Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Condições de entrega falacioso
Exmos. Senhores, A 23/02 fiz uma compra on-line no site da Worten de um frigorífico e de uma máquina de lavar loiça encastrados. Paguei 99,99€ para instalação do frigorifico e 59,99€ para instalação da máquina de lavar loiça com recolha de monos incluída. A 24/02 recebo uma chamada da Kibo (será a fornecedora) a referir que a entrega dos artigos é no piso zero!! Não estando incluída a entrega no domicilio nem tão pouco articulada a instalação. Para assegurar a entrega no domicílio tive de despender mais 59,8€ retendo 4 equipamentos no domicilio (2 antigos/ 2 novos) até que consiga articular com Worten a posterior instalação dos novos e remoção dos monos. Obviamente não foi esta a expectativa do serviço oferecido no sito e pelo qual paguei 160€. Trata-se de uma oferta de serviço que induz o cliente em erro. com duplicação de custos e adiamento da instalação. Com o processo em andamento o cliente vê-se obrigado a pagar pelos serviços "extra" exigidos pela empresa para ter os equipamentos em casa e instalados. A própria kibo não é honesta ao assegurar entrega de eletrodomésticos de grande volume (frigorífico/ máquina de lavar loiça) à porta do prédio. Cumprimentos.
Rescisão sem penalização
Exmos. Senhores, Boa tarde, Mudei de casa, no início de Novembro 2024, para uma morada que não tem (nem nunca teve) fibra instalada. Pedi (por via telefónica a 28 de outubro 2024) que o contrato fosse transferido para esta nova morada dado o período de fidelização terminar em novembro 2025 e disseram-me que, aquando da instalação dos serviços, a nova morada (Rua Ilse Losa 170) seria atualizada no sistema. Como os serviços nunca foram instalados, a morada também nunca sofreu atualização. Apesar de me ter dirigido à loja MEO Alameda TODOS os meses (novembro 2024, dezembro 2024, janeiro 2025 e fevereiro 2025) para reclamar estar a pagar um serviço que não tinha, ainda assim o débito direto nunca foi cancelado e, aquando do aumento do valor mensal, continuou a ser cobrado. Hoje reparo que a Vodafone está a instalar os serviços no prédio; dirigi-me novamente à MEO para tentar que o meu serviço fosse reposto. Resposta obtida: não existe qualquer previsão de quando a instalação será feita. Por isso, solicitei o cancelamento do serviço/contrato sem encargos dado não existir nem nunca ter existido cobertura para conseguirem cumprir com o mesmo (artigo 132.º da nova Lei das Comunicações Eletrónicas). O colega que me atendeu deu-me a saber que teria que pagar uma multa de 190€ e ainda o valor relativo a dois meses (ou seja, 96,46€ pelo mês de fevereiro e ainda 96,46€ pelo mês de março). Gostaria que esta situação fosse resolvida de uma forma civilizada, uma vez que o meu único objetivo é rescindir com um serviço do qual não usufruo há quatro meses. Obrigada. Cumprimentos, Lígia Pereira da Silva
Mau serviço
No dia 26 de janeiro (domingo), dirigi-me ao El Corte Inglés, mais especificamente ao piso da Fotografia e Eletrónica, onde encontrei um artigo que me interessava, em promoção, no âmbito da campanha "Dias Sem IVA", sendo esse o último dia da campanha. Após ser abordada por um funcionário, questionei sobre as condições de pagamento em prestações e se seria possível fazê-lo com esse produto. Fui informada de que sim, e que, para isso, seria necessário fazer o cartão ECI, o qual demoraria cerca de duas semanas a ser processado. O funcionário sugeriu que, caso estivesse interessada em adquirir o produto e optar pelo pagamento a prestações, poderia ser feita uma nota de encomenda para garantir o preço promocional enquanto aguardava a criação do cartão. Aceitei a proposta e, ainda nesse dia, iniciei o processo de criação do cartão. No entanto, no dia seguinte, decidi que não queria fazer o cartão e que iria adquirir o produto a pronto pagamento, cancelando o processo de criação do cartão. Alguns dias depois, fui à loja para informar a minha decisão de cancelar a criação do cartão e comprar o produto a pronto pagamento. Fui atendida de forma algo arrogante, sendo-me dito que, apesar de a encomenda ter sido feita há apenas dois dias, o único artigo disponível era o de exposição, pois tinha sido feita uma encomenda de um novo artigo que ainda não tinha chegado. Disseram-me que entrariam em contacto comigo assim que o produto chegasse à loja. Note-se que, no primeiro dia em que estive na loja, nunca me foi informado que só havia o artigo de exposição, mas sim que o produto estava guardado para mim enquanto aguardava a criação do cartão. Fui