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Problemas com contratos, cobranças indevidas e defesa do consumidor
Exmos. Senhores, Eu e a minha namorada inscrevemo-nos no ginásio Fitness Up, em Moreira da Maia, em abril de 2025. Nos contratos, coloquei o meu IBAN para o débito das quotas de ambos os sócios (eu e a minha namorada). No entanto, o ginásio começou a retirar as quinzenas da conta bancária da minha mãe, sem a sua autorização, mesmo após várias tentativas minhas de corrigir o IBAN, pessoalmente no balcão do ginásio, e tendo assinado os documentos para essa alteração. Mesmo depois de preencher e assinar três vezes a alteração do IBAN, as retiradas continuaram a ser feitas da conta da minha mãe. Esta situação levou a que ela bloqueasse os débitos, gerando uma série de mensagens, e-mails e inúmeras chamadas e mensagens por WhatsApp por parte do ginásio, a informar sobre supostas taxas por falta de pagamento. O ginásio contactou-me repetidamente por WhatsApp e chamadas telefónicas para esclarecer a situação, insistindo várias vezes para que eu enviasse o comprovativo do IBAN correto. No entanto, eu não podia fornecer esse comprovativo na altura, por estar fora da Europa. Achei estranho que, apesar da insistência para que eu enviasse o IBAN, quando deixei de o enviar, o ginásio conseguiu descobrir o IBAN correto e fazer um débito elevado na minha conta, sem que eu tivesse dado essa informação. Além disso, o ginásio continuou a ameaçar-me com a aplicação de taxas por atraso, o que considero injusto, visto que a falha foi da parte deles. Para agravar, houve uma violação grave de privacidade: o ginásio revelou à minha mãe, sem o meu consentimento, que eu frequento o ginásio e os valores que pago. Este facto é ilegal, pois não tinham autorização para partilhar esses dados pessoais. No dia seguinte ao débito, foi retirado da minha conta um valor de 143€, correspondente a pagamentos que não reconheço, acompanhados de mensagens ameaçadoras e acréscimos de taxas indevidas. Acho estranho como o ginásio insistiu tanto para que eu enviasse o IBAN correto, mas, quando viram que eu não o enviava, conseguiram descobri-lo e fazer o débito na minha conta sem a minha autorização. Até à data, não me devolveram qualquer valor indevidamente retirado. Além disso, descobri que outro sócio tem a minha assinatura e os meus dados bancários associados, e estão a ser feitas retiradas da minha conta em nome desse sócio, situação que nunca autorizei. Já pagámos valores superiores ao que deveríamos, pelo que não temos quaisquer pagamentos em atraso. Enquanto a situação não for regularizada, acho ridículo que continuem a retirar dinheiro da minha conta, especialmente depois de já terem retirado valores a mais. Solicitei a devolução dos valores indevidamente retirados e a correção dos dados, mas nada foi resolvido. Contudo, a minha namorada continua a receber notificações de dívidas por quinzenas em atraso. Este caso envolve várias irregularidades graves por parte do ginásio Fitness Up: Débitos não autorizados em conta de terceiros (minha mãe); Retenção indevida de dados pessoais após cancelamento anterior; Falta de correção e atualização adequada dos dados bancários; Violação da privacidade e divulgação indevida de informação pessoal; Débitos ilegítimos e cobranças indevidas; Uso indevido do meu IBAN para débitos de outro sócio; Possível falsificação de assinatura em contratos; Procedimentos suspeitos no tratamento da informação bancária. Exijo a investigação destas práticas, a devolução imediata dos valores retirados indevidamente, a cessação das cobranças injustificadas e a proteção dos meus dados pessoais, bem como a responsabilização do ginásio por estas infrações. Cumprimentos.
Defeito no motor peugeot 308, 1.2 de 2018
Estou solidário com todos os reclamantes, relativamente ao motor 1.2 de 3 cilindros da Peugeot. Tenho um Peugeot 308, 1.2 puretech, de 2018, comprado novo na Peugeot, concessionário na Praça de Espanha, e, confirmo todos os problemas relatados pelos proprietários e utilizadores dos veículos com o motor puretech. É uma vergonha o comportamento da Peugeot em Portugal. A pensar que estaria a comprar um bom carro, adquiri um pesadelo de 4 rodas. Os funcionários da Peugeot escudam-se e declinam a responsabilidade na reparação do motor por alegaram que a manutenção não é efectuada na Peugeot. O problema é o motor e não as reparações que sejam feitas dentro ou fora da marca. O problema é na origem, na construção do motor, a qual tem uma correia banhada a óleo e que perde partículas desse material entupindo o filtro do óleo, impedindo que o óleo passe para o motor. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.
