Reclamações públicas

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T. M.
28/05/2026

Encomenda não recebida

No dia 29/04/2026, procedi à recolha de uma encomenda associada à loja CastroEletronica.pt, transportada pela VASP. A encomenda incluía dois artigos: * um smartphone iPhone 17 Pro 5G 256GB; * e uma escova modeladora Babyliss. Contudo, após abertura da embalagem, verifiquei que apenas a escova se encontrava no interior da caixa, estando o iPhone em falta. A situação foi imediatamente comunicada à loja, tendo posteriormente sido informado que a ocorrência teria sido analisada juntamente com a transportadora VASP. Apesar das várias diligências realizadas, do envio de fotografias, vídeo e demais elementos comprovativos, continuo sem qualquer resolução concreta relativamente ao desaparecimento do artigo. Acresce que o peso indicado na etiqueta da encomenda (0,900 kg) não é compatível com uma encomenda contendo ambos os artigos adquiridos, circunstância que reforça as dúvidas relativamente ao processo logístico associado ao transporte e entrega. Considero inadmissível que, após tanto tempo, não tenha sido apresentada uma conclusão clara, nem assumida qualquer responsabilidade pelo desaparecimento de um artigo de elevado valor. Pretendo: * o apuramento efetivo da ocorrência; * esclarecimento sobre o desaparecimento do artigo; * e a devida responsabilização pelos prejuízos causados. Encontro-me seriamente lesada por continuar vinculada ao pagamento de um artigo que nunca me foi entregue.

Encerrada
D. P.
28/05/2026

Recolha nao executada

Exmos. Senhores, Em 13.05.2026 adquiri um robo da cozinha, da marca Kenwood, pelo valor de 69,90 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo SFKWEU00080161, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada entre 4 e 6 dias úteis. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue, nem sequer recolhido. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem está para entrega. No tracking FedEx vejo o despacho feito pelo DeLonghi Italia, dirigido a FedEx, para recolher a encomenda. Nao houve alteracoes do estado, ou seja a FedEx simplesmente nao recolha a encomenda. No contato com FedEx foi me dito, que devia contatar o vendedor, para inicialisar a recolha novamente. Nao foram capaz de me indicar uma razao para nao fazerem a recolha. Kenwood Portugal tambem nao tem explicacoes para a demora, nao aceite a anulacao da compra, devido ao processo ainda se encontrará em estado de ser verificado no departamento responsável. Em total uma situacao pouco satisfatória, devia ter comprado o artigo para +20€ numa loja, pronto para recolher. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos. Dietmar Patten

Resolvida
A. P.
28/05/2026

Cobranças indevidas

Inscrevi-me num plano "sem compromisso". Solicitei o cancelamento da minha inscrição no TTF24 Moscavide e entreguei o respetivo cartão de sócio. Apesar disso, foi posteriormente cobrada nova mensalidade, alegando o ginásio a existência de um pré-aviso contratual de 30 dias. O próprio regulamento interno fornecido pelo ginásio indicava o email socios@ttf24.com como meio válido para efetuar o cancelamento. Quando tentei utilizar esse endereço, recebi uma mensagem automática de erro (“525 5.7.13 Disabled recipient address”), comprovando que o email estava desativado/inoperacional, como tal considero que não têm legitimidade de exigir um pré-aviso quando o meio disponível para o fazer não funciona. Posteriormente, o ginásio alegou que o email tinha sido alterado “há vários meses” e que essa informação estaria disponível em redes sociais, website e avisos afixados no clube. No entanto, nunca recebi qualquer comunicação direta relativamente à alteração do contacto. Não considero razoável exigir aos consumidores que acompanhem redes sociais ou procurem avisos físicos para confirmar alterações a contactos contratuais essenciais. Adicionalmente, foi efetuado um aumento da mensalidade de 29€ para 35€, relativamente ao qual nunca recebi qualquer comunicação direta nem prova concreta de envio, apesar de a ter solicitado várias vezes. Durante o período em que frequentei o ginásio existiram ainda problemas contínuos nas instalações, nomeadamente infiltrações, baldes para recolha de água e degradação do espaço(bocados do teto a cair). Ao que me respondem que a responsabilidade do espaço é do condomínio(não têm responsabilidade de garantir a segurança dos seus clientes?) Face ao exposto, considero ilegítima a cobrança efetuada após o pedido de cancelamento e também o aumento da mensalidade sem aviso prévio e solicito a devolução do valor debitado, bem como análise da legalidade dos procedimentos adotados pela entidade.

