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Reclamações recentes

A. S.
16/03/2026

Viatura Nova com defeito de fabrico

Exmos. senhores, no dia 29 setembro 2025 adquiri uma viatura nova BYD ATTO 3 na empresa A MatosCar Évora (Lubripor) com o NIF 500169390, que me foi entregue com um grande risco no para-brisas. Passado um mês colocaram um para-brisas novo e desde aí que começou a aparecer muita água no seu interior. Já trocaram o vidro 3 vezes e o problema persiste, estando cheio de água no seu interior, bolor e um cheiro a mofo insuportável, pois até hoje dia 11março 2026, ainda não resolveram a situação. No dia 06 março 2026 ligaram do serviço pós-venda, Centro de Colisão AMATOSCAR, a informar que estava pronto para entrega, onde questionei novamente se a situação estava resolvida, pois já estava a ter muito transtorno e despesas, pois responderam que sim, estava pronta para entrega. No final do dia dirigi-me a Évora para levantamento, qual não foi o meu espanto quando abri as portas do carro, estava o interior cheio de água tanto nos tapetes da frente como nos de trás, que mais parecia uma banheira. Depois olhei para as palas de proteção do sol e teto junto ao para-brisas estava cheio de bolor. Estava imundo com cheiro a mofo, que nada se parecia com um veículo novo. Visto que o veículo ficou estragado no seu interior mesmo até na mala tinha humidade, e o cheiro intenso a mofo. Agradecia a devolução do valor pago ou a troca por outro novo, pois o mau serviço prestado acabou por estragarem um veículo novo.

Em curso
L. R.
26/01/2026

Reparação viatura

No dia 17 de novembro de 2025, fui interveniente em acidente de viação envolvendo viatura segura pela ZURICH Seguros, tendo sido a primeira peritagem em 24/11/2025, na A MatosCar, centro de colisão. Em 02/12/2025, após segunda peritagem, foi formalmente autorizada a reparação da viatura e enviada informação da Seguradora Vitoria Seguros. Não obstante o exposto, a A MatosCar apenas no 09/12/2025 acedeu a esse email (por me ter deslocado à oficina para obter ponto de situação) e iniciou processo de aquisição das peças. Após receção das peças, verificou que existia uma outra, não prevista, que tinha de ser também adquirida. No dia 19 de janeiro, após mais um contacto com a A MatosCar, sou informada que a peça em falta chegou e que iriam iniciar a reparação que, de acordo com a informação dada, inicialmente, à Seguradora Vitoria Seguros seriam 4 dias. Depois de sucessivos contactos da minha parte (porque nunca fui contactada pela A MatosCar para me dar um ponto de situação), sou hoje informada que a viatura continua “em reparação”. A viatura encontra-se há 55 dias para reparação, tendo obviamente a A MatosCar falhado na avaliação dos danos e identificação das peças que conduz a todos este atraso e, inevitavelmente, no seu diálogo e prestação de informação aos clientes. Face ao exposto, considero-me lesada pela forma como foi conduzida toda a situação que me causou danos profissionais e pessoais, pois fiquei sem viatura para me poder deslocar – a seguradora assegurou viatura durante 8 dias.

