Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. V.
27/07/2026

produto errado

Venho por este meio reclamar, o procedimento de venda e propaganda enganosa, das empresa, DIGITAL TRENDING GROUP LLC, a mesma anuncia um produto e entrega outro completamente, entregue a cobrança pelo CTT Portugal, sem emissão de fatura no ato do pagamento e levantamento. O produto em questão não corresponde ao produto anunciado. e não satisfaz a minha necessidade, produto anunciado era um aparelho bucal anti-ronco, e veio outro completamente diferente do anuncio em questão, entregue no dia 25/07/2026.

Em curso
R. F.
27/07/2026

Warranty Dispute TV Screen

Purchase and Product Details On 19 January 2026 I purchased a TCL 85C655 QLED television (approximate price €909) from Conforama. The television was delivered to our house by Conforama. It was placed on a large, elevated cabinet where it remained since delivery. Due to the television’s size (85-inch) and height of placement, the lower and central areas of the screen were completely out of normal reach for any household member or visitor. Nature of the Problem Approximately three months after delivery, a visible line/defect appeared on the screen. The exterior surface of the panel remained completely smooth and undamaged to both visual inspection and touch. No impact, pressure, or external force had been applied to the screen by any person in the household. The affected zone was physically inaccessible under normal use. Manufacturer Inspection TCL technical engineers attended the property to inspect the television. They confirmed the absence of any external damage to the panel surface. During the inspection, however, the technicians spent a considerable period of time applying repeated and sustained pressure to the affected area of the screen. This action visibly worsened the existing defect. Seller’s Response and Warranty Denial Conforama subsequently denied the warranty claim. Their decision was based on a technical report stating that the damage consisted of a rupture of the internal matrix caused by external pressure or impact, and was therefore classified as accidental damage or improper use excluded from the manufacturer’s warranty. Conforama also cited their general terms of sale, which defer to manufacturer warranty criteria and exclude liability for damage arising from external factors, misuse or handling. This conclusion is contradicted by the factual circumstances: The television was delivered by Conforama. The defective area was physically inaccessible due to size and height. No external marks or signs of impact existed. TCL’s own engineers confirmed the absence of external damage yet applied significant pressure during inspection, aggravating the fault. Consumer Protection Position under Portuguese Law Under Portuguese consumer protection rules (Decree-Law No. 84/2021 on the sale of consumer goods and associated guarantees), the seller is liable for any lack of conformity that becomes apparent within three years of delivery. For the first two years after delivery, a presumption exists that the lack of conformity was already present at the time of delivery unless the seller proves otherwise. The burden of proof therefore rests with Conforama. A claim of “accidental damage / external pressure” requires clear and objective evidence. In this case: No evidence of external impact or misuse has been produced. The physical placement of the television made such impact highly improbable. The only documented pressure applied to the screen was that exerted by the manufacturer’s technicians during their inspection. Consequently, the denial of the legal guarantee appears to shift the burden of proof improperly onto the consumer and fails to meet the evidentiary standard required under Portuguese consumer law. We believe, the defect should be treated as a lack of conformity for which the seller remains responsible. I kindly request DECO’s assistance in assessing the case, intervening with the seller, and supporting the enforcement of my statutory rights to repair, replacement or appropriate remedy under the legal guarantee.

Em curso
R. M.
26/07/2026

Não devolução do dinheiro

No dia 23 de junho de 2026 realizei uma compra na loja Tezenis de Guimarães. No dia 25, tentei devolver o biquíni adquirido, apresentando o talão de oferta, mas fui informada por duas funcionárias que não era possível efetuar a devolução. Não me deram a possibilidade de receber o valor da compra e entregaram-me um cartão de oferta, sem sequer questionarem pelo talão original. No dia seguinte, após consultar a política de devoluções, percebi que está indicado que seria possível devolver o artigo. Voltei à loja com o cartão de oferta para pedir o reembolso, mas novamente indicaram-me que não seria possível devolver o dinheiro. Esta situação só ocorreu porque as funcionárias insistiram que não era permitido devolver o valor. Acabei por ficar com o cartão de oferta, mas considero importante deixar a reclamação, pois a política de trocas não está a ser cumprida devidamente.

