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CARRO VENDIDO COM DEFEITOS
Comprei um Peugeot 2008 junto a Potência Car no dia 21/04/2026. Desde então tenho tido várias dores de cabeça em relação ao carro. No dia seguinte a entrega do carro (22/04) percebi que o ar condicionado do carro não funcionava, motor estava fazendo barulho ao deixar de acelerar, o pára-brisa estava cheio de chaspiscos e com alguns trincados, e a pintura do carro estava toda chapiscada. Entrei em contato com o Stand no mesmo dia para resolver os problemas, e não resolveram. Depois de 1 mês tentando resolver, eles entraram em contato comigo dizendo que um funcionário iria vir buscar o carro para levar ao Porto para arranjar. Eu concordei, perguntei qual a data de devolução do carro, e eles me disseram que não tinham uma data prevista pois ainda iam ver a situação com o mecânico! OK, eu expliquei que precisava de uma previsão pois já tinha ido a outros mecânicos e eles me disseram que a troca do vidro demoraria em média 2 horas, a troca do ar condicionado demoraria em média 4 horas, o polimento do carro demoraria em média 5 horas, e o motor eu teria que deixar o carro lá por 24 horas para resolverem o problema. Então acredito que em uma semana isto tudo estaria resolvido, falei com eles sobre isso e me ignoraram, com toda ignorância possível, continuaram a bater na tecla do TEMOS QUE VER COM O DEPARTAMENTO DO SEGURO! E nunca me deram uma solução. Eu por mim mesma, cansada de esperar, vou pagar pelos reparos do carro, NÃO VAI ME CUSTAR POUCO, mas pelo menos vou ter os problemas resolvidos. Uma péssima empresa, uma péssima gestão. Só servem para enganar os clientes. Não sou a primeira, mas espero ser a última.
Reclamação Formal – Pedido de Assunção de Responsabilidade por Defeito de Fabrico em Motor PureTech
A viatura deu entrada na oficina pela primeira vez com a luz de avaria do motor acesa. Após diagnóstico, foi identificada uma falha de combustão no cilindro n.º 1 e constatado o desgaste das velas, que foram substituídas mediante autorização. Poucos dias depois, a avaria voltou a ocorrer, tendo a viatura regressado à oficina com a mesma queixa. Após novo diagnóstico, verificou-se que a falha inicial estava resolvida, mas persistia uma avaria relacionada com a eficiência do catalisador. Durante a inspeção, foi detectada a presença de óleo na zona do escape, o que levou à desmontagem do cárter para avaliação do estado interno do motor. Segundo informação prestada pela própria oficina autorizada, foram encontrados resíduos metálicos e limalhas no interior do motor, evidenciando desgaste mecânico interno significativo. A oficina concluiu que esta degradação estava a provocar a passagem de óleo para o sistema de escape, comprometendo o funcionamento do catalisador, tendo recomendado a substituição integral do motor. Foi então apresentado um orçamento de 7.113,70 € para a substituição do motor. Contudo, a marca recusou qualquer apoio na reparação, alegando ausência de documentação de manutenção considerada válida. Importa ainda referir que a própria oficina confirmou por escrito a existência de desgaste interno do motor e a presença de partículas metálicas no cárter, elementos que sustentam a conclusão de que se trata de uma avaria mecânica grave e prematura, incompatível com o desgaste normal expectável para a utilização da viatura. A Citroen após abertura de processo descartou responsabilidades por ausência de fidelização, segundo a marca, quando o veículo só teve garantia de 1 ano e a revisão foi efetuada na marca enquanto a garantia estava em vigor.
