Reclamações públicas

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K. P.
20/05/2025

Reclamação e pedido de intervenção – Fitness Up | Unidade Estefânia

Lisboa, 20 de Maio de 2025 Exmos. Senhores, Chamo-me Karina Pereira e, na qualidade de consumidora, apresento-vos uma reclamação formal contra o ginásio Fitness Up – Unidade Estefânia. Em 26 de Fevereiro de 2025 celebrei contrato com o referido ginásio, aderindo igualmente a um plano de acompanhamento individual com o personal trainer Felipe Kay, fixado em 60 € por quinzena. Ficou acordado na recepção que o primeiro débito só ocorreria na segunda-feira seguinte, data em que recebo o salário. No dia seguinte, porém, o referido colaborador propôs-me outro modelo de pagamento: 120 € mensais enviados directamente para si, via MB Way, garantindo – falsamente – que tal prática tinha a aprovação da gerência. Confiei na informação prestada e efectuei o pagamento. Apesar disso, em 7 de Março o ginásio debitou-me 60 € na conta bancária. Ao denunciar a duplicação, foi-me dito que contactasse o banco, o que considero inadmissível, pois o erro nasce inteiramente de falhas de comunicação internas. As aulas com o treinador começaram com atrasos e acabaram por ser canceladas pela sua parte, sob pretexto de doença e de viagem pessoal, sem reposição das sessões pagas. Em 8 de Abril solicitei por e-mail o cancelamento do serviço e a devolução do valor debitado; não obtive resposta útil. Fui depois chamada ao ginásio para assinar um pedido de estorno e, nessa ocasião, o treinador exigiu que apagasse a mensagem que eu própria enviara à administração, tentativa que julgo intimidatória e desrespeitosa. Em 16 de Maio recebi resposta do responsável pelos personal trainers, Miguel Carvalho, reconhecendo que não existe qualquer plano que permita pagamentos directos ao treinador. Foi-me prometida a devolução dos 60 € pagos em balcão e o cancelamento da inscrição sem custos. Contudo, em 19 de Maio, quando me dirigi à recepção para concretizar o cancelamento, foi-me exigida uma taxa de 50 €, em claro contrassenso com o comunicado anterior. Considero que houve incumprimento contratual grave e práticas enganosas, configurando violação dos meus direitos enquanto consumidora. Invoco, para o efeito, o artigo 437.º do Código Civil, que admite a resolução do contrato quando as circunstâncias se alteram de forma não imputável à parte lesada, bem como o disposto no Decreto-Lei 24/2014 e no Decreto-Lei 57/2008, relativos à obrigação do prestador de actuar com diligência, boa-fé e transparência. Assim, peço: 1. O cancelamento imediato da minha inscrição, sem qualquer taxa ou período de aviso prévio; 2. O reembolso de 60 €, cobrado em 7 de Março de 2025, no prazo máximo de dez dias úteis; 3. Confirmação escrita, enviada por e-mail, da anulação de todos os débitos futuros. Junto em anexo cópias do contrato de adesão, comprovativos MB Way, extracto bancário, mensagens do treinador e trocas de e-mails que comprovam a sequência dos factos. Solicito à DECO PROTeste que contacte o Fitness Up – Unidade Estefânia, instando-o a cumprir de imediato as obrigações supra descritas. Coloco-me à disposição para fornecer quaisquer esclarecimentos adicionais. Com os melhores cumprimentos, Karina Pereira karina.fono.usp@gmail.com | Lisboa, 20 de Maio de 2025

Resolvida
S. P.
20/05/2025

Falta de resposta a reclamação

Exmos. Senhores, No dia 6/2/2025, houve uma avaria num poste na via pública no qual avarioume varios equipamentos eletricos de primeira necessidade. Reclamei a e redes na qual assumiu a responsabilidade e passou o processo a uon group. Foime pedido varios relatórios técnicos dos equipamentos danificados. Ja enviei a documentação pedida a 2 meses atrás e até hoje nao tem havido resposta por parte da uon group. Estou a espera da visita técnica por parte da uon group e nada de aparecer técnico nem uma resposta da uon group. É vergonhoso nao haver resposta e cada vez que entro em contato com a uon group, é so desculpas a adiar a situação. Espero uma resposta o mais breve possível. Cumprimentos.

