Reclamações públicas

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P. B.
16/04/2026

Mau serviço prestado

Exmos. Senhores, No dia 17 de janeiro de 2026, a minha viatura OPEL ASTRA J, matrícula 49-QC-84 de 30 de junho de 2015 acendeu a luz do motor e começou a falhar em andamento sem conseguir desenvolver o suficiente de forma a atingir uma velocidade mínima que permitisse a circulação normal. Ao chamar o reboque, solicitei que deixasse a viatura na oficina EUROREPAR/MOTORPOR em Évora por ter uma boa impressão da mesma, além de custos de manutenção/mão de obra mais em conta do que na A MATOSCAR, da qual sou cliente desde 2017, tendo efetuado todas as revisões neste concessionário. Na semana que se seguiu fui informado pela recepcionista da oficina onde a viatura se encontrava, de que depois de uma regeneração forçada, fora feito um diagnóstico que indicava uma falha do sensor de temperatura de gases como estando na origem da avaria. No mesmo momento aconselharam-me a solicitar um outro diagnóstico na A MATOSCAR, uma vez que teriam um equipamento supostamente mais atualizado de acordo com os parâmetros da marca e receavam estar a colocar uma peça sem terem a certeza, de que seria a mesma a causadora do problema reportado. Fiz então a marcação na A MATOSCAR para dia 11 de fevereiro, ou seja, só 3 semanas depois. Até lá o carro ficou guardado na EUROREPAR. De salientar que foram cobrados por esta 0 custos, tanto pela regeneração como pelo diagnóstico. No dia 10 de fevereiro solicitei um reboque para que transportasse a minha viatura para a A MATOSCAR de forma a que no dia seguinte fosse diagnosticada a avaria. Nesse mesmo dia telefonara-me para ir buscar o carro e onde me informaram que fora feito o diagnóstico e uma regeneração forçada e o mesmo estaria operacional. Por isto paguei 192,70 € (factura 1). No dia 14 de fevereiro, ou seja, passados 3 dias, a viatura voltou a falhar, à semelhança da primeira vez. No dia 16 de fevereiro voltei a solicitar um reboque para transportar a viatura à oficina, onde foi colocada uma válvula EGR. Nesse mesmo dia levantei o carro e paguei pela nova reparação 480,55 € (factura 2). No dia 26 de fevereiro, a viatura voltou a falhar, à semelhança das outras vezes. No dia 27 de fevereiro voltei a solicitar um reboque para transportar a viatura à oficina. No dia 2 de março desloquei-me à oficina onde me informaram que fora efetuado mais um diagnóstico e que seria necessário a substituição do filtro de partículas para a qual me deram um orçamento de 2.586,53 € (Estimativa). Informaram ainda, que caso não fosse esse o problema, eventualmente seria uma avaria no turbo mas sem certezas, ao qual respondi que dificilmente seria esse o problema, uma vez que o mesmo teria sido substituído à um ano e que iria pensar se avançaria para nova intervenção. Informaram ainda, que caso não pretendesse a reparação, teria de pagar o valor de mais um diagnóstico feito no valor aproximado de 80,00 € para levantar a viatura. Dia 3 de março voltei à oficina para informar que não autorizava mais uma intervenção sem uma mínima garantia e pretendia levantar a viatura, mas sem o pagamento do referido diagnóstico uma vez que já o tinha feito da primeira vez. Tal foi recusado, sendo-me feito apenas um pequeno desconto (factura 3). Venho assim apresentar uma reclamação referente à oficina A MATOSCAR de Évora, oficina oficial representante da marca OPEL em Évora, pelo seguinte: - Foram três semanas a aguardar por um diagnóstico; - Gastos de mão de obra e peças no valor total de 741,77 €, (valor onde se inclui 217,00 € em diagnósticos), gastos que se vieram a verificar inúteis, sem que a viatura ficasse arranjada; - Falta de garantias de que com os arranjos, a viatura ficaria a circular normalmente; - Em todo este processo e tempo, nunca me foi disponibilizada uma viatura de cortesia apesar de ter solicitado. Informo que esta reclamação será enviada também para o grupo STELLANTIS Portugal e STELLANTIS Europa. Com os melhores cumprimentos, Pedro Baptista