Não execução da obra no meu apartamento apesar do pagamento integral efetuado
Venho por este meio solicitar uma compensação relativamente à não execução da obra no apartamento em Lisboa, referente à encomenda n.º 319758 e aos pedidos n.º 313808 e 313812. No momento da adjudicação, foi-me indicado que o prazo de execução da obra seria de 30 dias, e não de 18 meses, como infelizmente se verifica até à presente data. Contudo, verificaram-se as seguintes situações: 1. A entrega do material (já totalmente pago) demorou cerca de três a quatro meses. A loja de Telheiras, onde o projeto foi desenvolvido, encerrou. Foram enviados vários e-mails à vossa colaboradora, Sra. Gisela Ferreira, que nunca respondeu nem prestou qualquer ponto de situação, deixando-nos numa situação de grande constrangimento. 2. Após várias insistências e meses sem resposta, recebemos finalmente contacto do Departamento de Instalações da Leroy Merlin Portugal, no dia 23/10/2025, garantindo que o executor/instalador entraria em contacto na semana seguinte para agendar o início da obra. 3. O Sr. Nuno Gonçalves contactou-nos algumas semanas depois. Entregámos as chaves do apartamento e o mesmo deslocou-se ao local durante dois ou três dias. Desde novembro de 2025 até à presente data, não houve qualquer desenvolvimento da obra. Em janeiro de 2026, enviámos uma mensagem via WhatsApp, à qual respondeu que se encontrava de férias e que retomaria a obra no dia 12 de janeiro de 2026. Desde então, não houve qualquer evolução. 4. Desde o início deste ano, tenho sido obrigado a arrendar outro apartamento, uma vez que o meu imóvel não se encontra concluído por falta de execução da obra por parte da Leroy Merlin. 5. Confiei na vossa empresa, na sua dimensão, reputação e prestígio, acreditando que o trabalho seria realizado com qualidade e dentro do prazo acordado, o que manifestamente não se verificou. 6. Decorridos 18 meses, encontro-me numa situação de impasse que me obriga a suportar encargos adicionais com renda, devido ao atraso injustificado na conclusão da minha habitação. 7. Acresce que a vossa empresa não tem prestado qualquer esclarecimento ou resposta adequada. Considero incompreensível que uma empresa desta dimensão trate desta forma um cliente de vários anos, que já efetuou diversas compras no valor de milhares de euros (informação que poderão confirmar no vosso sistema). 8. Em suma, verifica-se a não execução da obra e a ausência de comunicação por parte da vossa empresa, situação que está a prejudicar gravemente a minha vida pessoal e profissional. 9. Relembro ainda que todos os valores foram pagos atempadamente, não existindo qualquer incumprimento da minha parte que justifique o atraso ou a não execução da obra. 10. Nestes termos, solicito, com a maior urgência, que me informem da data concreta para a retoma dos trabalhos e respetiva conclusão. Face ao incumprimento verificado, aguardo igualmente uma proposta de compensação monetária pelos prejuízos causados, nomeadamente os encargos adicionais com arrendamento e os constrangimentos sofridos. Com os melhores cumprimentos Jay Bagoandas
Encomenda recebida com defeito
Exmos. Senhores, Em 31/03 adquiri um Sommier de madeira Woodspace Y9 Somnalis por 449,00 €. A referência da encomenda é PPVT4191295. A 13/04 recebi a vossa encomenda, mas tanto a embalagem como a tampa que fica a e entre o colchão e o espaço de arrumação estava danificada, com os danos seguintes: tecidos de proteção rasgados e partes que deveriam estar protegidos descobertos. Esse dano decorreu de um problema com o transporte que me foi informado na altura ao fazerem a montagem do item. Me foi informado que em até 3 semanas receberia o item danificado. Já se passou mais de 1 mês e meio e não tenho nenhuma notícia sobre a situação. Já entrei em contacto com a Conforama por duas vezes e simplesmente não tem nenhuma informação para me passar em relação a isso, apesar de saberem desde a data da entrega da situação. Exijo que me enviem outro objeto que substitua a parte do sommier que veio danificada e que levantem o que chegou danificado. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem novo Sommier de madeira Woodspace Y9 Somnalis nos próximos 10 dias, considerarei o contrato como incumprido, e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
MEO - Penalizacao indevida apos cancelamento por impossibilidade de prestacao do servico
Em abril de 2026 solicitei a transferencia do servico MEO para a minha nova residencia permanente. A MEO confirmou nao conseguir instalar o servico na nova morada por impossibilidade tecnica (cabos) e por ja existir servico de outra operadora no imovel em regime de comodato, cujo proprietario nao autoriza alteracao de titularidade. Pedi o cancelamento sem encargos ao abrigo do artigo 133.o, n.o 1, alinea a), da Lei n.o 16/2022, entregando toda a documentacao exigida: carta de cancelamento, atestado de residencia da Junta de Freguesia de Fatima (2026/393) e contrato de comodato. A fatura de abril 2026 (79,35 euros) foi paga na totalidade. Ainda assim, a MEO emitiu a fatura FT-A/867457471 de 26 de maio de 2026 com uma penalizacao indevida de 253,82 euros (sem IVA), totalizando 282,04 euros.
