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Reclamação Relativa a Fraude Bancária e Falta de Apoio por parte do Banco
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação formal relativamente a uma situação de fraude bancária da qual fui vítima, enquanto cliente do banco Montepio, bem como à falta de apoio e esclarecimento por parte da instituição. No mês de dezembro de 2024, fui vítima de um esquema de fraude informática. Ao aceder ao homebanking através do link oficial do banco, fui redirecionado, sem qualquer aviso ou suspeita, para uma página falsificada. Na página falsa, introduzi as minhas credenciais de acesso e, de seguida, recebi um código de confirmação no telemóvel. O pop-up apresentado apenas mostrava o código, sem qualquer outra informação, pelo que acreditei tratar-se de uma comunicação legítima do banco. Após introduzir o código, apercebi-me, pouco tempo depois, de que o dinheiro da minha conta tinha sido transferido indevidamente. No dia seguinte, dirigi-me ao balcão do banco, em grande aflição, procurando apoio para resolver a situação. No entanto, em vez de me ajudarem, fui pressionado a assinar uma declaração admitindo que tinha acedido a um link fraudulento por minha própria iniciativa. Importa salientar que não foi esse o caso: acedi ao homebanking através do link oficial do banco, e fui redirecionado sem qualquer responsabilidade minha. Devido à pressão e à falta de apoio do banco, dirigi-me à polícia para apresentar queixa. Lá consegui relatar o ocorrido com toda a liberdade, sem qualquer tipo de pressão, e explicar detalhadamente como tudo aconteceu. O banco foi capaz de identificar os suspeitos responsáveis pelo roubo, no entanto, mesmo assim, não tomou nenhuma atitude concreta para resolver a situação ou para me apoiar na recuperação dos valores perdidos. Desde então, não obtive qualquer resposta ou apoio por parte do banco, apesar de todas as tentativas de resolução do problema. Face à total ausência de resposta e ao desrespeito pelos meus direitos enquanto cliente, venho solicitar a intervenção do Banco Central, no sentido de apurar as responsabilidades do banco e garantir que seja feita justiça relativamente ao prejuízo sofrido. Agradeço desde já a atenção dispensada ao presente caso e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos, José Antonio Simões Ribeiro
Falta de respostas
Exmos. Senhores, Credibom Eu Richard de Carvalho portador do documento de identificação residência numero 95JJ46712 e passaporte número GA551479 venho por este meio desde já pedir encarecidamente que Voss. Excelências para analisar a possibilidade de uma reestruturação da minha dívida incluindo o valor em atraso e a possibilidade do aumento do prazo de pagamento. Tendo me informado que existe o (PERSI) Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, procedimento este que é regulado pelo Decreto-Lei n.º 227/2012, de 25 de outubro, e aplica-se quando o cliente já se encontra em situação de incumprimento ou em risco de o fazer. - O PERSI visa promover a negociação entre o cliente e a instituição de crédito para encontrar soluções para a situação de incumprimento, evitando o recurso aos tribunais, durante o PERSI, a instituição de crédito está impedida de resolver o contrato, de iniciar ações judiciais ou de ceder o crédito a outras entidades. O (PARI) Plano de Ação para o Risco de Incumprimento, também previsto no Decreto-Lei n.º 227/2012, o PARI é um procedimento preventivo. As instituições financeiras devem implementar um PARI para identificar precocemente os clientes em risco de incumprimento e propor-lhes soluções adequadas antes que a dívida se torne insustentável, mediante toda esta informação e por querer de boa vontade justo de vós chegar a uma acordo que me seja possível honrar e que não traga de todo prejuízo para ambas as partas, e preciso do carro não por luxo mas por necessidades do dia a dia, então venho-vos pedir encarecidamente uma vez mais, (sendo que as anteriores foram via sms ou via telefónica com o Sr pedro (que praticamente me impôs um acordo a qual eu não teria como honrar) e agora o Sr José Lopes que me ameaça em aprender a viatura só que não quer qualquer tipos de acordo que o valor integral do que estou devendo da noite por dia. que analisem todas as possibilidade de podermos regularizar e resolver esta situação. Se não for possível uma reestruturação assim que o pagamento da minha esposa cair primeiro dia do mês de julho regularizarei todo o valor em atraso. Aguardo um contato da vossa parte via correio ou emal. Sem mais assunto com os melhores cumprimentos. Richard de Carvalho Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No passado dia 3 de junho fiz uma encomenda, via internet, de uma "caixa de areia Inteligente para gatos- Automática, moderna e higiénica - rosa com cinzento, XL 2 gatos", tendo pago o valor solicitado de 37,00€. A entrega seria efetuada entre 2 a 4 dias. Até hoje não recebi nada nem consigo contactar a empresa "Portugal Expresso". O telemóvel 937695438 está sempre indisponível e não tem espaço para deixar mensagens. Acrescento que o número indicado como sendo de fatura, se refere ao documento que foi emitido quando efetuei o pagamento e aquele número 50953 é o "Número de Ordem". No comprovativo da operação multibanco aparece como entidade "45648 PPRO PAYMENT SERVICES SA" Cumprimentos. Maria Helena
