Reclamações públicas

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M. F.
25/05/2025

Reembolso

Exmos. Senhores, Em 03/05/25 comprei-vos, através do vosso site, um/uma (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por 21,46 €. A referência da encomenda é 5000114290. Em 03/05/25, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
C. A.
25/05/2025

Péssimo atendimento em loja

Exmos. Senhores, No dia 24 de maio de 2025, pelas 22h45m, dirigi-me à loja Primor, situada no centro comercial Parque Nascente, com o objetivo de adquirir um shampoo de uso habitual. Apesar de faltar pouco tempo para o encerramento, a loja encontrava-se aberta, sem qualquer aviso de restrição de entrada ou de limitação do atendimento ao público. Não fui a única cliente a entrar nessa altura, pelo que era evidente que o funcionamento da loja decorria com normalidade. Ao chegar à secção dos shampoos, identifiquei o produto pretendido numa prateleira aberta, sem qualquer sinalização visível de restrição de manuseamento. Peguei no produto com a intenção de o levar para pagamento. De forma totalmente inesperada e despropositada, fui interpelada por uma funcionária, que me abordou com arrogância, num tom autoritário e agressivo, afirmando que “não podia pegar no shampoo”, pois teria de ser ela a entregá-lo. A referida funcionária falou comigo como se eu tivesse cometido uma infração, sem a mínima preocupação em explicar o motivo da sua intervenção de forma educada ou profissional. Essa atitude revelou uma postura de desconfiança deliberada e humilhante, que me fez sentir tratada como se fosse desonesta ou indesejada naquele espaço comercial. Na secção abaixo daquela onde se encontrava o shampoo, verifiquei posteriormente a existência de uma indicação que referia ser necessário chamar uma funcionária para aceder a determinados artigos. Contudo, essa sinalização dizia respeito a produtos guardados em caixas fechadas, o que não era de todo aplicável ao shampoo que estava numa prateleira aberta e acessível, como qualquer artigo de venda livre. Perante o ambiente desagradável e o tom inaceitável da abordagem, optei por não adquirir o produto e abandonar o estabelecimento. Tinha pessoas comigo e, para evitar conflitos desnecessários, recusei-me a prolongar um momento que considero absolutamente degradante. No entanto, não deixarei este episódio impune. Pretendo voltar à loja com o objetivo de identificar a funcionária em questão e considerar, se for caso disso, a instauração de um processo junto das autoridades competentes. O que aconteceu não se tratou de um mero mal-entendido ou de uma questão de procedimento: foi um atentado ao respeito e à minha dignidade, completamente injustificável. Fico sem saber se esta atitude resulta de uma política interna da loja Primor que trata os seus clientes como delinquentes, ou se foi motivada pelo simples facto de me ter dirigido à loja perto da hora de fecho. Em qualquer dos casos, a actuação foi repulsiva, discriminatória e indigna de qualquer estabelecimento comercial que se queira credível e respeitável. Exijo que a loja reveja com urgência os seus procedimentos e, sobretudo, que formações urgentes sejam dadas às funcionárias, para que compreendam que o cliente merece ser tratado com respeito – até ao último minuto do horário de funcionamento.

Encerrada
P. C.
25/05/2025

Reclamação – Cobrança indevida de bagagem de cabine pela Ryanair (Voo FR9497)