Atraso no pagamento do Incentivo RVCC
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao atraso no pagamento do Incentivo Acelerador Qualifica, referente ao meu processo de RVCC concluído em dezembro de 2025 no Centro Qualifica onde realizei o meu percurso. Até à data de hoje, junho de 2026, ainda não recebi o pagamento a que tenho direito, nem qualquer informação clara sobre o estado do processo. O prazo habitual para pagamento deste incentivo é de 3 a 6 meses, pelo que a situação atual ultrapassa o período considerado razoável. O meu processo encontra-se concluído e certificado, não existindo pendências da minha parte. Já confirmei igualmente que os meus dados, incluindo o IBAN, estão corretos no IEFP Online. Solicito a verificação imediata do estado do meu processo, a confirmação de que o Centro Qualifica submeteu corretamente toda a informação necessária ao IEFP e a regularização urgente do pagamento em falta. Solicito também uma justificação formal para o atraso verificado.
Pikolin - Reclamação formal – processo n.º 1496557 – pedido de substituição do colchão
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao processo n.º 1496557, referente ao colchão adquirido e objeto de avaliação por parte da vossa equipa técnica. Na sequência das comunicações recebidas em 7 e 8 de maio de 2026, nas quais a Pikolin/Lusitana informou que “não foi detetado qualquer defeito de fabrico” e que, por esse motivo, não procederia à substituição do artigo, venho manifestar a minha total discordância relativamente à conclusão apresentada. O colchão em causa tem cerca de dois anos de utilização e apresenta um afundamento anormal nas zonas habituais de repouso. Embora tal deformação possa não ser imediatamente evidente a olho nu ou através de uma observação pontual, a falta de conformidade é claramente sentida durante a utilização normal do bem, uma vez que o colchão já não oferece o conforto e suporte esperados, causando desconforto significativo e dores nas costas. Um colchão desta categoria, adquirido para utilização regular e vendido como produto de qualidade, não deveria apresentar este tipo de perda de suporte após apenas dois anos de utilização. A situação compromete a finalidade essencial do bem: permitir um descanso adequado e confortável. Acresce que, após a troca de emails, fui contactado telefonicamente com uma proposta de aquisição de outro colchão, de qualidade distinta, mediante o pagamento de EUR 400, com a possibilidade de o experimentar em casa durante apenas 15 minutos. Tal proposta não é aceitável, uma vez que não pretendo adquirir um novo colchão nem suportar qualquer custo adicional. O que está em causa é a reposição da conformidade do bem adquirido, ao abrigo da garantia legal, designadamente através da substituição do colchão por outro equivalente e conforme. Reitero, assim, que não aceito a conclusão transmitida, nem a proposta apresentada telefonicamente, por não constituírem uma solução adequada para a situação reportada. Mais solicito que me seja enviado o relatório técnico completo da avaliação realizada, incluindo, nomeadamente: identificação do técnico responsável; data e método de avaliação utilizado; medições efetuadas; fotografias recolhidas; critérios e tolerâncias técnicas aplicadas; fundamentação concreta para a conclusão de inexistência de defeito. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, pretendo exercer os meus direitos ao abrigo da garantia legal, requerendo a reposição da conformidade do bem, preferencialmente através da substituição do colchão, sem qualquer custo adicional. Aguardo resposta por escrito no prazo máximo de 10 dias úteis. Com os melhores cumprimentos,
UBER - Desativação definitiva de conta nova sem utilização da plataforma