Encerrada
A. R.
26/07/2026

Encomenda em eterno estado de distribuição

Fiz uma compra nas perfumarias Primor e a paack avisou-me que a encomenda estaria em distribuição para o ponto de entrega que escolhi. A encomenda está há vários dias em estado de distribuição sem que nada se resolva. Péssimo serviço.

Em curso
A. V.
26/07/2026

pedido 171-4948499-0577124

Exmos. Senhores, Em 19-05-2026 adquiri uma Motosserra telescópica (pértiga), 800 W, da marca BLACK+DECKER, pelo valor de 96.46€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 09-06-2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. O artigo que recebi no dia 05-06-2026 foi um secador de cabelo Babyliss Pro, que foi devolvido no dia 12-06-2026 Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços a 19-06-2026 que o receberam e obtive a resposta de que o assunto iria para analise interna, ao que ainda não recebi resposta. Fiz um pedido de devolução do valor a 07-07-2026, que me foi recusado. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos. A.V.

Em curso
J. C.
26/07/2026

Devolução por artigo não fornecido

No dia 27 de junho, efetuei uma encomenda através do site da INSANIA, pagando de imediato um total de 11,95€ (artigo mais portes) via MBWAY. Nesse mesmo dia, recebi a confirmação da encomenda por email. No dia 29 de junho, a INSANIA informou-me por email que não tinha em stock o artigo na cor que escolhi, propondo como alternativa o envio em preto ou o reembolso do valor pago. Optei pelo reembolso dos 11,95€ e enviei o meu IBAN conforme solicitado. A 30 de junho, recebi novo email a indicar que o reembolso estava em curso. Um mês depois continuo sem receber o valor na minha conta. Tentei contactar a INSANIA por email e por telefone várias vezes, sem qualquer resposta até agora. Aqui na DecoProteste vejo inúmeros casos similares, com a informação de resolvidos, contudo não está indicado o modo e forma da resolução. Talvez até aconteça a resolução, mas também há a desistência e isso não é resolução.

Em curso
M. M.
26/07/2026

ikea a grande mentira

Fui chefe de Logistica alguns anos em Alfragide e fizeram de tudo para que eu saisse e que a Ikea ficasse bem . Ikea nao tem valores, sabota o trabalho das pessoas e a direcao e horrivel. Tudo o que leio da Ikea e um facto mesmo que desmintam.

Em curso
P. R.
26/07/2026

Entrega na morada errada

Empresa de entrega de baixa qualidade, primeiro recebi um e-mail para escolher um local de recolha, quando tinha no site da Amazon dado a minha morada para entrega, não entregaram no ponto que escolhi nem ligaram a tentar solucionar a questão, entregaram num ponto de recolha que nem sequer é da minha cidade. Muito mau

Em curso
N. F.
26/07/2026

Cobrança indevida de seguro e taxas sem consentimento e atendimento desrespeitoso

No ano passado, desloquei-me a uma loja da Worten para adquirir um telemóvel da marca Oppo, modelo A5, cujo preço de venda anunciado era de 129 euros. Durante o atendimento, o funcionário questionou-me sobre a adesão a um seguro, ao qual respondi expressamente que não era necessário. No entanto, verifiquei mais tarde — e comprovei agora ao solicitar a respetiva fatura — que a Worten incluiu indevidamente um seguro e taxas sem o meu consentimento e contra a minha recusa explícita, elevando o valor total cobrado para 187 euros. Para além desta prática comercial abusiva e da cobrança de um serviço que nunca contratei nem aceitei, o equipamento acabou por ser furtado posteriormente. Ao tentar acionar o seguro, fui confrontado com a recusa do mesmo, acumulando o prejuízo de ter pago por um serviço forçado que de nada me serviu. Recentemente, ao solicitar a fatura de 187 euros na loja, fui ainda alvo de um atendimento extremamente rude e desrespeitoso por parte dos funcionários, demonstrando uma total falta de profissionalismo e respeito pelo cliente. Exijo por este meio a anulação retroativa do seguro e a devolução imediata do valor cobrado indevidamente (a diferença de 58 euros entre o valor do equipamento e o montante faturado à força), bem como uma tomada de posição por parte da gestão da Worten face à conduta dos seus colaboradores.

