Reclamações públicas

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C. V.
14/05/2025

Médico Perigoso Medicare ao Domicilio

Exmos. Senhores, Ora bem, esta reclamação enviei no 01/04/2025, vim verificar á plataforma da "resolve tudo" DecoPROteste, e está como "Encerrada". Pergunta; Como cidadã Portuguesa que paga os seus impostos, não mereço uma resposta vossa ou da Medicare? Perdi tempo convosco para quê? É preciso pagar pela resposta? Têm esta app, para quê, se nem á fava mandam as pessoas! A minha mãe á data, continua hospitalizada, e esse Sr. Doutor a exercer funções duvidosas. Fico á espera que mostrem dignidade humana, e resolvam alguma coisa. No dia 20/03/2025, recorri aos serviços da "tão bem falada" Medicare e porque no fundo estou a pagar as prestações é para usufruir dos serviços. Todos os meses 29,90€. Meu nome é Carla Vitorino e estou agregada ao processo da minha mãe n. cartão 021839553. Logo aí, foi um inferno para chamar o médico, pois teria de ser a minha a mãe a chamar e fartei-me de explicar, que ela não estava a falar com clareza. Depois de uma hora, de passar de assistente para assistente, lá consegui que me enviassem o médico a casa. Lógico que pedi de manhã e só apareceu á tarde, mesmo sabendo o quadro da mãe. Expliquei na ligação, que a mãe, estava com demasiados e intensos suores, não conseguia andar, pois tinha tonturas, não falava com nexo, não estava a comer nada , tinha tido febre e tossiu sangue. Aparece este Senhor Domingos Jalô, dizendo que era uma virose, sem fazer nem mandar fazer uma única análise, medicou com o antibiótico que envio em anexo. Provocou o pior, tenho a mãe internada, pois este antibiótico retirou-lhe todo o pouco que havia. Foi diagnosticado pelos médicos Leucemia. O problema podia existir, mas o antibiótico, dito pelos médicos deu cabo de tudo. Este senhor quer salvar vidas? Estará na profissão certa?

Encerrada
A. C.
14/05/2025

Cancelamento após pagamento

Após inúmeras reclamações junto da empresa Booking.com B.V. sediada nos Países Baixos e recebendo por parte desta argumentos falsos, sem comprovativos e inaceitáveis, venho expor a situação: No dia 18/11/2024 reservei no Booking.com, 5 quartos no Ten Square Hotel em Belfast com o código de reserva número 4884981945 e PIN 8309. Conforme o acordado foi-me retirado o montante de 1916,46 Libras/ 2334.00€ através dos dados bancários que introduzi na altura em que efetuei a reserva. Estava descansada pois tinha dado todos os dados e o Booking tal como o fez no dia 19/2 para uma outra reserva que fiz em Dublin, efetuou os pagamentos como tinha ficado acordado. No dia 28/2 as 00.08h apercebo-me que a reserva tinha sido cancelada pelo Booking por falta de pagamento. Verifiquei o extrato do meu cartão bancário Revolut, o qual usei como meio de pagamento e verifico que foi efetuado o pagamento no dia 27/2 ás 00.46h, como comprovo com o anexo 2-A. Após esse movimento efetuaram-se mais outras 3 tentativas (1.30h, 1.45h e 2.00h) de efetuar o pagamento que já tinha sido feito, com os descritivos de “Saldo Insuficiente” (anexo 2-B). Após enviar nessa madrugada os comprovativos de pagamento e das tentativas posteriores de novos pagamentos para o Booking, contactei o serviço de apoio ao cliente na manhã de dia 28/2. Estava muito preocupada pois tratava-se duma reserva efetuada com muita antecedência e que envolvia além de mim, mais 9 pessoas. Nesse telefonema a funcionária (Luciana) reconheceu o erro do Booking informando que o processo de cancelamento era irreversível, mas que o Booking iria entrar em contacto com o alojamento para que as condições da reserva fossem mantidas uma vez que eu era alheia a toda a situação. Informou também que o pagamento teria que ser feito no hotel e que o reembolso do valor já pago se iria fazer no prazo de 7 a 12 dias. Posteriormente houve um telefonema da Booking, feito pela mesma funcionária, para mim, informando que após contatado o hotel as condições contratuais seriam mantidas, o preço seria o mesmo mas seria pago no alojamento aquando do check out. Solicitei que estas informações me fossem enviadas por SMS e email o que não aconteceu. Fui obrigada a fazer novo reforço no meu cartão bancário pois o pagamento no hotel seria efetuado antes de ter acesso ao valor “cativo” pelo Booking. No dia 5/3 quando efetuei o check-out ainda não tinha o dinheiro disponível no meu cartão. Quando efetuei o pagamento verifico que o Booking não acautelou as condições da reserva como me foi comunicado e confirmado várias vezes via telefone, pois paguei 2106.00£/2556€ e não 1916,46 Libras/ 2334€ como o acordado inicialmente. No ultimo dia de ferias deste grupo de 10 pessoas fui obrigada a pedir a cada pessoa o dinheiro que tivessem disponível pois eu já não tinha os 222€ que tive que pagar a mais. Dias antes (19/2) tinha feito uma outra reserva no Booking para alojamento em Dublin e tudo correu como o expectável. Toda esta confusão à qual sou totalmente alheia acabou por tornar as minhas férias num terrível pesadelo; não consegui dormir na noite de 27 para 28/2 após ter conhecimento do cancelamento da reserva, fiquei sem fundos para qualquer despesa ou lembrança que quisesse adquirir, fui obrigada a fazer contenção, até a nível alimentar pois tive que fazer um reforço de 2335€ no meu cartão bancário e esse valor ultrapassava o montante disponível para gastos e divertimentos destinados a estas férias. Peço que o Booking me compense pelas férias perdidas e pelos danos físicos, financeiros e emocionais sofridos com o pagamento integral da reserva em questão de 2556€. Após várias reclamações ao Booking que alega que o pagamento não foi efetuado pois o cartão bancário não tinha saldo suficiente peço inúmeras vezes que me comprovem esse facto com os respetivos documentos mas até hoje não aconteceu. Apelo á ajuda da DECO.

