Reclamações públicas
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Não fui atendida
Fiquei com dores a espera de atendimento para ginecologia e quando chega minha vez a médica não se encontrava na sala, aí chegou outras grávidas e passaram a minha frente, depois do atendimento das duas grávidas resolvi bater a porta e perguntei se ela iria me atender, e me disse em tom ríspido que não iria me atender porque estava outras grávidas a espera,aos não tinha ninguém pra ser atendida, relatei que estava com dores e ela fez cara de tô nem aí. Hoje é 07 de julho de 2026 as 18:30 sala emergência de 813 não sei o nome dela, infelizmente.
Falta de respostas com reclamação de pedido
Estou desde domingo esperando respostas. Fiz um pedido pela app no continente, meu pedido veio totalmente errado, alem de mandarem produtos mais baratos do que foi pedido e nao devolverem meu dinheiro. Ja mandei bilhões de mensagens no chat e nao tenho respostas. Ja entrei em contato com o supermercado e nada tambem. Uma grande porcaria esse aplicativo, nao resolvem nada. Sempre esta a vir pedidos errados e eles nao fazem nada. Pedi pao, gelato e me mandaram um pacote de cebolas congeladas e uma salada. Nao tem nenhum compromisso com o cliente
Falta no abastecimento de água
Há várias semanas que durante muitas vezes por semana ocorrem falhas no abastecimento da água durante o dia todo. Não dão previsão de retoma do abastecimento, nem sequer fazem avisos dos cortes. Esta situação repete-se muitos anos. A fatura é sempre a mesma e muito elevada para a qualidade do serviço prestado. É vergonhoso a qualidade do serviço do SMAS/CMA à população nos meses de verão. Hoje mais uma vez sem água, o piquete não atende o telefone, ninguém dá previsão de voltarmos a ter água. Nos chuveiros públicos das praias da Costa da Caparica, festivais de verão não falta água. Só falta às pessoas que pagam as faturas!
Banco CTT recusou devolver fundos transferidos para conta fraudulenta
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi um valor significativo para uma conta domiciliada no Banco CTT, indicada por um site fraudulento de venda de contentores modulares. O caso originou queixa-crime na PSP, remetida ao MAI. Ao pesquisar o nome do titular da conta, identifiquei notícias de março de 2026 descrevendo o alegado desaparecimento desta pessoa, no Porto. A conta parece ter sido usada pelos bad actors sem o conhecimento do titular — o que levanta sérias dúvidas sobre o cumprimento dos deveres de identificação e diligência (KYC) pelo Banco CTT, previstos na Lei n.º 83/2017. O meu banco enviou dois pedidos formais de devolução (recall SEPA). O Banco CTT recusou ambos sem qualquer justificação, apesar de a fraude ter sido formalmente reportada e a queixa-crime estar em curso. Esta recusa é incompatível com os deveres de colaboração previstos nas regras SEPA Credit Transfer e com as obrigações da Lei n.º 83/2017 em matéria de branqueamento de capitais. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal. O que pretendo: Explicação formal da recusa dos recalls; esclarecimento sobre os procedimentos KYC aplicados à conta em causa; cooperação ativa na recuperação dos fundos transferidos.
ActivoBank cobrou 156€ em comissões por pedidos de devolução não previstas no preçário público
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi 2.447,70€ para uma conta fraudulenta. Solicitei ao ActivoBank dois pedidos de devolução (recall SEPA) das transferências, a 05/05/2026 e a 07/05/2026. Ambos foram recusados pelo banco receptor. O ActivoBank cobrou-me 75,00€ por cada pedido de devolução, acrescidos de 3,00€ de taxa de selo — total de 156,00€ debitados na minha conta. Consultei o preçário público em vigor (documento PC0031-PT, disponível em www.activobank.pt), nomeadamente as secções 5.1 e 5.2 relativas a transferências. A comissão de 75,00€ por pedido de recall não consta de qualquer rubrica do Folheto de Comissões e Despesas. Nos termos dos artigos 53.º e 54.º do Decreto-Lei n.º 91/2018 (RJSPE) e do Aviso do Banco de Portugal n.º 8/2009, as instituições só podem cobrar comissões expressamente previstas e comunicadas ao cliente. Esta cobrança é ilegal. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal.
Encomenda não recebida
Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação à Primor. Efetuei uma encomenda no dia 26/06/2026. A transportadora Paack diz ter feito duas tentativas de entrega mas sem efeito quando eu me encontrava em casa, não tentaram entrar em contacto e agora dizem que vai ser devolvida à Primor. Já tentei vários pedidos de esclarecimento mas sem resposta e neste momento não sei do paradeiro da encomenda. Peço, por favor, que esta reclamação chegue a quem de direito e que resolvam a situação com a maior brevidade possível. Obrigada
Funcionaria mentirosa
Entregadora apartou o interfone. Abri pra ela subir, mesmo sabendo o numero do apt., ela abandonou meu pacote no andar errado. Fez por maldade, só pode. Ainda colocou status pedido entregue. Demorei pra descobrir aonde estava o pacote. Pessima profissional. Sem falar q domingo disse que nao me encontrou em casa, mentira, nem se quer veio.
