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Suspensão propositada dum canal de TV parte integrante do contrato
Sou subscritor dum contrato de fornecimento de serviços de televisão, internet e rede fixa. Desse contrato fazem parte cerca de 150 canais de televisão. No entanto, mesmo em condições normais, como no dia 31 de Maio, ficar sem acesso a um canal da grelha de forma premeditada é recorrente. Como o canal M6 (224 da grelha) transmitiu a final da liga dos campeões europeus de futebol, a emissão do mesmo foi suspensa, violando os meus direitos de cliente. A razão é fácil de perceber: a Sportv transmitiu o mesmo jogo num dos seus canais e a NOS suspendeu a emissão do M6 para que os clientes como eu que não são subscritores da Sportv entendam que neste tipo de situações não têm direito a ver os canais que habitualmente vêm e pelos quais pagam uma assinatura mensal. Isto é inaceitável. Inaceitável é também a resposta que me enviaram hoje. É falso que tenha sido o canal M6 a decidir a suspensão. A mensagem de interrupção da emissão do canal estava em português e é óbvio que tentam assim justificar com uma mentira a proteção dada à Sportv, bem como a comissão duma ilegalidade que fere os meus direitos enquanto consumidor. Fico a aguardar uma resposta vossa que explique cabalmente o recurso frequente a este tipo de ilegalidade.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Comprei um artigo na vinted que foi parar a um ponto de recolha de 10km de distância daquele que eu tinha escolhido, após falar com um responsável de atendimento ao cliente, mostrou-me pouco prestável e compreensível para me solucionar o problema, dizendo que com os dados que indiquei não conseguia encontrar nenhuma conta vinted associado aos mesmos, quando eu tenho a certeza que dei os dados certos porque fiz login e logout várias vezes para perceber se eram aqueles dados que davam acesso a minha conta vinted, devido a distância do ponto de entrega não consegui ir buscar o artigo, mas também não me foi feito o reembolso de cerca de 30€, nem de forma automática nem mesmo depois de eu ter entrado em contacto com a equipa vinted portugal. Cumprimentos.
Reclamação por recusa de devolução ou substituição imediata de produto avariado (Bomba adqui
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma compra efetuada no Bricomarché. Adquiri uma bomba essencial para a minha atividade profissional, mas ao testar o equipamento, verifiquei que este se encontrava avariado de origem. Dirigi-me de imediato à loja para apresentar a situação, solicitando a troca do equipamento ou a ativação da garantia. No entanto, fui informado de que o processo de reparação demoraria bastante tempo( cerca de 1 mês), sem qualquer previsão concreta. Tendo em conta que necessito urgentemente deste produto para trabalhar, solicitei o reembolso do valor pago ou a substituição imediata por um produto funcional, o que me foi recusado pela loja. Gostaria de salientar que, segundo o Decreto-Lei n.º 67/2003, alterado pelo DL n.º 84/2008, o consumidor tem direito à substituição do bem defeituoso, à sua reparação, à redução adequada do preço ou à resolução do contrato, sem encargos, dentro do prazo legal de garantia. Dado que o produto se encontrava avariado à data da compra e foi comunicado imediatamente, entendo que tenho direito a uma solução célere, que não me prejudique profissionalmente. Agradeço à DECO PROTESTE todo o apoio possível na mediação desta situação, no sentido de garantir os meus direitos enquanto consumidor. Segue em anexo a fatura de compra, a via de reclamação e o guia de reparação. Com os melhores cumprimentos, José Manuel Pais Oliveira
Lancao router wifi 7 querem cobrar 50 euros deslocacao de um tecnico para trocar de router e pior ai
