Reclamações públicas

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C. F.
22/05/2025

Encomendas não recebidas

Exmos. Senhores, Nos dias 10/04/2025 e 13/04/2025 adquiri dois pares de ténis, da marca Adidas, no site da Two Steps, pelo valor de 77,90 e 76,49 euros respetivamente. Ambos os pagamentos foram efetuados no momento das encomendas. As encomendas têm as referências T4724S e T4188S. No momento da compra, o prazo estimado para a entrega era entre 2 a 4 dias úteis, com a ressalva de que em época de saldos, o prazo poderia variar e não corresponder ao prazo de entrega normal. Posteriormente, no email de confirmação de encomenda, a Two Steps assume que "O prazo estimado de entrega é de 10 a 18 dias úteis." No dia 07/05/2025, a empresa Two Steps Lda. enviou um email a data de que enfrentava com um contratempo inesperado que foi, e passo a citar, "a entidade bancária com a qual trabalhamos e amplamente reconhecida pela sua competência e rigor, procedeu a uma suspensão temporária de pagamentos para connosco, inerente a centenas de pedidos no âmbito de um processo interno de verificação e segurança. Este bloqueio impactou diretamente a nossa capacidade de realizar pagamentos imediatos aos nossos fornecedores/distribuidores, o que resultou num atraso no envio de algumas encomendas, incluindo a sua. Gostaríamos de garantir que todos os produtos já se encontram junto dos fornecedores e estão a caminho dos nossos armazéns. Assim que os artigos chegarem, serão imediatamente expedidos para si. Reconhecemos que o prazo inicialmente estimado será ultrapassado, mas gostaríamos de salientar que estamos comprometidos em cumprir com o prazo legal previsto para entregas em compras online, conforme estipulado pela legislação em vigor." É de salientar que, salvo erro, segundo a legislação em vigor, na ausência de uma data acordada, o prazo de entrega é de 30 dias, prazo esse já largamente ultrapassado. Importa salientar que neste mesmo email foi pedido ao cliente para não solicitar o cancelamento das encomendas, por falta de liquidez da empresa. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (por via de telefone e por via de email) e obtive a informação escrita, nos dia 28/04/2025, 06/05/2025 e no dia 14/05 as respostas de que o bem está para entrega e em fase final de preparação. Acontece que após 2 semanas, desde a última resposta por email, no dia 14/05/2025, nenhuma das encomendas foram entregues. Remeto os emails em anexo dando prova da comunicação errónea feita pela empresa sugerindo a eminente entrega dos bens adquiridos. Mais fui informada, através de contacto telefónico, de que poderia fazer o pedido de reembolso mas que o mesmo iria demorar pois a empresa não tem fundo de maneio para proceder à devolução. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega dos referidos bens adquiridos, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Encerrada

Abandono de Obra

A edificação contratada à CasasdMadeira.com / Point of Painting , deveria ter sido finalizada em duas fases, cada uma delas compreendida pelo período de 5 a 6 meses, ou seja num ano. Foram constantes os atrasos injustificados, começando com vários meses para a disponibilização do kit, e sucessivamente para a concretização da empreitada final. Aparecem uns dias e depois desaparecem durante semanas. Ou seja, os 10 meses previstos passaram-se 2 anos e meio, ninguém aparece há mais de 3 meses, não havendo fim à vista. Sendo uma edificação de madeira inacabada, e sujeita às intemperides naturais, encontra-se num processo de degradação. O gerente e único responsável pela operação da empresa, não atende nem devolve qualquer telefonema, ignora as mensagens via whatsapp, e apesar de 85% por cento do montante total já liquidado (mais de 100 000€), a obra encontra-se completamente parada. Há também um conjunto de imperfeições / desvios ao projecto que são inaceitáveis, e necessitam pois de correcção. Contactos via advogado tem-se mostrado infrutíferos pois o fornecedor insiste numa tática de respostas ambíguas e confusas, numa clara tentativa de levar o cliente à exaustão. Exige-se pois o imediato regresso à obra para conclusão da mesma dentro dos termos do contrato.