Encomenda parada na alfândega e falta de contato!
Exmos. Senhores, POIS BEM MEU PACOTE ESTÁ PARADO DIZENDO QUE : São necessárias instruções de desalfandegamento do importador. Acção recomendada: O Importador tem de fornecer instruções. MAS NAO FUI CONTACTADO ATÉ HOJE SOBRE O QUE, E QUAIS AS INFORMACOES QUE ELES PRECISAM. NAO TENHO CULPA DO ATRASO, POIS SE TIVESSE SIDO CONTACTADO JÁ TERIA DADO TODAS AS INFORMACOES PARA A LIBERACAO DA ENCOMENDA. Cumprimentos.
Scam company for new migrant to Portugal
Esta empresa aumenta o seu volume financeiro através de práticas fraudulentas, aproveitando-se de pessoas que recentemente imigraram para Portugal. A situação, resumidamente, é a seguinte: há cerca de dois anos, recebi uma proposta através de um amigo, pois a CEO desta empresa, Catarina Miguel, solicitou que eu emitisse uma fatura em nome da empresa dela, em troca de um valor. Como eu era recém-chegado a Portugal e não tinha conhecimento das leis fiscais locais, aceitei a proposta confiando no meu amigo. A CEO afirmou que esta ação seria benéfica para mim, pois como eu ainda não tinha atividade profissional em Portugal, emitir a fatura mostraria que eu estava em atividade. No entanto, após cerca de um ano, recebi uma notificação da Autoridade Tributária informando que eu estava sujeito a impostos devido a essa fatura. Após várias tentativas de contato com a CEO para esclarecer a situação, ela bloqueou-me e deixou de responder. Como resultado, perdi cerca de 3.000 euros. Depois de consultar um advogado e analisar o caso, percebi que esta empresa agiu de forma fraudulenta e que eu não fui o único afetado, pois muitos imigrantes recém-chegados, sem histórico profissional em Portugal, também foram vítimas desta prática.
Burla
Boa tarde, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento Lipo Stop, contratado no valor de 700€, associado ao NIF indicado no email. Solicitei anteriormente o cancelamento imediato dos tratamentos, tendo em conta que: • O tratamento em questão não produziu os resultados prometidos, nomeadamente a perda de peso anunciada no momento da contratação; • Considero que fui induzida em erro, uma vez que os benefícios garantidos pela vossa equipa comercial não se verificaram na prática, caracterizando-se, no meu entender, como prática enganosa; • Já contactei o gerente da loja, que recusou-se a proceder ao cancelamento, o que considero inaceitável; • Um montante de 129€ foi indevidamente debitado da minha conta, sem a minha autorização expressa, mesmo após eu ter comunicado o cancelamento. Informo ainda que este caso já se encontra: • Reportado ao Portal da Queixa; • Com queixa apresentada na DECO – Defesa do Consumidor; • A ser acompanhado pelo meu advogado, que já iniciou os devidos trâmites legais. Desta forma, solicito com urgência: 1. O reembolso integral do montante de 129€, debitado sem consentimento; 2. O cancelamento imediato de quaisquer cobranças futuras; 3. A resolução amigável do contrato, evitando que este processo siga para vias judiciais. Caso não obtenha resposta num prazo de 7 dias úteis, darei seguimento às medidas legais já em curso. Fico a aguardar uma resposta por escrito com a vossa posição. Com os melhores cumprimentos,
Pagamento Declaração Não Dívida - valor abusivo
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de emissão de uma declaração de não dívida solicitado junto da administração do condomínio. Optei pela emissão de uma declaração autenticada, no valor de 75€ + IVA (92,25€), por entender que seria a opção mais segura para apresentação em escritura. No entanto, chamo a atenção para os seguintes pontos que considero inaceitáveis no decorrer deste processo: 1. Valor injustificável para a declaração não autenticada: Fui informado de que o valor da declaração não autenticada é de 55€ + IVA, o que considero manifestamente excessivo, tendo em conta que se trata de um simples documento que confirma a inexistência de dívidas — algo que faz parte das obrigações correntes da administração (ou pelo menos, ser um valor mais razoável). A cobrança deste montante, por um serviço tão elementar, carece de fundamentação razoável. 2. Informação contraditória e ausência de transparência: Durante contacto telefónico, foi-me dito que poderia consultar a tabela de preços nas instalações da administração. No entanto, ao deslocar-me ao local, essa possibilidade foi negada e foi-me dito que não existia qualquer tabela para consulta, contradizendo o que me havia sido transmitido. Esta situação demonstra falta de clareza e de uniformidade na comunicação por parte da administração. 