Encerrada
C. G.
20/05/2025

Reclamação Urgente – Reembolso de Despesas Médicas Não Processado (Processo PT1825.0010.1386.6-003)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação urgente relativa a um pedido de reembolso de despesas médicas no seguimento de um acidente de viação ocorrido no dia 15 de fevereiro de 2025. Após ter sido assistida no hospital, recebi a carta referente às taxas moderadoras apenas na última semana do prazo, com um limite de dois dias úteis para pagamento. Como o processo de seguro ainda não estava ativo e para evitar contrair dívidas, paguei as taxas com recurso a fundos próprios. Desde que me foi atribuído o número de processo (PT1825.0010.1386.6-001), entrei em contacto com a empresa Van Ameyde. Um colaborador indicou-me a documentação necessária para o reembolso (nota de alta, fatura-recibo, comprovativo de pagamento, comprovativo de IBAN e número do processo), e desde então tenho enviado todos os dias os documentos por e-mail, sem qualquer evolução no processo. Sempre que telefono, sou atendida pelo mesmo senhor que repete constantemente que “a gestora está a tratar do assunto”, sem nunca apresentar qualquer solução concreta. Esta falta de transparência e ausência de progresso já se torna, no mínimo, suspeita, dado o tempo que passou desde o envio da documentação – que está completa e devidamente comprovada. Preciso com urgência do reembolso, pois a situação financeira está a agravar-se e não posso continuar à espera indefinidamente por um pagamento que é de inteiro direito meu. Já cumpri tudo o que me foi exigido, e esta demora é injustificável. A ineficiência e falta de responsabilidade da Van Ameyde são tão graves que é legítimo questionar como uma seguradora com este nível de serviço continua a operar. Esta entidade devia ser fiscalizada ou mesmo encerrada. Apelo à Deco Proteste que intervenha com urgência, para que esta situação seja resolvida até ao final do dia de hoje, 20 de maio de 2025. Caso contrário, serei forçada a recorrer a outras instâncias, nomeadamente à ASF, ao Livro de Reclamações Eletrónico e, se necessário, a ações legais. Agradeço desde já toda a atenção e apoio que possam prestar. Com os melhores cumprimentos, Ana C. Gomes REFERÊNCIA - DANOS CORPORAIS PT1825.0010.1386.6-003

Encerrada
G. M.
19/05/2025

Arca entregue defeituosa de origem

Exmos. Senhores, No dia 17 de abril de 2025, comprei uma arca frigorífica na loja "Eternobom Eletrodomésticos", situada nas Caldas da Rainha. O equipamento foi entregue dia 21 de Abril e ligado no dia seguinte, 22 de abril. Algumas horas após a ligação, verifiquei que a arca não produzia frio, ou seja, não estava a funcionar corretamente. No dia 23 de abril, desloquei-me pessoalmente à loja para apresentar a reclamação verbalmente. No dia 24 de abril, um técnico da marca deslocou-se ao local e confirmou que o equipamento apresentava uma fuga total de gás, tendo enviado um relatório técnico à marca. Desde essa data, a loja não me apresentou qualquer solução concreta, limitando-se a afirmar que está a aguardar resposta da marca. Considero inaceitável que, após mais de duas semanas, a situação continue por resolver, sendo que o artigo foi entregue com defeito de origem e, portanto, não cumpre com as condições legais de conformidade do bem, conforme estipulado no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos dos consumidores na compra e venda de bens de consumo. Solicito a substituição imediata da arca frigorífica ou o reembolso do valor pago, nos termos da legislação em vigor. Cumprimentos, Graciete Marques

Encerrada
A. B.
19/05/2025
DHomes

Falta de devolução de caução após término de contrato de arrendamento

Exmos. Senhores, O meu contrato de arrendamento com os senhorios Flavia Ferreira e Ricardo Cruz terminou no dia 1 de maio de 2025. O imóvel, situado na morada Praça dos Restauradores, 13, Lisboa, foi devolvido em perfeitas condições e devidamente limpo, conforme estipulado no contrato. Até à data de hoje (19 de maio), o valor da caução no montante de 3.900€ ainda não foi devolvido. Já entrei em contacto várias vezes por telefone e mensagem, e apesar das promessas de devolução “em breve”, nunca me foi indicado um prazo concreto. Solicito a vossa orientação sobre os meus direitos nesta situação e os passos recomendados para recuperar o valor da caução. Agradeço desde já toda a ajuda. Com os melhores cumprimentos, Aleksandr Belykh 915714852 aleksandr.belykh2013@gmail.com

