Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda recebida pela metade e a devolução não foi procedida
Exmos. Senhores, No dia 14/05/2025, realizei uma compra através da plataforma Glovo, com um de seus parceiros, o que ocorreu foi que ao chegar na morada indicada, o estafeta estava apenas com metade da compra, meu colaborador ligou-me a perguntar se estava correto e eu disse que não, tendo em vista que faltava a outra metade do pedido, porém, meu colaborador já tinha feito o pagamento e o estafeta recusou-se a devolver a metade do dinheiro. Pedi para ele aguardar para eu entrar em contato com o suporte da glovo e foi-me dito na altura que iria ser feito o reembolso no dia dia seguinte. O que não houve. Após isso entrei em contato novamente no dia 16/05/2025, e foi-me dito que estavam com um problema no sistema e não podia realizar o reembolso. Passado os dias, entrei em contato novamente no dia 22/05/2025, informando que estava aguardando ainda a devolução do dinheiro e fui pega de surpresa ao receber a seguinte resposta: não haverá devolução e está é a nossa decisão final. Sem ao menos uma explicação cabível dos fatos. Não me conterei e mandei mensagem de novo questionando qual a resposta e fundamentação para tal, uma vez que eu estava sendo lesada. Continuei a receber a resposta que não iria ser feito a devolução mas sem nenhuma explicação novamente. Cansei-me da situação, só quero que esta empresa seja descente e faça a devolução do dinheiro que não cabe a ela. ID do pedido: 101317603455. Vou enviar todos os anexos, inclusive da fatura que recebi no dia 14/05. O valor do reembolso tem de ser 6,99, uma vez que paguei 13,98 pelo produto mais a taxa, porém só enviaram-me um dos produtos. Cumprimentos.
cancelamento de contrato
Exmos. Senhores, No dia 15 de Maio mandei uma carta registada a pedir o cancelamento do meu contrato da securitas , por motivo de venda da residência , ligar-me a dizer que iam fazer uma nova proposta aos novos proprietários para transitar o contrato para eles , os novos proprietários não estiveram interessados na proposta , o que eu me apercebo é que esta empresa esta a tentar , prolongar esta situação para tentar chegar ate setembro fim do contrato, ou seja fazer-me pagar um serviço que já não estão a prestar, pois já não habito nesta residência , Cumprimentos.
Comprovativo de pagamento
Exmos. Senhores, No passado dia 22 maio de 2025, pelas 19 horas, após terminar um convívio com amigos e familiares no clube Grupo Desportivo Unidos Caxienses, usufruindo das suas instalações e equipamentos relacionados com a prática de snooker, foi me solicitado pelo usufruto dessa actividade, o pagamento de €17.20. Efectuado o pagamento, solicito um comprovativo do mesmo, sendo transmitido pela funcionária do bar, concessionado no clube que, não era competência do bar emitir qualquer recibo e que se o pretendia deveria solicitar ao clube. Um minuto depois deste diálogo com a funcionária do bar sou abordado com agressividade pelo vice presidente do mesmo clube, acompanhado por outros membros da direção, tendo o mesmo dito que se eu pretendia um recibo do pagamento era melhor ir jogar snooker para outro lado porque ali não passavam recibos nenhuns. Foi também sugerido por outro membro da direção que eu deixasse de ser sócio do clube e que não fazia falta nenhuma. Com alguma coragem decidi pedir o livro de reclamações, o qual me foi negado em continuidade com atitudes desrespeitosas, violentas e desafiadoras. Pretendo com esta reclamação evitar que este tipo de atitude com sócios se volte a repetir. Solicito também o direito ao recibo referente ao valor pago, cobrado pelo clube. Cumprimentos.
Encomenda não recebida e não instalada
Exmos. Senhores, Comprei uma janela Velux com instalação por parte da Leroy Merlin em Março de 2025 e não cumpriram com nenhuma data, sequer entregaram a janela ou deram satisfação. Gastei mais de 1600€. Todos os prazos já se esgotaram. Cumprimentos.