Em curso
A. S.
16/03/2026

Viatura Nova com defeito de fabrico

Exmos. senhores, no dia 29 setembro 2025 adquiri uma viatura nova BYD ATTO 3 na empresa A MatosCar Évora (Lubripor) com o NIF 500169390, que me foi entregue com um grande risco no para-brisas. Passado um mês colocaram um para-brisas novo e desde aí que começou a aparecer muita água no seu interior. Já trocaram o vidro 3 vezes e o problema persiste, estando cheio de água no seu interior, bolor e um cheiro a mofo insuportável, pois até hoje dia 11março 2026, ainda não resolveram a situação. No dia 06 março 2026 ligaram do serviço pós-venda, Centro de Colisão AMATOSCAR, a informar que estava pronto para entrega, onde questionei novamente se a situação estava resolvida, pois já estava a ter muito transtorno e despesas, pois responderam que sim, estava pronta para entrega. No final do dia dirigi-me a Évora para levantamento, qual não foi o meu espanto quando abri as portas do carro, estava o interior cheio de água tanto nos tapetes da frente como nos de trás, que mais parecia uma banheira. Depois olhei para as palas de proteção do sol e teto junto ao para-brisas estava cheio de bolor. Estava imundo com cheiro a mofo, que nada se parecia com um veículo novo. Visto que o veículo ficou estragado no seu interior mesmo até na mala tinha humidade, e o cheiro intenso a mofo. Agradecia a devolução do valor pago ou a troca por outro novo, pois o mau serviço prestado acabou por estragarem um veículo novo.

Resolvida
L. R.
26/01/2026

Reparação viatura

No dia 17 de novembro de 2025, fui interveniente em acidente de viação envolvendo viatura segura pela ZURICH Seguros, tendo sido a primeira peritagem em 24/11/2025, na A MatosCar, centro de colisão. Em 02/12/2025, após segunda peritagem, foi formalmente autorizada a reparação da viatura e enviada informação da Seguradora Vitoria Seguros. Não obstante o exposto, a A MatosCar apenas no 09/12/2025 acedeu a esse email (por me ter deslocado à oficina para obter ponto de situação) e iniciou processo de aquisição das peças. Após receção das peças, verificou que existia uma outra, não prevista, que tinha de ser também adquirida. No dia 19 de janeiro, após mais um contacto com a A MatosCar, sou informada que a peça em falta chegou e que iriam iniciar a reparação que, de acordo com a informação dada, inicialmente, à Seguradora Vitoria Seguros seriam 4 dias. Depois de sucessivos contactos da minha parte (porque nunca fui contactada pela A MatosCar para me dar um ponto de situação), sou hoje informada que a viatura continua “em reparação”. A viatura encontra-se há 55 dias para reparação, tendo obviamente a A MatosCar falhado na avaliação dos danos e identificação das peças que conduz a todos este atraso e, inevitavelmente, no seu diálogo e prestação de informação aos clientes. Face ao exposto, considero-me lesada pela forma como foi conduzida toda a situação que me causou danos profissionais e pessoais, pois fiquei sem viatura para me poder deslocar – a seguradora assegurou viatura durante 8 dias.