Resolvida
M. C.
28/05/2026

Artigo comprado com defeito

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um artigo adquirido na vossa loja, oferecido pelo meu namorado. Após experimentar e vestir o artigo para o utilizar, reparei que o mesmo apresentava um buraco significativo na manga, defeito esse que não tinha sido identificado anteriormente. Dirigi-me à loja para solicitar a troca do artigo, porém o pedido foi recusado com a justificação de que a etiqueta já tinha sido removida e de que “o artigo já não podia ser colocado à venda”. No entanto, essa justificação não faz sentido nesta situação, uma vez que o próprio motivo da reclamação é precisamente o facto de o artigo apresentar um defeito. Naturalmente, um artigo defeituoso não deve voltar a ser colocado à venda. Reforço ainda que esta situação não corresponde a uma devolução por mera mudança de opinião, mas sim a um produto com defeito de conformidade, situação abrangida pelos direitos do consumidor previstos na legislação portuguesa. Assim, solicito a reavaliação da situação e uma resolução adequada, nomeadamente a substituição do artigo, emissão de vale ou reembolso do valor pago. Aguardo uma resposta breve. Com os melhores cumprimentos, Maria Inês Correia

Resolvida

Recusa ilegal de garantia – Poltrona elevatória iMedic (Contrato R119)

Exmos Deco Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa iMedic relativa à recusa de acionamento da garantia legal de uma poltrona elevatória adquirida em 17 de fevereiro de 2024, ao abrigo do contrato R119. A poltrona foi adquirida para utilização diária por uma pessoa com mobilidade reduzida, sendo um equipamento essencial para atos básicos do quotidiano. No entanto, poucos meses após a aquisição, começaram a surgir vários problemas técnicos, incluindo ruídos anormais, elementos soltos e necessidade de intervenções de assistência técnica. Posteriormente, em dezembro de 2025, surgiram danos graves no revestimento da poltrona, nomeadamente rasgões progressivos no material. A situação foi comunicada à empresa no dia 11 de dezembro de 2025, portanto dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Apesar disso, a empresa recusou assumir a reparação/substituição ao abrigo da garantia, alegando genericamente “desgaste”, “mau uso” e “uso indevido”, sem apresentar prova técnica idónea que sustente essa conclusão. Através da minha mandatária, foi solicitado: - Relatório técnico independente; - Identificação do perito responsável; - Metodologia e testes realizados; - Especificações técnicas do material; - Demonstração objetiva de que os danos resultariam de mau uso e não de defeito de conformidade. Após mais de um mês de insistências e sucessivos adiamentos, foi finalmente enviado um suposto “relatório técnico” emitido pela própria entidade ligada à venda/distribuição do equipamento (EXPODIRECT Proveedores), assinado pelo gerente da empresa, sem qualquer independência técnica demonstrada. O referido relatório: - Não identifica qualificações técnicas do autor; - Não contém ensaios laboratoriais, testes ou medições; - Baseia-se apenas em observação visual; - Não apresenta especificações de resistência/durabilidade do revestimento; - Não exclui tecnicamente defeito de fabrico ou falta de conformidade; - Limita-se a concluir, sem fundamentação objetiva, que existe “uso indevido”. Mesmo após a contestação detalhada destas falhas, a empresa manteve a recusa da garantia sem apresentar qualquer prova adicional. Considero que esta atuação viola claramente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente: - A presunção legal de falta de conformidade dentro dos primeiros 2 anos; - Odireito à reparação/substituição sem custos; - O dever de reposição da conformidade em prazo razoável; - O ónus da prova que recai sobre o vendedor quando pretende excluir a garantia. Além disso, todo o processo tem sido marcado por atrasos sucessivos, ausência de resolução efetiva e desgaste emocional significativo, especialmente tendo em conta que se trata de um equipamento essencial para uma pessoa com mobilidade reduzida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta atuação da empresa e promover a reposição da conformidade do bem ao garantir o cumprimento da legislação de defesa do consumidor. Tenho em minha posse toda a documentação relevante, incluindo: contrato/fatura de compra; fotografias dos danos; relatório técnico enviado pela empresa; troca integral de emails entre as partes e respetivas mandatárias. Com os melhores cumprimentos, Joana Vilas Boas