Encerrada

Venda de viatura com defeitos e incumprimento de garantia

No dia 01-03-2025, adquiri ao Sr. Júlio Pimentel Costa um veículo usado, marca Opel Astra, ano 2004, com a matrícula 94-71-ZB, tendo-me sido garantido um período de garantia de 18 meses. No entanto, até à presente data, não me foi entregue nem a declaração da garantia, nem o respetivo recibo, apesar das várias solicitações feitas nesse sentido. Adicionalmente, logo após a aquisição, começaram a surgir diversos problemas mecânicos e eletrónicos na viatura, que foram de imediato comunicados ao vendedor, sem que tivesse havido qualquer resolução eficaz. A lista de problemas inclui: Motor não ultrapassa as 3000 rpm (confirmado por mecânico). Sistema de climatização (ar quente e frio) inoperacional. Primeira mudança arranha ao ser colocada. Vibrações anormais do motor, inclusive em ponto morto e marcha-atrás. Buzina inoperacional com as luzes ligadas. Luz vermelha do airbag acesa no painel. Barulho anormal no painel de bordo e marcação incorreta da velocidade (vídeo comprovativo disponível). Luzes de aviso do ABS e controlo de tração acesas. Luz de avaria do motor (amarela) acende ocasionalmente. Boia do nível de combustível descalibrada. Luz da matrícula apaga-se com a chuva. Porta traseira direita desalinhada, gerando aviso intermitente de porta aberta. O veículo esteve mais de um mês no Porto sob responsabilidade do vendedor, supostamente para resolver estas avarias, mas os problemas persistem até hoje, sem qualquer resolução. Desde então, têm sido feitas várias tentativas de contacto, incluindo por email e telefone, sem qualquer resposta por parte do Sr. Júlio, sendo este o único ponto de contacto disponibilizado. Apelo à intervenção da DECO para resolução deste conflito, solicitando que: Seja cumprida a entrega da documentação da garantia e respetivo recibo; Sejam reparados, conforme previsto na lei, todos os defeitos mencionados no veículo; Seja reembolsado o valor despendido do orçamento da reparaçao da marcha-atrás. Pretendo resolver a situação por vias extrajudiciais, mas com a garantia de que os meus direitos enquanto consumidor serão respeitados.

Encerrada
V. O.
22/05/2025

Encomenda. Buzina não recebida

Exmos. Senhores, Em 20-03-2025 adquiri uma blusa, da marca Buzina, pelo valor de 60,90_ €. O pagamento foi efetuado no momento. A encomend foi feita on-line por um artigo que supostamente estaria disponível para entrega. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços ao lindo destes meses via Instagram ( única via possível de comunicação) e apesar de lerem as mensagens ou não respondem ou inventam prazos que não cumprem. Só após alguma insistência respondem com vídeo a dizer que as peças são feitas e pode haver prazos mais longos. Após esse contato e após novas perguntas dizem que vão consultar e da última vez disseram que a entrega seria na passada quarta feira o que não aconteceu. Após questionar , lêem a pergunta mas não respondem. Assim sendo solicito que seja despolatada a devolução do dinheiro pela mesma via MBway. Não sei se não é uma fraude. Cumprimentos.

Encerrada
P. P.
22/05/2025

Fornecimento de Informações erradas não assumindo o erro

Exmos. Senhores, Segue transcrita a reclamação apresentada junto da companhia ‘Ok! Seguros’, tendo as informações erradas fornecidas por eles levado ao pagamento de um arranjo de 804.79€, referente à substituição do vidro dianteiro. “Boa tarde A borracha que junta o vidro da frente ao Corcovan do carro descolou-se e, por não saber se a minha apólice cobria os danos, contactei a companhia a perguntar se o dano apresentado fazia parte da minha cobertura. Ao que me foi dito que sim. Mediante esta resposta participei o sinistro explicando a situação, à qual recebi uma mensagem a dizer “Na sequência do processo 25AA10****, autorizamos a reparação do veículo,… Basta dirigir-se ao local e apresentar o nº do processo” Contactei a companhia a confirmar a veracidade desta mensagem. Ao que me confirmaram que sim, que era verdadeira. Perguntei se podia arranjar noutra oficina ao que me disseram que sim. Após pedir à oficina que encomendasse o vidro para a substituição dizem me que afinal os danos não são cobertos pela apólice e que não vão cobrir os custos… Completamente inadmissível, 800€ de reparação por terem dado informações erradas Solicito assim a transcrição/audição das chamadas de dia 08/05 e dia 13/05. Com os melhores cumprimentos, Pedro Adragão Pereirinha“ Após falar com a companhia referem que não se podem responsabilizar porque não deram ordem de reparação. Peço assim o apoio do departamento jurídico de modo a dar seguimento a este processo. Com os melhores cumprimentos, Pedro Pereirinha

