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Pouca transparência do site eSky
Adquiri dois bilhetes OPO-BER-OPO nestes códigos de reservas, através do site da Ryanair. Embora a plataforma se identificasse como sendo eSky, o tempo todo constava da minha ecrã que eu estava logado no site da Ryanair. O preço dos dois bilhetes era apresentado como sendo, no total, de €403. Nenhuma outra informação de adicional de custo aparecia na ecrã e se dela constava, não era percebida. Após a confirmação da escolha dos voos fui direcionado para a janela de pagamento sem que constasse (pelo menos de forma perceptível) qualquer outro valor diferente dos €403. Somente quando o meu banco me informou ter acontecido o débito de €492,76 é que a plataforma mostrou-me o breackdown do valor JÁ PAGO, de €398,96 + €4,00 (os €403 referentes aos bilhetes, sempre mostrados anteriormente) e mais €89,80 referentes a "Comissão da Agência", nunca informado antes da efetivação do pagamento. Considero a forma como as etapas são dispostas pela plataforma como sendo com pouco transparência para não chamar isto de DESONESTO!
Instalação de Cozinha Leroy Merlin
Venho apresentar reclamação relativamente à instalação da cozinha adquirida no Leroy Merlin. Contratei o fornecimento e a instalação da cozinha, tendo sido agendados três dias para a montagem. Em nenhum momento fui informada de que a cozinha iria ficar inacabada e sem condições de utilização por tempo indefinido, enquanto aguardava a chegada do tampo definitivo. A instalação ficou interrompida, deixando a cozinha inutilizável para confeção de refeições. Além disso, portas, gavetas e restantes materiais ficaram armazenados no meu quintal durante vários dias, impedindo inclusivamente o estacionamento do meu automóvel. Como consequência, fui obrigada a fazer todas as refeições fora de casa, suportando despesas acrescidas e sofrendo um transtorno significativo no meu dia a dia. Perante a ausência de uma solução, tive de me deslocar à loja para apresentar a minha reclamação. Apenas após essa insistência foi agendada a colocação de um tampo provisório, solução que deveria ter sido apresentada desde o início. Considero que houve falta de informação e de planeamento, causando-me prejuízos e incómodos que poderiam ter sido evitados. Solicito o ressarcimento das despesas que tive com refeições fora de casa, mediante apresentação dos respetivos comprovativos, bem como uma compensação pelos prejuízos e transtornos causados. Solicito ainda que me seja comunicada, por escrito, a data prevista para a instalação do tampo definitivo e para a conclusão integral da cozinha, sem qualquer custo adicional para mim, uma vez que a conclusão do serviço faz parte do contrato celebrado e não pode originar qualquer cobrança extra. Loja: Leroy Merlin Almada
Reclamação sobre o atendimento prestado pela gestora de conta e pedido de intervenção
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado pela nossa gestora de conta, Sónia Oliveira, da agência da ABANCA de Aveiro (Travessa do Mercado, n.º 2). Entendo que identificar a colaboradora é importante, uma vez que esta reclamação diz respeito à atuação concreta da mesma e aos prejuízos que essa atuação nos causou enquanto clientes. Na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin, contactámos a nossa gestora por diversas vezes para obter apoio e esclarecimentos relativamente ao seguro associado ao nosso financiamento habitação. Infelizmente, a experiência foi extremamente negativa. Durante vários dias tentámos entrar em contacto telefonicamente, sem sucesso. Quando finalmente conseguimos falar com a gestora, fomos atendidos de forma arrogante e pouco profissional. Chegou, inclusivamente, a afirmar que tinha outros clientes para atender, como se nós, clientes da ABANCA, não merecêssemos a mesma atenção e respeito. Além da forma como fomos tratados, a colaboradora demonstrou não possuir as informações necessárias para nos esclarecer relativamente ao seguro da habitação nem apresentou qualquer disponibilidade para procurar essas informações. Comprometeu-se a contactar-nos posteriormente com esclarecimentos sobre o seguro, as coberturas existentes e a possibilidade de alteração do mesmo, mas esse contacto nunca aconteceu, apesar das promessas efetuadas. Perante a falta de acompanhamento e de apoio, solicitámos a transferência da nossa conta para a agência da Sertã, por ser a mais próxima da nossa residência e por termos recebido um atendimento muito mais eficiente e atencioso naquela agência. No entanto, a gestora informou-nos de que o processo teria