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à desativação da minha conta Uber Driver, situação que considero injusta, desproporcional e sem a devida transparência. Após vários meses de espera pela emissão da minha licença TVDE e pela conclusão de toda a documentação legal necessária para exercer atividade em Portugal, iniciei o processo de registo na plataforma Uber Driver com o objetivo de começar a trabalhar como motorista TVDE. A conta foi criada recentemente e nunca chegou a ser utilizada. Nunca realizei qualquer viagem, nunca recebi qualquer pagamento através da plataforma, nunca partilhei a conta com terceiros e nunca permiti que outra pessoa utilizasse os meus dados de acesso. Durante o processo de configuração da conta, procedi apenas à atualização da fotografia de perfil. Pouco tempo depois, fui surpreendido com a desativação da conta por alegada violação dos Termos e Condições da Uber, tendo posteriormente sido associado ao motivo de “partilha de conta”. Gostaria de deixar claro que nunca existiu qualquer partilha da conta. Sou o único titular da mesma e todos os documentos enviados à Uber são autênticos, válidos e correspondem à minha identidade. Na tentativa de esclarecer a situação, utilizei os canais de apoio disponibilizados pela Uber e enviei toda a documentação solicitada, incluindo: * Cartão de Cidadão válido; * Fotografias de identificação; * Selfie atual; * Fotografia segurando o documento de identificação. Apesar da minha total colaboração, recebi apenas respostas genéricas informando que a conta permaneceria desativada por alegada violação dos Termos e Condições, sem qualquer explicação concreta sobre qual o comportamento, ação ou evidência que justificaria uma medida tão grave. Considero particularmente preocupante o facto de a Uber não ter apresentado qualquer detalhe específico sobre a suposta infração, limitando-se a comunicar que a decisão é definitiva. Além disso, procurei resolver a situação presencialmente. Agendei atendimento junto do Greenlight Hub da Uber nas Amoreiras, em Lisboa, através do sistema disponibilizado pela própria empresa. Contudo, após me deslocar ao local, fui informado de que o agendamento tinha sido cancelado ou removido, sem qualquer aviso prévio, explicação ou alternativa apresentada. Esta deslocação representou perda de tempo, custos de transporte e mais um constrangimento numa situação que já se encontrava a causar grande preocupação. O impacto desta situação não é apenas administrativo. Durante meses aguardei pela documentação necessária para exercer atividade TVDE, organizei a minha vida profissional em função deste projeto e contava iniciar atividade para garantir o meu sustento e cumprir os meus compromissos financeiros. A desativação da conta, associada à ausência de esclarecimentos concretos e à impossibilidade de obter uma análise efetivamente humana do caso, tem provocado prejuízos financeiros significativos, frustração, ansiedade e uma enorme sensação de impotência. Reforço que: * A conta nunca foi utilizada; * Nunca realizei viagens; * Nunca recebi pagamentos; * Nunca partilhei a conta; * Enviei toda a documentação solicitada; * Disponibilizei-me para comprovar presencialmente a minha identidade; * Não me foi apresentada qualquer prova concreta da alegada infração. Perante os factos expostos, solicito à Uber: 1. Uma revisão humana e individual do meu caso; 2. A identificação clara e objetiva do motivo que levou à desativação da conta; 3. A possibilidade de validação presencial da minha identidade; 4. A reavaliação da decisão tomada, caso se confirme que ocorreu um erro de verificação ou um falso positivo do sistema automático. Não pretendo qualquer tratamento especial. Solicito apenas transparência, direito ao esclarecimento e uma análise justa e proporcional de uma situação que continua sem uma explicação concreta. Agradeço antecipadamente a atenção dispensada e aguardo uma resposta fundamentada por parte da Uber. e mail- lgdriver@outlook.pt phone-+351924055702
