Reclamações públicas

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M. R.
18/11/2025
DPD

Falha de entrega e devolução indevida — Encomenda 27832132668106

Venho apresentar reclamação formal pela devolução indevida da minha encomenda com o tracking 27832132668106, e pela ausência de suporte adequado perante a minha tentativa de solucionar o problema. A encomenda foi enviada de Espanha, e, como já verifiquei em outras situações semelhantes, o sistema da transportadora altera automaticamente o campo da morada — substituindo o prefixo português “Rua” por “CL” (abreviação espanhola de “Calle”), ou gerando combinações como “CLRUA”. Esta alteração automática, apesar de o código postal estar correto, resulta na classificação da morada como inválida e impede a entrega. Assim que detetei o problema, contactei a transportadora para pedir a verificação manual da morada. No entanto, recebi apenas respostas automáticas e genéricas, sem qualquer ação concreta. No dia 18/11, a situação agravou-se quando o tracking foi atualizado com o estado “Encomenda devolvida ao expedidor”, sem que fosse tentada uma nova entrega, nem que tivesse sido feito qualquer contacto comigo para corrigir o erro. Considero que esta situação poderia ter sido evitada com um sistema de validação que desse prioridade ao código postal, especialmente em envios internacionais, em vez de depender da leitura literal do campo de endereço. Solicito a revisão do caso, de modo a permitir que a encomenda seja corretamente entregue, sem custos adicionais, e que sejam considerados ajustes no processo para evitar que este tipo de problema se repita com outros clientes.

Encerrada
M. M.
18/11/2025

COBRANÇA INDEVIDA

Venho, por este meio, solicitar esclarecimentos com comprovativos relativamente ao alegado pela empresa E-REDES. Através de contactos telefónicos realizados nos dias 10/11/2025, 11/11/2025 e 13/11/2025, foi questionado à E-REDES se, de facto, tinha ocorrido uma visita técnica à morada para restabelecimento de potência. Importa salientar que o pedido inicial feito à ENDESA foi de restabelecimento de potência, e não de religação. Quando contactei a ENDESA para proceder ao pagamento parcial da fatura e solicitar o restabelecimento da potência, fui informado de que o serviço seria efetuado no prazo máximo de 12 horas. No entanto, o restabelecimento ocorreu muito antes desse prazo, em menos de 2 horas. Para minha surpresa, surgiu posteriormente uma cobrança na fatura da ENDESA com a seguinte designação: "BTN Adicional Restab. Urgente", no valor de 40,91 €. De imediato, contactei a ENDESA para saber o motivo dessa cobrança, tendo sido informado de que se devia a uma deslocação da E-REDES à minha morada. No entanto, essa alegada deslocação da E-REDES para restabelecer a potência não me foi comunicada. O técnico, caso tenha realmente estado na minha morada, não deixou qualquer registo. A ENDESA informou que a cobrança foi emitida pela E-REDES, alegando esta que houve uma visita técnica à minha morada para proceder ao restabelecimento da potência. Contudo, não recebi qualquer visita técnica, não recebi qualquer mensagem a informar dessa visita, nem me foi entregue qualquer comprovativo por parte da E-REDES que confirme que, de facto, ocorreu essa deslocação técnica. Saliento que, em todos os contactos efetuados (nos dias 10, 11 e 13 de novembro de 2025), foi solicitado à empresa que comprovasse efetivamente a existência de uma visita à minha morada. No entanto, todas as respostas fornecidas pela empresa continham apenas informações unilaterais, como a seguinte: “Confirmamos a deslocação à sua instalação. Informamos que, às 16h39, do dia 17-09-2025, a nossa equipa técnica se deslocou à morada XXXXXX (CPE PT0002000088957125DM). A visita técnica para Reposição URGENTE da PC BTN foi realizada.” Por todo o exposto, solicito que a empresa comprove, de forma inequívoca, que esteve na minha morada para realizar a alegada visita técnica. Caso tal não seja comprovado, o valor cobrado é irregular, pois tudo indica que não houve, de facto, qualquer deslocação técnica, estando a ser-me imputado um valor indevido de 40,91 €.

