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Encomenda realizada há quase um mês, sem entrega nem qualquer resolução
No dia 26 de junho, efetuei uma encomenda no site da Cubanas, que até hoje, dia 23 de julho, continua sem ser entregue e sem qualquer resposta concreta por parte da empresa. Há cerca de uma semana, contactei o apoio ao cliente, tendo-me sido informado que receberia uma resposta até ao final dessa mesma semana. Essa resposta nunca chegou. Durante a chamada, foi-me ainda dito que as sandálias que encomendei não se encontravam disponíveis e que a Cubanas estava à espera que o fornecedor as produzisse. No entanto, apesar desta alegada falta de stock, as mesmas sandálias continuam disponíveis para encomenda no site da marca. Considero esta situação bastante grave, pois continuam a aceitar novas encomendas de um produto que, segundo o próprio apoio ao cliente, não têm capacidade para entregar. Hoje, dia 23 de julho, voltei a contactar o apoio ao cliente por volta das 16h00. Disseram-me que iriam verificar a situação com a equipa responsável e que entrariam novamente em contacto comigo. O apoio encerrou às 16h30 e, como já seria de esperar, ninguém me contactou. Para agravar ainda mais a situação, ontem, durante uma visita ao Centro Comercial Colombo, encontrei exatamente as mesmas sandálias numa loja que revende produtos da Cubanas, disponíveis para compra imediata e, inclusive, a um preço inferior ao praticado no site oficial. Aparentemente, existem produtos disponíveis para abastecer lojas revendedoras, mas não para entregar aos clientes que compram diretamente no site da marca. Sinto que a Cubanas está a brincar com os clientes, adiando constantemente uma resolução e apresentando informações contraditórias. Para uma empresa desta dimensão, esta falta de comunicação, transparência e capacidade de resolução é inadmissível e demonstra um enorme desrespeito pelos consumidores. Exijo uma resposta imediata e uma solução concreta: a entrega urgente da minha encomenda ou o reembolso integral do valor pago.
Reincidência de incumprimento da PAACK e ausência total de resolução
Venho apresentar uma nova reclamação contra a transportadora PAACK, uma vez que, apesar das várias reclamações já efetuadas, a empresa continua sem resolver o problema. Contratei e paguei um serviço de entrega ao domicílio relativamente a uma encomenda da Lefties. Contudo, a PAACK afirma que realizou duas tentativas de entrega nos dias 16 e 17 de julho, alegando ausência do destinatário. Essa informação é falsa e não corresponde ao que aconteceu. Estive em casa durante ambos os dias. Ninguém tocou à campainha, ninguém bateu à porta, nunca fui contactada telefonicamente e nunca vi qualquer veículo da PAACK na minha morada. Se existisse qualquer dificuldade em localizar a morada, bastava telefonar-me, o que nunca aconteceu. Apesar de ter explicado esta situação detalhadamente através de vários e-mails, a empresa continua a responder apenas com mensagens genéricas, repetindo sempre a mesma informação, sem responder às questões colocadas nem apresentar qualquer prova das alegadas tentativas de entrega. Chegaram inclusivamente a solicitar novamente o número da encomenda, para, depois de o fornecer, responderem exatamente com a mesma mensagem automática, demonstrando que a situação continua sem ser verdadeiramente analisada. A encomenda foi encaminhada para um ponto de recolha sem qualquer autorização da minha parte, apesar de eu ter contratado uma entrega ao domicílio. Não tenho possibilidade de me deslocar ao referido ponto e considero totalmente inaceitável que seja o consumidor a suportar as consequências de um erro da transportadora. No dia anterior fui informada de que o caso seria encaminhado para o departamento responsável e que seriam tomadas as medidas necessárias. No entanto, passou mais um dia sem qualquer contacto, sem qualquer atualização e, sobretudo, sem qualquer solução. Já apresentei reclamação no Portal da Queixa, no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da própria PAACK, mas continuo sem qualquer resposta útil. Considero que esta empresa está a incumprir o contrato celebrado, não está a prestar o serviço pelo qual paguei e está a tratar as minhas reclamações de forma manifestamente inadequada, limitando-se a enviar respostas padronizadas que ignoram completamente os factos apresentados. Solicito a intervenção da DECO PROteste para que a PAACK cumpra imediatamente o serviço contratado, proceda à entrega da encomenda na minha morada, esclareça as alegadas tentativas de entrega e cesse esta atuação que considero desrespeitadora dos direitos dos consumidores. Caso a situação permaneça sem resolução, reservarei igualmente o direito de recorrer às vias judiciais competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora.