3. Fatura não emitida no momento da entrega, nem enviada posteriormente: O pagamento foi efetuado com cerca de 15 dias de antecedência, mas no momento em que me desloquei às instalações para levantar a declaração, foi-me comunicado que a fatura não estava pronta, alegando que o documento só tinha sido emitido nesse mesmo dia. Foi-me assegurado que a fatura seria enviada posteriormente. Contudo, passados mais de 15 dias, continuo sem receber a fatura, contrariando o que me foi garantido. 4. Pagamento feito a uma entidade “externa” ao condomínio: Foi-me solicitado que efetuasse o pagamento para um NIB que não pertence ao condomínio, mas sim a uma empresa de serviços associada à administração. Tal prática suscita dúvidas quanto à correta afetação dos valores cobrados, e não foi acompanhada de qualquer explicação ou comprovativo de relação formal com o condomínio. Desta forma, solicito uma resposta formal com os devidos esclarecimentos sobre: • O fundamento para a cobrança de 55€ + IVA por uma simples declaração não autenticada; • A ausência de tabela de preços acessível aos condóminos; • A razão pela qual a fatura ainda não foi emitida/enviada, apesar do serviço estar concluído e pago; • A legitimidade da conta bancária para a qual foi feito o pagamento.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho pedir a vossa ajuda no sentido de resolver uma situação com a Leroy Merlin. Fiz a encomenda de uma piscina a 18/06/25, efetuei o pagamento e até hoje ainda não foi entregue. Andam de dia para dia a dizer que entregam, que tiveram um problema entre a empresa e a transportadora e não resolvem nada. Não temos culpa desse problema, resolvam entre eles mas entreguem-nos a nossa encomenda. Cada vez que ligamos dizem que vão abrir uma reclamação e depois nada. Já enviei email e nem resposta obtive. Encomenda n°25169L49906. Fatura n°20250349901/003453. Cumprimentos.
Encomenda não entregue de acordo com o pedido
Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda No Marker Place da Leroy Merlin em Abril de 2025, a uma empresa que se identifica como Matris mas cujo nome fiscal da empresa é MGB DEAL MARKET. A encomenda era de um colchão 100x180 mas foi-me entregue um colchão 100x200 que obviamente não cabe na minha cama. Apresentei reclamação através do site da Leroy Merlin mas depois de inúmeras mensagens trocadas com a Matris e com a Leroy Merlin, e agora ja em Julho 2025, continuo sem receber a encomenda correcta ou a devolução do dinheiro pago. A Leroy Merlin até tem enviado algumas mensagens a Matris a pedir respostas mas só lado da Matris apenas recebo mensagens com informação errada. Não sei se alguém me pode ajudar a resolver o assunto mas fica desde já um aviso a outros consumidores que não devem confiar na empresa Matris (ou MGB DEAL MARKET) nem na capacidade da Leroy Merlin em resolver problemas com os fornecedores do seu Market Place. Cumprimentos. João Paulo Ramos
Locação não finaliza e ausência de reembolso
Exmos. Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à última locação efetuada junto da vossa empresa, finalizada no dia 07/06/2025. De acordo com o vosso procedimento habitual, as portagens associadas à locação seriam apuradas no prazo de 10 dias, com consequente reembolso do valor remanescente do depósito de garantia. No décimo dia, foi-me comunicado o valor de 18,74 € correspondente às portagens e um montante de 81,26 € a ser reembolsado para a minha conta bancária. Contudo, até à presente data: O valor de 18,74 € não foi cobrado; O reembolso de 81,26 € não foi efetuado. Ambos os montantes continuam como "pendentes", sem qualquer resolução ou avanço no processo., Contudo, até à presente data: O valor de 18,74 € não foi cobrado; O reembolso de 81,26 € não foi efetuado. Ambos os montantes continuam como "pendentes", sem qualquer resolução ou avanço no processo. Além disso, reporto também a forma extremamente insatisfatória e desrespeitosa com que fui atendido na minha última tentativa de contacto telefónico, realizada no dia 01/07/2025. A funcionária Jéssica, que se identificou como estando no Porto, foi mal-educada, desligou o telefone na minha cara e mostrou-se claramente despreparada para lidar com o cliente, limitando-se a repetir que "estamos a resolver" e que "seria avisado", sem apresentar qualquer informação concreta ou útil. A atitude da colaboradora em questão foi ofensiva e inaceitável. Sempre