Encerrada
M. R.
18/11/2025

Encomenda errada

Boa tarde Exmos Senhores Adquiri no mês passado um ferro de Soldar à empresa PREFERAT. Recebi informação da DELNEXT que o produto ia ser expedido. Esta empresa acabou por enviar para a MRW fazer a entrega. Como o produto nunca mais chegava, desloquei-me hoje (18 nov) às instalações da MRW ( Avenida Santa Isabel,1 Armazens Parque Industrial, Meramar II 2635-047 Rio de Mouro ). Paguei os 55 euros contra a entrega do produto. Qual foi o meu espanto que o produto não foi o solicitado. O produto entregue foi uma caixa de chaves de fendas de valor irrisório. A MRW vai ficar com os 55€? Vai devolvê-lo a quem? Ao vendedor? É que talvez possamos travar o processo na MRW? Agradeço a vossa ajuda urgente Obrigado Mâncio Ramalho 968122766 mancio.ramalho83@gmail.com

Encerrada
T. M.
18/11/2025

Facturação indevida. Burla aos clientes

Exmos. Senhores da DIGI, Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação relativamente à decisão recentemente comunicada por V. Ex.as, referente ao problema recorrente com um dos meus contactos e à falta de resolução adequada do serviço prestado. Desde o início da situação, procurei sempre resolver o problema pelos meios disponíveis: dirigi-me aos vossos stands, contactei a linha telefónica diversas vezes e apresentei reclamações formais. No entanto, a resposta era sempre a mesma — que teria de aguardar — e, cada vez que ligava, acabava por esperar meses sem qualquer solução efetiva. Assim, não se tratou de falta de tentativa da minha parte, mas sim da inexistência de resolução por parte da vossa equipa. Em junho deste ano, após mais uma reclamação agora enviada por e-mail, recebi finalmente uma resposta confirmando que iriam proceder ao acerto dos valores cobrados indevidamente. Contudo, apesar do acerto efetuado, não me foi enviado um novo cartão funcional. Opção vossa!!!! Não minha!!!! recebi um cartão defeituoso que nunca foi substituído, mantendo o contacto inoperacional. Aguardei pacientemente até novembro por uma solução concreta, mas sem qualquer avanço e não sendo admissível continuar a aguardar por um serviço ao qual não tinha acesso, decidi cancelar não apenas um, mas ambos os serviços associados. E agora em forma de retaliação da vossa parte, a desculpa que me dão em relação a toda esta questão é que tenho de pagar porque pedi os códigos de portabilidade e já não quero ser vossa cliente. Sendo que é um direito meu, visto que os vossos serviços não me foram prestados em concordância com o primeiro contato que vos fiz. De acordo com o artigo 9.º, n.º 4 da Lei n.º 24/96 (alterada pela Lei 47/2014), não estou obrigada a pagar por serviços que não foram efetivamente prestados. Deste modo, venho solicitar: A faturação correta apenas do período em que o serviço do cartão operacional esteve efetivamente ativo e funcional até ao dia de hoje; A correção da fatura em conformidade com a legislação aplicável, que determina que não pode ser cobrado qualquer valor relativo a um serviço que não foi prestado. Agradeço desde já a atenção e aguardo a regularização desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mileu

Encerrada
J. L.
18/11/2025

Descontentamento no serviço e falta de resposta da empresa

Realizei uma consulta de avaliação em 10 de outubro de 2025, com a Dr.ª Alina, durante a qual a minha situação foi avaliada e me foi proposto o tratamento mais complexo da empresa. Posteriormente, questionei mais tarde novamente por WhatsApp se, considerando o meu desconforto nas articulações temporomandibulares, o tratamento seria apenas estético ou efetivamente vantajoso para a minha condição. Foi-me respondido e confirmado que o tratamento proposto seria o mais indicado, incluindo e não desvalorizando acompanhamento em oclusão após a conclusão do tratamento. Com base nesta informação, decidi avançar com o processo. Um dia após a assinatura do contrato online e pagamento integral efetuado em 03 de novembro de 2025 no valor de 3.399€, fui surpreendida com a solicitação de um documento adicional realizado por um médico dentista de oclusão, em clínica externa, que nunca havia sido mencionado anteriormente durante todo o processo. Estando no estrangeiro, não tinha acesso fácil ou imediato a tal documento, normalmente só conseguiria consulta no inicio ou meio de próximo ano. Questionei como poderia proceder e se a ausência desse documento comprometeria o avanço do meu tratamento, reforçando que nunca me tinham referido a necessidade de tal documento antes da assinatura do contrato. Recebi a resposta de que tal informação já havia sido mencionada, o que não corresponde à verdade, e que o processo avançaria “da melhor forma” assim que possível mas mais tarde deveria fazer a tal consulta de oclusão e eu concordei e confirmei que o faria assim que possível. Oito dias após o último contacto, e nove dias após a assinatura do contrato e pagamento integral, fui novamente confrontada e pressionada a assinar um documento de consentimento e responsabilidade, para avançar com o tratamento “por minha vontade”, mesmo que isso contrariasse a equipa médica da Impress. Tal documento coloca sobre mim a responsabilidade exclusiva por quaisquer complicações futuras, sem ter sido informado previamente, sendo esta situação duvidosa e inaceitável, sobretudo considerando que fui eu a levantar todas as dúvidas iniciais e após as minhas questões e apenas após assinatura de contrato e pagamento integral do tratamento é que começou a surgir o pedido de documentos e documento assinado de responsabilidade minha, e que nunca havia sido mencionado tais documentos anteriormente mesmo sendo observada presencialmente em clinica dentária e propondo-me assim um tratamento complexo devido a essas mesmas questões logo não era desconhecimento da doutora nem da vendedora antes do inicio do processo do tratamento, mas após um pagamento e assinatura de contrato já surgiram vários descartes de responsabilidade da equipa no que haviam prometido e então requisitaram da minha parte um documento que me responsabiliza-se problemas futuros. Toda a informação acima pode ser comprovada através das mensagens trocadas com a Senhora Cláudia via WhatsApp. Diante do exposto, considero que houve falta de transparência, falha de comunicação e pressão indevida, o que não me transmite segurança para avançar com o tratamento. Noto que pedi a rescisão do contrato e a devolução integral de todos os montantes pagos, por email e carta registada, no prazo legal do consumidor menos de 14 dias após o inicio de contrato, mas sem resposta. Solicito que a empresa resolva a situação de forma amigável, procedendo à resolução do contrato e devolução integral do valor pago. Caso não seja atendida, informo que apresentarei queixa junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e do Centro de Informação Autárquico ao Consumidor (CIAC).