GARANTIA RECUSADA
Exmos. Senhores sou vossa associada n7371355-34 entrei em contacto telefônico convosco na terça feira passada( 8 dias )a expor a minha situação, e continuo sem qualquer resposta do Auchan. esta situação arrasta-se a dois meses, e continuo sem a devolução do dinheiro, do equipamento, ref. ROR0000000045616524 Agradeço que me informem com urgência , sobre o ponto de situação e qual a resposta do Auchan. Muito atentamente ER
Manutenção de motociclo
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor, que a minha viatura (motociclo) SEAT Mo 125, ultrapassou o prazo normal para a realização da manutenção regular programada e recomendada pela marca. Como sempre fui, e continuarei a ser, cumpridor e seguidor das recomendações. Quero deixar explicito, que depois de várias reclamações a esta entidade, pela falta de livro de manutenções, pela falta de clareza nas intervenções realizadas, até ao momento na viatura, e agora a aguardar data para efetuar a manutenção/revisão (há um mês), sendo que davam um tempo de espera de 2 meses, no mínimo, na altura do meu contato, não fui contactado para agendar. Isto já é intolerável e inaceitável, sendo que qualquer problema que daqui advenha, deve ser assumida a responsabilidade pela oficina autorizada JOP - SEAT. Gostaria também, que a entidade que protege os direitos (e deveres) dos consumidores, tivesse uma intervenção mais ativa. Não devo ser o único a sentir-se lesado e enganado, a JOP - SEAT deviam assumir os problemas e procurar solucionar, dialogando com o cliente. Cumprimentos.
Roubo de taxas
De acordo com a revisão da lei, será aplicada uma taxa de 3€ por cada categoria de produto, então porque motivo apesar de eu tentar compar só um artigo ou seja só uma categoria, o aliexpress cobra-me mais do que três euros, e caso eu compre vários artigos da mesma categoria a taxa decresce abaixo de 3€?
Encomenda violada
Fiz uma encomenda no dia 19 de Maio de um Dyson e de uns produtos que eram novidade. Entretanto recebi a mensagem da DPD para ir levantar a mesma a um ponto pick up. Mal abri a mesma deparei-me que continha uma pedra e umas miniaturas. De imediato entrei em contato com a Sephora que me disse que iria averiguar. Rapidamente me responderam que tinha saído toda a encomenda do armazém e para fazer reclamação na DPD. Depois de uma troca de emails onde digo que são eles que devem falar com a DPD porque a minha compra foi na Sephora lá disseram que iriam ver com a transportadora. Ao mesmo tempo pedi várias vezes por e-mail o acesso ao livro de reclamações on line se me podiam enviar o link do mesmo ou onde poderia encontrar pois na aplicação não encontrava e responderam sempre que iriam falar com a transportadora desviando o assunto de me fornecerem o livro de reclamações on line. Tenho tudo isso nos e-mails. Entretanto ontem já dia 22 de Julho como não tinha obtido nenhuma resposta mandei e-mail e pensei para mim que estariam a resolver, mas nao! Responderam que no armazém a encomenda saiu completa, que na DPD saiu completa também e que era impossível terem colocado uma pedra lá dentro. Fiz de imediato a reclamação no livro de reclamações on line e hoje já obtive a mesma resposta. Por isso preciso de mais ajuda com esta situação porque estou lesada em mais de 1000€. Vejo que a Sephora não quer saber, se não fosse eu a perguntar nunca teriam respondido ou dito alguma coisa pois já passaram meses. É uma vergonha que a marca funcione assim!! Tenho todas as imagens que inclusive partilhei com a marca e as resposta que me foram dadas (porque eu entrava em contato) assim como não me foi facultado o livro de reclamações quando não o estava a conseguir encontrar.
