Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda não entregue com falsa alegação
Exmos. Senhores, ViaDireta Exmos, Senhores Via Direta, No dia 7 de Julho fiz uma encomenda na loja online Douglas e no dia 8 recebi um email da Douglas a dizer que a minha encomenda foi expedida. As 7:46 am do dia 9 de Julho recebi uma mensagem da Via Direta a dizer que a minha encomenda esta a caminho. Neste mesmo dia as 15:53 enviei um email para o serviço de apoio a questionar se a minha encomenda iria chegar neste mesmo dia, ou no dia seguinte na parte da manha ou da tarde e obtive a seguinte resposta: "Estimado cliente. A sua encomenda encontra-se em distribuição para entrega hoje, aguarde contacto do nosso distribuidor para combinar entrega. Cumprimentos." Mais tarde por volta das 19:30 voltei a questionar o serviço de apoio da Via Direta já que não fui contactada por nenhum distribuidor e nem recebi a minha encomenda como foi mencionado. Mais tarde, fui pesquisar como estava a situação da minha encomenda nr 364742, e encontro uma alteração de data com o seguinte detalhe: "Cliente ausente e incontactável. Nova data: 10-07-2024", sendo falso o motivo da não entrega. O email que recebi da Via Direta diz que a encomenda iria ser entregue hoje e que eu iria ser contactada pelo distribuidor, e nada disto aconteceu e eu estive o dia todo em casa a espera, porque acreditei que a empresa é séria com os seus clientes. Gostaria de uma explicação por parte da Via Direta, e caso a minha encomenda não seja entregue amanhã quero a devolução do meu dinheiro. Com os meus melhores cumprimentos, Sara Badaró.
Encomenda não entregue com falsa alegação de Cliente ausente e incontactável
Exmos, Senhores Via Direta, No dia 7 de Julho fiz uma encomenda na loja online Douglas e no dia 8 recebi um email da Douglas a dizer que a minha encomenda foi expedida. As 7:46 am do dia 9 de Julho recebi uma mensagem da Via Direta a dizer que a minha encomenda esta a caminho. Neste mesmo dia as 15:53 enviei um email para o serviço de apoio a questionar se a minha encomenda iria chegar neste mesmo dia, ou no dia seguinte na parte da manha ou da tarde e obtive a seguinte resposta: "Estimado cliente. A sua encomenda encontra-se em distribuição para entrega hoje, aguarde contacto do nosso distribuidor para combinar entrega. Cumprimentos." Mais tarde por volta das 19:30 voltei a questionar o serviço de apoio da Via Direta já que não fui contactada por nenhum distribuidor e nem recebi a minha encomenda como foi mencionado. Mais tarde, fui pesquisar como estava a situação da minha encomenda nr 364742, e encontro uma alteração de data com o seguinte detalhe: "Cliente ausente e incontactável. Nova data: 10-07-2024", sendo falso o motivo da não entrega. O email que recebi da Via Direta diz que a encomenda iria ser entregue hoje e que eu iria ser contactada pelo distribuidor, e nada disto aconteceu e eu estive o dia todo em casa a espera, porque acreditei que a empresa é séria com os seus clientes. Gostaria de uma explicação por parte da Via Direta, e caso a minha encomenda não seja entregue amanhã quero a devolução do meu dinheiro. Com os meus melhores cumprimentos, Sara Badaró.
Suspensão indevida do meu serviço e pagamento de acordo
Exmos. Senhores, Aveiro, 09/07/2024 Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela NOS. No dia 04 de junho de 2024, o meu serviço de internet foi suspenso e a velocidade limitada de forma ilegal e injusta, apesar de eu ter cumprido corretamente com o pagamento da mensalidade, bem como de um acordo de pagamento que foi cancelado no dia 19/05/2024, no montante de 83,74 euros. Apesar de ter recebido diversas SMS no meu telemóvel indicando que havia uma falta de pagamento, entrei em contacto com a NOS em várias ocasiões e fui informado que não tinha qualquer dívida pendente e que estava tudo regularizado. No entanto, a empresa suspendeu o serviço no dia 04 de junho de 2024 por erro. O objetivo desta queixa é solicitar que a NOS retifique o erro cometido e elimine o registo de suspensão da minha conta de usuário, permitindo-me adquirir um smartphone em prestações para a minha filha, Valeria Salas, pelo seu aniversário em 17/07/2024. Ela precisa urgentemente de um novo telemóvel, pois o atual avariou-se em março e estou a pagar o plano de telemóvel sem que ela o possa utilizar. Neste sentido, vou cancelar a totalidade da dívida pendente do acordo de pagamento no valor de 120,41 euros, para poder adquirir o equipamento em prestações na referida data 17/07/2024. Como cliente da NOS há mais de 5 anos, peço a vossa ajuda para resolver este problema de forma célere e eficiente.) Cumprimentos. Juna Freitas Nº telemóvel 939321901 Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Em 30 de maio de 2024, realizei uma compra sob número GRAN-BRA-122114 , passaram meses e nada do produto chegar. Entrei em contato e informaram que o vendedor não tinha o produto. Depois de vários contatos para ter o dinheiro de volta, informaram que já tinham devolvido em 4 de julho, o valor não consta na minha conta. O atendimento não sabe informar para qual banco eles devolveram o valor.