fui muito bem atendido presencialmente no balcão da Centauro, mas o pós-atendimento neste caso tem sido deplorável, desrespeitando o cliente e demonstrando falta de preparação e empatia por parte do apoio telefónico. Solicito, com urgência, o encerramento deste processo, com: A cobrança do valor das portagens; A devolução imediata do montante remanescente do depósito; E a análise interna da conduta da colaboradora referida. Na ausência de uma resposta adequada e definitiva, irei avançar com a presente reclamação junto da DECO PROTESTE, da Direção-Geral do Consumidor e, se necessário, recorrer a instâncias judiciais. Fico a aguardar resolução célere. Com os melhores cumprimentos, Vargas V. Lerco Sempre fui muito bem atendido presencialmente no balcão da Centauro, mas o pós-atendimento neste caso tem (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Ameaçada por pedir livro de reclamações
Exmos. Senhores, Boa tarde, venho manisfestar minha reclamação sobre o Ginásio Fitness Up de Penafiel, primeiro por coimas injustas e em segundo, que foi até feito uma queixa crime a respeito ,é por ter sido ameaça por um dos vossos funcionários. A muito tempo venho tendo problemas nos pagamentos das minhas quinzenas pois mesmo com saldos na conta não é feito o débito e quando entro em contacto com o Ginásio para efetuar o pagamento ,no mesmo dia, pedem para que eu espero 2 ou 3 dias e voltar a contactar para efetuar o pagamento, me garantindo que não será feito a cobrança da multa pois o erro não era meu e eu entrei em contacto para pagar, isso foi dito pela funcionária Joana , Maria e um rapaz que não lembro o nome, pois como eu disse , entro em contacto em quase todas as quinzenas. Enfim, faço o pagamento e no mês a seguir me cobram a coima, isso ocorreu 3 vezes , ter que pagar uma coima que não é justa. Fui até o Ginásio Fitness UP Penafiel no dia 26/06/2025 por volta das 14:30 hrs para treinar e pagar a quinzena que será cobrada no dia 27/06 para não ocorrer novamente problemas, fui imformada que teria que pagar novamente outra coima e solicitei o Livro de Reclamações, que é Direito do Consumidor, e o Gerente Daniela e o funcionário Diogo Miguel Soares Silva me disse que não me daria o livro , este funcionário disse que eu não iria Fo**r com a vida dele , me insultou por diversas vezes, solicitei o nome dele e ele disse que não daria e eu estava sem óculos e não consegui enxergar o nome no crachá, após vários insultos ele ameaçou me agredir fisicamente quando saisse do Ginásio e os outros funcionários tiveram que segura lo para que ele não passasse do balcão para me agredir, vocês podem confirmar essas informações consultando as câmaras de vigilância que possue no balcão da recepção, foi muito grave, liguei para GNR, quando os polícias chegaram os funcionários, os mesmo que o seguraram para ele não me bater disse que era tudo mentira , após os polícias identificarem o funcionário eu fui até a esquadra e abri uma queixa crime contra o funcionários de vocês. Entre tudo isso e outras coisas eu não acredito que uma empresa que tem um Grande Nome como a Fitness Up tenha funcionários desta categoria, mas treinados e sem saber lidar com o público. Eu raramente treinei na Fitness Up de Penafiel pois sempre achei os funcionárias grosseiros, sempre preferi a Fitness UP Bessa pois todos são exemplos de funcionários. Nem mesmo a Gerente de Penafiel merece ser chamada de gerente pois diante de toda situação ela ainda foi conivente com tal atitude inescrupulosa. Irei rm frente com esse processo em Tribunal, segue em anexo o comprovativo da queixa crime , e espero que vocês tomem providências em relação a vossos funcionários. Como eu disse anteriormente, é só consultar as câmaras de segurança e vocês veram que tudo relato , e ainda mais, é verídico. E caso eu não tenha uma resposta de vocês a respeito das coimas indevidas eu também entrarei com um processo contra a Fitness UP pois eu tenho como provar que em todas as datas dos débitos eu tinha saldo em conta, tenho as conversas dos funcionários mandando eu ligar 2 ou 3 dias depois do vencimento para efetuar o pagamento e não aceitaram que eu pagasse no mesmo dia e tenho comprovativo do Banco informando que o erro dos débitos é da entidade e não bancária. Funcionário Diogo Miguel Siares Silva Gerente Daniela E todos os demais funcionários, foram ineficientes diante o ocorrido. Meus cumprimentos Walkiria Dias Cumprimentos.
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