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Fracionamento/parcelamento
Bom dia venho por esse meio mostrar minha insatisfação com os serviços prestados sobre cartao de credito caixa onde fiz a adesão e não é muito explícito no ato da adesão a opção de fracionamento , em linha com os 2 atemdes que conversei falaram que so quando adere o cartao que tem essa opção de fracionado se nao aceitar vou ter um cartão que nao parcela isso é um desrespeito muito grande com o cliente solicito as opção de fracionamento dos meus cartões ou vou cancelar todos meus serviços com o banco
Empresa retira dinheiro da conta sem autorização | Roubo
Exmos Srs. a empresa Domestic and General Insurence Europe AG, retirou-me dinheiro da conta, em formato de débito direto, em Junho, Julho, Agosto e Setembro de 2025, sem a minha autorização, o que considero ser roubo. Solicito que verifiquem esta situação. Nunca dei autorização ou assinei um documento que valide esta situação.
não reembolso / não devolução de valores pagos
No dia 12 de setembro, efetuei o pagamento de produto/serviço no valor de 100€. Posteriormente, solicitei a devolução do montante pago, mas até à presente data a empresa não procedeu ao reembolso devido. Tal situação configura incumprimento contratual e retenção indevida de valores, pelo que solicito a intervenção da DECO para resolução do problema e a restituição imediata do valor pago.
Burla/Fraude
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidor, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €8200,00, efetuada no dia 12/05/2025 através do meu cartão. A operação foi imediatamente reportada por mim como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, o WiZink: Encerrou o processo e atribuiu-me responsabilidade total; Alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria; Não apresentou qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim; Ignorou o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige o reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que não se verificou. Importa ainda referir que, ao verificar em plataformas de reclamações e fóruns de consumidores, constatei que outros clientes tiveram problemas idênticos com operações não autorizadas. No entanto, o WiZink insiste em não admitir que o seu sistema não é totalmente seguro, transferindo o risco para os clientes e cobrando operações fraudulentas. Encontro-me, portanto, a ser cobrado por uma operação que denunciei como fraudulenta, sem qualquer meio de defesa ou transparência no processo, o que configura, na minha opinião, uma violação grave dos meus direitos como consumidor e utilizador de serviços de pagamento. Sinto-me injustiçado e desamparado, tendo agora de recorrer a vias judiciais para defender os meus direitos, o que me causa não só transtorno financeiro como também emocional. Com os melhores cumprimentos, Carlos Eduardo de Melo
Pedido de informação
contact@crcjsolutions.pt, está entidade é credível?
Pagamento não justo
Ex.mos senhores crcj solutions, Pedi um crédito de 30.000,00€ e foi me concedido, fiz tudo certinho. No final é que informam que tenho de pagar 101€ para poder ter acesso ao crédito. Gostava de saber, porque não disseram logo no início do processo? Só recebo ao dia 10 de cada mês. O contrato foi elaborado a 18.09.2025, posso pagar no dia 10.10.2025 ? A primeira prestação é só paga no dia 17.12.2025? O valor de 30.000,00€ é creditado na minha conta logo após o pagamento dos 101€? Agradeço resposta através da deco Obrigado
Roubo
Assunto: Reclamação – Pagamento não reconhecido/recusado pela Embaixada de Cabo Verde Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma compra efetuada através da vossa plataforma Klarna no dia 1 de julho de 2025, no valor de 97 €, destinada ao pagamento de serviços da Embaixada de Cabo Verde (renovação de documentos). Na data indicada, a Klarna informou que o pagamento tinha sido aceite. Contudo, recebi posteriormente uma mensagem oficial da Embaixada a informar que o pagamento foi recusado. Mesmo assim, já havia liquidado a primeira prestação no valor de 43,51 € à Klarna. Contactei a Embaixada, que confirmou por escrito que o pagamento não foi aceite e que os pedidos continuam pendentes e por pagar. Reencaminhei toda essa informação à Klarna. No entanto, fui informado por vós que não seria efetuado qualquer