Reembolso não pago
Exmos. Senhores, Em fevereiro fiz uma encomenda na loja física de Águeda e paguei metade da montante por transferência (240eur) e disseram-me que num prazo de 1 mês iria receber o sofá, nunca o recebi. No dia 28 de maio de 2026 comuniquei, por escrito (e-mail), o cancelamento da minha encomenda junto da AP Sofás, solicitando simultaneamente o reembolso integral do valor pago por transferência bancária. O cancelamento foi aceite telefonicamente e, posteriormente, voltei a enviar o comprovativo da transferência bancária para que o reembolso pudesse ser processado. Apesar de ter cumprido todas as solicitações e de já terem decorrido cerca de dois meses desde o cancelamento, continuo sem receber qualquer quantia. No dia 22 de julho de 2026 enviei novo e-mail a exigir o reembolso, anexando novamente o comprovativo de pagamento. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Contactei ainda a empresa telefonicamente, tendo-me sido apenas indicado que "tenho de esperar", sem prazo concreto ou previsão para a devolução do montante pago. Considero esta situação inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, por representar um atraso injustificado na restituição de um valor que me é devido. Solicito a intervenção das entidades competentes para que a AP Sofás proceda ao reembolso integral, de forma imediata, do montante pago por transferência bancária, bem como para que sejam adotadas as medidas consideradas adequadas face ao incumprimento verificado. Cumprimentos.
é facil dizer que são os colaboradores
Há muita gente farta de ver sempre o mesmo filme dentro do IKEA. As queixas aparecem, os colaboradores falam, contam o que vivem, mas no fim parece que a empresa arranja sempre maneira de dizer que está tudo bem. Há quem diga que existem chefias que só protegem os amigos, grupos fechados onde entram sempre os mesmos e quem não faz parte desse clube fica marcado. Se lhes fazes frente ou dizes o que pensas, de repente começas a ser o alvo. Começam os boatos, as bocas, as indiretas e as tentativas de te fazer passar por mau colaborador. Em vez de resolver os problemas, há colaboradores que sentem que é mais fácil arranjar um culpado. Criam uma imagem negativa da pessoa, inventam histórias, distorcem o que aconteceu e depois tentam convencer toda a gente de que o problema és tu. Assim limpam as mãos e protegem quem realmente devia responder pelos seus atos. O assédio moral não é uma brincadeira. Fazer pressão todos os dias, isolar pessoas, tentar humilhar, perseguir ou empurrar colaboradores para desistirem é algo que não devia acontecer em lado nenhum. E quando quem manda fecha os olhos ou protege sempre os mesmos, a injustiça só cresce. Nenhum colaborador devia ir trabalhar com medo de represálias, de ser perseguido ou de ficar mal visto só porque decidiu falar. O respeito não pode depender das amizades, das cunhas ou de quem anda a bater palmas às chefias. Os colaboradores merecem ser ouvidos, respeitados e tratados com dignidade. Se existem tantas pessoas a contar histórias parecidas, o mínimo que se espera é que essas situações sejam levadas a sério e investigadas, em vez de serem ignoradas ou desvalorizadas. A Barbara Graf continua a aguardar que a amiga Helen lhe dê o carga para a reforma para ir para o Service office estar na boa vida, o Cargo de People and culture Lélia que está protegido pelas amigas e ao qual fazem pressão e ameaçam ja deviam ter saído da Ikea. Depois fazem-se de Santas mas não falam nos enrolamos com seguranças, maridos e namorados das outras e que abrem vagas fictícias que estão guardadas para o grupo ou família. Ou andar ter a família na mesma loja ou andar com elementos da segurança não causa dúvidas e não é contra o código de conduta.
