Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. C.
27/05/2025

Cobrança e retenção de valores inadvertidamente

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da empresa Regus Business Centers, na sequência de um contrato de prestação de serviços de espaço de escritório, válido entre 16 de setembro de 2024 e 31 de março de 2025. Durante todo o período contratual, a atuação desta entidade foi pautada por práticas comerciais abusivas, omissões deliberadas, cobranças indevidas e falta de boa fé, comprometendo gravemente os direitos do consumidor e o cumprimento dos princípios legais e contratuais. Apresento, abaixo, os factos organizados por ordem cronológica e com o devido enquadramento: 1. Processo Comercial Inicial e Ocultação de Custos Antes da adjudicação, foi-me indicado que o escritório seria para três pessoas. Após a contratação, fui informado de que apenas estavam incluídas duas chaves de acesso, sendo a terceira sujeita a pagamento adicional. A seguir à adjudicação, foram-me apresentados custos não divulgados anteriormente, como: 86,10 € por "configuração de layout" e ativação das chaves (informado apenas a 3 de setembro de 2024). A caução inicial indicada foi de 923,20 €, mas após a celebração do contrato, foi exigido o valor de 1.382,80 €, com a justificação de que o débito direto não estava ativo — uma condição nunca comunicada antecipadamente. 2. Cobranças Indevidas e Penalizações Abusivas Fui surpreendido com a política de cobrança de rendas com dois meses de antecedência, informação que não me foi fornecida no processo comercial. Por não estar o débito direto ativo inicialmente — apesar de ter sido solicitado — foram-me aplicados: 26,62 € de juros de mora + 30,75 € de taxa administrativa. Após ativação do débito direto a 20 de novembro de 2024, voltaram a aplicar, de forma indevida, mais 7,14 € de juros de mora e 30,75 € de taxa administrativa no final de dezembro. Refira-se que ativei o débito direto em várias ocasiões, e mesmo assim foram aplicadas penalizações sem fundamento, facto que se encontra registado por email. 3. Serviços Não Solicitados Sem a minha autorização, foi ativado o serviço de café e chá ilimitado, com a cobrança de: 36,67 € em setembro 71,34 € em outubro 4. Cobrança e Retenção Indevida da Taxa de Restauro Fui informado, já durante o contrato, que a Regus cobra sempre uma "taxa de restauro", mesmo que o espaço seja entregue em boas condições. Considero esta prática abusiva por natureza. Paguei 349,07 € via transferência bancária a 12 de março de 2025, mas, a 18 de março, o mesmo valor foi indevidamente cobrado novamente por débito direto. Desde 26 de março de 2025 que não obtive qualquer resposta por parte da empresa, apesar das insistências. 5. Tentativa de Recusa da Devolução com Justificações Infundadas Na sequência das comunicações sobre a devolução da caução e valores indevidos, fui informado telefonicamente que não seria efetuada a transferência porque o nome comercial da empresa é diferente da designação jurídica. Esta justificação é infundada, dado que: Todos os pagamentos ao longo do contrato foram realizados a partir dessa conta; A empresa está devidamente identificada na Certidão Permanente enviada à Regus no dia 13 de setembro de 2024, ainda antes do início do contrato. 6. Recusa em Fornecer Identificação da Entidade para Reclamação Em diversos emails solicitei os dados de identificação legal da empresa para efeitos de apresentação de queixa no Livro de Reclamações, tendo esses pedidos sido sistematicamente ignorados. Recordo que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 156/2005, artigo 5.º-A, n.º 2, é obrigatória a identificação da entidade reclamada nos sistemas de reclamação, sob pena de contraordenação prevista no artigo 9.º do mesmo diploma. 7. Más Condições de Higiene O espaço arrendado apresentava, durante meses, graves problemas de higiene, nomeadamente: Cheiro nauseabundo constante na copa, disfarçado com spray, sem limpeza eficaz; Casas de banho frequentemente sujas durante o dia, impossibilitando a sua utilização. 8. Falta de Boa Fé A conduta da Regus foi, desde o início e até após o término do contrato, marcada por falta de boa fé negocial, omissão de informação relevante, evasão a responsabilidades contratuais e ausência de transparência. 9. Montante Total em Dívida por Parte da Regus: 1.272,27 €, correspondentes a: Caução não devolvida; Taxa de restauro cobrada em duplicado; Ficam a faltar os juros de mora e taxas administrativas cobrados de forma indevida. 10. Provas Documentais Todos os factos descritos encontram-se documentados com registos de email e podem ser apresentados para efeitos de verificação por parte das autoridades competentes. Conclusão: Solicito a V. Exas. que procedam à análise desta situação, na medida em que existem indícios claros de práticas abusivas, violação do dever de informação, resistência à devolução de valores indevidamente cobrados e incumprimento da legislação de defesa do consumidor.