Encerrada
A. R.
24/01/2026

Reparação não abrangida por garantia ainda em vigor

Comprei uma viatura, na AMatosCar, em Évora, a 30.07.2020 com garantia de sete (7) anos da marca Hyundai Tucson, nova. Esta viatura sempre fez as reparações e revisões nas Vossas oficinas. Em 15.12.2025 fez a revisão dos 120 000kms. No dia 12.01.2026, no decurso de uma viagem, teve uma avaria e foi rebocada para as Vossas instalações, em Évora. O diagnóstico feito revelou desgaste de embraiagem, devendo a mesma ser substituída. Fui então informada que deveria autorizar a reparação, dado que a garantia não abrangia peças degastadas. O orçamento apresentado foi de cerca de 3000€. O veículo não deu qualquer indício de desgaste da embraiagem. O único sinal dado foi o de, no dia da ocorrência, a meio de uma ultrapassagem, ao acelerar, o carro não ganhou velocidade, perdeu força e parou, colocando em causa a minha segurança e a dos outros condutores que seguiam no mesmo trajeto. Assim sendo, questiono: Na revisão dos 120 000 kms, efetuada conforme o Vosso manual, um mês antes do ocorrido, atendendo às condições em vigor da marca, nomeadamente a alínea E da Ordem de Reparação, deduzo que após a revisão, o veículo deveria ter feito um teste de estrada. É óbvio que ao ser feito, nada foi detetado, pois ter-me-ia sido comunicado que a embraiagem apresentava, já, algum desgaste, dado que a colocaria em risco, da minha parte, uma condução segura e eficiente. Tal não aconteceu e não me considero responsável pelo pagamento da reparação. Perante o exposto, considero o seguinte: - Que seja revista esta situação e verificado o número de quilómetros efetuado pela viatura desde a revisão dos 120 000km (no caso, tinha 119 835km) até à data da avaria ocorrida; - Que seja feita uma peritagem, avaliando o possível desgaste prematuro das peças referidas; - Que me seja reportado se, nesta marca e modelo, é recorrente este tipo de avaria; Por fim: - Que seja revisto, da Vossa parte, a atribuição de sete anos de garantia ao veículo, especificando, de forma clara, o número mínimo de kms que atribuem às peças consideradas de maior desgaste na viatura. Isto porque a partir de uma certa altura, (não sabemos qual), as avarias ocorridas e a ocorrer, umas vezes mais cedo, outras mais tarde, são todas devidas, praticamente ao desgaste das peças, ilibando-os de quaisquer responsabilidades para com os clientes. Manifesto a minha disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional. Com os meus melhores cumprimentos,

Encerrada
A. F.
04/08/2025

Atraso inadmissível na reparação de viatura Citroën

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à situação insustentável com a reparação da minha viatura Citroën, entregue no Centro de Colisão AmatosCar, em Évora, na sequência de um acidente ocorrido em 25 de outubro de 2024. Já passaram mais de nove meses sem que a viatura tenha sido reparada. Durante este período, foi-me informado que uma das peças necessárias estava em falta na fábrica da Citroën, tendo essa peça finalmente chegado em maio de 2025. No entanto, desde então, continuam a solicitar as restantes peças em prestações semanais, sem nunca apresentar uma previsão concreta para a conclusão do trabalho. Para além disso, tenho sido sistematicamente obrigada a ligar para obter informações, uma vez que nunca sou contactada pela parte do centro de colisão. Sempre que telefono, muitas das vezes não tem a informação e indicam que irão ligar de volta — o que nunca acontece, e muitas das vezes dão a previsão de que o carro vai ser entregue ainda nessa semana e não é. Esta total ausência de comunicação e transparência é absolutamente inaceitável e revela uma clara falta de respeito pelo cliente. Esta situação tem gerado prejuízos sérios, transtornos diários e compromete gravemente a confiança na vossa oficina.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
P. S.
28/06/2025

Suposto defeito de fabrico num veículo novo

Exmos. Senhores, A situação é a seguinte, o veículo foi comprado novo e logo nos primeiros meses até ao dia de hoje, sendo este datado de 27/06/2024, o ar condicionado começou a funcionar mas só deitando ar quente mesmo estando na temperatura mínima, logo de seguida deslocamos ao stand para que nos pudessem ver o que se passava, dessa altura para cá já esteve na oficina do stand em questão por 5 vezes, é sempre dito que está resolvido e nunca está, já tendo voltado inclusive uma das vezes, logo que de lá saiu passado alguns minutos e poucos kms. Quando foram questionados disseram que devia ser problema de origem e que nunca seria trocado por um veículo novo, no entanto a nossa questão é, se continuarmos com o carro iremos estar sempre sem ele porque nunca é resolvido e é um carro novo que nos faz falta todos os dias e a garantia chegará um dia ao fim e depois? Saira do nossa carteira. Gostávamos de ajuda para saber se é possível que troquem por um novo ou qual o procedimento que devemos seguir. Obrigada! Cumprimentos.

Encerrada

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