sessao de contrato por justa causa
Assunto: Rescisão de Contrato de Prestação de Serviços por Justa Causa Exmo(a). Sr(a). Prosegur Alarms Ja sendo a segunda reclamação: Pela presente, venho comunicar a rescisão, com efeitos imediatos, do contrato de prestação de serviço celebrado em 5 de setembro de 2024, ao abrigo do disposto no artigo 432.º, n.º 1, alínea e) do Código Civil, por justa causa. A decisão tem por fundamento o incumprimento contratual por parte de V. Ex.ª, concretamente uma vez que o colaborador que me apresentou a proposta do serviço, não comunicou que a duração do contrato seria 3 anos, mas sim 2 anos; . Oferecendo um mês de oferta não estando a ser comprido; . A mensalidade inicial não ser acordada, sendo que no primeiro ano a mensalidade deveria ser 34,13 € e nos primeiros três meses as mensalidades cobradas foram de 45,51 €; . Não colocando essas informações no contrato sendo agora eles a pedir testemunhas para fugir a responsabilidade. . Ligarem para números não associados ao contrato dando informações a terceiros; . Várias ligações a fazer reclamações ao nível de todos os parâmetros, nunca tendo solução; . Pedindo-se o valor de acerto para regularizar as prestações estando eles a cobrar mais que os valores estabelecidos; . Pagamentos em atraso derivado a erro de faturação deles sendo que não foi feito pagamento com ordem do colaborador deles; .Liga se para reclamar nem chave de segurança pedem,tendo qualquer pessoa acesso sabendo o contribuinte de empresa; .Após varias reclamações por ligar para treceiros, continuam; .Culpando me pela má fé deles , pois só me deram acesso ao contrato depois de eu responder ao sms para confirmação; .Continuarem com a faturação mal e querendo que eu pague valores a mais há força toda; .Estou sem acesso á aplicação de seguraça, sendo que neste momento estou sem acesso logo não estou a usufruir do serviço, sendo eu a ligar várias vezes e cada um a dar uma desculpa diferente; .Notas de credito associadas mas nao descontadas e não me dando acesso a tais; Fico a aguardar resposta de VC EXMO(A) Com os melhores comprimentos (A gerência)
Cobrança abusiva e injustificada de danos em viatura alugada – Europcar
Venho por este meio denunciar a conduta abusiva, opaca e totalmente desprovida de boa fé da empresa Europcar, no âmbito do contrato de aluguer nº 7018420798, relativo a um veículo Ford Kuga (matrícula AS-93-XB), alugado em abril de 2025. O que aconteceu: Ao devolver o veículo, no dia 11/04/2025, fui atendido por uma colaboradora da Europcar que, face à existência de um simples furo no pneu, referiu tratar-se de um “evento grave”, que exigiria análise posterior por peritagem técnica. Disse-me, com todas as letras, que seria contactado caso fossem detetados mais danos, antes de qualquer ação ou cobrança. Nenhum outro dano foi mencionado no momento da entrega. Assinei um terminal digital minúsculo, sem visualizar ou validar qualquer relatório, confiando que o que me estava a ser apresentado refletia apenas o que tinha sido efetivamente observado. A confiança foi traída: dias depois, sou surpreendido com uma cobrança automática no valor de 1.188,66 €, sem qualquer contacto prévio, sem explicações, e com base num “orçamento” elaborado pela própria Europcar, parte diretamente interessada na cobrança — o que retira qualquer imparcialidade ou credibilidade ao processo. Para além disso, não me foi emitida qualquer fatura nem documento oficial de discriminação dos valores pagos. A cobrança foi feita de forma unilateral e opaca, sem garantir os mínimos legais de transparência e prestação de contas ao cliente. O “orçamento” incluía: • Substituição de duas portas traseiras por riscos subtis, que, pasme-se, já constavam dos registos anteriores da própria Europcar, alguns até sem numeração, apenas assinalados graficamente como danos pré-existentes; • Cobrança de um pneu novo por 225 €, quando o único problema detetado foi um furo — sem qualquer desgaste relevante. Um valor totalmente desproporcionado para uma viatura média; • Custos administrativos não justificados, nem discutidos. O que me revolta: • Não houve qualquer contacto, validação ou contraditório. O valor foi simplesmente debitado. • A colaboradora garantiu-me que seria informado antes de qualquer imputação. Foi mentira. • A empresa ignora os seus próprios registos de danos anteriores. • Não houve qualquer peritagem independente. • A resposta enviada pela Europcar ignora completamente os factos concretos apresentados: não refutam nada, não explicam nada, limitam-se a repetir o argumento da assinatura do terminal, ignorando que foi feita sem confirmação do conteúdo. • Nem sequer foi emitida uma fatura formal, o que viola claramente o dever de informação e transparência para com o consumidor. Trata-se de uma prática abusiva, desonesta e lesiva dos direitos do consumidor, com total desprezo pelas garantias contratuais, pela transparência e pelo princípio da boa fé. O que exijo: 1. Revisão imediata do processo e anulação do débito; 2. Pedido formal de desculpas pela forma como este processo foi conduzido; 3. Que seja garantido ao consumidor um processo de avaliação justo, com contraditório e entidades imparciais, sempre que esteja em causa imputação de danos. Apelo à vossa intervenção para defender os direitos dos consumidores e evitar que situações deste tipo continuem a ocorrer com total impunidade. Nuno Pignatelli