Ageas não valoriza provas apresentadas em processo de regularização de sinistro
Exmos. Senhores, No passado dia 22 de Março de 2024, pelas 14,45h, ocorreu um acidente entre a minha viatura Audi A3 (Veículo A), com apólice de seguro contra terceiros na Liberty Seguros e a viatura Honda Civic (Veículo B), com apólice de seguro contra terceiros na Ageas, na Rua de Timor, em Queluz, em frente ao cruzamento com a Rua Duarte Lobo. A Companhia de Seguros Ageas (a quem foi entregue a regularização do sinistro), considerou a Perda Total do veículo A e atribuiu a total responsabilidade pelo acidente ao seu condutor, pelo argumento formal de "não ter parado no sinal de STOP no cruzamento como manda o Código da Estrada". Ora, o veículo A descia a Rua Duarte Lobo em Queluz, no fim da qual parou, em obediência ao sinal Stop existente no local. Após deixar passar os veículos que desciam e subiam a Rua de Timor e só quando não era visível qualquer veículo a circular, avançou virando à esquerda para a Rua de Timor. Nesse preciso momento, foi abalroado pelo veículo B que subia a Rua de Timor a alta velocidade e embateu violentamente no veículo A, deixando-o imediatamente imobilizado. Estes factos estão devidamente comprovados pelo vídeo captado pela câmara de segurança existente no interior do veículo A e fornecido à companhia de seguros. A prova factual da velocidade extrema a que o outro veículo circulava, reside no facto de ambos os veículos estarem praticamente inutilizados (valores de reparação largamente superiores aos valores comerciais dos veículos) e de, apesar de todos os airbags do veículo A terem disparado, o seu condutor ter embatido violentamente no vidro da porta e ter tido necessidade de ser socorrido pelo INEM, que o conduziu ao Hospital Fernando Fonseca. E também pela forma descontrolada do embate, que não teria ocorrido se o outro veículo cumprisse a velocidade normal a que está obrigado numa zona residencial e num percurso entre duas passadeiras de peões. A Seguradora ignorou, pois, as provas fornecidas pelo vídeo, a análise do estado dos veículos e o facto de o acidente se ter dado na nossa zona residencial que se percorre há mais de 30 anos, sem problemas e cumprindo sempre o Código da Estrada. Ignoraram igualmente, a nossa solicitação de uma reconstituição do acidente no local. Já foi apresentada reclamação à Companhia de Seguros, que continua a persistir no erro da decisão, ignorando completamente o vídeo e a foto dele extraída em que é visível que, quando o condutor do veículo A avança não há qualquer veículo em aproximação. Pretensão Que a Companhia de Seguros Ageas (processo nr. 24AAU0499239) reverta a decisão uma vez que as provas que lhe são fornecidas, confirmam claramente que não é verdade a sua argumentação. Ana Maria Oliveira (tomadora do seguro da Liberty) e Jorge Oliveira (Associado Deco nº 0546603-08, marido e condutor do veículo no dia do acidente)
Pagamento de uma mala de cabine
Exmos. Senhores, Ao entrar na porta de embarque fui informada que teria que pagar 46,00€ , porque trazia duas malas de cabine. Ora, quando comprei os bilhetes paguei por um bilhete prioritário, na qual está mencionado que posso transportar duas malas de cabine. No entanto, na porta de embarque (documentação em anexo) fui obrigada a pagar 46,00€ para não perder os meus pertences pessoais. Face ao exposto, solicito o apoio da Deco para conhecer se efetivamente a Ryanair pode cobrar este valor quando cumpri com todos os requisitos. Grata pela atenção dispensada. Cumprimentos.
