Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. M.
12/03/2026

Cancelamento de inscrição

Boa tarde, terei que vir por este meio exigir o cancelamento da minha inscrição visto que de outra forma é impossível de ser feito. Não tenho nenhum contrato assinado presencialmente e continuam a dizer que tenho obrigatoriedade de pagamento durante 52 semanas. Já exigi cópia desse contrato e nada! Quis cancelar a minha inscrição por doença incapacitante (que na receção me disseram que não teria sujeita a taxa) e segundo o email do apoio ao cliente terei que pagar 50€. Um dos colaboradores com quem falei na altura da inscrição disse que se enviasse o comprovativo conseguiria fazer o cancelamento (e na qual eu envie) e estou há semanas nesta situação! Exijo uma resposta e se necessário tenho os emails que comprovam que o que o colaborador disse.

Resolvida
L. N.
12/03/2026

Valores altos de fatura

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à faturação de eletricidade associada ao contrato com a Iberdrola, referente ao CPE PT 0002 0000 2025 1057 MC, na morada PC Padre Sena de Freitas, 54, 6.º DTO, Braga. Ao longo dos últimos meses, conforme consta no próprio histórico de faturação emitido pela empresa, os consumos mensais da habitação variaram aproximadamente entre 52 kWh e 359 kWh, valores compatíveis com a utilização normal da instalação elétrica. No entanto, na fatura emitida em 09 de março de 2026, foi faturado um consumo de 2.409 kWh, no valor total de 339,79 €, um valor completamente desproporcional e fora do padrão histórico de consumo da habitação. Importa ainda esclarecer que, durante o mês de fevereiro, fui informada de que um técnico iria deslocar-se à habitação para proceder à leitura e verificação do contador. Posteriormente recebi uma carta indicando que, caso não recebesse o técnico, poderia ser aplicada uma penalização, alegando que o técnico já teria tentado realizar a visita anteriormente. Contudo, essa primeira tentativa nunca me foi comunicada, não tendo sido feito qualquer contacto prévio comigo para informar da deslocação. Por esse motivo, não tive oportunidade de estar presente na habitação. Foi então efetuado um reagendamento da visita técnica, mas o mesmo acabou por ser cancelado, não tendo sido realizada qualquer verificação do contador ou da instalação elétrica. Para minha surpresa, após esta situação, acabei por receber a referida fatura com um valor extremamente elevado e completamente incoerente com o histórico de consumo da habitação, sem que tenha sido feita qualquer verificação técnica prévia ao equipamento de medição. Tentei contacto com as empresas, sem sucesso e nem sequer me encaminharam uma nova visita técnica. Indicaram além disso, que as leituras são reais, mas não verificaram meu leitor e nem se existe algum outro erro possível, utilização por terceiros ou afins. Face ao exposto, considero que existem fortes indícios de erro de leitura, avaria do contador, erro de faturação ou outra anomalia técnica, motivo pelo qual solicito: Verificação técnica urgente do contador e do sistema de medição; Análise detalhada das leituras registadas no período faturado; Reavaliação da fatura emitida e correção dos valores caso se confirme qualquer irregularidade. Não foi me proposta nenhuma alternativa, somente o pagamento, o que julgo incoerente, pela impossibilidade de um histórico de valores sofrer uma alteração tão drástica. Logo, o cliente não tem responsabilidade por saber como proceder tecnicamente e deve ser informado e principalmente ouvido frente a uma faturação tão contrastante do seu histórico de anos, aonde nada mudou na residência.

Em curso
A. X.
12/03/2026

Cobrança indevida e subscrição eDreams Prime

Dia 19 Fevereiro comprei 7 viagens individuais na eDreams. Nrs das Reservas: 24651419430, 24651376137, 24651073793, 24651397713, 24651355678, 24651282827 e 24651325793. Para prosseguir com cada compra, tive obrigatoriamente de aceitar os termos e condições, senão não conseguiria concluir as reservas. Cada pessoa recebeu no seu email o comprovativo de reserva com o valor de aproximadamente 40€ cada uma. Entre os dias 9 e 11 março, retiraram da minha conta bancária 89,99€ por pessoa, que dizem que corresponde à subscrição do eDreams Prime. Debitaram-me o valor referente a 5 reservas. Fiz reclamação no site e afirmam que nenhuma delas é elegível de reembolso. No Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância e estabelece a obrigação de informação clara ao consumidor, coisa que não aconteceu ao fazer as reservas através da eDreams. Não subscrevi nenhum serviço Edreams Prime, de livre vontade, durante as 7 reservas que comprei. Assim como não autorizei o débito bancário no valor de 449,95€. Solicito o reembolso total dos 449,95€ retirados indevidamente da minha conta.

