Reclamações públicas

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A. M.
06/03/2026

Encomenda não recebida

Bom dia. No passado dia 18/02/2026 efectuei uma encomenda online no site da Tezenis. Hoje, dia 06/03/2026, ainda não tenho a encomenda feita, sendo que seria entregue num prazo máximo de 6 dias úteis, portanto, até dia 27/02/026. Da primeira vez que entrei em contacto com o apoio ao cliente, disseram que iam entrar em contacto com a transportadora, para tentarem perceber o motivo do atraso, o que eu entendi. Das próximas 3 ou 4 vezes que voltei a entrar em contacto, a resposta foi sempre a mesma "Tem de ter paciência e aguardar", sendo que uma das pessoas, indicou que caso não fosse entregue, que fariam a devolução. Acontece que hoje, dia 06 de Março, nem devolução, nem resposta nem entrega efetuada. Exige que até no máximo daqui a 3 dias úteis, procedam à devoluçãoe respoata ao meu pedido. Já nem pretendo o produto, mas sim a devolução. Nem é pelo dinheiro em si, mas sim pela falta de apoio ao cliente. Obrigada Ana Moreira

Resolvida
M. M.
06/03/2026

Assunto Pedido de Intervenção – Violação do DL 84/2021 e Ausência de Livro de Reclamações Eletrónico

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e eventual intervenção da DECO PROTESTE relativamente a um conflito de consumo com a empresa XRT/MOTORS, LDA (NIF 513855890), stand automóvel localizado em Santo Tirso. Resumo dos factos Aquisição do veículo: No dia 19 de janeiro de 2026 adquiri o veículo usado Peugeot 5008 1.6 HDI, matrícula CB-38-PF, junto da empresa acima identificada. Irregularidade na garantia apresentada: O vendedor entregou um documento de garantia com validade de apenas 12 meses ou 10.000 km, limitada a determinados componentes (nomeadamente motor e caixa de velocidades). Para fundamentar essa limitação foi citado o Decreto-Lei n.º 67/2003, diploma atualmente revogado. Violação da legislação em vigor: Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o prazo legal de garantia para bens usados vendidos por profissionais é de 36 meses, podendo ser reduzido até ao mínimo de 18 meses apenas mediante acordo expresso entre as partes, o que não ocorreu no presente caso. Ausência de Livro de Reclamações Eletrónico: Verifiquei ainda que a empresa não disponibiliza o Livro de Reclamações Eletrónico, impossibilitando o exercício deste direito por via digital. Diligências efetuadas No dia 26 de janeiro de 2026 enviei uma notificação formal final à empresa. O aviso de receção foi assinado pela mesma em 27 de janeiro de 2026. Contudo, até à presente data, a XRT/MOTORS, LDA não respondeu nem procedeu à retificação do documento de garantia de acordo com a legislação em vigor. Pedido de apoio Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE para: Intermediar o contacto com o fornecedor com vista à emissão de um certificado de garantia conforme o Decreto-Lei n.º 84/2021; Registar esta situação como possível prática comercial abusiva, alertando outros consumidores para situações semelhantes. Anexo a esta comunicação: Cópia da notificação formal enviada ao fornecedor; Comprovativo de receção; Documento de garantia fornecido pelo stand. Permaneço ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Mateus Barros Mueba Rua Dr. Artur Proença Duarte, 26 2330-013 Entroncamento NIF: 318810336 Tel.: 913 79 70 82 Email: mateusmueba87@gmail.com

Resolvida
S. D.
06/03/2026
Erasmus Leiria rooms

depósito discussão

Exmo.(a) Senhor(a), O meu nome é Simon Deraeve, cidadão belga e arrendatário temporário em Leiria no âmbito do programa Erasmus. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à retenção indevida da minha caução pela senhoria. Celebrei um contrato de arrendamento temporário com a senhoria Miriam Madeira para o quarto n.º 2 do apartamento situado na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 33, 4º Direito, em Leiria, com início em 1 de setembro de 2025 e término em 14 de fevereiro de 2026. No início do arrendamento, o colchão já apresentava sinais claros de desgaste. Na altura não apresentei reclamação, assumindo tratar-se apenas de um colchão de qualidade inferior. No entanto, após o término do contrato, a senhoria alegou que o colchão estava “estragado” e pretende descontar 170€ da minha caução. Discordo totalmente desta acusação, uma vez que o estado do colchão corresponde apenas a desgaste normal decorrente da utilização por diferentes arrendatários ao longo do tempo. Adicionalmente, a senhoria afirma ter tido de comprar um novo lençol e um novo edredão, alegando que os anteriores tiveram de ser descartados. Nunca me foi apresentado qualquer prova de dano ou justificação para tal substituição. Ainda assim, pretende cobrar mais de 60€ pelo valor de novos artigos, o que considero totalmente injustificado. Importa ainda referir que, no momento da minha entrada no imóvel, não foi realizado qualquer inventário detalhado ou lista de verificação (check-in) do estado do quarto, do colchão ou da roupa de cama. Sem um registo do estado inicial dos bens, não é possível demonstrar que eventuais danos tenham sido causados por mim. Além disso, a legislação portuguesa e o próprio contrato de arrendamento reconhecem que devem ser consideradas as deteriorações normais resultantes de uma utilização prudente do imóvel. Relativamente ao custo de limpeza de 60€, estou disposto a aceitá-lo, conforme previsto no contrato. Assim, considero que apenas o valor de 60€ referente à limpeza pode ser legitimamente deduzido da caução. Tendo em conta que a caução paga foi de 450€, solicito a devolução do montante de 390€. Já comuniquei à senhoria que não concordo com as restantes deduções, mas esta mantém a sua posição. Venho, por isso, solicitar a vossa ajuda para resolver esta situação e para assegurar a devolução da parte da caução que me é devida. Com os melhores cumprimentos, Simon Deraeve

