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Cancelamento de contrato após encerramento de atividade
Venho apresentar reclamação contra a empresa Prosegur Alarmes Dissuassão Unipessoal, referente ao contrato n.º 2-50000009454. Informei a empresa sobre o encerramento oficial da minha atividade e apresentei o respetivo comprovativo, solicitando o cancelamento do contrato sem penalização. Apesar disso, durante o contacto telefónico, a Prosegur afirmou que não aceitaria o cancelamento e que continuaria a emitir faturas, o que considero injusto e abusivo, visto que o serviço já não é utilizado. Solicito a intervenção da DECO para que a Prosegur anule qualquer cobrança de multa e proceda ao cancelamento imediato do contrato, respeitando o encerramento da atividade e os direitos do consumidor.
Viatura vendida com problemas
Exmos. Senhores, Este stand vendeu me uma viatura. Passado 2 meses a viatura começou com problemas vários : - Elétricos. - Muito fumo pelo escape. -Seguido de perda de força e potência. Finalmente parou de repente e não mais trabalhou. Após vários diálogos e troca de emails com o stand e garantias , nada foi solucionado até a data de hoje . Somente desculpas não plausíveis relação/situação. Acabei hoje de pagar as 24 prestações do empréstimo e só usei a viatura 3 meses. Cumprimentos.
Alteração do Serviço Contratado
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente com o número 160806967653, venho, por este meio, questionar o motivo da vossa decisão unilateral de alteração do serviço contratado em Janeiro de 2025 e corrigido em Abril, 04 do corrente ano, dado que nunca demonstrei qualquer interesse em alterar os serviços inicialmente contratados. Considerando o exposto, venho reiterar que não aceito qualquer alteração contratual, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Má conduta
Exmos. Senhores... Venho por este meio reclamar que no dia 9/10/25 tinha uma consulta no Hospital Curry Cabral de endocrinologia marcada para 12h40. A meio da manhã ligaram-me e, como eu não posso andar com o meu telemóvel no meu trabalho(fica no armário), deixaram uma mensagem de voz e só ouvi a referida mensagem quando saí do trabalho para ir para a consulta, por volta das 11h40, onde me informaram que a médica queria que eu estivesse no Hospital por volta do meio dia, fiquei muito aflita quando ouvi a mensagem, apanhei um táxi às pressas para ir para o Hospital, (paguei €8,05 pela viagem) cheguei lá passava poucos minutos do meio dia e tanta pressa para nada, porque só fui consultada perto das 13h30. Gastei dinheiro desnecessariamente, porque era para ir de transportes públicos para o Hospital e não me pagaram a deslocação, neste caso o táxi que apanhei!
pagamento retido indevidamente
No seguimento de pesquisa efetuada na plataforma Lares Online, fomos orientados para a Casa dos Pais – Residências Geriátricas (Fluffy Trails Lda) com vista à possível admissão da minha mãe em regime de valência lar. Após contacto inicial e visita às instalações, foi-nos solicitado o pagamento antecipado de uma joia de admissão (2425 euros) e da mensalidade de setembro de 2025 (2425 euros), num total de 4850 euros, valor que foi integralmente pago por transferência bancária. Foi-nos entregue o regulamento interno para leitura onde constava que apenas após a admissão efetiva do utente e a assinatura do contrato de prestação de serviços é devido o pagamento da joia (equivalente a uma mensalidade) e da primeira mensalidade (Normas 9 e 30 do regulamento interno). Importa salientar que a utente nunca chegou a ser admitida, nem usufruiu de qualquer serviço ou reserva efetiva de vaga com contrato formalizado. Solicitamos a devolução integral dos montantes pagos antecipadamente, contudo a instituição recusou devolver a totalidade, tendo apenas restituído uma parte que, segundo alegam, corresponde a parte da mensalidade. Nunca concordámos com esse valor parcial nem com a retenção do restante montante. Consideramos esta prática abusiva e contrária aos princípios legais aplicáveis à prestação de serviços sociais e contratos de adesão, designadamente por: não existir contrato escrito assinado nem cláusulas claras sobre retenção de valores em caso de não admissão; não ter havido prestação efetiva de serviços; a instituição estar a reter quantias avultadas sem fundamento legal. Assim, venho apresentar reclamação formal, requerendo a devolução integral dos montantes pagos (4850 euros), deduzidos apenas de valores legalmente justificados e proporcionalmente devidos (o que não é o caso).