Encerrada
A. L.
12/03/2026

Cobrança

Venho reclamar sobre a Nos, meu contrato com ela foi de 2 anos terminou em Outubro de 2025,fui a loja cancelar disseram q n podia, pq q está ate o mes de maio,de 2026,so q n renovei agora vem mim cobrança de valores q n utilizo mas so o q devo lá e so um telemóvel, e quero mim regularizar com isso mas n pago o q a nos mim cobrar

Resolvida
D. F.
12/03/2026

não recebi o pagamento da minha venda

Venho por este meio informar que fiz uma venda na vinted. O comprador abriu uma disputa com fotografias da encomenda vazia, apenas a embalagem. Eu respondi que a encomenda foi bem embalada como nas regras, embora não tenha fotografias. nas fotografias do comprador, dá para ver que a encomenda tinha sido bem embalada. Ao responder a vinted deu automáticamente a razão ao comprador. Fique sem receber o dinheiro da venda.

Em curso

Produto Defeituoso

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor relativamente a um problema ocorrido com um produto adquirido à empresa Bedivar, distribuidora da marca Merrell em Portugal. No dia 19/01/2026, adquiri um par de sapatilhas Merrell Wrapt Mulher, conforme fatura-recibo n.º FR7 FR726/1527, o qual recebi a 28/01/2026. No primeiro dia de utilização, 05/02/2026, ao sair de casa e ao atravessar um pequeno pátio com um ligeiro desnível — local que utilizo diariamente sem qualquer dificuldade — escorreguei de forma significativa, caindo e sofrendo lesões na anca e no cotovelo. A queda ocorreu devido à falta de aderência da sola do calçado, mesmo em piso apenas ligeiramente húmido. Durante o incidente, o calçado continuava a escorregar, dificultando inclusive levantar-me. De acordo com a informação disponibilizada no site da marca, este modelo apresenta características que sugerem utilização em condições húmidas (nomeadamente referência a membrana impermeável), criando uma expectativa legítima de segurança e aderência que não se verificou na prática. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, no mesmo dia do incidente. Fizeram a recolha das sapatilhas no dia 24/02/2026. Posteriormente, recebi uma resposta escrita da Bedivar, datada de 1 de março de 2026, na qual informam que a reclamação não foi aceite, alegando que não foi detectado qualquer defeito de fabrico e que o modelo foi concebido para utilização em contexto de montanha e trilho. Contudo, juntamente com a devolução do calçado apenas foi enviada a referida carta, não tendo sido incluído qualquer relatório técnico ou documento de análise que suporte a conclusão indicada pela empresa, apesar de mencionarem que foi efetuada uma análise pelo seu Serviço de Controlo de Qualidade. Considero, assim, que: - o produto não corresponde às expectativas legítimas criadas pela informação disponibilizada ao consumidor; - a resposta da empresa não apresenta fundamentação técnica verificável, uma vez que o alegado relatório de análise não foi facultado; - a situação coloca em causa a segurança do consumidor, tendo inclusivamente provocado uma queda com lesões físicas. Solicito, por isso, o apoio da DECO para análise desta situação e para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no sentido de obter uma resolução adequada do problema. Com os melhores cumprimentos, Joana Semião