Resolvida
A. P.
28/05/2026

Queixa — Práticas Abusivas de Cobrança por parte da FACILIS em representação da Fitness Factory Valo

Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa FACILIS, que actua em representação da Fitness Factory Valongo, no âmbito de um processo de cobrança extrajudicial que considero absolutamente abusivo e desconforme com a lei. A dívida em causa corresponde a uma mensalidade de 19,99€, valor que reconheço e estou plenamente disponível para liquidar. Contudo, a FACILIS acrescentou uma taxa de cobrança no valor de 67,55€ — ou seja, mais de três vezes o valor da dívida original — sem qualquer fundamentação legal ou contratual que o justifique. Tentei, por diversas vezes, negociar uma solução que me permitisse regularizar a situação. Propus o pagamento do valor em dívida acrescido de uma taxa aceitável e razoável, bem como a possibilidade de pagamento em prestações. Em ambos os casos fui recusado, sendo-me informado que o parcelamento implicaria uma taxa adicional de igual valor (67€), tornando qualquer acordo inviável. Apesar de ter demonstrado consistentemente boa vontade em resolver a situação, continuo a receber diariamente chamadas telefónicas e mensagens com carácter ameaçador, onde me é dito que serei levado a tribunal caso não proceda ao pagamento integral do valor exigido, incluindo a referida taxa. Considero que esta situação configura: — Aplicação de taxa de cobrança extrajudicial desproporcionada e potencialmente ilegal; — Práticas comerciais agressivas e intimidatórias; — Recusa em negociar qualquer solução razoável, contrariando o princípio da boa-fé. Solicito a vossa intervenção no sentido de esclarecer os meus direitos enquanto consumidor, bem como de mediar esta situação junto da FACILIS e da Fitness Factory Valongo. Fico disponível para prestar qualquer informação adicional que considerem necessária. Com os melhores cumprimentos, Alessandro Pittigliani

Encerrada
H. D.
28/05/2026

Reclamação contra Element Faro- Perda de ténis + palmilhas + Falhas graves nos pagamentos

Exmos. Senhores da DECO, Venho apresentar reclamação contra o ginásio Element Faro, pelos seguintes motivos: 1. Perda de ténis e palmilhas entregues e registados No dia 6 de maio de 2026, esqueci um par de ténis com as respetivas palmilhas no ginásio. Os ténis + palmilhas foram encontrados por um instrutor, entregues à equipa e registados no livro de perdidos e achados. O instrutor confirmou-me pessoalmente a receção, mostrou-me o registo e confirmou que eram os meus. Quando regressei para os levantar, os ténis e palmilhas tinham desaparecido. No lugar estavam outros ténis completamente diferentes. Apesar de várias insistências durante duas semanas, o ginásio nunca resolveu a situação, respondendo sempre com “não sabemos nada”. Na resposta oficial à minha reclamação (Ref. ROR0000000045588910), o ginásio limita-se a dizer que não se responsabiliza. Ao aceitarem, registarem e confirmarem a posse dos ténis e palmilhas, o ginásio assumiu a qualidade de depositário, ficando obrigado a guardá-los com diligência, nos termos dos artigos 1187.º, 1188.º, 762.º n.º 2 e 493.º do Código Civil. A perda configura clara negligência e incumprimento contratual. 2. Falhas nos pagamentos e má gestão Conforme reclamação já apresentada no Livro de Reclamações a 1 de maio de 2026, tenho sofrido falhas recorrentes nos pagamentos, cobranças indevidas e má gestão das contas. A comunicação com a empresa é péssima, tendo mesmo havido tentativas de me enganar com contas diferentes. Estas situações persistem há várias semanas e impedem-me de utilizar o ginásio com normalidade. Exigências Exijo da Element Faro: 1. A reposição dos ténis e palmilhas ou o reembolso do seu valor; 2. A regularização urgente de todas as anomalias nos pagamentos e devolução de eventuais valores cobrados indevidamente; 3. Melhorias na comunicação e resolução dos problemas expostos. Caso não haja resolução satisfatória num prazo de 10 dias úteis, reservo-me o direito de avançar com processo de injunção e demais vias judiciais. Agradeço a vossa intervenção urgente. Com os melhores cumprimentos, Hugo Manuel Parreira Dias Telemóvel: 961792580 Email: hugompd05@gmail.com Local: Faro