Encerrada
A. R.
24/01/2026

Reparação não abrangida por garantia ainda em vigor

Comprei uma viatura, na AMatosCar, em Évora, a 30.07.2020 com garantia de sete (7) anos da marca Hyundai Tucson, nova. Esta viatura sempre fez as reparações e revisões nas Vossas oficinas. Em 15.12.2025 fez a revisão dos 120 000kms. No dia 12.01.2026, no decurso de uma viagem, teve uma avaria e foi rebocada para as Vossas instalações, em Évora. O diagnóstico feito revelou desgaste de embraiagem, devendo a mesma ser substituída. Fui então informada que deveria autorizar a reparação, dado que a garantia não abrangia peças degastadas. O orçamento apresentado foi de cerca de 3000€. O veículo não deu qualquer indício de desgaste da embraiagem. O único sinal dado foi o de, no dia da ocorrência, a meio de uma ultrapassagem, ao acelerar, o carro não ganhou velocidade, perdeu força e parou, colocando em causa a minha segurança e a dos outros condutores que seguiam no mesmo trajeto. Assim sendo, questiono: Na revisão dos 120 000 kms, efetuada conforme o Vosso manual, um mês antes do ocorrido, atendendo às condições em vigor da marca, nomeadamente a alínea E da Ordem de Reparação, deduzo que após a revisão, o veículo deveria ter feito um teste de estrada. É óbvio que ao ser feito, nada foi detetado, pois ter-me-ia sido comunicado que a embraiagem apresentava, já, algum desgaste, dado que a colocaria em risco, da minha parte, uma condução segura e eficiente. Tal não aconteceu e não me considero responsável pelo pagamento da reparação. Perante o exposto, considero o seguinte: - Que seja revista esta situação e verificado o número de quilómetros efetuado pela viatura desde a revisão dos 120 000km (no caso, tinha 119 835km) até à data da avaria ocorrida; - Que seja feita uma peritagem, avaliando o possível desgaste prematuro das peças referidas; - Que me seja reportado se, nesta marca e modelo, é recorrente este tipo de avaria; Por fim: - Que seja revisto, da Vossa parte, a atribuição de sete anos de garantia ao veículo, especificando, de forma clara, o número mínimo de kms que atribuem às peças consideradas de maior desgaste na viatura. Isto porque a partir de uma certa altura, (não sabemos qual), as avarias ocorridas e a ocorrer, umas vezes mais cedo, outras mais tarde, são todas devidas, praticamente ao desgaste das peças, ilibando-os de quaisquer responsabilidades para com os clientes. Manifesto a minha disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional. Com os meus melhores cumprimentos,

Encerrada
A. F.
04/08/2025

Atraso inadmissível na reparação de viatura Citroën

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à situação insustentável com a reparação da minha viatura Citroën, entregue no Centro de Colisão AmatosCar, em Évora, na sequência de um acidente ocorrido em 25 de outubro de 2024. Já passaram mais de nove meses sem que a viatura tenha sido reparada. Durante este período, foi-me informado que uma das peças necessárias estava em falta na fábrica da Citroën, tendo essa peça finalmente chegado em maio de 2025. No entanto, desde então, continuam a solicitar as restantes peças em prestações semanais, sem nunca apresentar uma previsão concreta para a conclusão do trabalho. Para além disso, tenho sido sistematicamente obrigada a ligar para obter informações, uma vez que nunca sou contactada pela parte do centro de colisão. Sempre que telefono, muitas das vezes não tem a informação e indicam que irão ligar de volta — o que nunca acontece, e muitas das vezes dão a previsão de que o carro vai ser entregue ainda nessa semana e não é. Esta total ausência de comunicação e transparência é absolutamente inaceitável e revela uma clara falta de respeito pelo cliente. Esta situação tem gerado prejuízos sérios, transtornos diários e compromete gravemente a confiança na vossa oficina.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
P. S.
28/06/2025

Suposto defeito de fabrico num veículo novo

Exmos. Senhores, A situação é a seguinte, o veículo foi comprado novo e logo nos primeiros meses até ao dia de hoje, sendo este datado de 27/06/2024, o ar condicionado começou a funcionar mas só deitando ar quente mesmo estando na temperatura mínima, logo de seguida deslocamos ao stand para que nos pudessem ver o que se passava, dessa altura para cá já esteve na oficina do stand em questão por 5 vezes, é sempre dito que está resolvido e nunca está, já tendo voltado inclusive uma das vezes, logo que de lá saiu passado alguns minutos e poucos kms. Quando foram questionados disseram que devia ser problema de origem e que nunca seria trocado por um veículo novo, no entanto a nossa questão é, se continuarmos com o carro iremos estar sempre sem ele porque nunca é resolvido e é um carro novo que nos faz falta todos os dias e a garantia chegará um dia ao fim e depois? Saira do nossa carteira. Gostávamos de ajuda para saber se é possível que troquem por um novo ou qual o procedimento que devemos seguir. Obrigada! Cumprimentos.