de ser tratado pela agência da Sertã. Quando contactámos essa agência, fomos informados precisamente do contrário: que a solicitação deveria partir da agência de Aveiro. Como consequência desta falta de coordenação e de informação, o processo nunca foi tratado e continuamos, até à presente data, sem a transferência de agência que solicitámos há vários meses. O que mais nos indignou foi verificar que, quando necessitámos de apoio, disponibilidade e acompanhamento por parte da nossa gestora, fomos ignorados ou tratados com desinteresse. Contudo, quando ocorreu um atraso no pagamento de uma prestação do nosso financiamento, fomos prontamente contactados para efetuar a cobrança. Esta diferença de tratamento demonstra uma evidente falta de preocupação com o apoio ao cliente, existindo rapidez apenas quando estão em causa interesses financeiros do banco. Consideramos que o serviço prestado ficou muito aquém do expectável por parte de uma instituição bancária e de uma gestora de conta responsável pelo acompanhamento dos seus clientes. Assim, solicitamos que a ABANCA: Analise formalmente esta reclamação e a conduta da colaboradora em causa; Proceda, com urgência, à transferência da nossa conta para a agência da Sertã, conforme solicitado há vários meses; Nos informe sobre as diligências tomadas relativamente a esta reclamação; Garanta que situações semelhantes não voltem a acontecer com outros clientes. Apresentamos esta reclamação por considerarmos que um cliente tem direito a um atendimento profissional, respeitoso, diligente e competente, o que, infelizmente, não aconteceu no nosso caso.
Resolução de contrato
Exmos Srs. Venho por este meio solicitar o vosso parecer e apoio jurídico no caso que passo a expor anexando troca de e-mails entre mim e a Vodafone onde se encontra todo o desenvolvimento. Atenciosamente
Atraso em pedido de autorização
Exmos Senhores (as) no dia 29 de Junho de 2026 a CUF Torres Vedras emitiu um pedido de autorização para um tratamento especifico que vos é conhecido. Hoje 16 de Julho de 2026 esse pedido ainda está a ser observado diversas vezes pela MGEN sem qualquer resultado rápido e positivo. Telefonei 2 vezes na primeira disseram me que tinha categoria de urgência e na segunda que ainda precisavam de mais informações da CUF Torres Vedras . Na minha opinião todass as duvidas seriam resolvidas numa vez e não numa especie de jogo de ping pong. Isto só atrasa o processo de autorização e o meu importante tratamento ! Espero que haja alguém na MGEN que decida rápido por favor , porque quem sofre nesta altura sou eu !
Ausência de resposta e resolução dos problemas
Em novembro de 2025, adquirimos uma máquina CNC, tendo-nos sido garantido um prazo de entrega de 3 a 4 meses. No entanto, a máquina apenas foi entregue no dia 17 de junho de 2026, representando um atraso significativo face ao prazo inicialmente acordado. Após a entrega, surgiram diversos problemas relacionados com a utilização do equipamento. Apesar das sucessivas tentativas de contacto, o fabricante tem-se recusado a prestar o apoio técnico necessário, não esclarece as dúvidas apresentadas e, em diversas ocasiões, nem sequer atende os telefonemas ou responde aos nossos pedidos de assistência. Foi-nos transmitido pelo próprio fabricante que deveríamos ter aprendido a operar a máquina "numa única tarde", o que consideramos totalmente inadequado para um equipamento desta complexidade. Acresce que não foi fornecido qualquer manual de utilização, documentação técnica ou formação suficiente que permitisse utilizar a máquina em segurança, de forma correta e autónoma. A falta de assistência obrigou-nos, inclusivamente, a suportar despesas do nosso próprio bolso para tentar diagnosticar e resolver os problemas apresentados pela máquina, uma vez que não obtivemos qualquer resposta ou apoio por parte do fabricante. Estes custos resultaram diretamente da ausência de assistência pós-venda que nos era devida. Consideramos que esta situação demonstra um claro incumprimento das obrigações de assistência pós-venda e de informação ao cliente, deixando-nos sem o apoio indispensável para utilizar um equipamento de elevado valor e essencial à nossa atividade. Assim, solicitamos a intervenção da DECO PROteste para que o fabricante seja instado a cumprir os seus deveres legais, prestando a assistência técnica adequada, disponibilizando toda a documentação necessária, fornecendo a formação indispensável à correta utilização do equipamento e apresentando uma solução para os prejuízos e custos que nos foram causados pela falta de apoio após a venda.