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair, na sequência de uma cobrança indevida de €75 relativa à minha bagagem de cabine no voo FR9497, de Faro para Porto, no dia 11/05/2025 (referência de reserva WN4EJL). Descrição dos factos: Adquiri o serviço Priority & 2 Cabin Bags, que me permite transportar gratuitamente uma mala de cabine (máx. 55x40x20cm, 10kg) e uma mala pessoal (máx. 40x20x25cm). A minha mala de cabine, modelo PACOMARTINEZ Summit, estava configurada para 20cm de profundidade e encontrava-se totalmente dentro das dimensões permitidas pela Ryanair. No portão de embarque, a mala coube no medidor de bagagem, mas fui obrigada a pagar €75 sob ameaça de não embarcar. Não me foi fornecido qualquer recibo ou justificação escrita para esta cobrança. Os funcionários da Ryanair no portão demonstraram total desinteresse em verificar os factos ou ouvir os meus argumentos, limitando-se a exigir o pagamento imediato. Enquadramento legal: Estou ciente das recentes decisões do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, que consideram ilegal a cobrança de taxas adicionais por bagagem de cabine que cumpra as dimensões e peso definidos pela companhia. A prática da Ryanair viola os direitos dos consumidores portugueses, conforme reconhecido por entidades reguladoras e de defesa do consumidor. Pedido: Solicito o reembolso imediato dos €75 cobrados indevidamente. Solicito ainda que esta situação seja reportada às entidades competentes para evitar que outros consumidores sejam prejudicados. Anexo a esta reclamação toda a documentação relevante: cartão de embarque, comprovativo da compra do serviço Priority & 2 Cabin Bags, fotos/detalhes da mala e troca de correspondência com a Ryanair. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Carreira Referência de reserva: WN4EJL

Encerrada
S. G.
25/05/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda que não foi entregue e paguei 14,39 €. 10,40€ do produto, e 3,99€ dos portes. Disseram que a encomenda foi devolvida por não estar ninguém para a receber e devolveram-me 6, 41€. Paguei os portes para trás e para a frente e nem um aviso no correio deixaram. Péssima logística. Cumprimentos.

Resolvida
J. R.
25/05/2025

Reclamação e pedido de reembolso por subscrição nao autorizada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança indevida no valor de 89,99€, efetuada na minha conta bancária, alegadamente devido à subscrição do vosso serviço “Premium”. Gostaria de salientar que nunca dei o meu consentimento formal e claro para aderir a qualquer tipo de subscrição paga. Aliás, não me recordo sequer de ter utilizado os vossos serviços recentemente, muito menos de ter aceite ou validado qualquer subscrição. Após alguma pesquisa, constatei que esta prática parece ser recorrente na vossa empresa, em que, ao efetuar uma compra pontual, os utilizadores são automaticamente inscritos num serviço pago sem o seu consentimento explícito. Considero esta prática abusiva e enganosa, e reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes, como a DECO e a Direção-Geral do Consumidor, caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade. Solicito assim, com caráter de urgência: O reembolso integral do montante de 89,99€ indevidamente cobrado; O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada à minha conta ou dados pessoais. Cumprimentos.

Encerrada
O. M.
24/05/2025

Artigo danificado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente à atuação do vendedor KIBO.pt, na sequência de uma compra realizada através do Marketplace Worten. No dia 06 de maio de 2025, foi adquirida uma Placa de Gás e Vitrocerâmica ELECTROLUX EGE6182NOK (Elétrica e Gás Natural – 58 cm – Preto), associada à encomenda n.º 64517239. No momento da entrega, o produto apresentava-se visivelmente danificado, com sinais evidentes de quebra, situação que foi prontamente reportada ao vendedor. Apesar da comunicação imediata, o vendedor recusou-se a assumir qualquer responsabilidade, alegando que os danos ocorreram durante o transporte e que, por a encomenda ter sido aceite, não lhe competia dar seguimento à reclamação. Esta recusa torna-se ainda mais preocupante quando constatámos que foram apresentados documentos de receção com assinaturas que não correspondem às nossas, o que levanta sérias dúvidas quanto à fiabilidade do processo logístico e documental. Para além da falta de apoio na resolução da situação, este comportamento revela uma atitude de total desresponsabilização por parte do vendedor, contrariando os princípios básicos de proteção ao consumidor e de boa-fé na relação comercial. Após alguma pesquisa informal, verificámos ainda a existência de diversos relatos públicos, em plataformas como o Google, denunciando experiências semelhantes com o mesmo vendedor, o que sugere um padrão de atuação lesivo e reiterado. Acreditamos que este tipo de conduta deve ser devidamente assinalado, de modo a proteger outros consumidores e a garantir que os direitos de quem compra online sejam efetivamente salvaguardados. Com os melhores cumprimentos, Olga Maksimova

