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Cobrança indevida de custos por rescisão antecipada com justa causa
Exmos. Senhores Mudei de casa e pedi a MEO a transferencia do serviço de fibra para a nova morada. O técnico instalador deu a instalação como inviável pelo facto de não haver caixas nem postes e o local não permitir a colocação, e comunicou esse facto a MEO à minha frente. Pedi no dia 28 de Agosto 2024 a rescisão do contrato por esse motivo (na loja e através do 16200) e foi-me dada como alternativa o serviço satélite. Obviamente que não aceitei dado não ser o mesmo serviço (tinha um Ferrari e agora oferecem um “papa reformas”). A MEO (16200) informou que o serviço seria rescindido dia 27 de Setembro e que teria de pagar custas adicionais por rescisão antecipada. Sei que pelo artigo 132 da nova Lei das Comunicações Electrónicas o facto de na nova morada a MEO não poder oferecer o mesmo serviço posso rescindir antecipadamente sem ter de pagar qualquer custo adicional. Agradeço comentário e ajuda Com os melhorias cumprimentos
Falha APP Booking
No dia 22/08/2024,no momento em que finalizei a reserva N.º 4993334565 - Bali Suites - Basel/ Freelander, na aplicação do Booking, recebi uma mensagem no ecrã a informar que o alojamento não tinha disponibilidade, que não estava confirmado e que o valor da reserva seria devolvido (211,23€). Como estou a viajar com os meus filhos reservei de imediato outro alojamento N.º4452741645 - Fanta flat France Suisse (219,63€). Neste momento percebi que algo estava mal e contatei o apoio a clientes, falei com a D.Sonia, que confirmou que algo correu mal. Perguntou se tinha feito print screen da mensagem. Em tantos anos como cliente do Booking, nunca tive necessidade de tal e por isso, não fiz print screen. Com os dois alojamentos pagos, a D.Sonia do apoio ao cliente sugeriu que contasse diretamente com o proprietário do apartamento com a reserva N.º 4452741645- Fanta Flat France Suisse a explicar a situação e a tentar que fosse o proprietário a cancelar a reserva na plataforma. Assim o fiz, o senhor foi extremamente rude e indelicado perante a exposição do sucedido. A D. Sónia também contatou o proprietário do apartamento com a reserva N.º 4452741645 Fanta Flat France Suisse, a solicitar o cancelamento da reserva, novamente recusado pelo próprio. No meio de tantos contratempos, desagradáveis em período de descanso acabámos por pernoitar na primeira reserva efectuada (N.º 4993334565 Bali Suites- Basel/Dreilander). Efectuámos uma exposição ao Booking, que fez o pedido de cancelamento da reserva N.º 4993334565 - Bali Suites Basel/Dreilander, medidas essas sem sentido para mim. O proprietário também rejeitou o cancelamento como seria previsível, uma vez que esta foi a reserva mantida. Sinto-me lesado pelo Booking, por ter pago duas reservas do Booking, resultante de uma falha da plataforma. Venho por este meio solicitar ao Booking o reembolso do valor da segunda reserva €219,63, uma vez que a falha não pode ser imputada a mim enquanto cliente da plataforma que me informou que a primeira reserva estaria cancelada e o valor seria devolvido. Pelo fato da resposta do Booking não estar de acordo com aquilo que seria expectável, faremos chegar esta exposição às entidades relacionadas com as questões da defesa do consumidor. Atenciosamente Mário Rangel
Cartão de Cidadão
Exmos. Senhores, No dia 28 de Junho de 2024 desloquei-me com a minha filha menor á CRCiv.Sintra , a fim de renovar o cartão de cidadão dela. Cartão esse que foi pedido com o caráter de urgência no qual foi pago o valor de urgência. Ontem, dia 28 de Agosto, dirijo-me ao DIC Campus de Justiça Lisboa para proceder ao pedido de passaporte da minha filha, no entretanto a senhora que me atendeu disse que não podia proceder á realização do mesmo pois a altura da minha filha (1,62mt ) que constava no cartão de cidadão feito 2 meses antes não correspondia á altura que a senhora tinha medido hoje ( 1,57mt), Conclusão, não pude fazer o pedido de passaporte e tive que fazer um novo cartão de cidadão 2 meses depois assim como o respetivo pagamento. Tendo em conta que os cartões têm validade de 5 anos , este teve 2 meses e os serviços da conservatória parece que não fizeram o trabalho corretamente. Um sitio diz uma coisa e outro diz outra. Quero com este e-mail demonstrar o meu desagrado para com estes serviços, pois tive que pagar por um novo cartão, tendo em conta que eu não tive culpa no que se passou. Devendo para isso ser ressardida do valor em causa. Aguardo resposta Com os melhores cumprimentos, Mónica Pires. Cumprimentos.