Alteração de morada e 2via
Exmos. Senhores, Conforme já tive oportunidade de vos informar anteriormente, solicitei no dia 20/05 o cancelamento do meu cartão e a alteração da minha morada. No entanto, até à presente data, a morada ainda não foi atualizada nos vossos registos e não recebi a 2.ª via do cartão, o que está a causar-me consideráveis transtornos. Sempre que entro em contacto com o vosso serviço de apoio ao cliente, sou informado de que tenho de aguardar, mas já passou um prazo mais do que razoável sem qualquer resolução efetiva. Adicionalmente, deixei de conseguir aceder ao meu login no site e a minha senha multicanal também apresenta erro sempre que tento o acesso, impossibilitando-me de gerir a conta adequadamente. Dado o exposto, solicito com carácter de urgência: 1. A atualização imediata da minha morada nos vossos sistemas; 2. O envio da 2.ª via do meu cartão para a nova morada; 3. A regularização do meu acesso à conta através do site. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta célere e eficaz da vossa parte. Com os melhores cumprimentos, Renan Augusto
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (0636699822430) e reparei que há 3 meses me tem sido cobrado um débito directo que eu nunca autorizei, no valor de 15,99€ mês. Assim sendo, conto já com um desfalque de 47,97€, ao qual peço que me seja devolvido na íntegra, caso contrário irei prosseguir com meios legais para o efeito. Cumprimentos, Paula Magalhães
Cartão Oney
Exmos. Senhores, Venho reclamar em relação ao cartão oney, sou titular do cartão á vários anos (talvez dez anos), entretanto de uns 3 ou 4 anos que não uso o cartão, o que tinha perdeu a validade e sem pedir recebi pelo correio novo cartão, entrei em contato e informei que não pretendia o novo cartão, disseram que podia ficar com ele pois não teria custos associados, mais tarde recebi um telefonema para ativar o cartão ao que respondi que não estava interessada, mais uma disseram que não teria custos associados ao não usar o cartão. No mês passado recebi várias menagens a pedir para liquidar 1,91€ pois não estava a usar o cartão, liguei para comunicar a informação que me tinha sido dada, obtive a seguinte resposta que tinha de cancelar o cartão senão teria custos, ao que respondi como tinha custos quando não pedi o cartão, não ativei e não ia cancelar, algo que não solicitei, hoje dia 17-06-2025, recebo nova sms com o valor a pagar de 14,50€, solicito portanto a vossa ajuda como poderei resolver a questão, Agradeço desde já. Cumprimentos.
Cobrança de fundo de desemprego
Exmos. Senhores, Fui despedida no mês de setembro pela empresa DelaGroup, eles apenas me enviaram a folha em outubro que foi quando me desloquei ao centro de emprego. Em 5 de novembro viajei, já tinha a viagem marcada à algum tempo (trabalhava em teletrabalho), quando informei que não poderia comparecer porque estava fora cortaram-me o fundo, pois teria de informar antes. Em 3 de fevereiro já me encontrava e,m Portugal, cheguei e dirigi-me ao centro de emprego quando consegui, pois estava um pouco doente, fui lá no dia 6 de feveiro onde me deram a folha que dá direito ao fundo. Enviei a folha à segurança social e informaram me que não teria direito pois o prazo de deslocação até ao centro de emprego seria dia 4 de fevereiro , eu teria de ir ao medico pedir uma justificação, quando me informaram disto já estavamos em março, pois demoraram imenso tempo até validar ou não o fundo e so depois eu liguei para la quando não foi aceite e questionei (eu não tinha ido ao medico, tinha chegado de viagem e queria estar em casa, so queria descansar e recuperar logo para resolver os meus assuntos pendentes.). Acabei por ficar sem receber até abril que foi quando consegui emprego, ainda com uma divida de 560euros por pagar. Decidi pagar as prestações pois tentei de tudo e a segurança social deixou de me responder, pageui 90euros em 6 meses, agora fui para emitir o documento, está em falta 513, sendo que deveriam ser 470, e o valor que tem para emitir é de 131 e não de 90. Não está a ser nada facil, não sei se a culpa é minha, da empresa que eu trabalhava que não me enviou os documentos antes de 25 de outubro ou da segurança social que tambem não me auxiliou de todo neste processo. Conseguiriam ajudar-me com estes valores? Se eu tivesse recebido em março já teria pago o que devo à segurança social. Não acho justo uma pessoa recorrer ao fundo de desemprego e ainda ter de dar o unico mes de auxilio que recebeu de volta. Encontro-me num part time de 5H pois foi o que arranjei a receber 500euros então estou com muita dificuldade em encontrar um equilibrio.