Venda de viatura com defeitos e incumprimento de garantia
No dia 01-03-2025, adquiri ao Sr. Júlio Pimentel Costa um veículo usado, marca Opel Astra, ano 2004, com a matrícula 94-71-ZB, tendo-me sido garantido um período de garantia de 18 meses. No entanto, até à presente data, não me foi entregue nem a declaração da garantia, nem o respetivo recibo, apesar das várias solicitações feitas nesse sentido. Adicionalmente, logo após a aquisição, começaram a surgir diversos problemas mecânicos e eletrónicos na viatura, que foram de imediato comunicados ao vendedor, sem que tivesse havido qualquer resolução eficaz. A lista de problemas inclui: Motor não ultrapassa as 3000 rpm (confirmado por mecânico). Sistema de climatização (ar quente e frio) inoperacional. Primeira mudança arranha ao ser colocada. Vibrações anormais do motor, inclusive em ponto morto e marcha-atrás. Buzina inoperacional com as luzes ligadas. Luz vermelha do airbag acesa no painel. Barulho anormal no painel de bordo e marcação incorreta da velocidade (vídeo comprovativo disponível). Luzes de aviso do ABS e controlo de tração acesas. Luz de avaria do motor (amarela) acende ocasionalmente. Boia do nível de combustível descalibrada. Luz da matrícula apaga-se com a chuva. Porta traseira direita desalinhada, gerando aviso intermitente de porta aberta. O veículo esteve mais de um mês no Porto sob responsabilidade do vendedor, supostamente para resolver estas avarias, mas os problemas persistem até hoje, sem qualquer resolução. Desde então, têm sido feitas várias tentativas de contacto, incluindo por email e telefone, sem qualquer resposta por parte do Sr. Júlio, sendo este o único ponto de contacto disponibilizado. Apelo à intervenção da DECO para resolução deste conflito, solicitando que: Seja cumprida a entrega da documentação da garantia e respetivo recibo; Sejam reparados, conforme previsto na lei, todos os defeitos mencionados no veículo; Seja reembolsado o valor despendido do orçamento da reparaçao da marcha-atrás. Pretendo resolver a situação por vias extrajudiciais, mas com a garantia de que os meus direitos enquanto consumidor serão respeitados.
Dano provocado por equipamento
Ex.mos Senhores, - A 19 de Janeiro de 2024, eu e a minha esposa procedemos à compra de um aquecedor (Mi Smart Heater) no site online do estabelecimento PD DIGA (www.pcdiga.com). - No dia 22 de Janeiro de 2024, efectuei a recolha do aludido equipamento no estabelecimento PC DIGA, situado na rua Fernão Magalhães nº 2949, Porto, pelas 19H10. - Nessa noite, pelas 21H45, experimentei o referido equipamento pela primeira vez, ligando-o no quarto dos meus filhos (com 3 e 8 anos, à data), enquanto os adormecia. - Pelas 22H10 constatei cheiro a queimado mas, ao olhar para o aquecedor a não vendo fumo, não relevei. - Às 22H30, perante a persistência do cheiro a queimado, decidi desligar o equipamento e retirar a ficha da tomada. - Quando o fiz, queimei-me ligeiramente, percebendo que a mesma estava a uma temperatura muito elevada e maleável, aparentando estar a derreter (ao contrário da rigidez que normalmente aparenta). - Assim, puxei o cabo de forma a conseguir desligar o equipamento, vindo o “espelho” da tomada acoplado à ficha do aquecedor. - Aqui, aferi que a ficha do aquecedor havia queimado e derretido a tomada, conforme fotografias que apenso. - Do supra descrito, resultou danos na tomada, papel de parede e, pelo que se via superficialmente, na cabelagem da mencionada tomada. - Assustado e revoltado (com o que poderia ter extrapolado os meios materiais, uma vez que, relembro, é o quarto dos meus filhos menores), enderecei imediatamente uma mensagem ao contacto de Whastup da PC DIGA e um e-mail, a reportar o incidente e a requerer ser atendido pela gerência. - Ainda guardo essa mensagem, devidamente alicerçada em fotografias. - Apenas no dia 31 de Janeiro tive feedback dos serviços da loja, questionando-me se já me havia deslocado à loja física, ao que respondi negativamente, por estar a aguardar instruções da parte deles. - Assim, dia 01 de Fevereiro desloquei-me à aludida loja, tendo exposto a situação. - O funcionário assumiu imediatamente a responsabilidade, devolvendo-me o valor