Falsa informação
Boa tarde, venho por este meio, de novo, mostrar o meu desagrado para com a escola Master D. RECLAMAÇÃO 1- procurei esta escola com o propósito de fazer uma formação mais virada para o video, em que desde apresentação que me fizeram do curso, sempre disse isso. A sra. que me apresentou o curso, realmente mostrou que tinha um modulo que se chamada (Módulo IV-Captação e Edição de vídeo/Áudio), e que dentro do mesmo tem uma unidade didática que assim se chama (Unidade didática 8: TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO E EDIÇÃO DE VIDEO). Eu depois de ter visto isso, fiquei bastante satisfeito porque era o que eu queria, aprender as técnicas. Comecei o curso e reparei que era divido por módulos, que estavam bloqueados à excepção do modulo I e II (Introdução à multimédia e Produção multimédia), e só conseguia avançar para o modulo III ( fotografia e imagem digital) se concluísse o modulo I. Para chegar ao modulo que eu mais ambicionava (Módulo IV-Captação e Edição de vídeo/Áudio), tive de acabar o modulo II, isso levou tempo de estudo. Para o meu espanto quando entro no modulo IV que era sobre a famosa captação, deparo-me com a mentira que a Master d me deu, pois, nesse mesmo módulo SÓ fala sobre o adobe Premiere Pro que é um programa de EDIÇÃO de video, sobre a tal captação de video, rigorosamente nada, portanto a escola só me transmitiu falsa informação. RECLAMAÇÃO 2- Em qualquer momento da apresentação do curso me disseram que eu tinha de saber falar ou compreender outra língua para alem do português, mas não é bem isso que acontece porque existe alguns links que estão no curso que a escola Master D nem teve o cuidado de traduzir para que os seus alunos percebam.Além disso, existe no (Módulo III - Fotografia e imagem Digital / Unidade didática 7: técnicas de edição vetorial) um link que esta totalmente em língua estrangeira e que os alunos são avaliados depois da leitura do mesmo, a uma (Proposta de Desenvolvimento: Illustrator Nova Ferramenta). RECLAMAÇÃO 3- A Master D, supostamente é uma escola de educação e ensino, logo os alunos que desejam frequentar essa escola querem aprender com ALGUEM, o que não acontece nessa mesma escola! O que há de matéria até ao módulo em que estou é só pura "palha", os alunos só têm PDFs para ler e tirando a rara vez que tive um único módulo, com videoaulas , alias, por telefonema da escola, souberam-me dizer que algumas partes do curso eram "auto-didaticas", meses depois de ter começado o mesmo, como é que é possível isto acontecer? O didático dessa mesma escola, é praticamente zero. Posso dar o exemplo do problemático (Módulo IV- Captação e edição de video/audio) em que a escola quer que os alunos aprendam a trabalhar com dois programas (adobe preimiere pro e adobe audition) apenas a ler umas ferramentas que esses mesmo programas têm, nada de videoaulas praticas. Esta é uma segunda reclamação porque na primeira souberam dar a justificação que foi me apresentado plano curricular ao qual eu assinei. Realmente isso aconteceu, só que eles passaram falsa informação ao dizer que o curso tinha técnicas de captação de video e é tudo mentira. Tenho as provas de tudo o que referi nestas queixas, desde o plano curricular que me foi facultado ao link para avaliação em língua estrangeira, a tremenda falta do "didático" que este curso apresenta até ao momento e por ultimo, à falsa alegação das técnicas de captação de video que simplesmente, não existem.