reembolso, alegando que a Embaixada já teria recebido o valor ou que o reembolso ainda não vos foi devolvido. Até à presente data não recebi qualquer documento ou serviço, e continuo a ser cobrado pela Klarna. Considero que esta situação é inaceitável, uma vez que estou a pagar por um serviço que não foi prestado e cujo pagamento foi recusado pela entidade destinatária. Assim, venho por este meio exigir: A suspensão imediata das cobranças futuras relativas a este pagamento. O reembolso integral do valor já pago (43,51 €) ou, em alternativa, uma comprovação oficial e inequívoca de que o montante foi efetivamente recebido pela Embaixada de Cabo Verde. O fornecimento do Livro de Reclamações físico ou eletrónico, para poder formalizar a reclamação no formato legalmente previsto. Caso não obtenha resposta satisfatória num prazo razoável (10 dias úteis), informo que irei apresentar queixa junto das autoridades competentes em defesa do consumidor (DECO, ASAE e Banco de Portugal), bem como no Centro Europeu do Consumidor e junto dos serviços de supervisão financeira. Aguardo a vossa resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos,
Recusa da aplicação da suspensão da execução fiscal a responsável subsidiário
Exmos. Senhores, Venho apresentar queixa relativamente a forma como esta a ser conduzido o processo de execução fiscal no qual sou responsavel subsidiário com a minha filha. No ambito desse processo, foi concedida a minha filha a suspensão da execução fiscal, ao abrigo do Decreto-Lei 3/2024, por rendimento inferior a retribuição minima mensal garantida. Contudo, apesar de se tratar do mesmo processo de execução, a Segurança Social esta a recusar aplicar a mesma suspensão relativamente a mim, exigindo uma nota de liquidação de IRS de 2024 que não existe, uma vez que estive desempregado durante o ano de 2024 e assim me mantenho (não é possivel submeter IRS sem quaiquer rendimentos e o subsidio de desemprego não é rendimento) e estive dispensado de apresentar IRS. Já apresentei: - ultimo recibo de vencimento _ declaração de subsídio de desemprego - certidão da AT a confirmar que estive dispensado de entregar IRS (que mostra exatamente que não tive rendimentos) Ainda assim, recusam o pedido de suspensão e informam que não aceitam essa documentação, mantendo a execução ativa apenas contra mim. Solicito intervenção do IGFSS para que seja reconhecida a aplicação da suspensão também a minha responsabilidade subsidiaria, conforme previsto na lei. Cumprimentos.
Prestação cobrada indevidamente
Venho por meio reclamar um prestação cobrada indevidamente pela parte da Unicre ,visto o crédito que tinha foi pago na totalidade e mesmo assim continuam a cobrar prestações. Por isso exijo a devolução da prestação e juros pelas demora da resolução da situação. Marília silva
Cobrança abusiva / ultimatos do Credibom
Boa tarde, Estou a fazer esta reclamação contra o Credibom porque continuam a enviar-me ultimatos e comunicações de pressão, mesmo eu estando inserida no PERSI (Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento) desde 15/08. Já fiz queixa no Banco de Portugal, mas pelos vistos nada mudou. A situação é a seguinte: Só tenho uma prestação em atraso; Já efetuei pagamento de 100€ este mês; Mesmo assim, o banco tentou cobrar-me 98,19€, quando a prestação correta é 94,95€, aumentando, assim, a dívida em atraso; Nos últimos 3 meses, a prestação foi aumentada sem justificação clara; Estão a tentar obrigar-me a resolver a situação por chamada telefónica, quando tenho o direito de fazê-lo por e-mail, para me salvaguardar e ter registo escrito de todas as comunicações. Segundo o Decreto-Lei n.º 227/2012, enquanto estou no PERSI: O banco não pode resolver o contrato, entrar com ações judiciais ou ceder a dívida a terceiros por incumprimento; Tem de avaliar a minha situação financeira e apresentar propostas adequadas de regularização; Toda a comunicação deve ser clara, transparente e de acordo com a boa fé, sem pressionar ou intimidar. Mesmo assim, recebo constantemente mensagens agressivas e ultimatos que considero cobrança abusiva / coação psicológica, o que é totalmente ilegal. Junto provas de algumas das comunicações que recebi e enviei e solicito que a DECO intervenha, porque o banco está a violar os meus direitos como consumidora.
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