Encerrada
I. R.
14/05/2025
MEO

Demora a instalação

Exmos. Senhores, Realizei a solicitação do serviço de internet em 23-03-2025 e até o momento a instalação foi por duas vezes cancelada e o serviço não instalado. Solicito a conclusão do mesmo o mais rápido possível. Cumprimentos. Isabela Rosa

Resolvida
M. N.
14/05/2025

Encerramento de conta bancária

Exmos. Senhores, Caso 12653734 Comportamento abusivo por parte do Santander Esta situação afecta a minha companheira Stefany Nascimento da Silva, Rua Antero de Quental, nº 240, Estúdio 12, 3000-131 Coimbra, requereu no início do mês de Janeiro de 2025, o encerramento da sua conta no Santander e liquidou o pagamento da quantia em dívida, através de 3 pagamentos mensais, iguais e sucessivos. No passado dia 29 de Março de 2025, o Santander enviou-lhe um documento comprovativo de encerramento da sua conta bancária neste Banco. A cliente nada deve ao Santander. Este mês é com manifesta incredulidade que recebe um email do Santander a dizer que tem 9,22 € em atraso, conforme cópia que junta. Esta semana a importância subiu para 18,16 €, Será que este aumento se deveu às reclamações efectuadas pela Stefany? Mas o que é isto? Isto é um abuso. A conta já deveria de estar encerrada. Será que a divida é eterna? Participação para a DECO e para o Banco de Portugal. Cumprimentos.

Encerrada
R. M.
14/05/2025

Faturação aumentou sem aviso

Exmos. Senhores, Utilizei esta aplicação uma vez na qual fiz o seu primeiro pagamento que seria MENSAL no valor de 1,99€, no contrato indica que se houver alteração de valores ou impostos sobre os valores que o cliente será avisado coisa que não aconteceu, hoje foi o dia do segundo pagamento na qual me deparo com o valor de 24,99€ então sim existe uma alteração no valor na qual não fui informada mais uma vez eu digo, o valor mensal era de 1,99€ acho isto um ato de muita falta de respeito e quero que a empresa me faça a devolução desse mesmo valor, nunca voltei a utilizar mas por decência da minha parte aceitaria pagar novamente os mesmos 1,99€ agora 25€ é só ridículo, de momento já cancelei a assinatura nesta companhia e nao irei voltar a utilizar, enviei um email para eles a informar. Cumprimentos.

Encerrada
Y. S.
14/05/2025
Ervolog, Unipessoal Lda

Caução não devolvida

Em setembro de 2024, foi comprado à empresa Ervolog, Unipessoal Lda, um motor reconstruído para um Jaguar XJ. O processo foi todo ‘online’ e correu com toda a normalidade que era expectável. Na fatura da compra tem um valor de 1250,00 € que é referente à caução da entrega do motor antigo, valor esse pago com o valor do motor reconstruído. Após a recepção do motor antigo a referida empresa disse que iria proceder à respetiva devolução do valor e até hoje mesmo após inúmeros telefonemas a questionar a não devolução, arranjam variadíssimas desculpas para não fazê-lo! "Não estou no escritório agora, ligue-me depois das 14:00 que já trato disso" "Estou a conduzir, mas esteja descansado que ainda hoje trato disso" "Essa transferência já foi feita" "Vou-lhe enviar o comprovativo de transferência" "Dê-me 30 minutinhos que já trato disso sem falta" Quero com esta reclamação mostrar o meu total descontentamento com a referida empresa e acima de tudo alertar as pessoas que estejam a ponderar efetuar compras à mesma.