Encerrada
L. V.
21/05/2025

Pedido de compensação por atraso na entrega de veículo

Exmos. Senhores, No dia 20 de fevereiro de 2025, entreguei o meu veículo à oficina amatosCar para reparação, após um acidente. Optei por esta empresa devido à sua reputação no mercado, confiando que o processo seria rápido e profissional. No entanto, estamos hoje a 19 de maio de 2025 e continuo sem o meu carro e sem qualquer resolução definitiva à vista. Fui informada de que houve um atraso no fornecimento de uma peça da Fiat (eixo traseiro), que só chegou no dia 29 de abril de 2025. Desde então, o carro permanece na oficina, sem qualquer previsão clara e concreta de entrega. Recebi sucessivos prazos — 15 de maio, depois 23 de maio e agora 30 de maio — todos sujeitos a nova alteração. Importa referir que dependo integralmente deste veículo para trabalhar com TVDE (transporte em plataforma digital), sendo esta a minha única fonte de rendimento. Estou há quase 3 meses sem trabalhar e sem qualquer apoio ou compensação por parte da empresa responsável pela reparação. Com base nos meus direitos enquanto consumidora, e no princípio da boa-fé contratual, venho exigir: 1. A conclusão urgente da reparação e a entrega imediata do meu carro até o prazo prometido; 2. O reembolso de uma compensação financeira pelos prejuízos sofridos — nomeadamente, os rendimentos perdidos durante o período de imobilização do veículo por responsabilidade da empresa. Caso não obtenha resposta adequada no prazo de 10 dias úteis, darei seguimento ao processo junto da Direção-Geral do Consumidor, da ASAE e, se necessário, por via judicial. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta célere e resolutiva. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. R.
18/04/2025

Garantias e desconto

Exmos. Senhores da AMATOSCAR PEUGEOT Ontem, fui fazer a minha 1ª revisão à minha carrinha Peugeot SW, 1.5 Diesel, com a matrícula BI-59-SQ, tendo sido o valor final de 341,82€. Tal como antevi, fizeram-me uma manutenção com o óleo 5w30 com um valor de 36,5€ x 5=182,5€, com IVA 224,475€, e, apenas, com 5% de desconto, totalizando 216,72€. Ora foi-me explicado que este óleo é mais caro, pelo facto de a minha carrinha ter uma correia de 7 mm, sendo que alguns modelos da Peugeot estão a dar problemas precocemente. Deste modo, questionei se a Peugeot já viu que há problemas com essa correia de 7mm, por que motivo continuam a fabricar os seus modelos com esse tamanho e não a fazem com 8 mm. A resposta foi de que a Peugeot sabe do defeito, mas que nem todos os seus modelos vêm com esse problema, sendo que, por esse motivo, alargaram a garantia da correia para 7 anos. Ora, perante esta situação, pergunto, se sabem que existe esse problema: 1º por que motivo não a substituem pela de 8 mm?; 2º acham justo o consumidor comprar os carros com um valor bastante elevado, sendo que têm de fazer a manutenção só de óleo num valor de 216,72€, para além do resto, apenas com um desconto de 5%, enquanto tivermos a nossa viatura, ainda que tenham a garantia de 7 anos?; 3º quem é que paga sempre essa manutenção elevada, só por ter de ser esse óleo mais caro? Não devia a Peugeot fazer um desconto maior (ex. 25%), sendo que o problema é do conhecimento da marca? Já sei que dizem que dão 7 anos de garantia, mas onde está essa garantia? Eu só tenho a de 4 anos (2024 a 2027)? Resumindo, venho, deste modo,1º reclamar pela cobrança excessiva, pedido que me sejam feitos descontos na ordem dos 25%, no mínimo, devido ao óleo mais caro, ainda que reconheça que seja necessário, pelo facto de alguns modelos apresentarem defeitos na correia de 7 mm. Ou então, que substituam o kit completo de 7 mm pelo de 8 mm, sem custos adicionais para o consumidor. Relembro que, se há um defeito diagnosticado, a marca deve encontrar uma solução, que não passa só por 5% de desconto ou a garantia que não tenho de 7 anos. 2º Desta forma, reclamo, além disso, que me seja enviada essa tal garantia de 7 anos. 3º Além disso, desloquei-me a Castelo Branco, pois na Covilhã ainda não têm autorização para questões de garantia, tendo passado um dia inteiro e sendo que, supostamente, me iam fazer um controlo do sistema (tal como do motor), gratuitamente, o facto é que não me foi feito, porque havia um suposto problema, sendo que não me o fizeram. Assim, peço também que me seja dada essa indicação de quando poderei fazer esse teste de controlo, sem custo adicionais, já que era uma campanha. 4º Por último, venho, por este meio, declarar que vou fazer sempre as manutenções de Adblue à AMATOSCAR, sendo que, caso venha a ter algum problema, peço que me seja substituído o circuito de Adblue pela garagem, desde que prove que fiz lá sempre as manutenções. Esperando um feedback da vossa parte, Apresento os melhores cumprimentos. António Reis Além disso Cumprimentos.

