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Encomenda de Drone na Amazon Não Entregue e Recusão Reembolso
Exmos. Senhores, Em 15 de abril de 2026 adquiri um Pack DJI Mini 5 Pro Voe mais com DJI RC 2 e 1 ano de DJI Care, pelo valor de 1 149,00 €. O pagamento foi efetuado no momento através de cartão Revolut. Conforme a confirmação do pedido, a entrega deveria ter sido efetuada pela transportadora Paack. Contudo, até à presente data, o equipamento ainda não me foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços entre abril e julho de 2026 (nomeadamente com as vossas agentes Adriana e Vitória, e com a supervisora Angeles). Apesar de a vossa assistência ter confirmado por escrito a 27 de abril que o reembolso já estava a ser processado devido ao extravio assumido pela própria transportadora, a verdade é que o processo foi arrastado e acabou por ser recusado sem fundamento legal. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo e a própria transportadora oficial confirmou a impossibilidade de entrega por incidência logística, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que pretendo a devolução integral e imediata do valor pago (1 149,00 €), sem que me possa ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos, Pedro Robalo
Devolução do dinheiro por discontinuação do artigo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda efetuada na vossa loja online em 19 de abril de 2026, referente à aquisição de duas camas e dois colchões, cujo pagamento foi efetuado na totalidade no momento da compra. Após cerca de um mês sem qualquer informação sobre o estado da encomenda, contactámos os vossos serviços em 13 de maio de 2026, tendo sido então informados de que as camas tinham sido descontinuadas devido a problemas logísticos. Perante esta situação, decidimos manter a encomenda dos dois colchões e solicitámos o reembolso do valor correspondente às duas camas, uma vez que a impossibilidade de fornecimento resultou exclusivamente de circunstâncias imputáveis à vossa empresa. Contudo, até à presente data, ainda não recebemos qualquer reembolso, estando em causa um montante de aproximadamente 700 euros. Desde então, tentámos obter esclarecimentos por diversas vezes, tendo já realizado três contactos adicionais. Em todas as ocasiões recebemos apenas respostas automáticas indicando que o pagamento seria efetuado no prazo de 14 dias úteis, prazo esse que foi sucessivamente ultrapassado sem que o reembolso tivesse sido processado. Para além do atraso injustificado na devolução do valor, a principal dificuldade tem sido a impossibilidade de obter contacto com um responsável ou receber uma resposta concreta sobre o estado do processo, sendo sistematicamente remetidos para comunicações automáticas que não resolvem a situação. Considero esta situação inaceitável, dado que: A indisponibilidade dos artigos apenas foi comunicada após iniciativa da nossa parte; O fornecedor não conseguiu cumprir a encomenda devido a questões internas de logística; Foi solicitado o reembolso há várias semanas; O valor continua por devolver; Não tem sido possível obter informações concretas sobre a data efetiva de pagamento. Solicito, por isso, que o reembolso do montante em dívida seja efetuado com a máxima urgência e que me seja fornecida uma resposta formal, por uma pessoa responsável, indicando o estado do processo e a data prevista para a sua conclusão.
Faturacao excessiva
Acuso a receção da vossa carta datada de 27 de maio de 2026, relativa à reclamação RE/96027. Contudo, os esclarecimentos prestados não respondem adequadamente às questões centrais levantadas, motivo pelo qual venho reiterar e reforçar a minha reclamação. Em primeiro lugar, não corresponde à verdade a afirmação de que a avaliação especializada em regime remoto ocorreu em circunstância do meu conhecimento. Em nenhum momento durante o episódio de urgência fui informada de que o meu filho seria objeto de uma consulta ou avaliação remota por um especialista em Ortopedia Pediátrica, nem me foi solicitado qualquer consentimento para a realização desse ato clínico. Apenas tomei conhecimento da sua existência posteriormente, através da faturação efetuada. Considero que a realização de um ato médico, presencial ou remoto, pressupõe que o doente ou o seu representante legal seja devidamente informado da sua natureza, finalidade e eventuais custos associados, o que manifestamente não aconteceu neste caso. Em segundo lugar, também não corresponde à realidade a interpretação de que o acompanhamento subsequente foi apresentado como uma opção disponibilizada para reavaliação. Pelo contrário, a consulta realizada dois dias depois foi-me apresentada pelos profissionais envolvidos como uma etapa necessária e mandatória do seguimento clínico da situação, não como uma alternativa facultativa cuja aceitação dependeria da minha decisão informada. Em momento algum me foi transmitido que se tratava de uma mera possibilidade de reavaliação ou que existiam outras opções de acompanhamento. Assim, mantenho a minha discordância relativamente à faturação da consulta remota, por entender que não existiu informação prévia adequada nem consentimento para a sua realização, bem como relativamente à forma como foi conduzida a comunicação sobre a necessidade da consulta subsequente. Solicito, por isso, a reapreciação da situação à luz destes factos e o envio dos elementos documentais que, segundo a CUF, demonstram que fui previamente informada da realização da consulta remota, que prestei consentimento para a mesma e que a consulta subsequente me foi apresentada como facultativa.
