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Incumprimento da garantia legal e gestão indevida da reparação
No âmbito da garantia legal, entreguei um computador portátil da marca ASUS, adquirido na Darty, para reparação devido a uma avaria ocorrida dentro do período de garantia. Trata-se de um equipamento cuidadosamente escolhido após extensa pesquisa, adquirido a um preço muito competitivo na altura (cerca de 600€), sendo que atualmente o mesmo modelo se encontra listado no site da Darty por 999,99€, valor que comprovo noutro anexto nesta mesma queixa. O equipamento encontra-se identificado pelo número de série NCN0LP00T120500 e pelo número de processo ASUS (RMA) PTB1TC0600. O computador foi enviado para reparação e devolvido cerca de 15 dias depois com exatamente o mesmo problema, o que demonstra uma reparação mal executada. Após testar o equipamento em loja (onde aparentemente funcionava), ao regressar a casa verifiquei que a avaria persistia, tendo regressado de imediato à loja para abertura de um novo processo de reparação. Nesta segunda reparação foi colocada uma nota de prioridade. Ainda assim, o computador só foi dado como “arranjado” 31 dias depois, ultrapassando o prazo legal máximo de 30 dias, previsto na legislação aplicável à garantia de bens de consumo. Mesmo com prioridade, o prazo legal foi excedido, o que constitui incumprimento. Quando me desloquei à loja para levantamento do equipamento, verifiquei que o computador se encontrava fisicamente danificado (amassado num dos cantos), dano esse claramente provocado por queda ou mau manuseamento durante o período em que esteve sob responsabilidade da reparação. O dano era evidente e impossível de ignorar. O dano físico foi registado em loja, tendo sido tiradas fotografias pelos colaboradores da Darty do estado do equipamento antes e depois de ter sido deixado ao seu encargo, associadas ao respetivo processo. Estas fotografias já foram solicitadas à Darty, no meu último contacto telefónico bem-sucedido com eles, mas ninguém as enviou. Tenho tentado contactar a loja para as requisitar novamente e ninguém me atende o telemóvel há pelo menos 1 semana. Apesar de o problema original estar resolvido, o computador foi devolvido num estado inaceitável, impossibilitando o seu levantamento. Os colaboradores da Darty informaram-me de que não poderiam resolver a situação de imediato, alegando ser necessária autorização da ASUS para eventual emissão de crédito. Desde logo manifestei que não aceitava nova reparação, uma vez que: • o equipamento esteve quase dois meses sem poder ser utilizado; • uma das reparações teve nota de prioridade e mesmo assim ultrapassou o prazo legal; • o computador foi danificado pela entidade responsável pela reparação; • necessito do equipamento para fins académicos e exames, tendo enviado o computador para garantia com antecedência precisamente para evitar este prejuízo – o meu calendário de exames está anexado e disponível para consulta. Foi-me garantido que teria resposta no dia seguinte ou, no máximo, no dia imediatamente a seguir. Tal não aconteceu. Esta situação ocorreu a 7 de janeiro, e até à data de hoje, 19 de janeiro, continuo sem qualquer resposta concreta ou solução apresentada, tendo sido eu a insistir repetidamente por contacto telefónico. Acresce ainda que: • foi-me indicado que um equipamento igual ao meu “já não está disponível”, o que não é da minha responsabilidade, tratando-se de um bem adquirido há cerca de dois anos; • tenho conhecimento de que o mesmo modelo está disponível noutras superfícies comerciais à data; • caso seja atribuído apenas crédito pelo valor originalmente pago, não consigo adquirir um equipamento equivalente, ficando claramente prejudicado por uma situação que não causei; • o dano foi causado exclusivamente durante a responsabilidade da reparação, não podendo eu sair lesado. Acresce ainda que, no âmbito desta reclamação formal, tomei conhecimento, apenas no dia 20 de janeiro, de que o meu computador já não se encontrava na posse da Darty, tendo sido enviado novamente para reparação sem o meu consentimento expresso e sem qualquer aviso prévio. Esta situação ocorreu contra a minha vontade, que havia sido claramente manifestada em loja e ao telefone várias vezes, onde declarei que não aceitava nova reparação e exigia uma solução definitiva. A descoberta desta situação deu-se unicamente porque me vi obrigado a deslocar novamente à loja para exigir o acesso às fotografias dos danos físicos causados ao equipamento, não tendo sido informado por qualquer outro meio. A justificação apresentada pelos colaboradores foi a de que tal envio seria “protocolo, por o equipamento já se encontrar há demasiado tempo em loja”, argumento que considero inaceitável, uma vez que o prolongamento do tempo decorreu exclusivamente da incapacidade da Darty em apresentar uma solução, bem como da ausência total de comunicação e acompanhamento do processo. O envio do equipamento para reparação, nestes termos, constitui uma atuação unilateral, não autorizada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Face ao exposto, considero existir: • incumprimento da garantia legal; • ultrapassagem do prazo máximo de reparação; • dano do bem durante reparação; • falta de resposta e acompanhamento ao consumidor; • prejuízo sério, continuado e de caráter pessoal e académico; • envio do equipamento para reparação sem consentimento do consumidor e sem comunicação prévia, configurando perda de controlo do bem entregue. Solicito, com caráter de extrema urgência, uma resolução definitiva e justa, nomeadamente: • substituição do equipamento por outro equivalente ou superior, sem custos adicionais, ou • solução alternativa que não me coloque em situação de perda face ao bem originalmente adquirido. • localização imediata do equipamento, identificação da entidade que o detém atualmente e restituição do bem ou solução definitiva no prazo máximo de legalmente admissível por escrito. Solicito igualmente a intervenção das entidades competentes para análise desta situação.