Encerrada
R. R.
22/05/2025

Dano provocado por equipamento

Ex.mos Senhores, - A 19 de Janeiro de 2024, eu e a minha esposa procedemos à compra de um aquecedor (Mi Smart Heater) no site online do estabelecimento PD DIGA (www.pcdiga.com). - No dia 22 de Janeiro de 2024, efectuei a recolha do aludido equipamento no estabelecimento PC DIGA, situado na rua Fernão Magalhães nº 2949, Porto, pelas 19H10. - Nessa noite, pelas 21H45, experimentei o referido equipamento pela primeira vez, ligando-o no quarto dos meus filhos (com 3 e 8 anos, à data), enquanto os adormecia. - Pelas 22H10 constatei cheiro a queimado mas, ao olhar para o aquecedor a não vendo fumo, não relevei. - Às 22H30, perante a persistência do cheiro a queimado, decidi desligar o equipamento e retirar a ficha da tomada. - Quando o fiz, queimei-me ligeiramente, percebendo que a mesma estava a uma temperatura muito elevada e maleável, aparentando estar a derreter (ao contrário da rigidez que normalmente aparenta). - Assim, puxei o cabo de forma a conseguir desligar o equipamento, vindo o “espelho” da tomada acoplado à ficha do aquecedor. - Aqui, aferi que a ficha do aquecedor havia queimado e derretido a tomada, conforme fotografias que apenso. - Do supra descrito, resultou danos na tomada, papel de parede e, pelo que se via superficialmente, na cabelagem da mencionada tomada. - Assustado e revoltado (com o que poderia ter extrapolado os meios materiais, uma vez que, relembro, é o quarto dos meus filhos menores), enderecei imediatamente uma mensagem ao contacto de Whastup da PC DIGA e um e-mail, a reportar o incidente e a requerer ser atendido pela gerência. - Ainda guardo essa mensagem, devidamente alicerçada em fotografias. - Apenas no dia 31 de Janeiro tive feedback dos serviços da loja, questionando-me se já me havia deslocado à loja física, ao que respondi negativamente, por estar a aguardar instruções da parte deles. - Assim, dia 01 de Fevereiro desloquei-me à aludida loja, tendo exposto a situação. - O funcionário assumiu imediatamente a responsabilidade, devolvendo-me o valor despendido. Contudo, quando fiz alusão ao dano sofrido na tomada, o mesmo procurou descartar qualquer ressarcimento por isso, tendo então solicitado ser contactado pelo seu superior hierárquico. - Contacto esse que nunca aconteceu. - Durante essa interação, disponibilizei-me a receber uma equipa de peritagem em casa de forma a aferirem e inspecionarem a área afectada, contudo, o funcionário disse que isso não seria possível, mas que iria reportar superiormente a questão. - Num outro email endereçado à marca, fiz referência aos artigos 562º, 563º e 564º n°1 do Código Civil, assim como aos meus direitos enquanto consumidor, vertidos no Decreto Lei 24/96 de 31 de Julho, alterado pela Lei 28/2023 de 4 de Julho, pelo que não poderão alegar desconhecimento. - Posteriormente o serviço de suporte online contactou-me a referir que haviam verificado que já me haviam reembolsado pelo equipamento, descartando outras indemnizações. - A 18 de Fevereiro de 2024 procedi a reclamação junto da Direcção Geral do Consumidor que apenas se limitou a responder-me com um e-mail standard, sem qualquer eficácia ou poder resolutivo. - Entretanto, como encostei um móvel à zona afectada, suprimindo o risco, a situação esmoreceu. - Contudo, agora que tive necessidade de o retirar, deixando a tomada exposta novamente, vinha solicitar a ajuda da DECO, com vista a uma resolução para o que acima descrevi. - Realço o facto de que, ao assumir o defeito do equipamento, e procedido à devolução do valor pago, o deveriam fazer a outros danos adicionais com nexo causal com a avaria no aquecedor. - Em tese, se o aquecedor incendiasse um imóvel, a PC DIGA entende que apenas havia lugar a indemnizar pelo equipamento em si… Obrigado. Atentamente, Ricardo Ribeiro