Encerrada
A. R.
11/04/2025

Revisão com custo excessivo

Exmos. Senhores, (11-04-2025 Venho, por este meio, reclamar de uma revisão prevista para 17 de abril de 2025, na AMATOSCAR PEUGEOT de Castelo Branco da minha Peugeot SW, 1. 5 Diesel, Allure, com a matricula BI-59-SQ, pois, tendo-me sido comunicado que, sendo esta a 1ª revisão, com 16243 Kms, o custo por óleo, filtro de óleo e filtro de habitáculo seria, com IVA incluído de 382 €, sendo que 222€ seriam só para um óleo especial, para prevenir problemas com uma correia. Deste modo, considero que, sendo um defeito da marca Peugeot, não deveria ser o consumidor a assumir todos os custos, por defeitos que os carros da marca apresenta, para além do eterno problema de circuito do Adblue, que não basta termos que pagar, por andar sempre a atestar, com o custo inerente, caso tenhamos algum problema, descartam-se do mesmo. Resumindo, venho reclamar que me seja feito, no mínimo um desconto, nunca inferior a 25% na manutenção global das revisões e, caso me aconteça algum problema com o circuito do Adblue que AMatosCar Peugeot assuma os custos da mudança do mesmo circuito. Esperando deferimento, Apresento os melhores cumprimentos. Professor António Reis) Cumprimentos.

Encerrada
N. F.
05/03/2025

Tempo excessivo de reparação de viatura

Exmos. Senhores, Venho por este meio, mostrar a minha indignação com a empresa Amatoscar Évora. Depois de um acidente com a minha viatura ( de trabalho) em 20/11/2023, a mesma, foi rebocada para o centro de colisão em Évora com conhecimento da empresa. Depois de 4 ou 5 tentativas do perito se ter deslocado á oficina afim de fazer a peritagem, porque cada vez que lá era chamado faltava sempre desmontar algumas peças. Quando é efetuada a peritagem foi feito um orçamento ao qual a seguradora deu autorização para a reparação da viatura. Reparação essa, que tive de me deslocar uma série de vezes á oficina para obter uma resposta ao qual me iam dizendo que estavam a trabalhar na viatura mas que estavam com dificuldade em terem algumas peças, até ao dia que me desloquei ao local com o meu advogado para apresentar uma queixa por escrito. Com isto tudo, só em Agosto de 2024 me ligaram a dizer que a viatura estava pronta mas ao fazerem um diagnóstico, a mesma não pegava e iria ser levada para a oficina do concessionário afim de verem qual seria o problema. Até está altura nunca me disponibilizaram uma viatura de substituição, tive uma a pagar do meu bolso durante nove meses. Passado uma ou duas semanas ligaram a dizer que a árvore de cames estava partida e tinha que ser trocada e só aqui tive direito a carro de substituição. Até ao dia de hoje 05 de Março de 2025 e passados 15 meses ainda não me foi dito mais nada, não tenho notícias nenhumas da minha viatura, possivelmente está a servir de galinheiro. Devo dizer ainda que a viatura na altura tinha 8 meses e que por si só até já a garantia acabou. Mas não se vão esquecer de mim da mesma forma que se esqueceram da viatura, vou até às últimas consequências, não se esqueçam que é um carro de trabalho e que está a faturar todos os dias. É até ao último cêntimo. Nelson Ferreira 05/03/2025

Encerrada

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