Encerrada
D. A.
12/03/2026

Reserva não confirmada

Bom dia, Reservei uma viagem online, ida-volta Lisboa-Paris, através da Edreams e do seu sistema de congelamento de uma reserva, por 1€ e 3 dias (caso não encontre melhor, aquela estaria "garantida", pensava eu); ora, sucede que fui ao site para "descongelar" e finalizar a tal reserva, para depois pagar e, espantem-se, "o que querias esgotou", como quem diz "paciência e arranja-te, temos pena"!! Devolveram-me 1€, mas tive que reservar nova viagem, naturalmente, já por valor bastante acima... mas, enfim, reservei, confirmaram que estavam a processar, fui "debitado/cativado" no cartão de crédito e, novo espanto, passada 1 hora escreveram no e-mail "reserva parcialmente confirmada, não conseguimos confirmar o seu voo de volta, tem que procurar outro", dizendo que iam devolver esse valor correspondente; ora, eu comprei uma viagem de ida e volta e, de repente, e de forma unilateral, tive que comprar um voo de regresso, que me custou mais 75€ extra!!! Se não conseguiam confirmar a reserva da vinda, tinham cancelado e devolvido tudo, para eu poder ter a possibilidade de fazer nova pesquisa de ida-volta, ainda que (provavelmente) estivesse com um custo superior... E depois uma pessoa quer contactar com alguém e percebe que isso é uma falácia, fazem o que querem e nós à sua mercê! Exigo reembolso dos 75€ relativos à diferença daquilo que eu reservei efectivamente e que eles desconfirmaram, fazendo-me ter que comprar um voo só de volta, o que é uma total injustiça e falta de bom senso!! E já não falo na diferença de quase 200€ relativamente às reservas que eu havia congelado (sim, foram 2 e, para as duas, tive a mesma resposta "o que querias esgotou"! Agradeço a vossa assistência.

Encerrada
G. F.
12/03/2026

Conta hackeada

Exmos. Senhores da DECO,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico num caso de extrema gravidade que envolve a usurpação da minha identidade digital e a perda total de controlo sobre o meu projeto profissional e académico, "Portugal Antigamente", alojado na plataforma Instagram. Como historiador e autor, dediquei os últimos anos à construção de uma comunidade de divulgação histórica que se tornou a maior do seu género em Portugal, servindo como veículo de educação e preservação da memória coletiva. No entanto, desde o dia 3 de setembro de 2025, encontro-me refém de uma situação de extorsão e de uma gritante negligência por parte da Meta Platforms, Inc., que se recusa a agir perante provas irrefutáveis de crime.A invasão da minha conta ocorreu na manhã do referido dia, quando fui surpreendido por notificações automáticas da própria plataforma informando que o meu e-mail de recuperação e o meu número de telefone tinham sido removidos. O invasor alterou imediatamente os dados de acesso para um e-mail de origem suspeita e implementou um sistema de autenticação de dois fatores externo, através da aplicação Duo Mobile, bloqueando qualquer tentativa de recuperação convencional da minha parte. O que se seguiu foi um processo angustiante de chantagem direta. Através do número de WhatsApp +44 7349 870174, o criminoso admitiu explicitamente o acesso ilegítimo, afirmando que a minha conta "não lhe interessava" e que o seu único objetivo era chegar a um acordo financeiro. Inicialmente, exigiu o pagamento de 700€, valor que foi baixando para 400€ e, finalmente, para 300€, à medida que eu recusava ceder à extorsão e tentava ganhar tempo enquanto contactava as autoridades.Tentei, literalmente, todos os mecanismos de suporte que o Instagram disponibiliza. Submeti vários pedidos de ajuda através do centro de segurança, realizei os procedimentos de verificação biométrica por vídeo (selfie de vídeo) por diversas vezes, onde a minha identidade é claramente confirmável através do cruzamento com as fotos e vídeos de cariz público que eu próprio publicava na página. Enviei e-mails para os canais de suporte técnico e de segurança da Meta (phish@fb.com e security@mail.instagram.com), anexando documentos de identificação e capturas de ecrã que provam a invasão e a tentativa de venda da conta. Tenho um processo de suporte aberto com o número 873044195107486, mas a resposta da plataforma tem sido nula ou meramente automatizada, ignorando o facto de haver um crime de extorsão em curso na sua própria infraestrutura.Perante o silêncio da Meta, formalizei uma queixa eletrónica junto da Polícia Judiciária (Queixa nº 2025/2623), reportando o acesso ilegítimo e a tentativa de extorsão. Notifiquei o invasor sobre esta queixa, ao que ele respondeu com total impunidade, afirmando que reside num país diferente, utiliza endereços IP falsos e que, se eu não pagasse, venderia a conta a terceiros ou apagaria o conteúdo permanentemente. É inadmissível que uma empresa com a dimensão da Meta permita que um utilizador legítimo, com uma conta verificada e profissional, seja despojado do seu trabalho por um indivíduo que utiliza abertamente a plataforma para cometer crimes, sem que haja um mecanismo de intervenção humana capaz de analisar a evidência documental que apresento. A minha situação é de desespero profissional. O projeto "Portugal Antigamente" não é apenas uma conta de rede social; é um arquivo digital de valor histórico, um canal de comunicação com centenas de milhares de pessoas e o sustento do meu trabalho como autor. A inação do Instagram está a validar a estratégia do criminoso, empurrando-me para uma situação onde a única solução parece ser o pagamento de um resgate, algo que me recuso terminantemente a fazer por princípios éticos e legais. Sinto-me completamente desprotegido por um serviço que, apesar de lucrar com o conteúdo que os criadores geram, não oferece o mínimo de segurança ou de apoio quando estes são vítimas de redes de cibercrime. Pelo exposto, recorro à DECO para que, através dos vossos canais de resolução de litígios, obriguem a Meta Platforms a realizar uma análise humana e técnica deste caso. Exijo a reversão imediata dos dados de acesso para o meu e-mail original (gfffarlens10@gmail.com) e a remoção dos bloqueios de autenticação impostos pelo invasor. A prova da invasão está nos próprios registos internos da Meta, que enviou os alertas de alteração de dados no dia 3 de setembro. Não aceito que uma falha tecnológica ou a rigidez de algoritmos de suporte permitam a destruição de um património cultural e profissional construído com rigor ao longo de anos.Aguardo com urgência a vossa orientação sobre os próximos passos a tomar, estando disponível para fornecer qualquer documentação adicional necessária para instruir este processo.Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Drummond Girão Peralta Farlens