Encerrada
P. G.
27/05/2025
Fontéme

Encomenda não recebida - BURLA

Exmos. Senhores, No passado dia 16 de Dezembro de 2024 fiz uma encomenda na vossa loja online https://fontemept.com/ tendo pago a encomenda e recebido um email a confirmar o pagamento indicando que a encomenda #92206 estava confirmada. Até ao dia de hoje nunca recebi a encomenda e os vários contactos (mais de 3) feitos para os vossos emails (info@fontemept.com e geral.fontiwise@gmail.com), únicas informações de contato disponível, nunca tiveram resposta. O site continua no ar e a enganar as pessoas, este site é uma BURLA e inclusive a informação de clientes anteriores supostamente validada pela Trustpilot é forjada, tudo é uma FRAUDE montada para roubar os consumidores, mais grave continua online a enganar futuros consumidores. Cumprimentos.

Encerrada
V. M.
27/05/2025

Reclamação Grave – Entrega incorreta, falta de resolução e total desrespeito ao cliente

Exmos. Senhores, No dia 8 de março de 2025, efetuei uma compra na Leroy Merlin relativa a painéis sandwich. A encomenda foi entregue no dia 13 de março, mas três dos painéis chegaram danificados. Estes foram recolhidos conforme solicitado, e desde então iniciou-se um processo absolutamente vergonhoso e inaceitável, que ainda não teve uma resolução adequada. Após múltiplas reclamações e um email formal enviado a 8 de maio, fui finalmente informado de que os painéis de substituição seriam entregues no dia 19 de maio. No entanto, já não me encontrava em Portugal nesta data e pedi a uma amiga que se disponibilizasse para receber a entrega – algo que exigiu que ela tirasse tempo do seu trabalho para corrigir um erro que nem sequer foi nosso. O cúmulo da incompetência foi quando, no dia 19 de maio, foi entregue apenas UM painel, com as dimensões ERRADAS (3m x 1m, quando deveriam ser 2,5m x 1m). A minha amiga reportou imediatamente a situação à loja. Foi-nos dito que o painel incorreto seria recolhido no dia 22 de maio. Mais uma vez, pedi à minha amiga que se disponibilizasse – um pedido que já me causa constrangimento, pois estamos a abusar da boa vontade de terceiros por causa da ineficácia de vossa parte. Para completar esta sucessão de falhas, no próprio dia 22 de maio, quando os transportadores ligaram a pedir indicações de morada, perguntaram quais eram as dimensões do painel a recolher. Ao saberem que era de 3 metros, disseram que o mesmo não caberia no veículo. Ou seja, nem sequer sabiam ao certo o que iam buscar. Isto ultrapassa todos os limites de má gestão e desorganização. Estamos à espera de três painéis corretamente entregues há quase 3 MESES. Três meses perdidos em chamadas, emails, marcações falhadas, ausências no trabalho e frustrações constantes. Esta situação representa uma clara violação dos direitos do consumidor e, caso não haja uma resolução imediata, terei de recorrer a meios legais, nomeadamente um processo com apoio jurídico e denúncia pública através da DECO Proteste e outros canais de defesa do consumidor. Exijo, com caráter de urgência: A entrega correta dos três painéis com as dimensões de 2,5m x 1m; A recolha do painel errado já entregue; Uma compensação adequada pelo transtorno causado e pelas despesas adicionais (tempo, chamadas, apoio de terceiros); Uma explicação formal e clara sobre o que correu mal e quais os passos para garantir a resolução definitiva. Aguardo uma resposta imediata, caso contrário darei seguimento aos trâmites legais. Com indignação, Vera O número do caso já existente é o 12643572