Fatura com estimativa exagerada
Aderi ao Mundo Galp para fornecer luz e gás . Na primeira fatura foi apresentada uma estimativa de gás exagerada. A fatura de luz e gás de 650€. Quando por norma pago 160€. Onde 60/70 € de luz e 50/60 de gás. Apresentaram quase 400€ de gás. Acho que foi abusivo e invasivo da minha situação económica. Não é normal uma estimativa tão grande. Se faziam uma estimativa de luz pela mesma ordem teria uma fatura de 1000€ a pagar. É abusivo e invasivo.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Fiz um contrato de aluguer de um telemóvel Samsung Z Fold 4 bege por um período de 18 meses a pagar 75,00 euros mensal, com garantia de quebra, acidentes, etc. O aparelho sofreu uma queda acidental antes do fim da garantia, apresentou problema na tela (tela escurecida) e o vidro da camera traseira apresentou um risco. Foi acionado a garantia do aparelho em uma loja de assistência técnica da samsung em Loule Algarve, que por sua vez ficaram de posse do aparelho, realizaram a troca da tela, do conector do carregador e substituíram a bateria, etc. Fui levantar o aparelho no dia 29/02/2024 e no mesmo momento o despachei por correios em um envelope próprio que a evollis me enviou por correios (pois encerraria o contrato em 14 dias). apos a devolução, já depois de um mes para a minha surpresa, recebi um email a dizer que seria cobrado uma multa no valor de 504,00 euros a dizer: Aparelho não funcional. Entrei em contacto e responderam que era devido o vidro da camera estar tricando, respondi que o aparelho havia saído da loja técnica dentro do período da garantia e da forma que o levantei eu o despachei, perguntei se a garantia cobria o vidro trincado e disseram que sim. tentei que me devolvesse o aparelho para eu pagar a multa dos 30% do valor do telemóvel, foi negado. Tenho o comprovante da loja da assistência técnica com todo os serviços e os emails da evollis sobre o conteúdo destas conversas. Insistem em cobrar esse valor no valor de 504,00, a responsabilidade era da Loja tecnica que por sua vez não realizou a troca do vidro estando na garantia. Cumprimentos.
Dano causado por transporte.
Exmos. Senhores . Em 13 de Fevereiro de 2024 adquiri uma Air Fryer da marca Create pelo valor de 99,95€. A referência da encomenda é BBVVHLPRC. Recebi o produto, mas sucede que este apresentou um defeito ainda antes do final da garantia com apenas 3 meses de utilização, os botões apresentou falhas tornando equipamento sem utilização. Comuniquei-vos imediatamente o problema
Carro na oficina a 3 meses
Exmos. Senhores, Fiz a compra do carro em abril de 2023, onde o stand informava estar tudo ok com o carro, inspeções e revisões. 1 ano após a compra quando o carro atingiu 204000 km ( sendo que adquiri o carro com 196000km ) o mesmo apresentou problema no turbo e bomba de óleo, quando acionado a garantia os mesmos me indicaram uma oficina para análise, mas após isso informaram ser desgaste de uso e que não cobriria a reparação. Ao entrar em contacto com o proprietário do stand e o responsável pela garantia os mesmo me informaram que arcariam com o reparo porém teria que enviar o turbo para Braga (Sede do stand). Fiz o envio e nisso já se foram 1 mês, me enviaram o turbo de volta porém a oficina alegou que o problema persistia, sendo assim tive de enviar novamente o turbo a Braga e atualmente com 3 meses do inicio do problema, o turbo se encontra em Braga aguardando o reparo do reparo. Sendo que por conta deste problema do turbo tive de arcar com o pagamento de vários outros reparos por conta própria pela garantia não cobrir e não receber respaldo dos proprietários e vendedores. Entro contato com o responsável e só recebo a informação de que estão a espera que a garantia diga algo. A garantia tem vigência até outubro porém a única vez que teve de ser acionada não arcou com o problema, mesmo estando em contrato, e ouvi do proprietário que não podiam fazer nada. Estou sem meu carro a 3 meses, continuo arcando com minhas responsabilidades mas não posso usufruir do meu carro por negligencia e incompetência do stand e garantia. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