Encerrada
P. O.
24/05/2025
Camara Municipal de Santarém

Processo de divida

Boa tarde Exmos (as) Srs (as), Venho por este meio solicitar a Vossas Excelências a vossa ajuda na resolução da minha situação que passo a explicar. Sou mãe divorciada e com a responsabilidade de 3 filhos, sendo dois ainda menores e no passado mês recebi por parte da minha entidade empregadora/contabilidade a informação de que o meu vencimento fica sujeito a penhora, derivado a um processo que está registado na Autoridade Tributária. Perante esta situação fiquei chocada e muito preocupada e entrei em contato com os serviços da AT, e posteriormente com os da Segurança Social, que são unânimes em lamentar esta situação, pois teve origem numa comunicação que a Câmara Municipal de Santarém realizou, a informar que a minha filha mais nova Carolina Vicente, entre o período de 01/09/2020 a 30/06/2023, esteve no escalão 1 indevidamente, pelo que deveria ter pago as refeições, que não aconteceu. Confirmei com a Segurança Social esta informação que me transmitiu não haver nenhum fundamento para isto, pelos meus rendimentos e pela situação do meu agregado familiar, até porque nesse período os meus filhos mais novos, frequentavam a escola da Póvoa da Isenta e como é possível, os outros dois estarem no escalão 1 e a minha filha mais nova não estar?! Esta situação está a trazer-me sérios danos irreparáveis, e no dia de hoje foi-me debitado o valor relativo a esse processo instalado pela AT e eu pergunto como vou alimentar os meus filhos se me "retiraram" o valor do meu ordenado?! No passado contatei a Câmara Municipal de Santarém que responsabilizou o agrupamento de escolas da Alexandre Herculano, pois disseram que foi neste organismo que teve início esta situação. Posteriormente a esta informação o referido agrupamento ao perceber a injustificação desta situação transmitiu-me que iria proceder com o envio de uma comunicação para a Câmara anular este processo junto da AT, e posso afirmar que ainda hoje me garantiram essa informação. O que se pode concluir disto, é que a AT instalou o processo por indicação da Câmara Municipal de Santarém, que por seu lado responsabiliza o Agrupamento de Escolas da Alexandre Herculano, contudo este organismo garante que já solicitou o pedido de anulação do processo de dívida, mas a prejudicada está a ser a minha família que no dia de hoje sem a minha permissão retiraram-me da conta bancária o valor que envio em anexo. Esta situação é vergonhosa e já não sei o que fazer, por isso solicito encarecidamente a vossa ajuda. Desta forma e não sabendo a quem recorrer, solicito mais uma vez, a resolução desta situação, para que a minha vida volte à normalidade, pois tenho a consciência plena que tudo isto aconteceu por uma informação fornecida pela C.M. Santarém que nunca deveria ter acontecido, pois nunca houve razão para que tal acontecesse. Os meus cumprimentos, Andreia Marcelina Dibanzilua NIF 257299742 NISS 12024507171

Encerrada
a. m.
24/05/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Venho por este meio conseguir auxilio para meu problema. Encomendei no dia 09/05/2025 com a PCDIGA, foi processada dia 10/05/2025 e enviada via CTT com entrega prevista pro dia 12/05/2025. Como não me foi entregue nada no dia 12 nem sofreu alterações no site do CTT, no dia 14/05/2025 entrei em contato com o CTT via telefone para saber da encomenda e eles não sabem onde ela está. Tentei resolver via suporte com a PCDIGA no dia 14/05/2025 e só fui respondida no dia 16/05/2025 com a promessa de entrega agendada para o dia 19/05/2025, no entanto, dia 19 não me foi entregue e voltei a contactar a PCDIGA. Foi me informado que estaria agendada para dia 22. Então a empresa não me fornece a encomenda, nem me estorna o dinheiro, “esperando” os CTT achar minha encomenda que eles podem ter perdido porque eu ligo lá e eles so sabem me dizer o qur esta atualizado no site que foi dia 11/05/2025 a ultima atualização. Gostaria de uma solução de uma vez por todas. Cumprimentos.