Em curso
F. A.
25/07/2026

Worten recusa devolução de AC portátil, contrariando a Política de Satisfação publicada no próprio s

Sou aderente do serviço Worten Life, cujos termos e condições publicados em worten.pt garantem "devoluções de produtos vendidos pela Worten, durante 30 (trinta) dias após a data de compra". Em 29/06/2026 comprei na loja Worten Amoreiras um ar condicionado portátil Becken BAC10172WH por 255,99 € (fatura FT HRX011/016969). No ato da compra, o vendedor garantiu-me verbalmente que poderia experimentar o equipamento em casa e devolvê-lo se não servisse. Testei-o na minha sala e concluí que as minhas janelas não são adequadas a este tipo de máquina. Em 25/07/2026 - 26.º dia após a compra, dentro do prazo de 30 dias - desloquei-me à loja para efetuar a devolução, com o produto completo, na caixa de origem, em bom estado e com todos os acessórios. A devolução foi recusada com fundamentos sucessivamente diferentes: Primeiro, que o produto seria um "grande eletrodoméstico" excluído da Política de Satisfação. Ora, a política oficial publicada no site da Worten ("Quais são os produtos excluídos da Política de Satisfação para compras em loja física?") diz expressamente: "Grandes eletrodomésticos (exceto AC Portáteis)". O meu produto está, por isso, abrangido pela política. Quando apresentei a política oficial, o responsável de loja invocou um novo fundamento: a caixa não estaria "nas mesmas condições" da compra. Pedi que me mostrasse onde consta esse requisito nos termos e condições - não me foi mostrado, porque a política exige apenas a entrega "na caixa de origem ou em embalagem Worten", requisito que cumpro integralmente. Constatei ainda, e documentei fotograficamente, que o expositor com a política afixada na loja omite a exceção dos AC portáteis, estando em desconformidade com a política oficial publicada no site - o que induz os consumidores em erro no próprio local de venda. Sublinho que não se trata de um caso isolado: existe pelo menos uma reclamação pública de julho de 2026 no Portal da Queixa em que a Worten recusou a devolução de um ar condicionado portátil com a mesma justificação ("grande eletrodoméstico"), o que sugere uma prática reiterada em contradição com a política publicitada pela própria empresa. Fundamentos jurídicos: a política de devolução publicitada vincula a Worten nos termos do art. 7.º, n.º 5, da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e do art. 43.º do DL n.º 84/2021 (garantia comercial: as condições constantes da declaração e da publicidade associada são exigíveis). A recusa com fundamentos inexistentes e a afixação de condições desconformes configuram prática comercial desleal (DL n.º 57/2008). Diligências já efetuadas: reclamação no livro de reclamações físico da loja (folha n.º 38284683, de 25/07/2026); reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045672912 (25/07/2026, remetida à ASAE); email formal à Worten - (26/07/2026). Nota: na folha física consta por lapso a data de compra "29/07/2026"; a correta é 29/06/2026, conforme fatura. Pretensão: reembolso integral de 255,99 € pelo mesmo método de pagamento, mediante entrega do equipamento. Caso a mediação da DECO não tenha êxito, pretendo recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa ao abrigo da Lei n.º 63/2019 (arbitragem necessária por opção do consumidor até 5.000 €). Documentos disponíveis: fatura; captura de ecrã da política oficial online; fotografia da política afixada em loja (sem a exceção); fotografias da caixa de origem; duplicado da folha de reclamação.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.