Encerrada
P. L.
19/05/2025

Falsa tentativa de entrega e conduta abusiva por parte da transportadora (CTT Expresso) em encomenda

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave ocorrida no âmbito de uma entrega associada a uma encomenda realizada na Amazon, com envio assegurado pelos CTT Expresso, ao abrigo do serviço Amazon Prime (entrega garantida em 1 a 2 dias úteis). A encomenda em questão (DW737961306PT) foi realizada na sexta-feira, com entrega prevista para segunda-feira, dia 19 de maio de 2025. Contudo, no referido dia: • Por volta das 17h, identifiquei uma carrinha dos CTT Expresso na minha rua e dirigi-me aos funcionários para questionar se tinham uma encomenda para a minha morada. De forma arrogante e pouco profissional, afirmaram que não havia nenhuma entrega prevista para a minha rua. • Mais tarde, pelas 18h40, recebi uma chamada do número 926384473, associado à transportadora. No entanto, ninguém falou do outro lado da linha. • Ao verificar pela janela, vi novamente a mesma carrinha dos CTT do outro lado da rua, a realizar uma entrega. Saí de casa para falar com os estafetas, mas estes entraram rapidamente na carrinha e foram embora, sem qualquer tentativa de contacto ou entrega na minha porta. • Poucos minutos depois, recebi uma atualização no rastreio da encomenda a indicar que “a entrega não foi conseguida – o destinatário não atendeu”, o que é falso e inadmissível. Este tipo de conduta levanta preocupações sérias: • Mentira intencional no registo de entrega; • Falta de profissionalismo dos funcionários dos CTT Expresso; • Violação do serviço prometido pela Amazon e pelo serviço Prime pago pelo consumidor; • E danos causados ao cliente pela não entrega de um produto necessário e urgente. Solicito o apoio da DECO na mediação e encaminhamento desta reclamação, com o objetivo de: 1. Obter uma resposta formal da transportadora e da Amazon; 2. Ver assegurada a entrega imediata do produto; 3. Ser compensado pela falha no serviço e prejuízo causado. Fico ao dispor para fornecer toda a documentação de suporte (rastreamento da encomenda, comunicações, registos de chamada, etc.). Com os melhores cumprimentos, Pedro Lourenço

Encerrada
J. M.
19/05/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Fiz uma compra no site da EMMA de um sommier estofado, um colchão, almofadas e capa protectora de colchão. Um assistente da empresa EMMA informou-me que iria ser contactada pela GLS para agendar a hora de entrega. Foi-me informado ainda que a cama seria montada pela empresa transportadora e verifiquei nas condições, que no caso de devolução do artigo por alguma eventualidade apenas aceitariam a devolução se esta tivesse sido montada pela pessoa que efetua a entrega. Na passada sexta feira (16/5) recebi uma mensagem de e-mail a informar-me que a entrega (do sommier e colchão ) seria efetuada hoje (19/5). Contactei a GLS, não atendem o contacto que tem online.Deixei mensagem no portal da GLS a informar as horas que estaria disponível ( até as 9h, das 13:30 as 14:30 e após as 19h) e não obtive resposta. Hoje as 15:42h recebi uma chamada do condutor da transportadora que queria confirmar a morada de entrega, aparentemente ele não tinha qualquer informação sobre os horários que eu estaria disponível e ainda disse que não montaria a cama, não era a sua função. Ele informou-me que iria contactar o responsável a informar os sucedido e que re-agendavam. Recebi um e-mail a dizer que tentaram entregar as 14:54h, mais uma mentira. Graças a esta situação terei de dormir no chão pois a contar com os vossos serviços desmontei ontem a cama antiga e removi o colchão. Estou profundamente desagradada com os vossos serviços. Fico a aguardar resolução desta situação com a maior brevidade, Cumprimentos.