Encerrada
M. D.
18/11/2025

Encomenda veio errado

Exmos. Senhores No dia 17 de novembro recebi minha encomenda da Sapatos Bento. Tinha pedido um sapato número 41 vermelho e a Sapatos Bento me enviou 40 preto. Entrei em contato por e-mail pra solicitar troca ou devolução do dinheiro, e a empresa não me respondeu

Encerrada
A. E.
18/11/2025

Reclamação – Recusa ilegal de garantia, falta de relatório técnico e prestação deficiente de serviço

Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao tratamento prestado pela FNAC no processo de assistência técnica da minha PlayStation 5 adquirida em 01/10/2023 na vossa loja. Entreguei o equipamento para avaliação em 03/11/2025, devido a um problema evidente de funcionamento: a consola entrava nos menus normalmente, mas ao iniciar qualquer jogo apresentava erro e bloqueava, impossibilitando a utilização. Após a entrega, recebi da FNAC um orçamento para substituição da consola, sem qualquer relatório técnico a comprovar a suposta causa da avaria. Posteriormente, e após solicitar esclarecimentos, a FNAC comunicou-me por email que “não é possível ativar a garantia pela data de compra” e que só teria direito ao 3.º ano de garantia se tivesse tido uma avaria comprovada nos primeiros 2 anos. Esta informação é legalmente falsa, uma vez que o Decreto-Lei 84/2021, em vigor desde 2022, estabelece claramente um período de 3 anos de garantia legal para bens móveis, sem qualquer condição de avaria prévia. Apesar de ter solicitado várias vezes por escrito o relatório técnico obrigatório que fundamentasse a recusa da garantia, nunca me foi fornecido. Foi inclusivamente admitido telefonicamente pelo técnico da FNAC que, “segundo a descrição do problema, o defeito deveria ser de hardware”, mas que, ainda assim, o equipamento não foi avaliado tecnicamente, tendo sido emitido um orçamento automático como se fosse uma substituição direta. Ou seja, a FNAC: Recusou exercer a garantia com base numa justificação ilegal; Não realizou diagnóstico técnico, apesar da sua obrigação legal; Não forneceu relatório técnico mesmo após pedido escrito, impedindo-me de comprovar a falta de conformidade; Tentou cobrar-me uma reparação sem avaliação, o que constitui prestação de serviço deficiente; Só procedeu ao reembolso do valor cobrado após insistência minha, mantendo a recusa de garantia e a ausência de relatório. Estes comportamentos configuram violação do DL 84/2021, nomeadamente: Art.º 5.º — Responsabilidade do vendedor pela falta de conformidade (até 3 anos); Art.º 18.º — Obrigação de diagnóstico técnico adequado; Art.º 15.º — Proibição de recusa infundada de garantia; Art.º 30.º — Prática comercial enganosa através de informações falsas sobre direitos do consumidor. Assim, solicito: Esclarecimento formal sobre a razão da recusa da garantia legal, devidamente fundamentada com diagnóstico técnico escrito, como prevê a lei. Reavaliação do equipamento ao abrigo do DL 84/2021, uma vez que a recusa baseada na “data de compra” é ilegal. Garantia de que situações semelhantes não voltarão a ocorrer e que os colaboradores serão informados da legislação correta. Caso não obtenha resposta adequada, darei seguimento ao processo junto da CNIACC e demais entidades competentes. Aguardo resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos, Alejandro 550098695 (guia de reparação)

