Reclamações recentes

I. R.
04/05/2026

Cobrança Indevida de Seguro

Exmos. Senhores, Solicito apoio e intervenção da vossa parte para a resolução de uma situação de prejuízo financeiro sem qualquer responsabilidade da minha parte. No ano de 2023, subscrevi um seguro no valor mensal de 23,99€, associado à compra de um iPhone 15 Pro Max. Em novembro de 2025, procedi à troca do referido equipamento pelo novo modelo, iPhone 17 Pro Max, tendo, consequentemente, celebrado um novo contrato de seguro para o novo dispositivo. No momento da contratação deste novo seguro, foi-me expressamente informado que o seguro anteriormente associado ao iPhone 15 Pro Max seria automaticamente cancelado, não sendo necessária qualquer diligência adicional da minha parte. No entanto, apesar dessa informação, verifiquei que continuaram a ser efetuadas mensalmente cobranças no valor de 23,99€ referentes ao seguro anterior. Perante esta situação, entrei em contacto telefonicamente com os serviços com o objetivo de esclarecer e regularizar a situação. Para meu espanto, fui informada de que o cancelamento não produziria efeitos imediatos e que os débitos continuariam a ser efetuados até setembro de 2026.

Em curso
A. C.
30/03/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio, na qualidade de segurado da apólice acima Apólice B1762BS210026001-INSPT-0016869, apresentar reclamação formal e contestação dos débitos efetuados, no montante de aproximadamente 122€, relativos a alegados prémios em atraso. Após análise do contrato de seguro celebrado convosco, bem como do regime jurídico aplicável, cumpre expor o seguinte: 1. Do regime legal aplicável Nos termos do Decreto-Lei n.º 72/2008, a falta de pagamento do prémio ou de fração do mesmo na data de vencimento determina, em regra, a resolução automática do contrato de seguro, ou pelo menos a cessação dos seus efeitos, não sendo admissível a sua manutenção indefinida sem regularização. 2. Da incoerência na execução contratual O contrato por V. Exas. apresentado prevê expressamente que a falta de pagamento implica a resolução automática da adesão. Contudo, na prática, verificou-se que: - Não houve qualquer comunicação eficaz quanto à falta de pagamento das prestações; - Não foi efetuado o cancelamento do contrato em tempo útil; - Foi permitida a acumulação de vários meses de prémios em alegado atraso; - Posteriormente, foi efetuado um débito único e significativo, sem aviso prévio adequado. Tal conduta configura uma atuação contrária aos princípios da boa fé, transparência e lealdade contratual, que regem as relações jurídicas nos termos da lei portuguesa. 3. Da ausência de informação e dever de comunicação Enquanto seguradora e/ou mediador, recaía sobre V. Exas. o dever de: - Informar atempadamente o segurado de falhas de pagamento; - Alertar para as consequências contratuais do incumprimento; - Evitar a acumulação desproporcionada de valores sem conhecimento do cliente. A ausência dessas comunicações constitui uma violação do dever de informação, legalmente exigido. 4. Da contestação dos valores debitados Face ao exposto, não reconheço como devidos os montantes cobrados na íntegra, uma vez que: - O contrato deveria ter sido resolvido em momento anterior, por falta de pagamento; - Não foi prestada informação adequada que permitisse evitar a acumulação; - A cobrança efetuada revela-se desproporcional e inesperada. 5. Da exigência de regularização Nestes termos, venho exigir: a) A confirmação do estado atual do contrato (ativo, resolvido ou cancelado), com indicação da respetiva data. b) Mais informo que, na ausência de resolução (10 dias) satisfatória da presente situação, nomeadamente através da devolução de pelo menos 50% do montante indevidamente debitado, darei seguimento ao assunto pelos meios legalmente previstos, incluindo a apresentação de reclamações nos competentes canais públicos, designadamente no Portal da Queixa, na DECO Proteste, bem como através do Livro de Reclamações e junto das autoridades reguladoras e judiciais competentes, incluindo a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Com os melhores cumprimentos, André Carvalho 232545022

Encerrada
A. M.
11/12/2025

Reclamação – Débito Indevido e Falta de Aviso Prévio – Renovação Automática de Seguro

No dia 3 de dezembro de 2025, foi debitado na minha conta bancária um montante de €162,70 referente à renovação anual de um seguro de telemóvel e computador contratado com a Insurama. Até à data do débito não recebi qualquer aviso prévio, por escrito ou por outro meio, indicando que iria ser efetuado esse débito, nem informação sobre a data ou o valor que seria cobrado. Tal situação é especialmente relevante, uma vez que se trata de um contrato com renovação anual automática, pelo que a comunicação antecipada é essencial para a possibilidade de decisão do cliente. Contactei a Insurama no próprio dia em que o débito foi efetuado, através de e-mail, para reclamar o sucedido e informar que não pretendia aceitar ou manter a renovação do seguro. A resposta que recebi referiu que o valor cobrado não seria devolvido, apesar de terem procedido ao cancelamento do contrato. Considero esta situação inaceitável e contrária às boas práticas comerciais, uma vez que não me foi dado qualquer aviso prévio razoável sobre o débito que seria efetuado, nem foi respeitado o meu direito enquanto consumidor a poder decidir se pretendia ou não renovar o seguro. Gostaria de salientar que, de acordo com a legislação portuguesa aplicável à proteção de consumidores, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014 (que transpõe a Diretiva 2011/83/UE sobre os direitos dos consumidores), as empresas devem fornecer informação clara e prévia sobre renovações contratuais automáticas e respetivos encargos, permitindo ao consumidor exercer os seus direitos de forma consciente e informada. Considerando que: não fui informado previamente do débito que seria efetuado; comuniquei de imediato que não pretendia a renovação do contrato; não tenho interesse em usufruir do seguro; Solicito a restituição integral dos €162,70 debitados, por se tratar de um débito que foi efetuado sem aviso prévio e sem o meu consentimento informado para a renovação do serviço. Aguardo a vossa intervenção junto da Insurama para a resolução urgente desta situação. Anexos (se aplicável): Cópia do extrato bancário com o débito; Cópia da comunicação enviada à Insurama; Cópia da resposta da Insurama.

Resolvida
P. M.
15/01/2025

Ativação de seguro sem minha autorização

Boa noite Em fevereiro de 2024 fiz o cancelamento do seguro de um relógio Apple. A partir desse momento nunca mais me retiraram dinheiro da conta bancária. Agora em janeiro de 2025, retiram-me o valor do seguro sem a minha autorização. Contactei a seguradora e esta disse-me que o seguro foi renovado automaticamente e que iria ter de o pagar até ao fim do ano e que não havia maneira de cancelar, mesmo não tendo dado autorização. Ainda por cima, o valor não é debitado por débito direto, mas sim como se fosse uma compra e nem o meu banco consegue bloquear o processo de retirada do dinheiro. Espero que me consigam ajudar a resolveste esta situação extremamente desagradável. Muito obrigado Cumprimentos.

Encerrada
W. C.
06/01/2025

Sinistro

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Olá, No dia 15-11-2024 declarei um sinistro do meu relógio no meu SeguroMulti-dispositivosSemTelemóvel, tive bastante problema para resolver isso, depois de um mês ligando e explicando toda situação foi substituído meu relógio, porém o produto que me enviaram era inferior ao meu, entrei em contato novamente várias vezes, eu já devolvi o produto inferior e já se passaram 2 meses e nada do meu relógio, e sempre que entro em contato falam que está em andamento. Tenho 3 apólice com a insurama, e isso é uma vergonha, isso e uma enganação.

Encerrada

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