cobrança de divida da Meo
EXMOS SENHORES - Constantemente a receber ameaças ,para pagar um valor de facturas que desconheço e que tem muitos anos , vem pedir juros e um valor que nunca me foi comunicado pela Meo , neste momento ainda sou cliente da Meo e tenho a minha situação em dia e controlada , nem se remetem a informar as facturas em divida , isto tem anos mais de 15 anos , assim agradeço que deixem de me ameaçar e se forem transparentes e sérios admitam que facturas prescrevem ok e como quero afirmar desconheço e não reconheço tl divida . cumprimentos JOÃO FONSECA
Encomenda não recebida
Não recebi a minha encomenda, apesar de o estado indicar que foi entregue, o que não corresponde à verdade. No site da transportadora aparece a mensagem: "Lamentamos informar que ocorreu um problema logístico com o seu pedido de Primor e, infelizmente, este não será entregue." Seria correto efetuarem o reembolso e aguardo que tal aconteça com a máxima brevidade.
Cobrança mensal de serviço não acordado contratatualmente
Venho expressar o meu desagrado relativamente à cobrança mensal de um serviço móvel da MEO, quando nunca cheguei a assinar qualquer contrato. No final do meu contrato com outra operadora, fiquei interessado numa proposta da MEO por volta de novembro/dezembro. Como o meu contrato antigo só terminava em janeiro, limitei-me a preencher o formulário de adesão no site da MEO, mas sem avançar com a assinatura de nenhum contrato. Nunca recebi qualquer cartão SIM e nunca beneficiei de qualquer serviço da MEO. Apesar disso, foi-me cobrado mensalmente um valor, como se tivesse realmente assinado o contrato. Tentei, sem sucesso, ligar três vezes para o apoio ao cliente a pedir esclarecimentos sobre esta cobrança. Fui ignorando os e-mails que estavam a chegar, até que, hoje (em julho), ao fim de alguns meses, recebi um e-mail de uma empresa externa em nome da MEO a solicitar a "regularização urgente de dívida". Contactei de imediato o apoio ao cliente da MEO e informaram-me que a cobrança continuava a ser feita mensalmente porque, supostamente, eu nunca solicitei o cancelamento do serviço, mesmo sem nunca ter assinado qualquer contrato, respondido a mensagens ou acedido a links. Para além disto, nunca me chegou nada a casa, nem sequer um cartão SIM.
Pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o reembolso dos bilhetes adquiridos para o festival Evil Live para o dia 5 de Julho de 2026, no MEO Arena. Devido ao cancelamento da banda Megadeth, sendo que fui só para ver essa banda, tendo saído do recinto aquando o comunicado do cancelamento do concerto por parte da organização, como comprova as picagens dos bilhetes.Assim, solicito o reembolso de forma integral dos bilhetes de acordo com as condições aplicáveis e a lei em vigor em Portugal. Os dados da compra são os seguintes: Nome: Marisa Oliveira Data da compra: 2 bilhetes a 11/05/2026 1 bilhete a 04/07/2026 Valor pago: 158€ 79€ Agradeço a vossa atenção e fico a aguardar uma resposta sobre o reembolso e os procedimentos necessários. Com os melhores cumprimentos, Marisa Oliveira
Reserva Perdida
Reclamação urgente – valor cobrado sem reserva confirmada Exmos. Senhores, No dia 7 de julho de 2026, efetuei uma reserva de aluguer de automóvel através da Booking. Após concluir o processo, fiquei a aguardar o respetivo email de confirmação, que nunca chegou. No entanto, verifiquei pouco depois que o valor correspondente à reserva tinha sido retirado da minha conta bancária. Perante esta situação, desloquei-me por minha iniciativa ao balcão da rent-a-car indicada, onde fui informado de que o código de reserva não existia no sistema. Ou seja, não havia qualquer reserva associada ao meu nome, apesar de o dinheiro ter sido cobrado. Contactei de imediato a linha de apoio da Booking. Para minha surpresa, também aí me foi dito que não encontravam qualquer reserva associada ao processo. Fui então aconselhado a enviar um email, o que fiz. A resposta que recebi foi, por três vezes, um email automático, praticamente igual em todas as ocasiões, mudando apenas o nome do remetente. Junto os respetivos anexos para vossa análise. Entretanto, contactei também o meu banco, que me informou que apenas poderá desbloquear ou reverter o valor quando a Booking der indicação para tal. Neste momento, a situação é simples e profundamente desagradável: o valor foi retirado da minha conta, não existe qualquer reserva confirmada, a rent-a-car não reconhece o código apresentado, a linha de apoio da Booking não encontra o processo e as respostas por email são automáticas, sem qualquer resolução concreta. Assim, venho por este meio exigir a regularização urgente desta situação, nomeadamente: A confirmação clara do que aconteceu com esta alegada reserva; A devolução imediata do valor cobrado; Uma resposta escrita, por parte de uma pessoa responsável, e não através de mensagens automáticas sem qualquer utilidade prática. Considero inaceitável que um cliente veja dinheiro sair da sua conta sem receber confirmação de reserva, sem conseguir levantar o carro e sem obter uma explicação humana e objetiva por parte da Booking. Solicito, por isso, uma resposta urgente e a resolução deste caso no mais curto prazo possível. Caso contrário, verei-me obrigado a avançar com reclamação formal junto das entidades competentes, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico, o Centro Europeu do Consumidor e demais organismos de defesa do consumidor. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, Rui Mendonça
Garantia ultrapassada
Exmos.senhores venho por este meio fazer uma reclamação. Comprei uma cana da pesca na Decathlon a cerca de 2 anos e meio e a cana partiu-se fui a loja porque a cana está na garantia e eles disseram-me que i a para avaliação no 2/5/2026 e até a data de hoje dia 7/7/2026 não me disseram nada fui a loja já umas 4 vezes e dizem que ainda não sabiam de nada que me contactava e no dia 5/72026 fui a loja saber de alguma coisa e disseram me a mesma coisa que me contactava O que devo fazer Muito obrigado pela atenção Muito atenciosamente RICARDO SANTOS
Bagagem de cabine enviada para porão e entregue violada com furto de bens
Venho apresentar reclamação contra a TAP Air Portugal relativamente ao voo TP1861, Lisboa-Ponta Delgada, de 22/06/2026. No embarque, no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, foi-nos solicitado que entregássemos as malas de cabine para serem colocadas no porão, tendo sido apenas indicado que “o voo estava cheio”. As malas cumpriam as dimensões e peso permitidos para bagagem de mão, conforme os cartões de embarque, e estávamos entre os primeiros passageiros na fila de embarque. Apesar de termos pedido esclarecimentos, não foi apresentada uma justificação concreta nem nos foi explicado adequadamente o critério usado para retirar aquelas malas da nossa posse. Ao entrar na aeronave, verificámos que as bagageiras superiores estavam vazias ou ocupadas sobretudo por mochilas, quando tinha sido indicado que esses volumes deveriam ficar debaixo do banco da frente. Também verificámos que outros passageiros entraram depois com bagagem semelhante. À chegada ao Aeroporto de Ponta Delgada, as malas surgiram no tapete de entrega abertas/violadas. Uma das malas estava totalmente aberta no exterior e no interior. Após verificação no balcão de irregularidades de bagagem e com intervenção da PSP, confirmou-se o desaparecimento de um secador Dyson e de um alisador GHD, no valor total de 692 euros, conforme faturas anexas. A outra mala apresentava igualmente sinais de abertura, com os elementos interiores fora do lugar. As malas chegaram com os fechos bloqueados com os respetivos códigos, o que indicia abertura forçada. Foram feitas reclamações junto da TAP no próprio dia e nos dias seguintes. A TAP respondeu de forma genérica, invocando elevada ocupação do voo e, posteriormente, recusando responsabilidade pelos bens desaparecidos com o argumento de que artigos de valor não devem ser transportados em bagagem registada. Esta resposta é insatisfatória, porque a bagagem não foi registada voluntariamente no check-in: tratava-se de bagagem de cabine, retirada obrigatoriamente à porta de embarque por decisão operacional da TAP. Além disso, a TAP não explicou de forma concreta: - qual foi o critério aplicado para selecionar estas malas; - por que motivo foram retiradas malas de cabine a passageiros que estavam entre os primeiros na fila; - por que motivo existia espaço disponível nas bagageiras superiores; - que medidas de custódia e segurança foram aplicadas desde a recolha das malas na porta de embarque até à entrega no destino; - por que motivo a companhia afasta a sua responsabilidade quando foi ela que retirou a bagagem da posse dos passageiros. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para que a TAP reavalie a situação e proceda a: - reembolso dos bens furtados, no valor total de 692 euros; - compensação pelos danos, transtornos, perda de tempo e incómodo causados; - resposta formal e fundamentada sobre a decisão de envio das malas para o porão; - explicação sobre a cadeia de custódia da bagagem e sobre as medidas de segurança adotadas; - encerramento do processo com solução efetiva, e não apenas com respostas genéricas. Anexo os comprovativos disponíveis, incluindo cartões de embarque, reclamações submetidas à TAP, respostas recebidas, fotografias das malas e das bagageiras, relatório de irregularidade de bagagem, auto de denúncia da PSP e faturas dos bens desaparecidos.
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