Em curso
J. C.
27/05/2026

Valor Faturado incorretamente

No seguimento de um pedido de assistência técnica de eletricidade, que está incluido no pacote contratualizado EDP SMART, foi me enviado um técnico da E-REDES para assistência presencial, na qual, chegado à residência admitiu que não poderia prestar assistência relativamente a problemas dentro da habitação. 1º - Foi pedida assistência técnica que já consta do contrato. 2º - A EDP decide enviar alguém da E-REDES que não consegue resolver o problema. Depois disto, ainda foi cobrado na fatura o valor de 20€ relativo á deslocação. Ou seja, foi contratualizado um serviço associado ao EDP Smart, que até agora sempre foi pago, e a EDP decide enviar alguém da E-REDES(com quem não assinei contrato), e que não pode resolver o problema e ainda cobra 20€!!!!!! De todos os contactos com a EDP na figura do senhor Duarte Bettencourt, foi sempre dada uma resposta rude e de pouca cooperação na resolução do problema. Inclusive dada a resposta escrita (por email) em bold :" A sua faturação foi corretamente emitida". Apesar de servir de auxilio para alguém com problemas de visão, é neste caso uma falta de respeito pelo cliente, que ainda consegue ler a 1ª resposta enviada e não tem problemas de compreensão escrita. Adicionalmente, também gostaria de saber junto com o referido colaborador se pensa que o cliente têm problemas de visão, de leitura ou compreensão escrita?

Encerrada
M. N.
27/05/2026

PEDIDO DE MENSALIDADE INDEVIDA

Exmos. Senhores, Sou titular da contrato Nº CRD21605608001 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em 30/03/2026, a conta continua aberta por parte dos vossos serviços. O pedido de pagamento por parte da Mobilize é indevido, porque o contrato foi encerrado e foi feita pelos serviços uma certidão de não divida, o processo de crédito está encerrado. Apesar de ter mencionado em diversos emails e ter atendido as chamadas telefónicas a comunicar que já não devo nada, hoje, dia 27/05/2026, enviam uma mensagem a comunicar se não pagar 1 mensalidade que comunicam ao Banco de Portugal. Não tolero este tipo de ameaças, uma vez que me foi dito ao telefone e enviada uma certidão que o crédito estava pago e que não devia nada á Mobilize. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e que não me incomodem com assuntos já encerrados. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Laura Néné

Encerrada
A. C.
27/05/2026

Sem serviço

Assunto: Incumprimento contratual prolongado Novamente, reclamação formal contra a NOS devido à falha total dos serviços contratados (TV/Net/Voz) desde o passado dia 5 de março de 2026. Desde esta data, tenho contactado exaustivamente a linha de apoio ao cliente, feito queixas tanto no livro de reclamações como no portal da queixa ,e, sem que o serviço tenha sido reposto continuo sem uma justificação fundamentada ou prazo de resolução. A operadora tem-se limitado a respostas evasivas sobre "dificuldades inesperadas", "vamos tentar ser breves" etc. Esta inoperacionalidade prolongada constitui um incumprimento contratual grave. Perante a inação da operadora, solicitei a rescisão do contrato, a qual me foi indevidamente negada no momento, pois teria de pagar, segundo o colaborador de hoje, dia 27 de Maio de 2026, Jorge Aguiar, com a ameaça de cobrança de penalizações por fidelização o valor de 300€. Embora me seja creditado o valor das faturas e não as pague, já passou tempo suficiente para resolver a situação, inclusive já vieram dois técnicos a casa verificar que o problema é externo. Perante o Artigo 432.º do Código Civil: Quando um contrato não é cumprido, a parte prejudicada tem o direito de o resolver (rescindir). Justa causa: A falha prolongada de um serviço essencial (internet/televisão) constitui justa causa para rescisão sem penalizações. A operadora não pode cobrar indemnizações por quebra de fidelização quando ela própria não cumpriu a sua parte. Quero rescindir o contrato, ao dia de hoje, 27 de Maio de 2026, onde também enviarei uma carta registada e um email sobre o mesmo assunto. Não tenciono mais ser cliente NOS. Espero que, a situação fique resolvida de uma vez por todas Anexo algumas imagens em como já fiz várias queixas e nada foi resolvido Atentamente

Resolvida

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