levada a entender que havia um artigo reservado para mim e que, assim que o cartão fosse aprovado, poderia ir à loja concluir a compra. Resumindo, hoje, dia 24 de fevereiro, continuo sem o produto. Durante este período, entrei em contacto com a loja várias vezes para solicitar uma previsão de entrega. Nas duas primeiras tentativas, fui informada de que não havia previsão, pois estavam a enfrentar problemas com a entrega de produtos da Fujifilm. Nos contactos seguintes, as minhas chamadas não foram atendidas. A loja não tomou qualquer iniciativa para me manter informada, nem forneceu atualizações ou explicações sobre a demora. O serviço de apoio ao cliente é praticamente inexistente. São muito atenciosos no início, mas, depois disso, demonstram total desinteresse pelo cliente, deixando-o sem resposta e fazendo promessas sem fundamento. Após 4 semanas de espera, acabei por adquirir o produto noutro estabelecimento, que o conseguiu em apenas 3 dias. Continuo a não conseguir cancelar a nota de encomenda no El Corte Inglés, uma vez que continuam sem atender as minhas chamadas. Após ler várias reclamações online, percebi que esta situação é recorrente nesta empresa. Colocam produtos em promoção que não têm em stock, dizem que vão fazer novas encomendas e acabam por nunca as concretizar, fazendo com que os clientes percam tempo e, no fim, nunca recebam os artigos. Uma coisa é certa: nunca mais irei comprar nada no El Corte Inglés. Não recomendo a ninguém. Ainda bem que desisti da ideia de criar o cartão ECI, pois teria sido uma perda de tempo.
Vagner_QA_25/02/2025
ISSUE In need to add to notification n. 16 a test that contains a clickable link BUSINESS REQUIREMENTS Put the following text with link in notif CAAS16 (Complaint escalated unsuccessfully): "If you want to take advantage of the opportunity and become a member, we have reserved an exclusive offer that you can find here." Make the text and link localisable. Check if it is possible to track the switches via this notification ATTENTION POINT Belgium - CaaS is only used by subscribers
Devolução de Pagamento
Exmos. Senhores, Em 4 de Fevereiro de 2025 comprei-vos, através do vosso site. A referência da encomenda é 589021. Em 12 de Fevereiro de 2025, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Resumo dos acontecimentos: -> Encomenda efetuada no dia 4 com previsão de disponibilização no dia 5. -> Enviei email (já que não atendem o telefone) no dia 6 a avisar que só estaria no Porto (e com possibilidade de levantar a encomenda) até dia 10. -> Responderam no dia 7 a garantir a disponibilidade da encomenda até dia 10, mas só ficou disponível no dia 12. -> Agora estou em Lisboa e não quero receber telemóveis por correio. Sempre prestáveis a responder aos emails no dia útil seguinte, depois de eu solicitar o cancelamento da encomenda, nunca mais me responderam, já passaram hoje mais de 10 dias da última comunicação deles. É uma loja com valores mais baixos do que a maioria das lojas, mas a diferença de valores para as outras, não vale as dores de cabeça que dão... Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Débido indevido de comissões numa conta SMB
Exmos. Senhores, Tenho 92 anos e sou dependente de familiares para me organizarem e tratarem das questões a que a idade me sujeita. Aufiro a pensão mínima e vejo-me obrigada a poupar em tudo o que posso. Com este propósito, dirigi-me às vossas instalações com o único objetivo de tratar deste assunto. Segui todas as instruções que me deram e abri uma conta nova de acordo com as regras indicadas para obter o regime de Serviços Mínimos Bancários (SMB). Sou titular da conta Nº 0573064600630 e verifiquei que me foi cobrada uma comissão no valor de 35,21 euros. Ao contactar a agência, informaram-me que, para que a conta passe para o regime SMB, tenho de me deslocar pessoalmente à agência para assinar um documento. À data da abertura da conta, ninguém me informou de que era necessário mais alguma coisa. Reitero a minha condição e manifesto o mais profundo desagrado pela forma como me obrigam a tratar de uma questão que, para mim e para os que me ajudam nesta fase da vida, representa um profundo incómodo e um verdadeiro malabarismo administrativo, apenas para me cobrarem 5,15€ de comissões de manutenção de uma conta da qual não retiro qualquer benefício. Dado que a referida comissão é indevida, reitero o meu pedido de estorno do valor cobrado e a conversão integral da conta para o regime SMB, conforme foi inicialmente indicado. Aguardo a vossa rápida resposta. Atenciosamente, Cumprimentos.