Encerrada
C. M.
06/03/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda efetuada através do site New Feet, no dia 17/12/2025, que, à data de hoje (06/03/2026), ainda não foi entregue, nem foi apresentada qualquer justificação ou previsão de entrega. Já tentei contactar a empresa diversas vezes. Inicialmente responderam, pedindo desculpa pela demora, porém no último mês deixaram de responder. Fiz várias tentativas de contacto através de diferentes meios — Instagram, e-mail e telefone — mas continuo sem qualquer resposta. É inadmissível esta situação, uma vez que o site indica um prazo de entrega de 5 semanas, e já se passaram quase 3 meses desde a realização da compra. Agradeço uma solução para este assunto, seja através da entrega do artigo ou do reembolso do valor pago. Caso contrário, ver-me-ei obrigado a tomar medidas adicionais junto das entidades competentes. Encomenda nº N2452F

Encerrada
M. S.
06/03/2026
MRW

Encomenda não recebida

Bom dia, tenho 3 encomendas para receber da transportadora mrw e até agora ainda não recebi nada. Duas delas estou á espera á uma semana e outra que já estou á espera desde o dia 24/02/2026 e dizem estar no Cartaxo.

Resolvida
J. P.
06/03/2026

Tempo não valorizado

Fiz esta viagem de UberX Prioritário no dia 06/03/2026. O GPS da Uber indicava cerca de 40 minutos para concluir a corrida, mas devido ao trânsito a viagem esticou para 1h15min. Pedi reajuste da tarifa e fiquei surpreso porque o valor subiu de 13,32 € (tarifa antecipada) para apenas 15,40 €. Mesmo assim, abri livro de reclamações. Infelizmente não adianta nada: a Uber paga o que quer. Se ela quiser pagar 1 € em 20 minutos, paga e o motorista que se lasque.

Encerrada
K. R.
06/03/2026

Cobrança de taxa de mala Indevida e violencia e discriminação da companhia

Bom dia Tive dois problemas no meu embarque no dia 04/03 em Porto Portugal. Uma funcionária da empresa Ryanair me cobrou uma taxa extra mesmo sendo de 10 kg e com as dimensões corretas, ela alegou que nao poderia viajar com duas maletas, mesmo eu tendo uma passagem prioritaria e questionou a dimensão da mesma que coube perfeitamente no medidor, me tratou mal, e me disse que se eu não pagasse eu perderia o voo, e iria ter que pagar de qualquer jeito outro voo e mala extra para eu deixar de falar tanto, me mandou ficar quieta e calada pra conseguir embarcar, uma falta de respeito com o usuario que não tem a possibilidade nem ao menos de perguntar o questionar seus direitos, um absurdo! ademais deixou passar outras pessoas com as maletas de tamanho iguais a minha, com toda certeza foi algo pessoal, descriminario e pouco profissional inclusive a funcionaria tirou o celular da minha mão no vídeo que fiz das outras malas que deixaram passar, eu viajo sempre com a mesma mala de 10kg, inclusive esse foi um voo de transferencia no qual sai do Brasil e não tive nenhum tipo de questionamento , nunca tive esse problema, e o segundo problema é que depois de todo esse transtorno, essa funcionária gritava para eu passar rápido o cartão de crédito, e foi feita a cobrança duas vezes, me cobraram 140Euros, entrei em contato com a empresa que me respondeu que iria fazer um estorno do que foi duplicado, mas que a questão da taxa eles nso podem fazer nada, necessito a apuração as provas por gentileza

Encerrada
I. S.
06/03/2026

Cobrança Cartão indevida

Tive uma compra feita pela Edreams e não efetuei desconsidero e quero reembolso imediato do meu dinheiro, qualquer compra feita imediatamente pois não estava em nenhum site de compra.

Resolvida
J. C.
06/03/2026

Taxa de serviço não devolvida após concerto cancelado

Efectuei a compra de dois bilhetes na Ticketline para um concerto a realizar no dia 28 de Março de 2026, Fábrica Xarlie -Leiria, tendo o mesmo sido cancelado.Devolveram-me o valor dos bilhetes, mas não me devolveram a comissão de serviço no valor de €1,77.

Encerrada
M. R.
06/03/2026

Pedido de apoio – prática comercial enganosa plataforma Uniplaces

Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a uma situação ocorrida com a plataforma Uniplaces. Efetuei o pagamento de 558€ para confirmar a reserva de um quarto anunciado por 310€ por mês em Lisboa. Este valor correspondia ao primeiro mês de renda e à taxa de serviço da plataforma. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados novos encargos obrigatórios que não estavam claramente indicados antes da transação, incluindo taxas administrativas, depósito de segurança e pagamento antecipado do último mês de renda. Esses encargos elevaram o custo total do alojamento para mais de 1500€, valor completamente diferente do que foi apresentado no anúncio inicial. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, o que impossibilitou qualquer avaliação prévia por parte do consumidor. Nunca usufruí do serviço, nunca fiz check-in e nunca tive acesso ao alojamento. Considero que esta situação poderá configurar prática comercial enganosa, nomeadamente por violação: – da Diretiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores – do Decreto-Lei n.º 24/2014 relativo aos contratos celebrados à distância – do Decreto-Lei n.º 57/2008 relativo às práticas comerciais desleais – da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) Encontro-me atualmente a contestar a transação junto do banco através de processo de chargeback. Solicito a vossa orientação e eventual apoio para garantir a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Raul Maugi

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