Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
I. A.
07/03/2026

Falha no reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao reembolso da encomenda n.º 11282, no valor de 303,29€, que até à presente data não foi efetuado. Após solicitar a devolução do montante pago, foi-me comunicado pelo Apoio ao Cliente que o reembolso poderia demorar até 14 dias a ser validado e refletido na minha conta. Contudo, esse prazo foi ultrapassado sem que o valor tenha sido restituído. Perante esta situação, no dia 28/02/2026 enviei um email a solicitar esclarecimentos relativamente ao estado do referido reembolso. Até à presente data não obtive qualquer resposta, nem foi apresentado qualquer justificação para o atraso verificado. Importa ainda salientar que, apesar de não ter sido indicado que o prazo mencionado correspondia a 14 dias úteis, concedi essa margem adicional de tolerância. Ainda assim, mesmo após o decurso desse eventual prazo, o valor de 303,29€ continua por reembolsar, não tendo sido prestada qualquer informação ou solução por parte da entidade. Esta situação configura uma clara falta de cumprimento das obrigações para com o consumidor, nomeadamente no que respeita à restituição de valores devidos após cancelamento/devolução de uma encomenda, bem como uma falha no dever de resposta e de informação ao cliente.

Em curso
C. R.
07/03/2026

Furto e falsificação por funcionário DPD - envio de encomenda vendida via Vinted

Irei descrever os fatos por ordem cronológica: - efetuei uma venda através da plataforma Vinted, preparei a encomenda e coloquei a etiqueta enviada pela Vinted no exterior da embalagem - tratava-se de um par de botins em pele - o envio tinha como destino França (morada fornecida pela compradora) - no dia 02/02 efetuei depósito da encomenda num ponto pickup, tendo recebido confirmação da Vinted e da DPD - o prazo de entrega foi definido (9 de fevereiro a 9 de março) - a encomenda nunca saiu do armazém da DPD - a encomenda nunca saiu de Portugal - ainda assim, surgia a informação de que teria sido recusada (sei seguramente que não foi) - hoje fui notificada pela Vinted que me informou que a encomenda estava pronta para levantamento - ao final da tarde, a encomenda encontrava-se “Entregue” - ao efetuar o seguimento da encomenda no site da DPD constatei que a encomenda teria sido entregue em Portugal, numa freguesia do Norte - alegadamente teria havido recusa do destinatário (que reside em França, onde a encomenda nunca chegou) - e devolvida ao remetente, que a recebeu hoje. Sucede que, - na morada colocaram a mesma rua e número de polícia, porém noutra freguesia e com diferente CP. - eu nunca recebi o artigo - a compradora nunca recebeu o artigo Ainda assim, - a DPD colocou no seu website um comprovativo de entrega com o meu nome, assinado não sei por quem - o que constitui crime de furto de identidade e falsificação de assinatura - reportei a situação à DPD que primeiramente, afirmou que a encomenda teria saído de França com destino a Portugal… - de seguida sustentaram que tinha havido um erro no preenchimento dos dados - num segundo contacto telefónico, não forneceram mais informações e apenas repetiam que contactasse a Vinted - em ambos os telefonemas confirmaram que teria havido uma entrega. Felizmente, tirei print de todos os dados de seguimento disponíveis no site da DPD, do comprovativo de entrega com assinatura falsa e possuo fotos do embrulho, seu estado e conteúdo e do momento da entrega. A compradora também fez registo de toda a informação. Informada de que iria apresentar queixa-crime a DPD simplesmente apagou toda a informação relativa à encomenda que, agora, misteriosamente, não consta do sistema. Apresentarei queixa crime junto do MP em virtude da prática dos crimes de furto, roubo de identidade e falsificação de assinatura. Deixo a presente reclamação para que outras “vítimas” possam ter acesso ao que sucedeu comigo e para alertar quem ainda possa vir a ser furtado pelos senhores desta empresa.

Em curso
J. S.
07/03/2026

Encomendada não recebida e site desligado

Exmos. Senhores, Em 25/02/2026 adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca gameday.pt, pelo valor de 63,98€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 10/03/2026 Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue e o site deixou de estar a funcionar. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 07/03/2026 e não obtive resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
E. R.
07/03/2026

Promoções não aplicadas. Valor pago errado

Exmos. Senhores, Pela 4 transação consecutiva, em que eu me apercebi. Paguei um avlor errado ou não me foi creditado o devido valor em crédito cartão. Numa empresa da vossa dimensão é vergonhoso enganar os clientes e cobrar um valor diferente do anunciado ou não creditar os clientes dos créditos publicitados. São tantas as situações que nem me dou ao trabalho de as identificar Cumprimentos.