Trabalho não finalizado
Esta empresa Lar 24horas (através do número de telefone sito na página www.lar-24horas.com), foi chamada deixando o resto do trabalho final para o cliente fazer?? Se o cliente fosse eletricista não precisa de um. Mandou comprar peças e pediu para tirar foto como se fazia para o cliente terminar obra! Para além disso, a tomada que mexeu deixou de funcionar como antes. Fez uma nova instalação elétrica que não funciona. Serviço sempre a despachar para cumprir com pedidos de 24 horas. Empresa recusa assumir responsabilidade da obra.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No passado dia 28/8/24, uma encomenda destinada à minha morada foi marcada como entregue pela UPS, no entanto, nunca me foi de facto entregue. Entrei em contacto com o apoio ao cliente, e fui informado que a encomenda estava na minha caixa de correio (o que não é verdade). Mais, a UPS tem-se recusado a prestar quaisquer esclarecimentos adicionais, insistindo em meras respostas automáticas. Pretendo que a UPS me entregue a encomenda, ou me reembolse o montante da mesma. Cumprimentos.
DINHEIRO DE VOO CANCELADO NÃO É DEVOLVIDO POR EDREAMS
Venho por este meio expressar o meu descontentamento e solicitar a resolução de uma situação que considero injusta e contrária aos meus direitos enquanto consumidora. No dia 9 de julho, adquiri dois bilhetes de avião através da plataforma eDreams, tendo sido informada no dia 17 de julho do cancelamento dos mesmos pelo operador. Foi-me apresentada a opção de reembolso ou alteração de voo e optei pelo reembolso. Contudo, só uma parte do valor foi devolvida, correspondente a 26,62€ de APENAS UM bilhete, em vez dos 38,97€ pagos por cada um. Após várias tentativas frustradas de contacto com o suporte ao cliente, fui atendido no dia 20 de agosto, onde me foi dito que a diferença não reembolsada se deve a taxas de serviço. No entanto, de acordo com o Regulamento (CE) n.º 261/2004, é direito do consumidor receber o reembolso integral do valor dos bilhetes, incluindo todas as taxas e encargos, NO PRAZO DE SETE DIAS após o cancelamento do voo. Assim sendo, questiono que serviços estão a ser cobrados que justifiquem a não devolução do montante total pago, e solicito esclarecimentos sobre quando será processado o reembolso completo dos valores em falta, respeitando a legislação em vigor.
Devolução da caução depósito de gasolina e da franquia de assistência em viagem
Exmos. Senhores, No dia 06 de Agosto de 2024, por volta das 12:00 horas, procedi ao levantamento de uma viatura de aluguer na RecordGo Lisboa situada no Prior Velho, cujo o pagamento tinha sido feito previamente online e com o seguro contra todos os riscos da própria companhia incluído. Em momento algum, durante o acto de levantamento da viatura ou durante o processo de reserva da viatura foi-me mencionado que se precisasse de assistência em viagem teria que pagar uma franquia de €237 ou que por uma quantia extra poderia adicionar a assistência em viagem à reserva, sendo que nesse caso não precisaria de efectuar qualquer pagamento se houvesse a necessidade de receber assistência em viagem. Infelizmente, aproximadamente seis horas ( em que a viatura em questão esteve parqueada no parque de estacionamento do Centro Comercial Colombo durante aproximadamente duas horas e no parque de estacionamento da CUF Tejo durante sensivelmente três horas ) e apenas vinte e nove quilómetros depois, a viatura começou a exibir uma ligeira trepidação até que eventualmente apareceu uma mensagem no dashboard do carro a notificar que a embraigem estava muito quente mas que poderia continuar a viagem. Passados cinco minutos, em pleno viaduto Duarte Pacheco, deixei de conseguir engatar qualquer mudança e fui obrigado a parquear a viatura na berma mais próxima que por sinal era bastante estreita e situada numa zona em que o limite velocidade era bastante alto. Lamentavelmente, após contactar a assistência em viagem, tivemos que esperar sensivelmente duas horas até o reboque chegar, que confirmou o diagnóstico inicial e também constatou que a viatura estava a perder bastante fluido. O conductor do reboque ficou indignado pelo facto do táxi que era suposto levar-nos até ás instalações da RecordGo não estar presente no local do incidente, acabando ele mesmo por contactar a assistência em viagem da RecordGo directamente comunicando-lhes que a berma onde a viatura estava localizada era muito estreita, que era um sítio bastante perigoso e que tinhamos uma criança de quatro anos na nossa companhia. A resposta da RecordGo foi dar o número de telemóvel do motorista da companhia de táxis "Táxi d' Aldeia" para entramos em contacto com o motorista, uma tarefa que se