Contestação de Cobrança Indevida
Exmos. Senhores Venho, por este meio, solicitar apoio relativamente a uma situação de cobrança indevida e incumprimento contratual por parte da Vodafone, que resultou na aplicação de uma penalização injustificada. Foi solicitado o cancelamento de um contrato de fidelização, cuja desativação foi confirmada para 23 de dezembro de 2024. No entanto, a Vodafone está a cobrar um valor de €94,75, referente a uma penalização de incumprimento contratual, que se considera indevida pelos seguintes motivos: Impossibilidade de Usufruir Plenamente do Serviço Contratado: O contrato incluía a oferta de Amazon Prime por 24 meses, mas, desde setembro de 2024, o acesso ao serviço foi bloqueado devido a um problema alheio à responsabilidade do cliente (hacking). A Amazon não solucionou o problema e reencaminhou para a Vodafone, que recusou a associação de uma nova conta. Assim, tornou-se impossível usufruir de um dos principais benefícios incluídos no contrato, o que configura incumprimento contratual por parte da Vodafone. Discrepância e Falta de Justificação dos Valores Cobrados: Inicialmente, a Vodafone informou que a penalização seria de €62,25 (IVA incluído), mas posteriormente emitiu uma fatura no valor de €81,14 + IVA. Após reclamação, aplicaram uma nota de crédito de €50, mas, ainda assim, exigem um pagamento final de €94,75, sem apresentar qualquer justificação clara para a diferença de valores. (Ref.ª do contacto com a Vodafone 2-2FQESYV2, NIF 306888084) Corte de Serviço Sem Aviso Prévio: A intenção era manter o serviço Vodafone por mais um mês, para continuar a usufruir do serviço de TV e telefone fixo, que não estão incluídos no serviço "Amigo". No entanto, o serviço foi interrompido sem qualquer aviso, impossibilitando a sua utilização e forçando o cancelamento antecipado do contrato. Pedido de Apoio Face ao exposto, considera-se que a Vodafone está a agir de forma abusiva, cobrando valores sem transparência e penalizando o consumidor por falhas que não foram da sua responsabilidade. Quais são os direitos do consumidor nesta situação e quais os passos que podem ser tomados para contestar estas cobranças e exigir a sua anulação? Agradece-se, desde já, o apoio e aguarda-se um parecer sobre o melhor encaminhamento para este caso. Sem outro assunto, apresentam-se os melhores cumprimentos.
Reembolso não recebido
Exmos. Senhores, No dia 14 de Dezembro de 2024 paguei uma encomenda de um casaco que custou 49,99 euros e recebi de uma oferta uma ventosa para o telemóvel. No dia 17 de Dezembro recebi um email a cancelar parte da encomenda, o casaco, e só recebi a ventosa. Esperei que me devolvesse o dinheiro e até agora nada e não recebi nenhum email para procederem ao reembolso. Estou à espera de receber o meu dinheiro há quase 3 meses e não me resolvem. Isto é ROUBO é uma VERGONHA. Cumprimentos.