Em curso
B. R.
07/03/2026

Reembolso não processado

Exmos. Senhores, Fiz uma venda na vinted a uma rapariga, embrulhei tudo direitinho e chegou ao destino. A rapariga reportou que quando foi abrir a porta do cacifo locky, não estar lá a encomenda. A vinted solicitou me detalhes da encomenda (e eu dei) e um comprovativo de como a encomenda foi enviada. Envie o print da mensagem da vinted a dizer que foi enviado. Não consideraram essa informação e procederam ao reembolso da compradora e eu fique sem o profundo e sem o dinheiro. Ao procurar no email, encontrei a mensagem e o número da encomenda e enviei à vinted mas disseram que já não havia nada a fazer. Isto é completamente inadmissível

Em curso
A. G.
07/03/2026

Veículo em garantia imobilizado sem diagnóstico nem prazo de reparação

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu veículo Nissan Juke Hybrid, adquirido novo em novembro de 2024, e que se encontra ainda integralmente coberto pela garantia do fabricante. No dia 28 de Fevereiro de 2026, o veículo apresentou no painel a mensagem de erro “HEV System Malfunction”, ficando impossibilitado de ligar. Perante esta situação, foi acionada a assistência da marca Nissan, que procedeu ao reboque do veículo para o concessionário Carby Portimão. Desde essa data o veículo encontra-se totalmente imobilizado nas instalações do concessionário. No entanto, foi-me comunicado que o diagnóstico da avaria poderá demorar cerca de 15 dias, não existindo igualmente qualquer previsão concreta para eventual reparação. Considero esta situação inaceitável, tendo em conta que: * o veículo foi adquirido novo há pouco mais de um ano; * encontra-se dentro do período de garantia do fabricante; * encontra-se totalmente imobilizado e impossibilitado de ser utilizado; * não foi apresentada uma solução adequada de mobilidade enquanto o veículo permanece indisponível. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e garantia de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, através de reparação ou substituição, devendo tal ocorrer de forma gratuita, dentro de um prazo razoável e sem causar inconveniente significativo para o consumidor. A indicação de um período potencialmente superior a duas semanas apenas para diagnóstico, mantendo o veículo totalmente imobilizado, levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento destas obrigações legais e representa um prejuízo significativo para o consumidor. Assim, venho por este meio solicitar a intervenção dessa entidade no sentido de: 1. Garantir a realização urgente do diagnóstico da avaria e a subsequente reparação do veículo; 2. Assegurar uma solução de mobilidade adequada enquanto o veículo permanece imobilizado; 3. Garantir o cumprimento integral das obrigações legais associadas à garantia do veículo; 4. Avaliar eventual incumprimento das obrigações legais por parte do operador económico caso a situação se prolongue sem resolução em prazo razoável. Caso a situação de imobilização se prolongue sem resolução adequada, reservo-me ainda o direito de recorrer aos mecanismos legais disponíveis para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Agradeço a análise e intervenção desta entidade. Com os melhores cumprimentos, Ana Cristina Gomes Gonçalves Tlm: 00351 918 129 569 BO-99-IL

Em curso
F. C.
07/03/2026
Tempus

Encomenda não recebida - TM31307

Exmos. Senhores, Em 29 de Janeiro adquiri um relógio, da vossa marca, pelo valor de 209,00€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 17 de Fevereiro. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 24/02, 26/02, e 05/03 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
P. M.
06/03/2026

Reclamação por recusa de cumprimento de proposta de venda de veículo e pagamento incompleto do sinal

