Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Mau serviço prestado
Exmos. Senhores, No dia 17 de janeiro de 2026, a minha viatura OPEL ASTRA J, matrícula 49-QC-84 de 30 de junho de 2015 acendeu a luz do motor e começou a falhar em andamento sem conseguir desenvolver o suficiente de forma a atingir uma velocidade mínima que permitisse a circulação normal. Ao chamar o reboque, solicitei que deixasse a viatura na oficina EUROREPAR/MOTORPOR em Évora por ter uma boa impressão da mesma, além de custos de manutenção/mão de obra mais em conta do que na A MATOSCAR, da qual sou cliente desde 2017, tendo efetuado todas as revisões neste concessionário. Na semana que se seguiu fui informado pela recepcionista da oficina onde a viatura se encontrava, de que depois de uma regeneração forçada, fora feito um diagnóstico que indicava uma falha do sensor de temperatura de gases como estando na origem da avaria. No mesmo momento aconselharam-me a solicitar um outro diagnóstico na A MATOSCAR, uma vez que teriam um equipamento supostamente mais atualizado de acordo com os parâmetros da marca e receavam estar a colocar uma peça sem terem a certeza, de que seria a mesma a causadora do problema reportado. Fiz então a marcação na A MATOSCAR para dia 11 de fevereiro, ou seja, só 3 semanas depois. Até lá o carro ficou guardado na EUROREPAR. De salientar que foram cobrados por esta 0 custos, tanto pela regeneração como pelo diagnóstico. No dia 10 de fevereiro solicitei um reboque para que transportasse a minha viatura para a A MATOSCAR de forma a que no dia seguinte fosse diagnosticada a avaria. Nesse mesmo dia telefonara-me para ir buscar o carro e onde me informaram que fora feito o diagnóstico e uma regeneração forçada e o mesmo estaria operacional. Por isto paguei 192,70 € (factura 1). No dia 14 de fevereiro, ou seja, passados 3 dias, a viatura voltou a falhar, à semelhança da primeira vez. No dia 16 de fevereiro voltei a solicitar um reboque para transportar a viatura à oficina, onde foi colocada uma válvula EGR. Nesse mesmo dia levantei o carro e paguei pela nova reparação 480,55 € (factura 2). No dia 26 de fevereiro, a viatura voltou a falhar, à semelhança das outras vezes. No dia 27 de fevereiro voltei a solicitar um reboque para transportar a viatura à oficina. No dia 2 de março desloquei-me à oficina onde me informaram que fora efetuado mais um diagnóstico e que seria necessário a substituição do filtro de partículas para a qual me deram um orçamento de 2.586,53 € (Estimativa). Informaram ainda, que caso não fosse esse o problema, eventualmente seria uma avaria no turbo mas sem certezas, ao qual respondi que dificilmente seria esse o problema, uma vez que o mesmo teria sido substituído à um ano e que iria pensar se avançaria para nova intervenção. Informaram ainda, que caso não pretendesse a reparação, teria de pagar o valor de mais um diagnóstico feito no valor aproximado de 80,00 € para levantar a viatura. Dia 3 de março voltei à oficina para informar que não autorizava mais uma intervenção sem uma mínima garantia e pretendia levantar a viatura, mas sem o pagamento do referido diagnóstico uma vez que já o tinha feito da primeira vez. Tal foi recusado, sendo-me feito apenas um pequeno desconto (factura 3). Venho assim apresentar uma reclamação referente à oficina A MATOSCAR de Évora, oficina oficial representante da marca OPEL em Évora, pelo seguinte: - Foram três semanas a aguardar por um diagnóstico; - Gastos de mão de obra e peças no valor total de 741,77 €, (valor onde se inclui 217,00 € em diagnósticos), gastos que se vieram a verificar inúteis, sem que a viatura ficasse arranjada; - Falta de garantias de que com os arranjos, a viatura ficaria a circular normalmente; - Em todo este processo e tempo, nunca me foi disponibilizada uma viatura de cortesia apesar de ter solicitado. Informo que esta reclamação será enviada também para o grupo STELLANTIS Portugal e STELLANTIS Europa. Com os melhores cumprimentos, Pedro Baptista
Viatura Nova com defeito de fabrico
Exmos. senhores, no dia 29 setembro 2025 adquiri uma viatura nova BYD ATTO 3 na empresa A MatosCar Évora (Lubripor) com o NIF 500169390, que me foi entregue com um grande risco no para-brisas. Passado um mês colocaram um para-brisas novo e desde aí que começou a aparecer muita água no seu interior. Já trocaram o vidro 3 vezes e o problema persiste, estando cheio de água no seu interior, bolor e um cheiro a mofo insuportável, pois até hoje dia 11março 2026, ainda não resolveram a situação. No dia 06 março 2026 ligaram do serviço pós-venda, Centro de Colisão AMATOSCAR, a informar que estava pronto para entrega, onde questionei novamente se a situação estava resolvida, pois já estava a ter muito transtorno e despesas, pois responderam que sim, estava pronta para entrega. No final do dia dirigi-me a Évora para levantamento, qual não foi o meu espanto quando abri as portas do carro, estava o interior cheio de água tanto nos tapetes da frente como nos de trás, que mais parecia uma banheira. Depois olhei para as palas de proteção do sol e teto junto ao para-brisas estava cheio de bolor. Estava imundo com cheiro a mofo, que nada se parecia com um veículo novo. Visto que o veículo ficou estragado no seu interior mesmo até na mala tinha humidade, e o cheiro intenso a mofo. Agradecia a devolução do valor pago ou a troca por outro novo, pois o mau serviço prestado acabou por estragarem um veículo novo.