Profissionalismo dos Funcionários
Exmos. Senhores, No dia 22 de Fevereiro pelas 20h00 entrei no Pingo Doce (Moinho do Frade) e ao entrar um dos Vigilantes (o mais velho) que lá se encontravam, quando passei, gritou: "Lá vai os sacos!". Na altura não percebi ser para mim, que no fim das compras percebi que era, já frequentei essa loja durante vários anos, depois deixei de ir, por uma situação de falta de educação com uma funcionária, resolvi voltar faz uns meses. Fiz as minhas compras normalmente, sempre que vou, o meu saldo varia entre 30 e 60 euros, sendo que vou pelo menos uma vez por semana regularmente, ou ia. Acontece que na secção das frutas costumo levar alguns sacos a mais daqueles finos e leves, que são gratuitos, são práticos para a separação de alimentos em pequenas quantidades, sempre fiz isso e nunca me disseram nada, por acaso reparei que ultimamente e principalmente nesse dia, os olhares dos funcionários estavam sob mim, mas não liguei, não estava a fazer nenhuma legalidade (ou assim pensava), nunca furtei nada e jamais o farei. Fiz as compras e paguei, ao sair o outro Vigilante (o mais novo) que lá se encontrava chamou-me e assim fui, disse que da próxima vez que levasse sacos a mais da secção de frutas chamava a policia. A minha questão é: em que legislação ou em que regulamento de loja isso está escrito? E se estiver, porque o cliente não tem acesso a essa informação? Até porque mesmo que eu queira pagar pelos sacos, não tenho como. Não me estou a referir a uma questão moral, apesar de utilizar esses sacos para a divisão de alimentos em pequenas quantidades, nem me estou a referir a uma questão ecológica, mas a uma questão legal. Com que fundamento legal o vigilante aborda uma cliente com essa justificativa? Para além disso os funcionários dessa loja (não todos) e principalmente o vigilante que gritou "Lá vai os sacos" (o mais velho), são de uma falta de educação para com os clientes. Preferem agir com sarcasmo e ridicularizar uma cliente, do que agir com profissionalismo. Cumprimentos.
Atitude de Vigilante no Pingo doce do Moinho Frade Setúbal
Exmos. Senhores, No dia 22 de Fevereiro pelas 20h00 entrei no Pingo Doce (Moinho do Frade) e ao entrar um dos Vigilantes (o mais velho) que lá se encontrava, quando passei, gritou: "Lá vai os sacos!". Na altura não percebi ser para mim, que no fim das compras percebi que era, já frequentei essa loja durante vários anos, depois deixei de ir, por uma situação de falta de educação com uma funcionária, resolvi voltar faz uns meses. Fiz as minhas compras normalmente, sempre que vou, o meu saldo varia entre 30 e 60 euros, sendo que vou pelo menos uma vez por semana regularmente, ou ia. Acontece que na secção das frutas costumo levar alguns sacos a mais daqueles finos e leves, que são gratuitos, são práticos para a separação de alimentos em pequenas quantidades, sempre fiz isso e nunca me disseram nada, por acaso reparei que ultimamente e principalmente nesse dia, os olhares dos funcionários estavam sob mim, mas não liguei, não estava a fazer nenhuma legalidade (ou assim pensava), nunca furtei nada e jamais o farei. Fiz as compras e paguei, ao sair o outro Vigilante (o mais novo) que lá se encontrava chamou-me e assim fui, disse que da próxima vez que levasse sacos a mais da secção de frutas chamava a policia. A minha questão é: em que legislação ou em que regulamento de loja isso está escrito? Até porque mesmo que eu queira pagar pelos sacos, não tenho como. Não me estou a referir a uma questão moral, apesar de utilizar esses sacos para a divisão de alimentos em pequenas quantidades, nem me estou a referir a uma questão ecológica, mas a uma questão legal. Com que fundamento legal o vigilante aborda uma cliente com essa justificativa? E com que profissionalismo ambos os vigilantes se riem de uma cliente? Porque foi o que aconteceu. Principalmente o vigilante que gritou "Lá vai os sacos" na frente de todos , é de uma falta de educação, preferindo agir com sarcasmo e ridicularizar uma cliente, do que agir com profissionalismo. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