Cobrança Ilegal
Exmos. Senhores, Está ativo na base da MOBILIZE o meu contrato de aluguer de bateria do veículo Zoe 06-ZG-75. Em março deste ano o veículo foi vendido. Preenchi o formulário solicitado pela MOBILIZE e obtive a assinatura do comprador. (Arquivo anexo nesta documento). Conforme orientações do site da MOBILIZE, foi feito o upload desse documento no site da MOBILIZE. No entanto ainda estou recebendo cobrança deste contrato. Em contato com a MOBILIZE esta alega que eu devo pedir ao novo comprador que assine um contrato de aluguer de bateria com a MOBILIZE para que o meu contrato seja cancelado. Entendo que esta é uma atitude abusiva e que o meu contrato não deve estar atrelado ao novo comprador, pois não tenho mais a posse e a propriedade do veículo. Cumprimentos.
ENCOMENDAS NAO ENTREGUS
Boa Tarde Solicito a v/ajuda no sentido de me ajudarem a resolver um problema causado por uma empresa de nome PPRO PAYMENT SERVICES S.A. Fiz 3 encomendas em datas diferentes pelo que recebi as refas para pagamento via multibanco e até há presente data não vi qualquer produto encomendado. Estes são os valores enviados por multibanco respetivamente :entidade 45648 refa.18026978 valor 25.11 27/05/25 ; entidade 45648 refa.109842847 valor 20.00 data 06/06/25 e entidade 45648 refa.880476467, valor de 38.00.Penso que devido há falta de noticias destes srs penso que devemos estar em presença de fraude e continuam a andar livremente na Internet. Se esta reclamação servir para os incautos abrirem os olhos, enão arranjaremos forma de os processar judicialmente. A.TEIXEIRA
Pedido de Apoio – Operação Bancária Não Autorizada e Bloqueio Indevido de Conta
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma exposição para solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação grave ocorrida com a minha conta bancária, gerida por uma instituição financeira nacional. No dia 10 de junho de 2025, foi realizada, sem a minha autorização, uma operação de transferência bancária para um IBAN estrangeiro (italiano). A operação foi imediatamente sinalizada por mim junto da linha de apoio do banco, que, apesar de funcionar 24 horas, apenas indicou que teria de me dirigir presencialmente a uma agência no dia útil seguinte. No dia 11 de junho, dirigi-me ao balcão onde foi solicitado o cancelamento/devolução da transferência com a justificação de “operação a crédito não autorizada”. Fui posteriormente informado, via contacto telefónico com um colaborador do banco, que o pedido foi recusado pela instituição recetora dos fundos. No entanto, o meu banco ainda não assumiu qualquer responsabilidade, alegando que a situação se encontra em análise pelo departamento jurídico. Foram ainda detetadas várias tentativas de acesso indevido aos canais digitais da conta nos dias seguintes; Esta situação tem causado sérios impactos na minha estabilidade emocional, saúde e dignidade pessoal. Informo ainda que recebi mensagens automáticas do banco a indicar que o pedido de operação “não foi finalizado com sucesso”, o que levanta dúvidas adicionais sobre a execução e validação da operação em questão. Já foram apresentados os seguintes passos por minha iniciativa: Queixa no Banco de Portugal; Reclamação formal no livro de reclamações físico do banco; Pedido de apoio jurídico junto dos serviços sociais. Tendo em conta a ausência de resposta concreta, a gravidade dos impactos sofridos e a potencial violação dos meus direitos enquanto consumidor bancário (nomeadamente nos termos da Diretiva Europeia de Serviços de Pagamento – PSD2), venho por este meio solicitar: O apoio da DECO na mediação e resolução deste conflito; A avaliação da conformidade das práticas do banco com os direitos dos consumidores; A recomendação de medidas adicionais que me possam proteger e garantir o acesso aos meus fundos. Agradeço desde já toda a atenção e fico ao dispor para enviar documentação adicional, caso necessário. Com os melhores cumprimentos,
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