Serviço de instalação não efetuado
Foi apresentada anteriormente uma reclamação no Livro de Reclamações em papel, com o n.º 38273869, dia 22 de julho de 2026, na loja Worten do Oeiras Parque, pelo que solicito que essa informação seja também considerada no seguimento da presente reclamação. No dia 27 de maio adquiri na Worten uma placa de indução juntamente com o serviço de instalação da mesma, remoção da placa antiga e tamponeamento do gás. Passaram quase dois meses e o serviço não foi realizado o que ultrapassa completamente os prazos definidos pela própria Worten. Desde o dia 27 de maio, a Worten falhou todas as datas prometidas (5 de junho e 21 de julho) e não existiu qualquer tipo de contacto pela parte da mesma. A ausência de contacto nos últimos dois meses obrigou-me a ligar 6 vezes (dia 4, 12, 17 e 26 de junho e dia 2 e 21 de julho) para a linha de apoio ao cliente e a deslocar-me 3 vezes à loja (dia 19 de junho e dia 1 e 22 de julho). Em todos os momentos de contacto efetuados por mim foi solicitado que esperasse 72 horas úteis pelo contacto da Worten e do Técnico para a instalação, o que nunca aconteceu. No dia 2 de julho quando liguei para o apoio ao cliente a instalação ficou marcada para dia 21 de julho, com a justificação que não existia uma data mais próxima (depois de já estar à espera desde o dia 27 de maio). Dia 22 de julho desloquei-me à loja para exigir a devolução do valor do equipamento, bem como do serviço, porque uma vez mais a instalação não aconteceu na data agendada. Após 2 meses de espera, a Worten disse que era contra a sua política devolver-nos o dinheiro pelo mesmo método de pagamento e que só poderiam dar-nos um cartão para gastar na loja, o que é extremamente lamentável, sendo a entidade a única responsável pelo atraso da instalação. O atraso prolongado causou prejuízos reais, nomeadamente: - 3 deslocações à loja devido às falhas constantes; - 6 contactos para a linha devido à ausência de resposta e incumprimento; - Refeições fora, diretamente causadas pela impossibilidade de utilizar a placa; - Placa parada e inutilizada 2 meses, causando perturbação extremamente significativa no meu dia-a-dia; - Tempo da garantia do equipamento a decorrer, sem usufruto do mesmo. Assim, exijo uma compensação por todos os prejuízos causados.
Diana Lisboa – Práticas comerciais abusivas, retenção de informação e incumprimento da Política de
Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (dianalisboa.com), devido ao incumprimento da sua própria política de reembolsos, falta de transparência e manifesta má-fé no tratamento do meu processo de devolução. Atuei em total conformidade com os termos do site, iniciando o processo dentro do prazo legal de 30 dias. No entanto, a empresa tem arrastado o processo e ocultado dados essenciais ao consumidor. Abaixo detalho a cronologia dos factos: 1. 29 de junho: Enviei o primeiro e-mail para info@dianalisboa.com a solicitar formalmente a devolução dos artigos, cumprindo escrupulosamente a política da loja. 2. 01 de julho: A loja respondeu com uma mensagem genérica, afirmando apenas: "estamos a encaminhá-lo para o departamento de devoluções para que possa ser tratado o mais rapidamente possível". 3. Ausência de resposta: Após essa data, a empresa remeteu-se ao silêncio. Fui obrigado(a) a enviar insistências nos dias 14 de julho e 21 de julho. 4. Resposta abusiva (21/07): Finalmente, após quase um mês de espera, recebi uma resposta onde a loja tenta esquivar-se às suas obrigações. Alegam que o produto estava num "centro de distribuição internacional" e que os custos de envio e desalfandegamento ficam a meu cargo. Como "compensação", propõem que eu fique com o artigo em troca de um reembolso de apenas 20% do valor total. Onde reside a ilegalidade e a violação dos direitos do consumidor: * Ocultação de informação: Na resposta enviada, a loja não me forneceu a morada do centro de distribuição, não me enviou a etiqueta de devolução e não especificou o custo associado. Estão a exigir que eu tome uma decisão sem me dar os dados necessários para calcular o prejuízo. * Incumprimento da Política Oficial: A Política de Reembolso pública no site deles estipula claramente: "Depois de iniciar o processo de devolução, receberá por email a etiqueta de devolução com a respetiva morada" e "Entraremos em contacto consigo para lhe fornecer o formulário e a morada de devolução". A empresa recusa-se a cumprir o que ela própria redigiu. * Publicidade enganosa: O site promove "Envio grátis para todo o Portugal", ocultando no ato da compra que a devolução teria de ser feita para um destino internacional com custos alfandegários incomportáveis, o que configura uma rasteira financeira ao consumidor. Não posso ser penalizado(a) pela estratégia logística e pela manifesta lentidão de resposta da empresa (que demorou quase um mês a dar uma resposta concreta, violando os prazos de assistência ao cliente). Como consumidor(a), exijo o meu direito de devolução transparente. Pedidos concretos: Exijo que a Diana Lisboa me faculte imediatamente a morada completa do armazém, a etiqueta de devolução prometida nos seus termos e a discriminação dos custos reais, para que eu possa exercer o meu direito de devolução com reembolso total.
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