Falta de Comunicação Prévia de Valores em Dívida
Desconhecia por completo que as transferências não estavam a ser efetuadas com a regularidade prevista. Em momento algum fui contactada por telefone, e-mail ou por qualquer outro meio para informar da existência de pagamentos em falta. A primeira comunicação que recebi foi já a informar que o processo se encontrava em situação de litígio, o que considero desproporcionado e totalmente evitável caso tivesse sido previamente notificada. Esta atuação levanta sérias dúvidas, uma vez que acaba por originar a cobrança de juros e outros encargos que poderiam ter sido facilmente evitados. Acresce que tentei contactar os serviços através dos números de telefone disponibilizados no vosso website, verificando que todos se encontram inativos, impossibilitando qualquer tentativa de esclarecimento ou regularização atempada da situação. Acresce ainda que esta situação teve consequências graves, nomeadamente a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, afetando o histórico de crédito e a possibilidade de obter financiamento. Trata-se de um prejuízo que poderia ter sido integralmente evitado caso tivesse sido informada atempadamente da existência de valores em dívida, permitindo a regularização antes de qualquer participação ou instauração de um processo de litígio. Perante o exposto, considero que esta situação resultou exclusivamente da ausência de comunicação prévia por parte da vossa entidade, impedindo-me de regularizar atempadamente qualquer eventual valor em dívida e causando-me prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, incluindo a instauração de um processo de litígio, a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal e todos os transtornos daí decorrentes. Neste contexto, solicito que me seja indicado, por escrito, de que forma pretendem reparar e compensar os danos causados por esta atuação, bem como quais as medidas que serão adotadas para eliminar quaisquer consequências negativas que me tenham sido imputadas, designadamente a remoção de qualquer registo de incumprimento que tenha sido comunicado em consequência desta situação. Caso a presente reclamação não mereça uma resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos e para exigir a reparação dos prejuízos sofridos.
Reembolso em falta após 100 dias
Exmos. Senhores, No dia 04 de março de 2026, adquiri através da eDreams dois bilhetes de ida e volta para os voos entre Lisboa e Argel (operados pela Iberia e com escala em Madrid). Em 07 de abril, recebi a informação do cancelamento dos referidos voos, com proposta de alteração para datas que não serviam os meus interesses (ida atrasada em um dia e regresso antecipado em dois dias). Deste modo, a opção recaiu pelo cancelamento da reserva, com previsão de reembolso do valor integral num prazo que se poderia estender por até trinta dias, conforme informação da própria eDreams. Depois de ultrapassado esse tempo, iniciei contactos semanais com a eDreams, tendo-me sido prestadas diferentes informações em vários destes, como sejam: (1) que a Iberia ainda não fizera o reembolso integral, mas apenas parcial; (2) que o valor já havia sido devolvido pela Iberia, estando já no departamento de reembolsos (financeiro ou faturação) da eDreams para conclusão do processo; (3) de novo, que o valor restituído pela Iberia continuava a ser parcial. Face ao exposto, procurei informações junto da Iberia, que começou por dizer que deveria obter a solução junto da eDreams e que não lhes cabiam responsabilidades. Fiz novo contacto junto da Iberia, tendo-me sido informado verbalmente que o reembolso por esta à eDreams foi feito no dia 08 de abril, portanto, logo no dia seguinte ao cancelamento dos voos por parte da companhia aérea. Com esta informação, encetei novo contacto com a eDreams, que procurou desvalorizar a informação que recolhera, perguntando se a Iberia o tinha verbalizado ou escrito. Nessa altura, apenas tinha informação verbal. Tornei à Iberia, desta vez, iniciando uma queixa/pedido de esclarecimentos via site da companhia, tendo obtido a confirmação por escrito de que o reembolso foi mesmo feito no dia 08 de abril e pelo valor integral (conforme anexo). De seguida, prestei essa informação à eDreams, que se tem limitado a enviar e-mails com a seguinte informação: "Enviámos o teu pedido de reembolso à companhia aérea para que esta o analise e determine se tens direito a um reembolso. Podem demorar até 30 dias a processar os reembolsos. Podes acompanhar o progresso nos detalhes da viagem." Face ao exposto, concluo que a eDreams não está preocupada com o cumprimento das suas obrigações, dando mostras de não prestar um serviço confiável. Neste caso, se a situação se mantiver inalterada nos próximos dias, ver-me-ei obrigado a encaminhar o assunto a um advogado, pugnando depois igualmente pelo reembolso das despesas associadas ao processo. Com os melhores cumprimentos. pf
Tentativa de Entrega Falhada - Dizem eles...