Resolvida
R. C.
24/05/2025

Cobrança de Taxa Indevida

Exmos. Senhores, EPORTO cobra indevidamente TAXA de estacionamento a 12/05/2025, não tendo em momento algum dado um intervalo de tempo razoável e suficiente que permitisse a regularização do pagamento do estacionamento. Reforço esta posição relatando que, assim que visualizei a funcionária, tentei de imediato interpelá-la verbalmente. Contudo, a mesma encontrava-se a utilizar auscultadores e, por esse motivo, não me ouviu, especulo ainda que ignorou as minhas tentativas de a chamar a atenção por meios gestuais. Ainda, quando alcancei a funcionária, estando claramente à sua frente, a mesma não parava de utilizar o equipamento de emissão de taxas, após uns segundos tirou os fones e disse que já não podia reverter a impressão da taxa. No imediato liguei para a EPORTO a explicar a situação e tentei colocar a funcionário em contacto com a própria empresa a qual ignorou o pedido, e a EPORTO por sua vez pediu para fazer uma exposição via e-mail, procedi em seguida mas demonstrou-se inútil. Em anexo encontram a troca de e-mail com a empresa em questão Nota: É possível constatar pela fotografia que envio em anexo que os cinco minutos decorridos entre as 17h56 (hora do carro) e as 18h02 (hora do email) corresponderam ao tempo despendido numa chamada telefónica com a própria EPORTO, precisamente no intuito de resolver esta situação. Melhores cumprimentos, Ricardo Correia,

Encerrada
V. M.
24/05/2025

Encomenda não entregue e sem informação escrita sobre reagendamento

Exmos. Senhores, No dia 3 de maio de 2025 adquiri um conjunto de artigos na loja online do IKEA pelo valor total de 1.180,97 euros, conforme a encomenda número 1517090922. O pagamento foi efetuado no momento. Na altura, e conforme indicado na fatura-recibo (em anexo), contratei o serviço de entrega no valor de 59 euros. A encomenda foi dividida em duas partes, tendo a primeira parte (um artigo) sido corretamente entregue no dia 6 de maio de 2025. Na altura da encomenda ficou também agendada a entrega dos restantes artigos para dia 14 de maio de 2025. Contudo, até à presente data, os mesmos ainda não foram entregues, nem tenho qualquer confirmação de quando será feita a entrega. No dia 14 de maio, recebi um email que indicava que "devido a um imprevisto, não foi possível realizar a entrega da encomenda" e que devia aguardar pelo contacto da equipa de Apoio ao Cliente. Acabei por ser eu a fazer o contacto telefónico nesse dia e informaram-me que a encomenda tinha sido enviada para o armazém errado. Neste contacto, também me foi dito que só teriam nova vaga para entrega para dia 23 de maio. Expliquei que isso significava mais de uma semana depois da data inicialmente acordada e que já tinha preparado toda a casa para receber a encomenda. Mais tarde, o Apoio ao Cliente informou, por telefone, que seria possível fazer a entrega no dia 16 de maio de 2025 ao fim do dia. A entrega também não foi feita no dia 16 de maio, mas desta vez não recebi qualquer informação da vossa parte. Voltei a telefonar para o Apoio ao Cliente, que me informou que fariam um pedido para uma vaga e teriam uma resposta para me dar no dia seguinte. Desde essa data não recebi qualquer contacto telefónico ou por email da vossa parte. Voltei a ligar nos dias 19, 20 e 21 de maio, mas obtive sempre a mesma resposta: tinham feito o pedido de vaga à transportadora e estavam à espera de resposta. Não tenho, no entanto, qualquer informação ou confirmação escrita de quando será feita a entrega. Recordo que passaram já mais de 20 dias desde a data da encomenda e 10 desde a data acordada para a entrega. Reforço o transtorno causado por este atraso, que me obrigou a fazer mudanças profundas na organização e funcionamento da casa para poder receber uma encomenda que ainda não chegou. Além disso, tinha contratado serviços de montagem que tive cancelar. Acrescento ainda que entre os artigos encomendados está uma cama para um quarto de criança, que tem sido o elemento da família mais afetado com toda esta situação, perturbando o seu descanso e organização pessoal. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega dos referidos bens, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Encerrada

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