Encerrada
R. A.
27/05/2025
KARE

Pendencias desde janeiro 2025

Exmos. Senhores, DESCRIÇÃO DOS FACTOS Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa KARE Design Portugal relativamente à prestação de serviços de design e decoração contratados, face ao incumprimento sistemático das obrigações assumidas e à ausência de resposta aos nossos contactos. CRONOLOGIA DOS EVENTOS Janeiro de 2025: Instalação incorreta de moveis no quarto do nosso filho. Kare disse que iria fazer os reparos mas ate agora nada. Fevereiro de 2025: Comunicação formal reportando problemas graves na execução dos serviços Identificação de falhas fundamentais na instalação de cortinas (uma plissada, outra curvada no mesmo espaço) Solicitação de correção imediata dos defeitos identificados Março de 2025: Contacto da KARE (03/03/2025) prometendo resolução: "a questão está sendo analisada e teremos uma resposta em breve" Confirmação de agendamento para retirada do sofá para correções Abril-Maio de 2025: Múltiplas tentativas de contacto sem resposta adequada Persistência dos problemas sem qualquer ação corretiva Últimos contactos em 14/05, 20/05 e 21/05/2025 sem resposta PROBLEMAS IDENTIFICADOS 1. CORTINAS DO CINEMA Instalação defeituosa com estilos incompatíveis (uma plissada, outra curvada) Não conformidade com as imagens aprovadas inicialmente Falha fundamental de controlo de qualidade 2. SOFÁ DA SALA Necessidade de correção Sofa retirado mas reparo não executado Comprometimento da funcionalidade do espaço 3. ARMÁRIO DO QUARTO Instalação ou acabamentos pendentes Não conformidade com as imagens aprovadas inicialmente Falha fundamental de controlo de qualidade 4. CORTINA DO ESCRITÓRIO Trabalhos incompletos ou defeituosos Impacto na funcionalidade do ambiente de trabalho IMPACTOS E PREJUÍZOS Financeiros: Pagamento integral por serviços não concluídos adequadamente Funcionais: Comprometimento da utilização normal dos espaços Estéticos: Degradação do projeto de decoração contratado Temporais: Múltiplos meses de inconvenientes e deslocações Emocionais: Stress e desgaste devido à gestão da situação FUNDAMENTAÇÃO LEGAL A situação configura: Incumprimento contratual - não execução adequada dos serviços contratados Defeito de prestação - qualidade inferior ao acordado Falta de resposta - violação do dever de comunicação com o cliente Nos termos do Código Civil e da legislação de defesa do consumidor, a empresa está obrigada a: Corrigir os defeitos identificados Compensar os prejuízos causados Manter comunicação adequada com o cliente EXIGÊNCIAS Exigimos a resolução imediata e completa de todas as pendências: Reembolso total das cortinas do cinema - retirada e reembolso total Finalização dos trabalhos no sofá - execução das correções prometidas Conclusão do armário do quarto - finalização de todos os trabalhos pendentes Instalação adequada da cortina do escritório PRAZO PARA RESPOSTA: 5 (CINCO) DIAS ÚTEIS Caso não haja resposta ou resolução adequada no prazo estabelecido, reservamo-nos o direito de: Contratar terceiros para execução dos trabalhos em falta Exigir reembolso integral dos valores pagos Apresentar queixa junto às autoridades competentes Recorrer aos tribunais para ressarcimento de danos Aguardamos resposta urgente e resolução definitiva desta situação. Cumprimentos.