Encerrada
M. C.
12/03/2026
Lisboagás Comercialização , S.A.

Reclamação por atraso sistemático no envio de faturas e cobrança indevida de custos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Lisboagás, devido ao atraso reiterado no envio das faturas de gás por via postal (CTT). Por duas vezes, recebi as faturas em papel já muito perto ou após a data limite de pagamento, o que me impossibilita de cumprir os prazos atempadamente. A empresa alega que a responsabilidade é dos CTT, mas, enquanto prestadora de um serviço publico essencial, a Lisboagás é responsável por garantir que a fatura chega ao cliente com a antecedência mínima necessária para o pagamento (conforme as regras da ERSE). É inaceitável que o cliente seja penalizado com custos de atraso por falhas de expedição da empresa. Mais informo que: 1. Sou reformada e por dificuldades de acesso à internet, pretendo manter a faturação em suporte de papel, um direito que me assiste legalmente. 2. Recuso o pagamento de quaisquer juros de mora ou taxas de atraso, uma vez que a demora não me é imputável. 3. Exijo que as faturas sejam enviadas com a antecedência devida para evitar estes transtornos. Solicito a anulação dos encargos por atraso e a regularização do envio das faturas futuras. CUI: PT1605000008386198YB

Encerrada
M. S.
12/03/2026

Serviço incompleto sem reembolso justo

Contratei o serviço de limpeza de humidade e para começar a tecnica chegou sem materiais adequados como escada e material de proteçao ao ambiente conforme prometido no serviço no site. A tecnica nao terminou o serviço no dia estipulado e depois cancelaram as visitas duas vezes seguidas sendo a ultima sem ao menos me consultar. Eu nao pude aceitar a segunda remarcaçao pois ja tinha combinado com o pintor e portanto nao haveria mais bolor no local. Eu paguei por 3 ambientes, um ambiente quase nao havia bolor, ela limpou um e deixou outro por fazer que havia muito mais que o primeiro. REsumo eu paguei 109€ e me reembolsaram apenas 19€, com a desculpa que era o correspondente a um comodo que nao foi feito. Porem claramente a divisao nao é feita de forma justa e o serviço nao foi concluido por iniciativa da empresa e nao minha.

Encerrada

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