Pela enésima vez, pois acontece com regularidade de cada vez que a entrega é feita pelos CTT, não houve tentativa de contacto com o destinatário, que sou eu. A minha actividade profissional permite que trabalhe remotamente, pelo que estou 95% do tempo em casa. Desta feita, inclusivamente, não só estava em casa como estava na garagem (à face da rua) com o portão aberto. No momento da encomenda foi forncedido, inclusivamente, um contacto para o caso de não atenderem à porta. Nada disso aconteceu, porque: 1- Estava gente em casa e a campainha não foi tocada. 2- Estava na garagem, a 5 metros da campainha, com a porta aberta (era mais que simples fazer a pergunta se era ou não o destinatário, 30 segundos que se gastavam) Isto é recorrente SEMPRE, mas SEMPRE, que a encomenda é entregue pelos CTT. As pessoas fazem de tudo para não terem de interagir com o destinatário: desde buzinar e arrancar, tocar à campainha e arrancar (em nenhum dos casos dão tempo para sequer vir à janela), não ligar para o número de contacto, etc. É este o pobre, paupérrimo serviço que temos dos CTT. É vergonhoso, ridículo, incompetente e de uma falta de profissionalismo atroz. É gozar com as pessoas, os clientes. O mais certo é a reclamção cair em saco roto, mas o registo fica feito, a ver se alguém ganha vergonha na cara e põe os CTT a funcionar como em tempos funcionavam, com rigor e profissionalismo.
Reembolso bilhetes Evil Live 2026
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o reembolso dos dois bilhetes adquiridos para o festival Evil Live, realizado no dia 5 de julho de 2026, no MEO Arena, em virtude do cancelamento, à última hora, da atuação da banda Megadeth. Os Megadeth eram um dos principais cabeças de cartaz do festival e constituíram o motivo determinante para a aquisição dos bilhetes. Embora os restantes concertos tenham decorrido conforme previsto e tenham sido assistidos, o cancelamento desta atuação representou uma alteração substancial ao programa inicialmente anunciado e frustrou de forma significativa as expectativas legítimas criadas no momento da compra. Nestas circunstâncias, considero que se verificou um incumprimento parcial da prestação contratual. De acordo com a posição publicamente divulgada pela DECO relativamente a este caso, o cancelamento da atuação de um dos principais cabeças de cartaz pode fundamentar o pedido de restituição do valor dos bilhetes. Assim, solicito o reembolso integral do valor pago pelos dois bilhetes, incluindo as respetivas comissões, caso aplicável. Subsidiariamente, caso entendam não ser devido o reembolso integral, solicito a devolução de um montante proporcional à relevância da atuação cancelada no programa do festival. Agradeço que me comuniquem por escrito a decisão relativa ao presente pedido. Caso este não seja deferido, solicito que a recusa seja devidamente fundamentada, com indicação dos respetivos fundamentos legais e contratuais. Nessa eventualidade, reservo-me o direito de apresentar reclamação no Livro de Reclamações e junto da Inspeção-Geral das Atividades Culturais, bem como de recorrer aos restantes meios legalmente previstos para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Henrique Silva Zona: 2 bilhetes Plateia em Pé Data da compra: 05/05/2026 Valor pago: 158€
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