Encerrada
M. V.
26/05/2025

Encomenda entregue danificada no local errado e

Exmos. Senhores, Este é o mail que estou a pensar enviar à Fedex depois de, no dia de hoje, dia 26 de maio de 2025, a minha encomenda ter sido entregue danificada e em destinatário errado. "Na qualidade de consumidora, venho por este meio notificar formalmente a empresa Fedex Express Portugal, lda, Vila real, enquanto transportadora, acerca da grave falha ocorrida na entrega do motor Renault, adquirido por mim no valor de 1.400 euros. O referido motor, com cerca de 63000 quilómetros e em ótimo estado, foi remetido desde França para a minha oficina, sediada no Entroncamento da Timpeira, conforme contratado. No entanto, foi indevidamente entregue por um funcionário, de seu nome Vítor, no local denominado Recife- Centro de abate de automóveis, a pessoa alheia ao contrato, identificada como C. Cristiano, que inclusive assinou o recebimento do bem. Tal entrega é manifestamente inválida, por não ter sido feita ao destinatário correto nem a alguém autorizado. Posteriormente, verifiquei que, supostamente o motor que tinha sido entregue no Recife- Centro de abate de automóveis em bom estado (de acordo com o rastreamento da encomenda), se encontrava danificado, em desconformidade com o anunciado e comprado. O próprio C. Cristiano afirmou que o motor estava nessas condições desde a sua posse. Toda a situação foi comunicada à Fedex, que se comprometeu a entregar o motor na minha oficina, amanhã, dia 27 de maio de 2025. Diante dos factos acima, não reconheço a entrega anterior como válida e recuso qualquer responsabilidade sobre o estado atual do motor antes da entrega no local correto. Requeiro expressamente: 1. Que seja lavrado um novo registo de entrega, com a data efetiva da entrega à minha oficina; 2. Que tal documento mencione o estado do motor no momento da entrega; 3. Que seja assumida a responsabilidade pela entrega indevida anterior, e reservada a possibilidade de substituição do motor ou reembolso integral, nos termos do Código de Defesa do Consumidor (lei nº24/96, de 31 de julho). Fico a aguardar resposta no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente DECO, Centros de arbitragem de Conflitos de Consumo e vias judiciais, caso não obtenha uma solução adequada. Sem outro assunto," Cumprimentos.

Encerrada
R. C.
26/05/2025

Contrato com cláusula abusiva

Exmos. Senhores, Sobre a empresa good Casting, continuo a insistir o cancelamento do contrato. Não compreendem o pedido formalizado por email, e tentam sempre se defender sobre o contrato mal prestado. Muitos são estrangeiros e sabem que em Portugal os salários são baixo, aproveitando da fragilidade das pessoas para ganhar dinheiro. Cumprimentos.

Resolvida

Minha residência atrasado ja passou 90dias úteis

Fazer entrevista em 19/12/2024 ainda não recebi nenhum resposta ni cartão ni indeferimento ni nada que este processo de aima trabalhar . Eu ja liguei 300mil vez nenhum resposta tentei liguei tuda vez eles falou que não posso da informações sobre o meu processo nunca viu este . Aima não ta fazer nada

Encerrada
S. C.
26/05/2025
Posto Galp Alferrarede

Limpeza de viatura

Sexta feira  dia 9 de maio, dirigi-me à estação da GALP em Alferrarede  Abrantes,  para que fosse efetuada uma  limpeza à minha viatura. O que sucedeu é que quando me entregaram o carro, o mesmo estava riscado á frente, chamei a funcionária e pedi para falar com o responsável, que não estava, mas que me ligou  no dia seguinte informando que ia ter acesso às gravações da câmera de vigilância. Voltou a contactar-me dizendo que não tinha visto nada.  Depois disso e por muita insistência minha em falar novamente com o responsável, o mesmo informou  que não iria assumir qualquer tipo de responsabilidade, insinuando mesmo que  o carro já estaria  assim antes de o ter levado à limpeza.