Incumprimento de entrega e falta de reembolso pela loja Gato Preto
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a loja Gato Preto, devido a uma situação de incumprimento contratual e falta de comunicação relativamente a uma encomenda efetuada há mais de dois meses. Em 26/07/2025, encomendei em loja um sofá, tendo pago o respetivo valor, incluindo entrega e montagem. Após sucessivas semanas de espera sem qualquer atualização, apenas quando entrei em contacto com a loja fui informada de que não havia stock disponível, facto que nunca me foi comunicado previamente. Considero esta situação absolutamente inaceitável, uma vez que o consumidor tem direito a ser informado de imediato em caso de falta de stock e a receber o reembolso integral do valor pago, conforme estabelecido no Decreto-Lei n.º 67/2003 e no artigo 801.º do Código Civil. Apesar de ter solicitado o reembolso total (incluindo entrega e montagem) e de ter disponibilizado o meu IBAN, a loja insistiu que teria de me deslocar fisicamente ao estabelecimento para resolver a situação, o que é manifestamente injustificado e desproporcionado, dado que o erro e o incumprimento são inteiramente da responsabilidade da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO no sentido de garantir: 1. O reembolso imediato e integral de todos os valores pagos; 2. O reconhecimento do incumprimento contratual por parte da loja; 3. E a prevenção de futuras situações semelhantes, que lesam gravemente os direitos dos consumidores. Anexo comprovativos da compra, da comunicação com a loja e do pagamento efetuado. Com os melhores cumprimentos, Inês
Encomenda não entregue e sem data
Exmos. Senhores, Em 13 de agosto adquiri um Colchão, da marca Emma. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 23 de Agosto. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem está sem stock mas com previsão de entrega até fim de setembro (1 mês após a compra). Pois estamos agora em outubro (praticamente 2 meses após a compra) e nada. Encontro-me há 2 meses a dormir no chão da minha casa devido a esta situação. Por infelicidade decidi adquirir um colchao EMMA e foi a pior coisa que podia ter feiro Cumprimentos.
Cobrança indevida no seguro do telemóvel
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação referente ao seguro associado ao telemóvel do meu marido, iPhone 16 Pro Max adquirido na Rádio Popular. Acionei o seguro devido à quebra do ecrã. Foi-me solicitado o pagamento de 150 € de franquia, valor esse que não tinha conhecimento algum visto que nunca fomos informados, porém mesmo assim aceitei e liquidei. No entanto, posteriormente foi-me apresentada uma cobrança adicional no valor de 151 €, que me foi justificada como mensalidade. Quando questionei esse valor disseram-me para ignorar o e-mail. Assim o fiz, passou imenso tempo e nada do telemóvel, contactei novamente a empresa e fui informada que teria que pagar esses 151 € para darem seguimento ao caso. Recusei-me a fazê-lo e logo de seguida mudaram o valor para 143,92 € , saliento aqui a falta de organização e a total falta de respeito e consideração pelo cliente. Contactei a empresa para me devolverem o dinheiro e o telemóvel e até hoje nada. Estas condutas violam claramente: - Artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) — dever de prestar informação clara, completa e verdadeira ao consumidor; - Artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 — obrigação de comunicar todas as características essenciais do bem ou serviço; - Decreto-Lei n.º 57/2008 — proibição de práticas comerciais desleais e enganosas, incluindo a omissão de informações essenciais e a indução em erro do consumidor. Face ao exposto, solicito: O cancelamento imediato deste seguro; A devolução imediata do valor cobrado como franquia; A devolução imediata do telemóvel. Caso a situação não seja resolvida no prazo legal, informo que apresentarei queixa através do Livro de Reclamações e, se necessário, junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) visto que fui ignorada até agora. Aguardo resposta célebre.