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. E cobrarem 5 euros pwlo aluguer do router e uma vergonha na concorrência nao se paga nada de alugar de router eles tambem twm router wifi 7 e so roubar os clientes a pagar um balordio pelo serviço fibrao nao prestao um serviço em condicoes nao recomendo a meo a ninguem
Cobrança de operação não autorizada – WiZink / Cartão Visa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidor, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €4.242,00, efetuada no dia 14/05/2025 através do meu cartão de crédito Visa. A operação foi imediatamente reportada por mim como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia Judiciária. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, a WiZink: Encerrou o processo e atribuiu-me responsabilidade total; Alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria; Não apresentou qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim; Ignorou o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que não se verificou. Encontro-me, portanto, a ser cobrado por uma operação que denunciei como fraudulenta, sem qualquer meio de defesa ou transparência no processo, o que configura, na minha opinião, uma violação grave dos meus direitos como consumidor e utilizador de serviços de pagamento. Solicito o apoio da DECO na mediação desta situação e na exigência do cumprimento dos meus direitos legais por parte da entidade bancária. Fico à disposição para fornecer documentação de suporte: cartas da WiZink, prova da transação, contacto com Visa, queixa à PJ e reguladores. Com os melhores cumprimentos, Nuno Barros
Falta de Apoio e Transparência no Processo de Cancelamento de Reserva
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação que considero profundamente injusta e dececionante no âmbito de uma reserva efetuada através da plataforma Booking. Por recomendação médica, fui expressamente impedida de viajar no período correspondente à minha reserva. Para o efeito, disponho de uma declaração médica oficial, que prontamente me disponibilizei a partilhar com a Booking como forma de comprovar a impossibilidade de usufruir da estadia. Contactei diretamente o hotel com a esperança de encontrar uma solução. Fui informada, por duas vezes, que o assunto deveria ser tratado com a Booking. Assim procedi. Contudo, fui informada pela equipa de apoio da Booking que, por se tratar de uma reserva feita em parceria com a Bedsonline, não poderiam aceder nem alterar a reserva, recomendando-me novamente a negociar diretamente com o hotel. O hotel, por sua vez, demonstrou total abertura para colaborar, tendo-me informado que não cobrariam a estadia, e que apenas necessitavam de um cancelamento formal do lado da Booking para validar o processo. Retornei o contacto com a Booking e, para minha surpresa, fui informada de que o hotel teria recusado o cancelamento — o que é falso, conforme confirmado pelo próprio hotel, quer por telefone, quer por e-mail. Segundo o mesmo, estavam apenas a aguardar resposta da Booking. Perante esta incongruência e falta de transparência, reforcei o meu apelo, ciente de que se tratava de uma tarifa não reembolsável, solicitando uma exceção justificada por motivos médicos, propondo remarcar a estadia para uma data futura ou, se possível, obter um reembolso total ou parcial, visto que o hotel não tinha qualquer objeção em proceder ao cancelamento. Infelizmente, a resposta da Booking foi totalmente inflexível, insistindo num cancelamento "recusado" pelo hotel (o que, repito, não corresponde à verdade), recusando qualquer tipo de apoio adicional com o argumento de que a reserva envolvia uma empresa terceira (Bedsonline). Face à ausência de respostas claras e à evidente falta de empenho em resolver a situação, optei por apresentar uma reclamação formal no site da Booking — a qual, até hoje, não mereceu qualquer resposta. Partilho esta experiência por considerar inaceitável que uma empresa com o prestígio e dimensão global da Booking trate os seus clientes com tamanha falta de respeito, transparência e empatia. Cumprimentos.