Encerrada
J. C.
26/05/2025
PT Móveis

Reclamação Urgente – Colchão com Defeito e Falta de Resposta

Boa tarde, Venho por este meio pedir auxílio numa reclamação contra uma empresa de serviços de produtos. Comprei uma cama e um colchão no final de 2023, e tudo foi entregue e pago até março de 2024. Inclusive, paguei mais por um colchão de qualidade superior. Só que, passado pouco tempo, o colchão começou a afundar no meio, ficou com uma “barriga” e já não dá o suporte de antes — é desconfortável e tenho tido dores nas costas. Além disso, as ripas da cama também começaram a entortar, o que piora ainda mais o sono. Como o colchão ainda está na garantia, tentei contactar a empresa para resolver o problema. Já mandei dois emails (o primeiro nem foi respondido), e os números de telefone que indicam não funcionam como deveriam: um está inativo, no outro mandaram-me falar por WhatsApp, mas depois disseram que afinal não era por ali, deixaram de responder e até pararam de visualizar as mensagens. Já enviei fatura e fotos a mostrar o problema, mas continuei sem resposta. Só depois de vários emails ignorados, chamadas não atendidas, finalmente responderam a um email onde relatei os mesmos fatos, mas mencionei que entraria em contacto convosco para apresentar reclamação caso eles não respondessem. Esta foi a resposta que me deram: “A gradecemos o seu contacto. Informamos que a garantia cobre apenas defeitos de fabrico. A questão mencionada não se enquadra nesses casos, uma vez que, pelas imagens enviadas, o colchão não apresenta qualquer afundamento ou defeito visível onde fica de joelhos à beira do colchão todos vão ter o mesmo efeito colchão é pra se deitar . Trata-se de um colchão de espuma macia como a sra tem problema na coluna vai se sentir mal não por defeito e sim pelo problema que tens em sua coluna ah quem tem problemas de coluna é sempre aconselhados colchão extras firmes . . Caso tenha dificuldades de adaptação ao produto, compreendemos, mas reforçamos que esse fator não está coberto pela garantia.” Não satisfeita com a resposta e depois de me informar, respondi com o seguinte email: “ Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reiterar a minha insatisfação e exigir uma resposta célere e adequada relativamente ao problema já várias vezes reportado com o colchão adquirido convosco. Nos termos da legislação em vigor em Portugal, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, todos os produtos vendidos a consumidores finais beneficiam de uma garantia legal mínima de três anos, a qual cobre defeitos ou falhas de fabrico que se manifestem durante esse período e que não resultem de uso indevido ou desgaste normal. O colchão em questão apresenta um afundamento anormal na zona central, o que comprova um defeito de fabrico ou uma perda de qualidade prematura do produto. Saliento que, no momento da compra, questionei expressamente a vossa vendedora acerca da garantia e da qualidade do produto, tendo-me sido garantido que estaria devidamente coberto em situações deste género. Deixo claro que não aceito respostas evasivas nem encaminhamentos incongruentes. Já fiz vários contactos, por telefone e por email, sem qualquer resolução concreta. Pelo telefone indicaram-me o contacto que consta da vossa resposta automática, mas este não se encontra operacional. Posteriormente, encaminharam-me para o WhatsApp, meio que não considero oficial nem apropriado para tratar de um assunto desta seriedade, sobretudo quando foi por vocês indicado outro canal. A minha saúde está a ser afetada — os meus problemas de costas estão a piorar por dormir neste colchão, que, até há menos de dois anos, não apresentava qualquer anomalia. Exijo aquilo a que tenho direito enquanto consumidora. Caso continuem a recusar prestar a devida assistência e não resolvam esta situação com a urgência que merece, informo que irei avançar com uma reclamação junto da Direção-Geral do Consumidor e/ou do Livro de Reclamações Eletrónico, bem como ponderar outras vias legais. Estou disponível para receber uma visita técnica em minha casa, de forma a verificarem em pessoa o estado do colchão e constatarem a sua condição. Aguardo uma resposta no prazo máximo de 5 dias úteis, antes de proceder com os passos acima mencionados.” O email de resposta e “resolução” final deles foi com, o que considero na minha opinião, uma falta de profissionalismo: “ Ok sra Joana fique a vontade de fazer a vossa reclamação da melhor maneira para si . ” Procuro então o vosso auxílio na procura dos meus diretos enquanto consumidora, e na resolução deste problema que me afeta também o meu estado de saúde. Muito obrigada, Joana Carvalho