Encomenda não recebida
Boa tarde, Efetuei uma encomenda na Primor, no dia 26/06/2026. A transportadora Paack enviou e-mails dizendo que não me encontrava em casa, quando eu estava, e que não foi possível entrar em contacto quando o meu contacto telefónico foi facultado. Vão devolver a encomenda à Primor, não respondem aos pedidos de esclarecimento e neste momento não sei do paradeiro da encomenda. Peço, por favor, que façam chegar às entidades responsáveis para resolução do assunto. Obrigada
Encomenda paga e nunca recebi
Exmos. Senhores, Em Janeiro de 2025 adquiri uma poltrona, da empresa Sua Carrinha pelo valor de 20.75€. O pagamento foi efetuado no momento. Na altura, nunca recebi confirmação de encomenda. Apresentei queixa no portal da queixa e nada.E, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue, nem recebi nenhuma resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Litigio Ginasio e nutrição
Sou cliente do ginásio Fitness UP Santo António dos Cavaleiros e pretendo apresentar uma reclamação relativamente à cobrança indevida do serviço de nutrição e à gestão do processo de resolução desta situação. No final de 2023, mais concretamente em dezembro de 2023, realizei a minha última consulta de nutrição com o nutricionista Bruno. Nessa ocasião, fui informado pessoalmente pelo próprio de que iria deixar de trabalhar no ginásio. Até então, a comunicação relativa às consultas era efetuada através de WhatsApp. Durante essa conversa, fui informado de que ficaria sem nutricionista até que o ginásio me atribuísse um novo profissional e me informasse dessa alteração. Foi-me ainda transmitido que, caso não fosse atribuído um novo nutricionista, deixariam de ser cobradas as consultas de nutrição, uma vez que estas tinham de ser efetivamente realizadas e assinadas pelo cliente no final de cada consulta. Após a saída deste profissional, nunca recebi qualquer comunicação escrita, telefonema, e-mail ou outro contacto por parte do ginásio a informar da atribuição de um novo nutricionista. Também nunca fui contactado para marcação de consultas, acompanhamento nutricional ou eventual cancelamento do serviço. Importa referir que as consultas de nutrição eram sempre sujeitas a assinatura presencial do cliente após a sua realização, pelo que existe um registo documental que permite comprovar quantas consultas foram efetivamente realizadas. A minha última consulta ocorreu em dezembro de 2023. Durante cerca de dois anos deixei de frequentar o ginásio. Em dezembro de 2025, quando pretendi cancelar a minha inscrição, verifiquei que o serviço de nutrição continuava a ser cobrado mensalmente, apesar de não ter usufruído de qualquer consulta desde dezembro de 2023. Inicialmente, pensei que as cobranças identificadas correspondessem apenas à mensalidade do ginásio. Contudo, após análise da situação, constatei que continuava igualmente a ser cobrado o serviço de nutrição, sem que este estivesse a ser prestado. Ao tentar proceder ao cancelamento da inscrição, fui informado de que existia uma quinzena em atraso, motivo pelo qual o cancelamento não poderia ser efetuado naquele momento. Face às cobranças continuadas do serviço de nutrição sem prestação efetiva do mesmo, considerei que a situação deveria ser regularizada através da devolução dos valores indevidamente cobrados e do respetivo acerto de contas. A partir desse momento iniciou-se um longo processo de reclamações, contactos presenciais e trocas de e-mails com o ginásio, que se prolongou durante vários meses. Durante este período, não obtive uma resolução efetiva da situação nem qualquer prova de que me tivesse sido atribuído outro nutricionista ou de que tivesse usufruído de qualquer consulta após dezembro de 2023. Perante a ausência de resolução e a continuação das cobranças, procedi ao cancelamento do débito direto. Atualmente, o ginásio recusa devolver os valores cobrados pelo serviço de nutrição desde dezembro de 2023, apesar de não existir qualquer evidência de prestação do serviço. Em contrapartida, pretende cobrar mensalidades acumuladas desde dezembro de 2025 até à presente data, período durante o qual o litígio se encontrava em discussão e sem resolução. A proposta apresentada pelo ginásio consistiu na renovação do contrato, oferta de dois meses de mensalidade e anulação da alegada dívida existente. Esta proposta não resolve a questão principal, que é a devolução dos valores cobrados por um serviço de nutrição que não foi prestado nem usufruído. Considero que houve cobrança de um serviço sem prestação efetiva do mesmo, ausência de informação ao consumidor, falta de comunicação relativamente à substituição do nutricionista e falta de diligência na resolução da reclamação apresentada. As últimas trocas de e-mails ocorreram entre o final de junho e o início de julho de 2026, mantendo-se o impasse até à presente data.
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