Encerrada
R. M.
19/05/2025

Encomenda Não recebida e Perdida

Exmos. Senhores, Foi encomendado e pago à Leroy Merlin uma cozinha ( pedido 636137) há, aproximadamente, 3 meses e meio. Foi dada uma data de entrega da mesma e não entregaram com a desculpa que faltava 1 item. Voltaram a agendar nova data. Não cumpriram nem avisaram. Depois de muito reclamar foi-me dito que continuava a faltar 1 item, que como havia em loja - loja da Amadora e foi tratado pela responsável interina no dia 14.05 à hora de almoço), eu trouxe para acelerar a entrega da cozinha. Foi agendada nova data e, qual foi o meu espanto, quando consultado o estado da minha encomenda no web site verifiquei que não foi expedida grande parte da encomenda, estando essa parte em preparação. ESPANTOSO. Após nova deslocação à loja foi-me dito que a encomenda tinha sido perdida (salientar que do apoio ao cliente ou da loja ninguém ligou ou avisou). Não sabiam onde estava, pelo que sugeriram fazer nova encomenda (mais 2 meses, pelo menos, à espera). FORA DE QUESTÃO DA MINHA PARTE. Desisti da supracitada encomenda e pedi o reembolso. Foi-me dito que a devolução do dinheiro poderia demorar 10 dias ou mais. No entanto aquando da encomenda da cozinha o pagamento teve de ser imediato. LAMENTÁVEL. Cumprimentos.

Encerrada
J. I.
19/05/2025

Serviços – Fidelização

Exmos. Senhores, O meu nome é Elisabete Maria Da Silva Pereira Isabel e sou sócia do ginásio Fitness UP desde o dia 14/06/2024, conforme consta no contrato de adesão assinado nessa mesma data. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à contagem do período de fidelização de 52 semanas estabelecido contratualmente. Foi-me oferecida, por parte do ginásio, a isenção de pagamento em dois meses distintos — Julho e Setembro — no âmbito de campanhas promocionais. No entanto, fui surpreendida com a informação de que esses meses não contam para a fidelização, e que, por esse motivo, a minha fidelização seria prolongada para além das 52 semanas previstas no contrato. Contudo, nos termos do contrato que assinei, está claramente estipulado que a fidelização corresponde a "52 semanas pagas", o que exclui, logicamente, quaisquer períodos gratuitos. A tentativa de prolongamento da fidelização para compensar meses oferecidos pelo próprio ginásio não tem qualquer base contratual ou legal e constitui, a meu ver, uma prática abusiva e enganosa. Assim, reclamo a correção da data final do período de fidelização, considerando como início a data do contrato (14/06/2024) e contabilizando unicamente as 52 semanas de pagamento efectivo, sem qualquer prolongamento indevido. Caso esta situação não seja corrigida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às autoridades competentes, nomeadamente a Direção-Geral do Consumidor e a DECO, bem como de apresentar queixa no Livro de Reclamações. Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Elisabete Maria Da Silva Pereira Isabel 19/05/2025

Resolvida
J. I.
19/05/2025

Serviços – Fidelização

Exmos. Senhores, O meu nome é Jéssica Pereira Isabel e sou sócia do ginásio Fitness UP desde o dia 14/06/2024, conforme consta no contrato de adesão assinado nessa mesma data. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à contagem do período de fidelização de 52 semanas estabelecido contratualmente. Foi-me oferecida, por parte do ginásio, a isenção de pagamento em dois meses distintos — Julho e Setembro — no âmbito de campanhas promocionais. No entanto, fui surpreendida com a informação de que esses meses não contam para a fidelização, e que, por esse motivo, a minha fidelização seria prolongada para além das 52 semanas previstas no contrato. Contudo, nos termos do contrato que assinei, está claramente estipulado que a fidelização corresponde a "52 semanas pagas", o que exclui, logicamente, quaisquer períodos gratuitos. A tentativa de prolongamento da fidelização para compensar meses oferecidos pelo próprio ginásio não tem qualquer base contratual ou legal e constitui, a meu ver, uma prática abusiva e enganosa. Assim, reclamo a correção da data final do período de fidelização, considerando como início a data do contrato (14/06/2024) e contabilizando unicamente as 52 semanas de pagamento efectivo, sem qualquer prolongamento indevido. Caso esta situação não seja corrigida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às autoridades competentes, nomeadamente a Direção-Geral do Consumidor e a DECO, bem como de apresentar queixa no Livro de Reclamações. Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Pereira Isabel 19/05/2025

Resolvida

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