Cancelamento de contrato
No ano de Maio 2025 cancelei o debito direto por não saber que tinha de dar uma informação para cancelamento do contrato que estava em vigor. ligaram e deram a informação de que tinha de dizer que não queria continuar com o contrato que foi o que eu disse na altura, mas informaram-me que tinha de ir com o contrato até maio de 2026 ok mas este ano voltaram a fazer o mesmo quando eu no ano anterior dei indicação de que era para terminar o contrato. com chamadas gravadas segundo a pessoa da medicare com quem falei. Então este ano voltei a cancelar o debito direto porque já tínhamos falado no ano anterior o que me disseram que não tinham indicação nenhuma de que era para terminar. Este ano já me enviaram um e-mail a dizer que estava agendado para o ano de 2027. Que não quero continuar isto é um ato de aproveitamento e falta de respeito. se me poderem ajudar a resolver a situação agradecia.
práticas comerciais
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar formalmente a minha insatisfação relativamente à forma como foi tratada a situação referente à compra do perfume Crystal by Narciso Rodriguez, adquirido no dia 23 de maio de 2026 na vossa loja do Centro Comercial Colombo, conforme Fatura Simplificada n.º 79832. O perfume foi testado no momento da compra e inicialmente correspondeu às minhas expectativas. No entanto, após cerca de uma hora de utilização, a fragrância alterou-se significativamente, motivo pelo qual decidi solicitar a troca do produto. Importa salientar que o perfume permaneceu sempre perfeitamente selado e intacto. Uma vez que a loja do Colombo se encontrava em encerramento definitivo, no dia 26 de maio de 2026 desloquei-me à vossa loja da Baixa com o respetivo talão de compra e o produto selado, com o objetivo de efetuar uma troca. Solicitei inicialmente a troca por Prada Intense e posteriormente por Dolce & Gabbana Pour Femme, mas fui informada de que nenhum desses produtos se encontrava disponível. Considerando a reduzida variedade de perfumes e produtos de skincare disponíveis na loja, não existiam alternativas adequadas para troca. Acresce ainda que fui informada de que qualquer eventual troca teria necessariamente de ser efetuada por um produto de valor superior, uma vez que, caso o novo produto tivesse um valor inferior ao originalmente pago, a diferença não seria devolvida. Perante esta situação, solicitei educadamente o reembolso do valor pago, tendo o mesmo sido recusado com fundamento na política interna de não realização de devoluções. Considero, contudo, que esta política de não reembolso não se encontrava devidamente comunicada de forma clara e visível antes da compra, ao contrário do que acontece em muitas lojas em Portugal que informam expressamente os consumidores relativamente às respetivas condições de troca e devolução. Lamento igualmente a forma como toda a situação foi conduzida. O atendimento prestado durante o processo foi, na minha opinião, rude, desrespeitoso e pouco profissional, originando sucessivos contactos, perda de tempo desnecessária e um elevado nível de stress. Foi-me ainda transmitido repetidamente que o proprietário entraria em contacto comigo para analisar a situação, o que nunca chegou a acontecer, tendo toda a comunicação sido efetuada de forma indireta através de terceiros. Apesar desta experiência negativa, gostaria de deixar registado que a colaboradora da loja do Colombo que me vendeu inicialmente o perfume foi sempre extremamente educada, profissional e cordial, não tendo qualquer responsabilidade pela situação ocorrida. Assim, venho solicitar uma reapreciação do caso e o reembolso do valor pago pelo produto, considerando que o perfume permaneceu sempre selado e intacto. Aguardo, por favor, a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos,
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