Encerrada
F. M.
14/05/2025

Atraso de Voo

Exmos. Senhores, Em 11/04/2025 dirigi-me ao aeroporto de Ponta Delgada no Aeroporto João Paulo II para embarcar no vosso voo S4128 para Lisboa no Aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo, que estava marcado para as 21:50h se atrasou, com partida a ter lugar pelas 01:50h e a chegada ao destino a ocorrer às 05:00h locais. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 250€ (duzentos e cinquenta euros), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Número de identificação fiscal (NIF): 218819897

Encerrada
D. G.
14/05/2025

Não encerramento de conta

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (PT50 0018 0003 5852 3135 0208 7) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em setembro de 2023, a conta continua aberta. Tive que abrir esta conta por causa de um período de pós-doutorado em Portugal, entre março e setembro de 2023, com o combinado que após meu retorno a mesma seria encerrada, o que não ocorreu. Apesar de não ter ocorrido movimentação alguma após o período e ter ficado saldo em conta, o banco continua a me cobrar de forma insistente como se existissem débitos posteriores. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Daniel Ferreira.

Encerrada
A. S.
14/05/2025

Falta de peça para reparação

Exmos. Senhores, Venho expressar a minha total revolta com esta que diz ser uma grande marca e que tem um serviço pós-venda miserável e tem falta de peças de substituição. Tenho um carro ZOE, o qual se encontra na oficina há mais de 3 meses por falta de uma peça - bomba de água. A Renault levou mais de 1 mês para dar uma previsão, a previsão foi para passados 2 meses, e na semana da data de prevista de entrega, elimina a data de previsão e volta a não dar qualquer previsão para entrega. SURREAL!!! falta de peças em caso de avaria, e que pelos vistos é comum, mas eles não estão minimamente preocupados ou focados no cliente. A suporte ao cliente tem sido mediocre. As pessoas que dão suporte não sabem nada, não fazem nada, mentem constantemente. Não havendo alternativa, estou inibido de usar o meu carro, sem alternativa, com filhos pequenos, com um mono que não serve para nada, e sem respostas ou suporte. Cumprimentos.

Resolvida
A. S.
14/05/2025

Cobrança indevida pela Segurança Social do Apoio Extraordinario a renda

Exmo. Senhor(a), Venho, por este meio,expor e requerer, com caráter de urgência, a regularização da situação referente ao Apoio Extraordinário à Renda, atribuído no âmbito do Decreto-Lei n.º 20-B/2023, de 22 de março, cuja gestão compete ao IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana. Sou beneficiário deste apoio desde o ano de 2023, tendo sempre cumprido todos os requisitos legais de elegibilidade, nomeadamente: - Contrato de arrendamento para primeira habitação celebrado antes de 15 de março de 2023; - Rendimento anual inferior ao limite do 6.º escalão do IRS; - Taxa de esforço igual ou superior a 35% do rendimento mensal com encargos de renda. Contudo, e de forma injustificada e contrária aos princípios da boa-fé, da legalidade administrativa e da confiança legítima, o apoio foi suspenso em dezembro de 2024 e deixei de o receber a partir de abril de 2025, alegadamente por falta de reativação do contrato de arrendamento no portal da Autoridade Tributária após a sua renovação ocorrida em dezembro de 2024. O próprio sistema informático do IHRU, conforme documento anexo, reconhece a validade contratual até 01-12-2024, e, ainda assim, o apoio foi pago normalmente até março de 2025. No entanto, posteriormente, a Segurança Social notificou-me da obrigação de devolução dos valores recebidos entre dezembro de 2024 e março de 2025, com fundamento em alegada ilegitimidade na concessão, o que constitui um erro administrativo grave, alheio à minha responsabilidade. Apresentei, em 07 de abril de 2025, pelas 21:05, reclamação formal através do portal do IHRU, processo n.º REC723935494, acompanhada de toda a documentação solicitada. Contudo, a reclamação permanece até à presente data no estado de “Submetido”, sem qualquer evolução processual, em violação dos princípios da celeridade procedimental (art. 9.º do CPA), da confiança legítima e do direito à habitação consagrado no artigo 65.º da Constituição da República Portuguesa. Nestes termos, venho requerer: 1. A reativação imediata do contrato no sistema, com efeitos retroativos à data da renovação, para assegurar a continuidade do apoio extraordinário à renda; 2. A anulação do pedido de devolução de montantes pagos entre dezembro de 2024 e março de 2025, por inexistência de má-fé ou erro imputável ao beneficiário; 3. A resolução urgente do processo n.º REC723935494, com comunicação formal da decisão ao requerente, e, se for caso disso, a regularização dos apoios em atraso. Mais informo que, na ausência de resposta célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios judiciais e administrativos competentes, incluindo queixa à Provedoria de Justiça, ação junto do Tribunal Administrativo e Fiscal, e, se necessário, exposição pública da situação perante os órgãos de comunicação social. Com os melhores cumprimentos, Adilmar Batista da Silva adilmarbatista@gmail.com 963 952 772 Cumprimentos.

Encerrada

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