despendido. Contudo, quando fiz alusão ao dano sofrido na tomada, o mesmo procurou descartar qualquer ressarcimento por isso, tendo então solicitado ser contactado pelo seu superior hierárquico. - Contacto esse que nunca aconteceu. - Durante essa interação, disponibilizei-me a receber uma equipa de peritagem em casa de forma a aferirem e inspecionarem a área afectada, contudo, o funcionário disse que isso não seria possível, mas que iria reportar superiormente a questão. - Num outro email endereçado à marca, fiz referência aos artigos 562º, 563º e 564º n°1 do Código Civil, assim como aos meus direitos enquanto consumidor, vertidos no Decreto Lei 24/96 de 31 de Julho, alterado pela Lei 28/2023 de 4 de Julho, pelo que não poderão alegar desconhecimento. - Posteriormente o serviço de suporte online contactou-me a referir que haviam verificado que já me haviam reembolsado pelo equipamento, descartando outras indemnizações. - A 18 de Fevereiro de 2024 procedi a reclamação junto da Direcção Geral do Consumidor que apenas se limitou a responder-me com um e-mail standard, sem qualquer eficácia ou poder resolutivo. - Entretanto, como encostei um móvel à zona afectada, suprimindo o risco, a situação esmoreceu. - Contudo, agora que tive necessidade de o retirar, deixando a tomada exposta novamente, vinha solicitar a ajuda da DECO, com vista a uma resolução para o que acima descrevi. - Realço o facto de que, ao assumir o defeito do equipamento, e procedido à devolução do valor pago, o deveriam fazer a outros danos adicionais com nexo causal com a avaria no aquecedor. - Em tese, se o aquecedor incendiasse um imóvel, a PC DIGA entende que apenas havia lugar a indemnizar pelo equipamento em si… Obrigado. Atentamente, Ricardo Ribeiro
Pagamento de despesas de saúde
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à conduta da seguradora Seguro Directo, no seguimento de um acidente de viação ocorrido no dia 17/02/2025, do qual resultou uma lesão na mão e a necessidade de assistência hospitalar. No dia seguinte ao acidente, 18/02/2025, enviei por email (através do endereço fornecido pela linha de apoio da seguradora) toda a documentação associada ao sinistro, incluindo os comprovativos das despesas médicas. - Esse email não obteve qualquer resposta. Reforcei o pedido através de novos emails enviados a 28/02/2025 e 23/04/2025. - Sem qualquer retorno da parte da seguradora. Posteriormente, entrei em contacto com a linha de apoio da Seguro Directo, onde me informaram que tinha sido enviada uma carta com instruções – carta essa que nunca recebi. A colaboradora com quem falei confirmou, no entanto, que os passos mencionados nessa suposta carta correspondiam exatamente ao conteúdo do meu email de 28/02. Garantiu ainda que iria encaminhar a situação internamente e pediu que aguardasse mais alguns dias. No dia 13/05/2025, fui contactada e solicitaram-me que enviasse uma fotografia do IBAN retirada do multibanco ou da APP do Banco, a dizer que não bastava enviar apenas por escrito. No próprio dia assim o fiz. Até à data de hoje, não recebi qualquer pagamento, nem qualquer resposta, apesar de todos os meus esforços de contacto. Hoje (22/05) voltei a enviar um email, escusado será dizer que vou continuar sem ter resposta por parte da seguradora. Considero esta situação inaceitável, tendo já passado quase 4 meses desde o acidente, e sem qualquer resolução. Venho por isso solicitar o vosso apoio na mediação deste processo, de forma a garantir que os meus direitos enquanto consumidora sejam respeitados. Cumprimentos. Jéssica Ferreira
Atraso na emissão do cartão de residência
Exmos. Senhores, Fui presencialmente na EM AIMA Almancil, Rua Manuel dos Santos Vaquinhas Lote 53 Loja B - Almancil (ALMANCIL), 8135-173 LOULÉ no dia 26/11/2024 para fornecer meus dados biométricos e foto e consequentemente dentro do prazo de 90 dias úteis (se não houvesse nenhuma falta de documento ou algo mais) receber o meu cartão na morada indicada, porém não foi isso que ocorreu, hoje dia 22/05/2025 completam 123 dias úteis e não tenho nenhuma informação. Liguei por diversas vezes com o centro de contato e fui informada sempre que estava em análise, no dia 20/05/2025 após 70 tentativas apenas desse dia, consegui que alguém atendesse e ela já me informou que não conseguem passar nenhuma informação e que eu deveria apenas enviar e-mails para: manifestacao.interesse@aima.gov.pt, o que eu já tenho feito desde o dia 11/05/2025, porém mais uma vez sem resposta. Fui presencialmente duas vezes ao local onde fiz a recolha dos dados e lá também não tem nenhuma informação. Por favor, preciso de uma resposta, URGENTE! Já estou aqui em Portugal desde o dia 10/03/2020 e ainda não tenho meu cartão, estou desesperada! Número da MI: 80349082 Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