mostrou impossível pois o motorista nunca atendeu nenhuma das sucessivas chamadas telefónicas. Visto o local em que nos encontrávamos e a sua falta de segurança, o motorista do reboque ofereceu-se para nos deixar na bomba da gasolina da BP que se encontrava a dois minutos do local do incidente e após contactar novamente a assistência em viagem da RecordGo, o táxi eventualmente apareceu entre cinco a dez minutos depois. Após a chegada ás instalações da RecordGo Lisboa, foi me questionado pelo próprio supervisor num tom bastante arrogante e sem qualquer tipo de empatia, qual era a viatura que eu conduzia em Inglaterra dando a entender que eu não saberia conduzir viaturas com transmissão manual, tentando assim responsabilizar-me pelos danos da viatura. Em momento algum, o supervisor demonstrou qualquer tipo de preocupação ou lamentou-se sobre o sucedido, especialmente pelo facto de termos esperado aquele tempo todo com uma criança de quatro anos presente na viatura. Foi-me depois comunicado pelo mesmo supervisor que teria de efectuar o pagamento de €237 pelo facto de termos recebido assistência em viagem e que este valor não estava incluído no seguro contra todos os riscos pago inicialmente no momento da reserva da viatura. Eu questionei o facto de ter que pagar esse valor visto que era impossível a culpa ser-me imputável e que a viatura deveria estar danificada antes do momento de levantamento e que ninguém tinha-me informado sobre sobre as condições da assistência em viagem, foi me dito simplesmente que devia ter lido o contracto no momento da reserva ou do levantamento da viatura pois havia uma cláusula que mencionava o pagamento de uma franquia a ser paga no caso de ser necessário assistência em viagem e que iriam investigar se a viatura já estava danificada no momento do levantamento ou se os danos teriam sido causados por mim. Se eventualmente ficasse provado que a viatura já estivesse danificada no momento do levantamento devolveriam-me a franquia paga pela a assistência em viagem. Devido a postura bastante rude e arrogante do supervisor, depois de pagar a franquia perguntei-lhe se poderia cancelar a reserva e pedir o reembolso da quantia da reserva o que me foi negado sem uma justificação plausível. Visto isso, acabei por ser forçado a aceitar uma viatura de substituição até ao final do contracto de aluguer inicial. No dia 20 de Agosto no momento da devolução da viatura de substituição questionei o encarregado de serviço se já tinham recebido o report sobre os danos da outra viatura, o que foi-me respondido que não poderia investigar o assunto naquele preciso momento mas para deixar-lhe o meu nome, contacto de email e o respectivo número de contacto de aluguer da viatura e que entraria em contacto comigo assim que tivesse a possibilidade de investigar o assunto. Nesse mesmo momento, foi-me também comunicado que a devolução da caução de combustível de €100 seria devolvido entre três a oito dias depois da entrega do carro, valor esse que também não me foi devolvido até hoje. Desde então, já tentei contactar a RecordGo Lisboa várias vezes tanto por email ou por telefone não obtendo qualquer resposta da parte deles em relação aos €100 da caução de combustível que não me foi devolvida nem sobre o reembolso dos €237 euros da franquia da assistência em viagem. Cumprimentos, Héber Pombo
Pagamento de mensalidade injustificada
Exmos. Srs., Venho pelo presente, requerer a cessação de contrato que me liga à vossa empresa por esta não me garantir os serviços contratualizados em contrato estabelecido entre ambas as partes. Alterei a minha morada fiscal e procedi ao pedido de mudança junto a vós há mais de um mês e até agora encontro-me sem serviço, estando privado de algo pelo qual sempre paguei e que me é totalmente alheio. Mais refiro, que segundo a nova Lei das Comunicações Eletrónicas, LCE, artigo 132, não terei de ressarcir a vossa empresa, já que é precisamente esta que se encontra em incumprimento ao não prestar o serviço celebrado. Cumprimentos, Pedro Cunha
Cancelamento por falta de recursos financeiros
Exmos. Senhores, Venho por meio deste, informar que não consigo efetuar o cancelamento ou redução dos valores dos serviços contratos, me cobram um valor de 450€ para concluírem o congelamento, não me dão a opção de reduzir os serviços, ex: tenho contratado serviços de: Voz Fixo (nunca utilizado) Tv Internet fixa (wifi) Plano de voz Móvel Não tenho mais condições financeiras de pagar todos os serviços, tampouco pagar esse valor de 450€ para efetuar o cancelamento, se possível ficar somente com o serviço do plano de Voz e internet Móvel (Telemóvel) Cumprimentos.
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