Violação do Decreto-Lei n.º 57/2008, configurando uma prática comercial agressiva ao aproveitar-se de uma clara vulnerabilidade temporal do cliente. A Worten rejeitou formalmente assumir a responsabilidade por e-mail a 14/09/2026. Mais informo que o caso já foi submetido à arbitragem do CICAP na mesma data. Solicito a intervenção do Gabinete Jurídico da DECO junto da Worten para que seja efetuado o reembolso integral do valor pago sob coação (1155,00€). Melhores cumprimentos, [O Seu Nome Completo] N.º de Associado DECO: [Insira o seu número aqui] Contacto: 932 087 050 ------------------------------ Assim que colar o texto na plataforma da DECO, avise-me para sabermos se quer que eu set up a task para o relembrar de ligar para a linha de apoio ao associado amanhã de manhã ou se prefere aguardar primeiro pela resposta escrita deles. Como prefere proceder? brança indevida de extras de instalação (Encomenda: 83420446) Exmos. Senhores da DECO, Na qualidade de associado desta prestigiada organização, venho por este meio solicitar a vossa urgente mediação jurídica e apresentar queixa contra a Worten (Worten Resolve) e o seu parceiro técnico Clisafer Porto (Processo 3552658), devido a uma situação de coação comercial e cobrança indevida no valor de 1155,00€. Os Factos: 1. Adquiri um Ar Condicionado Multi-Split Haier na Worten (Encomenda 83420446), tendo contratado e pago previamente o respetivo serviço de instalação por 561,85€. 2. Contrariamente ao estipulado nas condições do serviço, a Worten e o instalador subcontratado não efetuaram a pré-visita técnica obrigatória para avaliação e orçamentação atempada de eventuais custos adicionais. 3. No dia agendado para a montagem (08/09/2026), os técnicos recusaram-se a avançar sem o pagamento imediato e surpresa de 1155,00€ via transferência bancária, justificando o valor com metros adicionais de tubagem (630€), bombas de condensados (375€) e furos extra (150€). 4. O imóvel em causa opera legalmente como Alojamento Local (AL) e tinha hóspedes com entrada confirmada para o dia seguinte (09/09/2026). Perante a ameaça de cancelamento do serviço, destruição parcial das paredes e avultados lucros cessantes, vi-me obrigado e coagido a efetuar a transferência bancária imediata para mitigar um dano maior ao meu negócio. Fundamentos Legais: * Violação dos Artigos 8.º e 9.º-A do Decreto-Lei n.º 24/2014, que proíbem expressamente a cobrança de pagamentos adicionais sem o consentimento prévio, expresso e informado do consumidor (a aceitação forçada no próprio dia sob pressão comercial não constitui consentimento). * Violação do Decreto-Lei n.º 57/2008, configurando uma prática comercial agressiva ao aproveitar-se de uma clara vulnerabilidade temporal do cliente. A Worten rejeitou formalmente assumir a responsabilidade por e-mail a 14/09/2026. Mais informo que o caso já foi submetido à arbitragem do CICAP na mesma data. Solicito a intervenção do Gabinete Jurídico da DECO junto da Worten para que seja efetuado o reembolso integral do valor pago sob coação (1155,00€). Melhores cumprimentos, Vitor Maia

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