Encerrada
R. C.
26/05/2025

Reclamação sobre locação de veículo Tesla Model 3 na Europcar

Exmos. Senhores da DECO, Venho, por meio deste, formalizar uma reclamação referente à locação de um veículo Tesla Model 3 pela empresa Europcar, que apresentou diversos problemas graves, comprometendo a qualidade do serviço, a segurança e causando transtornos significativos durante minha viagem. Abaixo, detalho os problemas enfrentados: Ausência de informações claras sobre recarga de veículo elétrico: Não foi informado, no momento da locação, que a recarga do veículo em Portugal exige cadastro em aplicativos específicos e, em muitos casos, um cartão físico, que não estaria disponível em tempo hábil durante uma viagem. Essa falta de orientação impossibilitou o uso adequado do veículo. Veículo desatualizado: O Tesla Model 3 fornecido não possuía as funcionalidades esperadas, como auto-parking, auto-pilot ou outras tecnologias automatizadas características da marca. O veículo, em termos de desempenho e funcionalidades, não se diferenciava de modelos elétricos mais simples, como o Renault Zoe, contrariando as expectativas legítimas para um veículo desta categoria. Barulho excessivo nas rodas: As calotas do veículo emitiam um ruído elevado, especialmente em baixas velocidades, atraindo a atenção indesejada de pedestres e causando constrangimento durante a condução. Problemas na vedação do vidro: A vedação do vidro do lado do motorista estava incompleta, permitindo a entrada de ar e gerando um barulho significativo dentro do veículo. Para mitigar o problema, precisei improvisar com uma toalha, o que não deveria ser necessário em um veículo alugado. Pneu com vazamento: O pneu traseiro direito apresentava esvaziamento recorrente, mesmo após duas recargas, com o painel indicando pressão de 26 psi. Este problema representou um risco à segurança, podendo causar um acidente. É inaceitável que uma empresa como a Europcar não realize uma fiscalização adequada dos veículos disponibilizados para locação, especialmente considerando os riscos à segurança e os prejuízos financeiros e emocionais causados. Sempre optei pela Europcar em locações anteriores, mas esta foi minha primeira experiência negativa com a empresa, o que me causa grande insatisfação. Conforme a Lei Portuguesa de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho, com alterações posteriores), o artigo 8.º garante o direito à qualidade dos bens e serviços, que devem atender às expectativas legítimas do consumidor e ao uso a que se destinam. Além disso, o artigo 12.º estabelece a responsabilidade por danos causados por bens defeituosos, como o pneu com vazamento, que comprometeu a segurança. Tentei resolver a questão diretamente com a Europcar, mas a resposta de que o veículo estava em “perfeitas condições” não condiz com os fatos e demonstra falta de colaboração. Diante disso, solicito a intervenção da DECO para garantir meus direitos, com uma solução satisfatória, como o reembolso total ou parcial do valor pago pela locação e/ou uma compensação pelos transtornos sofridos. Estou à disposição para fornecer provas adicionais, como fotos, vídeos ou recibos, que comprovem os problemas relatados. Solicito uma resposta urgente, antes que eu precise recorrer a outras instâncias, como o Centro Europeu do Consumidor, para formalizar esta reclamação. Agradeço pela atenção e aguardo um retorno em breve.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.