Reparação viatura
No dia 17 de novembro de 2025, fui interveniente em acidente de viação envolvendo viatura segura pela ZURICH Seguros, tendo sido a primeira peritagem em 24/11/2025, na A MatosCar, centro de colisão. Em 02/12/2025, após segunda peritagem, foi formalmente autorizada a reparação da viatura e enviada informação da Seguradora Vitoria Seguros. Não obstante o exposto, a A MatosCar apenas no 09/12/2025 acedeu a esse email (por me ter deslocado à oficina para obter ponto de situação) e iniciou processo de aquisição das peças. Após receção das peças, verificou que existia uma outra, não prevista, que tinha de ser também adquirida. No dia 19 de janeiro, após mais um contacto com a A MatosCar, sou informada que a peça em falta chegou e que iriam iniciar a reparação que, de acordo com a informação dada, inicialmente, à Seguradora Vitoria Seguros seriam 4 dias. Depois de sucessivos contactos da minha parte (porque nunca fui contactada pela A MatosCar para me dar um ponto de situação), sou hoje informada que a viatura continua “em reparação”. A viatura encontra-se há 55 dias para reparação, tendo obviamente a A MatosCar falhado na avaliação dos danos e identificação das peças que conduz a todos este atraso e, inevitavelmente, no seu diálogo e prestação de informação aos clientes. Face ao exposto, considero-me lesada pela forma como foi conduzida toda a situação que me causou danos profissionais e pessoais, pois fiquei sem viatura para me poder deslocar – a seguradora assegurou viatura durante 8 dias.
Reparação não abrangida por garantia ainda em vigor
Comprei uma viatura, na AMatosCar, em Évora, a 30.07.2020 com garantia de sete (7) anos da marca Hyundai Tucson, nova. Esta viatura sempre fez as reparações e revisões nas Vossas oficinas. Em 15.12.2025 fez a revisão dos 120 000kms. No dia 12.01.2026, no decurso de uma viagem, teve uma avaria e foi rebocada para as Vossas instalações, em Évora. O diagnóstico feito revelou desgaste de embraiagem, devendo a mesma ser substituída. Fui então informada que deveria autorizar a reparação, dado que a garantia não abrangia peças degastadas. O orçamento apresentado foi de cerca de 3000€. O veículo não deu qualquer indício de desgaste da embraiagem. O único sinal dado foi o de, no dia da ocorrência, a meio de uma ultrapassagem, ao acelerar, o carro não ganhou velocidade, perdeu força e parou, colocando em causa a minha segurança e a dos outros condutores que seguiam no mesmo trajeto. Assim sendo, questiono: Na revisão dos 120 000 kms, efetuada conforme o Vosso manual, um mês antes do ocorrido, atendendo às condições em vigor da marca, nomeadamente a alínea E da Ordem de Reparação, deduzo que após a revisão, o veículo deveria ter feito um teste de estrada. É óbvio que ao ser feito, nada foi detetado, pois ter-me-ia sido comunicado que a embraiagem apresentava, já, algum desgaste, dado que a colocaria em risco, da minha parte, uma condução segura e eficiente. Tal não aconteceu e não me considero responsável pelo pagamento da reparação. Perante o exposto, considero o seguinte: - Que seja revista esta situação e verificado o número de quilómetros efetuado pela viatura desde a revisão dos 120 000km (no caso, tinha 119 835km) até à data da avaria ocorrida; - Que seja feita uma peritagem, avaliando o possível desgaste prematuro das peças referidas; - Que me seja reportado se, nesta marca e modelo, é recorrente este tipo de avaria; Por fim: - Que seja revisto, da Vossa parte, a atribuição de sete anos de garantia ao veículo, especificando, de forma clara, o número mínimo de kms que atribuem às peças consideradas de maior desgaste na viatura. Isto porque a partir de uma certa altura, (não sabemos qual), as avarias ocorridas e a ocorrer, umas vezes mais cedo, outras mais tarde, são todas devidas, praticamente ao desgaste das peças, ilibando-os de quaisquer responsabilidades para com os clientes. Manifesto a minha disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional. Com os meus melhores cumprimentos,
Atraso inadmissível na reparação de viatura Citroën
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à situação insustentável com a reparação da minha viatura Citroën, entregue no Centro de Colisão AmatosCar, em Évora, na sequência de um acidente ocorrido em 25 de outubro de 2024. Já passaram mais de nove meses sem que a viatura tenha sido reparada. Durante este período, foi-me informado que uma das peças necessárias estava em falta na fábrica da Citroën, tendo essa peça finalmente chegado em maio de 2025. No entanto, desde então, continuam a solicitar as restantes peças em prestações semanais, sem nunca apresentar uma previsão concreta para a conclusão do trabalho. Para além disso, tenho sido sistematicamente obrigada a ligar para obter informações, uma vez que nunca sou contactada pela parte do centro de colisão. Sempre que telefono, muitas das vezes não tem a informação e indicam que irão ligar de volta — o que nunca acontece, e muitas das vezes dão a previsão de que o carro vai ser entregue ainda nessa semana e não é. Esta total ausência de comunicação e transparência é absolutamente inaceitável e revela uma clara falta de respeito pelo cliente. Esta situação tem gerado prejuízos sérios, transtornos diários e compromete gravemente a confiança na vossa oficina.
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