Por razões de confidencialidade, os nomes dos intervenientes e a matrícula da viatura são propositadamente omitidos, sendo os mesmos facultados caso tal venha a revelar-se necessário. Venho apresentar reclamação contra a Santogal relativamente à proposta de venda n.º 001252, referente à viatura Peugeot e-2008 Allure Elétrico, de cor preto com o número interno 3044420. Em 28/02/2026, após visualizar o veículo anunciado no site da empresa pelo preço de €14.000,00, dirigi-me ao stand da Renault de Loures, sito na Quinta velha, Rua do Moinho Velho, 2660-524 - Loures, onde o vendedor confirmou o preço, consultou o site e imprimiu as características da viatura. Mais tarde, por indicação do mesmo vendedor, procedi ao pagamento de €1.000,00 para reserva do negócio. Após esse pagamento, recebi email com a proposta/contrato, com o preço total de €14.000,00 e garantia de 18 meses, tendo-me sido dito por escrito que bastava responder por email a concordar com a proposta. Assim fiz. No dia 02/03/2026, fui informado de que a empresa não pretendia realizar a venda, alegando um alegado erro de inserção do preço no sistema. No dia seguinte, foi-me recusada a venda pelo preço acordado, sendo depois invocada a falta de assinatura do responsável de vendas, pelo próprio. Considero esta posição indevida, porque: • a empresa apresentou proposta escrita com todos os elementos essenciais; • o vendedor autorizou expressamente a aceitação por email; • o preço foi confirmado presencialmente e por escrito; • a empresa recebeu o montante entregue para reserva; • e apenas depois tentou afastar o negócio com fundamento em formalidades internas e em alegado erro que não era manifesto para o consumidor. Entendo que estão reunidos os pressupostos dos arts. 441.º e 442.º do Código Civil, pelo que, recusando a empresa o cumprimento do negócio após receção do sinal, é devida a restituição do sinal em dobro. A atuação da empresa também contraria a boa fé nas negociações e no cumprimento (arts. 227.º e 762.º CC) e traduz, no mínimo, uma atuação incompatível com a proteção devida ao consumidor. Considero ainda que a Santogal não pode beneficiar de um mecanismo formal/interno para receber quantias e criar a aparência de vínculo, e depois negar o vínculo quando descobre que o preço era “baixo” relativamente ao mercado. Apesar de eu não ter aceite a devolução simples do sinal, a empresa transferiu unilateralmente €1.000,00 em 05/03/2026. Assim, considero que esse valor apenas abate ao montante global devido, mantendo-se em falta o remanescente de €1.000,00 para perfazer a restituição em dobro. Acresce que, entretanto, a viatura foi recolocada à venda por preço superior, o que reforça que a recusa resultou da intenção de não cumprir o preço inicialmente acordado. Pretendo apoio/intervenção no sentido de ser pago pela empresa o remanescente de €1.000,00, correspondente à parte ainda em dívida da restituição do sinal em dobro.

Em curso
C. S.
06/03/2026

Falsa acusação de furto e falta de compensação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa contra o Continente Vasco da Gama, Lisboa, na sequência de uma situação que considero grave e que até à data não foi resolvida de forma satisfatória. No dia 20 de dezembro de 2025, fui falsamente acusado de furto por um seguraça do estabelecimento, sendo conduzido a uma zona visível a outros clientes, o que me causou uma humilhação pública num período especialmente movimentado do ano. Apresentei duas reclações formais no Livro de Reclamações Eletrónico, sendo a última com a referência ROR00000000045511083. O Continente respondeu admitindo o erro cometido pelo seu seguraça, mas limitou-se a apresentar um pedido de desculpas que considero manifestamente insuficiente face ao dano causado. Respondi por email no dia 23 de fevereiro de 2026, agradecendo a admissão do sucedido mas deixando claro que pretendia uma compensação simbólica em voucher ou cartão de valor. Desde essa data, não obtive qualquer resposta. Considero que a atitude do Continente, de responder apenas quando obrigado por lei e ignorar completamente o consumidor quando este tenta resolver a situação de forma pacífica, é inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Solicito a vossa intervenção neste processo e aguardo o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlos Miguel Simões

Em curso
J. C.
06/03/2026

Direito Garantia

Venho, por este meio, manifestar a minha profunda indignação pela forma vergonhosa como a Zantia tem tratado a situação referente ao meu termossifão. O equipamento encontra-se com todas as manutenções em dia, devidamente comprovadas pelo instalador autorizado. Ainda assim, sem qualquer visita técnica nem avaliação presencial, decidiram recusar a garantia, alegando que o problema é da "qualidade da água". Essa justificativa, além de infundada, revela má fé comercial e clara tentativa de iludir o consumidor. Recordo que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula as garantias de bens de consumo, o ônus da prova num defeito durante o período de garantia recai sobre o vendedor ou fabricante, e não sobre o cliente. A ausência de uma inspeção técnica antes da recusa constitui violação dos deveres legais de assistência e suporte pós-venda. Uma empresa que age desta forma demonstra falta total de ética e respeito pelo consumidor, prejudicando deliberadamente quem confiou na sua marca. É inaceitável transformar uma questão técnica num processo de empurra-empurra para escapar às responsabilidades. Exijo que seja imediatamente agendada uma deslocação técnica ao local, com relatório de diagnóstico assinado e, caso se confirme defeito de fabrico ou falha do equipamento, que a garantia seja integralmente assumida, conforme determina a lei. NOTA: não consegui anexar a 2thread" de emails por ultrapassar os 3MB. Posso enviar por outra via

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