Encerrada
A. R.
18/11/2025

BURLA

Exmos Senhores, Venho por este meio informar que fui vítima de uma possível burla numa compra efetuada no site ShopPortugues no dia 4/11/2025. Realizei uma encomenda de uma Mesa de Maquilhagem com Espelho e Banco, cujo preço é 34,90 €. Efetuei o pagamento e enviei um e-mail ao vendedor para confirmar a transação, mas até ao momento não obtive qualquer resposta. O site não disponibiliza outras formas de contacto e não recebi qualquer informação sobre o envio da encomenda. Solicito a vossa ajuda para compreender quais os passos a seguir e, se possível, intervir junto da entidade responsável. Dados da compra: Data: 04/11/2025 Produto: Mesa de maquilhagem com Espelho e Banco Valor: 34,90 € Entidade: 45648 Referência: 382969632 Site: https://shopportugues.pt/ Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo orientações

Encerrada
J. P.
18/11/2025

Encomenda não recebida

Reclamação – Extravio de Encomenda e Falta de Resolução por Parte da FedEx Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa FedEx Portugal, relativa ao extravio da minha encomenda associada à carta de porte 883563906250, bem como à falta de acompanhamento, informação coerente e resolução adequada por parte da transportadora. Descrição dos Factos No dia 10 de setembro de 2025, a FedEx efetuou uma tentativa de entrega da minha encomenda na morada original. Nesse mesmo dia, entrei de imediato em contacto com a FedEx para solicitar a alteração da morada de entrega, uma vez que não se encontrava ninguém na morada inicial. A partir dessa data, realizei várias chamadas — praticamente diárias — para confirmar que a alteração de morada havia sido corretamente registada. Apesar disso, a encomenda nunca foi entregue, nem houve qualquer tentativa adicional de contacto por parte da transportadora. Passadas cerca de três semanas, fui informado pela FedEx de que não sabem onde está a encomenda, admitindo que a mesma se encontra perdida/extraviada. Falta de Acompanhamento e Inconsistência nas Respostas Recebi diversos e-mails da FedEx com orientações contraditórias, alternando entre pedidos de documentação, aconselhamento para abrir reclamação através de terceiros e pedidos repetidos de informações que já haviam sido enviadas. Apesar de toda a documentação ter sido fornecida — incluindo fatura, comprovativos de pagamento, contactos efetuados e IBAN — a situação continua sem resolução satisfatória. Prejuízos Sofridos Requeiro a compensação financeira pelos prejuízos decorrentes da perda da encomenda e pelos custos adicionais que tive devido à má gestão da FedEx: 1. Valor total da encomenda perdida: 216,18 € 2. Custos de portes de envio: 110 € 3. Custos de chamadas para o apoio ao cliente da FedEx: 6 € 4. Total reclamado: 332,18 € Toda a documentação comprovativa destes valores já foi entregue à FedEx. Pedido Solicito que a DECO Proteste intervenha nesta situação, dado que: A FedEx assume não saber localizar a encomenda; Há falta de responsabilidade e ausência de resolução por parte da empresa; O tratamento do caso tem sido ineficiente, confuso e prolongado, causando-me prejuízos materiais e perda de tempo. Peço, assim, que seja assegurada a devolução integral dos valores acima indicados e que a FedEx seja responsabilizada pelo extravio e pela falta de diligência no processo. Dados Relevantes Carta de porte (tracking): 883563906250 Nome do consumidor: José Carlos da Conceição Pinhal Contacto: 915391143 Email: jpinhal11@msn.com IBAN fornecido à FedEx para eventual reembolso: PT50001000005820759000177

Encerrada
M. F.
18/11/2025

reembolso ainda não devolvido

encomenda nº JSOEUTJSZ Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação com a empresa Ginova. No dia 24/09, efetuei a compra de umas sapatilhas através da loja online desta empresa. A encomenda nunca foi entregue, apesar de o pagamento ter sido confirmado. Solicitei o reembolso, mas até à data não recebi qualquer devolução do valor pago, a mesma encontra-se cancelada desde o dia 13/11. não me respondem aos email quando pergunto como vai ser feito o reembolso Mais recentemente, tomei conhecimento de que as sapatilhas que adquiri podem não ser originais, o que configura um possível caso de publicidade enganosa ou venda de produtos contrafeitos, situação grave e contrária às normas de defesa do consumidor. Assim, peço a vossa ajuda para: 1. Garantir o reembolso imediato do valor pago; 2. Verificar a eventual venda de produtos não originais por parte da empresa; 3. Avaliar eventuais infrações aos direitos do consumidor. Dados relevantes: • Data da compra: 24/09 • Produto: Sapatilhas (suspeita de não serem originais) • Situação: Encomenda não entregue, reembolso não realizado, suspeita de contrafação • Empresa: Ginova Agradeço o vosso apoio e aguardo orientação sobre os próximos passos.

Encerrada

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