Seguradora
Exmos. Senhores, Venho por este meio efectivar uma queixa junto de Vossas Ex.as sobre a seguradora Ocidental do grupo Ageas. No dia 4 de Maio eu (CEO da empresa) fui fazer o transporte de 8 clientes e as suas respetivas bicicletas de Santiago de Compostela para Leiria. À saída de Santiago de Compostela, na Auto estrada o pneu do atrelado da carrinha rebentou. Fiz a chamada para a assistência em viagem, ao qual me disseram que o Seguro da minha carrinha (programa TOP) da Ocidental só cobria a questão do furo/rebentamento dos pneus em Portugal Continental. Para ter a certeza a senhora que atendeu disse-me no final da chamada especificamente que o atrelado ESTAVA assegurado também, como aliás descreve especificamente a cláusula nr 140 do Contrato e como está registada na chamada gravada. Após esta informação pedi a um reboque para me levar o atrelado para a fronteira (para a seguir poder pedir a assistência) em Valença. O custo do reboque foram 300€ pagos por mim. Assim que o reboque chega a Valença e descarrega o atrelado eu faço novamente a chamada para a Assistência em viagem onde atende outra assistente que então me diz que o atrelado NÃO está assegurado. Para resolver esta situação eu tomei a decisão então de andar com o atrelado 5km com o pneu rebentado e deixar o atrelado nos Bombeiros de Valença que se predisposeram a ajudar e então deixei o atrelado e vim para Leiria, para no dia seguinte voltar novamente a Valença com um pneu bom para fazer a troca e trazer então o atrelado com as respetivas bicicletas. Comuniquei esta queixa à Ocidental à qual não me deram qualquer resposta plausível. Todas estas chamadas estão registadas que comprovam a difença de informação que me foi transmitida. Erros: 1-Foi me dito inicialmente que o atrelado estava incluido no seguro mas só em Portugal, ou seja, se me tivessem dito logo inicialmente que não estava eu tinha deixado logo o atrelado perto de onde foi o rebentamento e escusava de ter pago os 300€ 2-O atrelado como diz a cláusula 140 do contrato ESTÁ efetivamente assegurado logo tudo isto tinha sido evitado. 3-A diferença de informações, uma assistente diz que está incluido no seguro a outra diz que não está. 4-Com o valor e o tipo de seguro que tenho não foram capaz sequer de me ajudar a resolver o problema 5-Não me deram a assistência correta e a que merecia após a minha reclamação. Gostava que me pudessem ajudar nesta situação. Obrigado Cumprimentos.
Atraso nos atendimento
Venho expressar minha total revolta e indignação com o atendimento vergonhoso e desumano do Hospital da Luz. É inadmissível que um hospital que se diz referência mantenha pessoas esperando MAIS DE QUATRO HORAS nas urgências, sem qualquer respeito, empatia ou consideração com quem está doente, sentindo dor e fragilizado. As atendentes são de uma má vontade absurda, tratam os pacientes com desprezo, como se estivessem fazendo um favor em vez de cumprir o mínimo que se espera de profissionais da saúde: humanidade e respeito. A organização é caótica, a comunicação inexistente e o ambiente é simplesmente hostil. Tudo nesse atendimento é uma verdadeira vergonha! O que está acontecendo com a gestão desse hospital? Cadê a responsabilidade com os pacientes? Cadê a eficiência? Cadê o atendimento digno que vocês tanto divulgam em campanhas publicitárias caríssimas? Porque a realidade, dentro da urgência, é uma só: descaso, demora absurda e um atendimento que beira o ridículo.
Pagamento antecipado para usufruto de parque de estacionamento
Exmos. Senhores, No pretérito dia 01 de Junho do presente ano, desloquei-me ao supermercado E.Leclerc de Lousada e na entrada do parque de estacionamento fui surpreendido(a) com a exigência de pagamento de 10 euros para poder aceder ao parque, alegadamente devido à realização do Rally em Lousada. Não existia qualquer informação visível ou prévia no exterior do parque, nem fui avisada com antecedência sobre esta condição. Após o pagamento por multibanco, foi-me entregue um papel com um número (499), com a indicação verbal de que o valor seria deduzido ao total das compras no interior do supermercado. No entanto, ao realizar as minhas compras, o valor total ficou abaixo dos 10€ (7,64€) e fui então informada pela funcionária da caixa que não me seria devolvido o valor em excesso, sob o argumento de que o pagamento feito à entrada era tratado como uma “devolução de artigo”, o que não me foi comunicado anteriormente e não tem fundamento legal. Esta prática configura: Falta de informação pré-contratual clara e adequada, em violação do artigo 6.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96); Uma prática comercial desleal e potencialmente abusiva, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 57/2008; Recusa indevida de reembolso, já que me foi cobrado um valor excessivo sem correspondência direta com a prestação de um serviço. Face ao exposto, usei do meu direito de escrever no livro de reclamações, solicitando a devolução do valor em excesso pago e recomendo a correção desta prática, nomeadamente: A colocação de sinalização clara e visível no exterior do parque; A garantia de que os consumidores não são forçados a pagar valores superiores ao valor real das suas compras; O respeito pelos direitos à informação e reembolso conforme previsto na legislação aplicável. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 02/05/2025 adquiri dois pares de ténis, da marca Adidas, pelo valor de 152,98 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 28/05/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (28/05, 29/05, 02/05) e não obtive qualquer resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
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