Cancelamento de voo-Reclamação Compensação
Exmos. Senhores Infelizmente e porque não é a primeira vez que acontece, tive cancelamento do voo EJU7727 (Porto → Lyon) marcado para o dia 27 de setembro de 2025, com partida às 6:00 e com regresso a 29 de setembro de 2025. Eu e os restantes passageiros do mesmo bilhete fomos informados do cancelamento apenas 3 horas antes da partida, quando já estávamos no aeroporto. A companhia alegou no seu email de comunicação, "falta de visibilidade no aeroporto do Porto", como motivo do cancelamento. Apesar de todos os esforços que fizemos para poder comprar bilhete naquele dia noutra companhia e inclusive no aeroporto de Lisboa, não nos foi possível devido ao número de passageiros do grupo. Éramos 7! Para além dos valores que os bilhetes tinham a cada minuto que passava... eram cada vez mais astronómico, como já se previa. No balcão de entendimento pouco ou nada nos disseram. Zero alternativas... Apenas para usar a plataforma que nos dava um voo no dia seguinte ao final da noite. O que não era viável, uma vez que a viagem de regresso estava agendada para a segunda feira ao inicio da manha. Contudo, este episódio e as alegadas "circunstâncias extraordinárias" que tem vindo a ser um hábito nos cancelamentos da Easyjet não corresponde verdade. Fizemos reclamação para a companhia aérea, juntamos provas de que isso não era verdade e exigimos a compensação que nos é devida pelo sucedido. A resposta foi a mesma "restrições de controle de tráfego aéreo no Porto regularam substancialmente o espaço aéreo devido às condições climáticas adversas, o que resultou em longos atrasos nos voos, pois as aeronaves aguardavam os 'slots' de espaço aéreo para operar, às vezes por várias horas, o que significou que não tivemos outra opção a não ser cancelar seu voo. Tomamos medidas razoáveis para evitar atrasos e cancelamentos de nossos voos, mantendo tripulações substitutas e aeronaves sobressalentes disponíveis em nossa rede. No entanto, nessas circunstâncias, essas opções não teriam ajudado, pois seu voo foi cancelado devido a restrições do controle de tráfego aéreo. Contudo tal argumento é falso. Primeiro voo da manha Eu e os demais passageiros, confirmamos que outros voos da EasyJet e de outras companhias aéreas levantaram e aterraram normalmente no Aeroporto do Porto e em Lyon na mesma janela horária, pelo que não existiam condições meteorológicas que impedissem a operação do voo, como foi alegado. Não havia vento, nem nevoeiro Assim, expõe-se publicamente que o cancelamento não se enquadra nas chamadas “circunstâncias extraordinárias”. Ao abrigo do Regulamento (CE) nº 261/2004, exijo, com carácter urgente: -Reembolso integral da Compensação financeira por cada passageiro, conforme a distância do voo ida e volta e o - Reembolso de despesas adicionais razoáveis e comprovadas resultantes deste cancelamento (transporte de carro, aluguer de parque de estacionamento, reservas não utilizadas) — cfr anexei os respetivos recibos e confirmações, Número(s) de bilhete: S532, S533, S534, S535, S536, S537, S524, S525, S526, S527, S528, S529 Número de passageiros afectados: 7 Solicito que esta reclamação seja tratada com celeridade e que a easyJet proceda ao pagamento da compensação e ao reembolso das despesas. Não podem alegar "circunstâncias extraordinárias" quando as mesmas não existem. Como é que é possível que nesse dia, apenas a easyjet tenha cancelado o voo para lYon às 06:00 e as outras companhias tenham levantado à mesma hora normalmente, sem nenhum outro cancelamento? Não podem enganar os consumidores, nem oferecer preços competitivos se depois não se responsabilizam pelo não cumprimento das vossas obrigações. Falta de tripulação, problemas de aparelho, isso é outra conversa. Não me fico por aqui e como é meu direito, informo que já apresentei queixa à ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil) e à entidade reguladora competente, bem como ao Centro Europeu do Consumidor. Ninguém nos paga os danos que estas situações têm na nossa vida pessoal. Muito menos quando injustificáveis. Irei até onde for preciso. E como eu, outras pessoas que sintam lesadas não devem desistir pelo cansaço ou pelas burocracias. Recorrer a meios legais, incluindo Tribunal de Pequenas Causas / acção judicial para indemnização por danos materiais e morais, é sempre uma opção. Agradeço a confirmação de recepção desta reclamação e a indicação do número de referência do processo. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança divida Comprada pela duocapital
Exmos. DUOCAPITAL. A DIAS TENHO RECEBIDO LIGACOES E COBRANÇA SOBRE UMA DIVIALDA NA QUAL VOCES AMCOMPRARAM AO BANCO MILLENNIUN. A VOSSA COLABORADORA TEM SIDO MUITO MAL EDUCADA E FAZENDO AMEAÇAS DE QUE SE EU NAO PAGAR OU FAZER UMA ACORDO IRA RESOLVER DE OUTRA FORMA EU ENTENDO ISSO COMO AMEAÇA, NESSE MOMENTO ESTOU NO BRASIL E NAO ESTOU ME NEGANDO A PAGAR POIS O QUE PEÇO A VOCES É QUE AGUARDE O MEU RETORNO A PORTUGAL EM NOVEMBRO PARA PODERMOS NEGOCIAR. SO QUE PAREM COM AMEAÇAS POIS ISSO TAMBEM PODE GERAL UM PROCESSO CONTRA A DUOCAPITAL. DESDE JA AGRADECO A ATENCAO OBRIGADO. MEU UNICO CONTACTO NESSE MOMENTO É POR EMAIL.
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