Encerrada
R. P.
22/05/2025

FATURAÇÃO INDEVIDA

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº C837610630. No entanto há pelo menos 1 ano encontro-me a pagar 1 segundo contrato na mesma morada, não tendo dado qaulquer consentimento para o mesmo. Após várias chamadas para a NOS, as quais se encontram gravadas, dizem-me que tenho valores a receber, visto terem sido pagos indevidamente. Acontece que à data atual os mesmo não foram regularizados e, apesar de já ter pedido o cancelamento do contratyo com a NOS, os mesmos não cancelam a adesão e continuam a enviar faturas mensais. Agradeço que o mesmo seja definitivamente canclado, que venham recolher todo o material. que lhes pertence. Perante esta situação, deixei de pagar as faturas no sentido de chegar à fala com a entidade responsável e a mesma poder regularizar todos os valores que foram pagos por um contrato inexistente. Agradeço resolução célere da questão e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Grata, Rafaela.

Resolvida
J. F.
22/05/2025

A worten tem um divida de reembolso comigo

No dia 15/05/2025 efetuei um pagamento á empresa worten, no valor de 30€, para pagar a deslocação de um técnico á minha residência afim de montar um summier, essa montagem nunca aconteceu porque a cama foi devolvida por falta de peças, como já tinha pago 71,99€ por esse serviço, a worten disse que só me devolvia essa quantia se eu paga-se a deslocação do técnico, valor de 30€ que eu paguei no dia 15/05/2025, como já referi acima. Foi-me dito que recebia os 71,99€ 72 horas após o pagamento dos 30€, facto é que já passaram 7 dias e não pagaram. ontem contactei a worten disseram que seria contactado pela gerencia, e também não o fizeram. Também disseram que não tinham conhecimento sobre as 72 horas, as chamadas são gravada, não tentem jogar-me areia para os olhos!! sinto-me enganado, burlado e exijo justiça! quero meu dinheiro já e pela mesma forma que paguei MBWAY Cumprimentos.

Encerrada
J. F.
22/05/2025

A EDP nega se dar faturas contrato solar pago totalmente pela conta no banco e fazer visita contrat

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º (NÚMERO DE CONTRATO), comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde (DATA). Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.

Encerrada
S. P.
22/05/2025

Cobrança de valor por serviço

Exmos. Senhores, No passado dia 17 Abril 2025 desloquei me ao hospital lusíadas Lisboa, a consulta de imunoalergologia para que a minha filha fizesse a vacina que está a fazer, quando a chegada fui confrontada com um suposto valor de 20€ pedido para pagar e no qual nunca me conseguiram explicar para que era esse valor. Sendo já a 3 toma da vacina e até à data nunca me tinha sido cobrado nenhum valor extra. A dia 21 maio após nova toma da vacina foi me pedido um novo valor de 15.75€ no qual já justificaram ser um valor a título particular que o grupo lusíadas estava a cobrar e que não poderia ser submetido a seguradora para reembolso. Tenho pago sempre e só o valor da vacina e como antes nenhum administrativo me deu explicação para essa cobrança, deixei para que o serviço de faturação e o serviço de imunoalergologia me desse uma explicação por escrito, via email, que até este dia não obtive resposta Reforço que não houve nenhum aviso aos clientes desta nova alteração unilateral via email ou SMS. Apenas sabem dos contactos dos utentes, para pedir pagamentos, mas para avisar os utentes de alterações de condições de serviço ficam calados e apenas expõem no momento da consulta/vacina. Por este motivo estou com um valor em divida de 35.75 € que o hospital apenas pede aos utentes sem nenhum explicação. Reforço que o ato médico é vacinação sob vigilância e que em 30 minutos eu fico na sala sozinha com a minha filha sem que haja a presença da enfermeira a vigiar, que todo o qualquer material sou eu que levo( vacina, seringa, agulha, gelo) e que o hospital só dispensa um pedaço de algodão e pomada. Questiono se é despesa para 20€ de ato de enfermagem? Não é fazer pensos, não é uso de nada, que cause prejuízo para cobrarem tal valor as pessoas. Aguardo uma resposta e resolução desta situação, de forma justa. Cumprimentos. Susana Pires

Resolvida

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