Avaria no sistema AdBlue – recusa de apoio em garantia e custos de mobilidade suportados
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativa a uma avaria no sistema AdBlue do meu veículo Citroën C4 Cactus de 2018, diagnosticada em oficina autorizada como fuga no injetor do sistema antipoluição, situação que originou a imobilização do veículo durante várias semanas. Toda a documentação técnica e o histórico de manutenções foram enviados à Citroën, sem que tenha sido apresentada qualquer análise técnica ou decisão conclusiva sobre o mérito do caso. A marca limitou-se a respostas automáticas e ao encerramento unilateral de reclamações, sem resolução efetiva. Durante o período de imobilização prolongada não foi assegurada qualquer solução de mobilidade, o que me obrigou a suportar custos financeiros diretos com transportes e aluguer de viatura, devidamente comprovados. Importa esclarecer que uma das revisões do veículo foi realizada numa oficina multimarca (Norauto), considerada pela Citroën como não integrada na sua rede preferencial de oficinas multimarca, sendo por esta apenas reconhecida a rede MyForce. Contudo, a revisão realizada em oficina multimarca encontra-se devidamente documentada e foi efetuada em conformidade com o plano de manutenção do fabricante, não podendo, nos termos da legislação europeia aplicável, constituir fundamento para exclusão de apoio ou recusa de análise do caso. Acresce que a avaria verificada no sistema AdBlue, concretamente no injetor do sistema antipoluição, não constitui peça de desgaste, nem tem qualquer relação técnica com o local onde foram realizadas revisões periódicas, pelo que a referência à rede de oficinas utilizada não é tecnicamente relevante para a apreciação do mérito da reclamação. A presente reclamação dá continuidade a vários processos anteriormente abertos junto da Citroën relativos à mesma avaria, designadamente: – Processo n.º 08521405, iniciado em 30/09/2025, correspondente à primeira reclamação apresentada sobre o sistema AdBlue; – Processo n.º 02724459, utilizado durante a fase de diagnóstico e contactos com a oficina autorizada; – Processo n.º 03121179, comunicado por email pela Citroën em 19/12/2025, com indicação genérica de que o caso se encontrava “em análise”, sem qualquer contacto ou decisão subsequente; – Processo n.º 03119245, criado posteriormente através do formulário oficial da Citroën, em cumprimento expresso das instruções da própria marca. Apesar da multiplicidade de processos e do envio reiterado de documentação técnica e comprovativa, até à presente data não foi apresentada qualquer solução efetiva, mantendo-se a ausência de resposta substancial e a transferência dos prejuízos para o consumidor.
Encomenda nao recebida nem reembolso emitido
Exmos. Senhores, Em 27/07/2025, adquiri um Cabeceira de cama Luxor 180cm Tecido Bege e Mesa oval Burundi com pés de design estilo coluna Madeira Nogueira pelo valor de 386€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, tendo decorrido já mais de 6 meses desde a compra, a encomenda continua por entregar. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 05/01/2026, 18/11/2025, 03/12/2025, 03/12/2025, 27/07/2025 etc, e não obtive resposta, ou respostas muito vagas sem soluções. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Recusa de reparação dentro do prazo legal de 3 anos de garantia
No dia 27/02/2023 adquiri uma consola PlayStation 5 na empresa Worten, encontrando-se o equipamento ainda dentro do prazo legal de garantia de 3 anos, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Referência factura: 38456329 Após entrega da consola para avaliação devido a anomalia elétrica (luz branca intermitente mesmo quando desligada/standby), fui contactado telefonicamente e informado de que a garantia legal não seria aplicada por se tratar do 3.º ano, sendo-me exigido o pagamento de cerca de 207.49 € para reparação. Foi-me ainda transmitido, verbalmente em loja, que a Worten não assume qualquer responsabilidade no 3.º ano de garantia, alegando que a Sony recusou a reparação, e que o consumidor teria de suportar os custos por o equipamento nunca ter sido enviado para garantia nos primeiros 2 anos. Tal posição não tem qualquer fundamento legal. A garantia legal de 3 anos é contínua e automática, não dependendo de ativações ou reparações anteriores, sendo o vendedor legalmente responsável durante todo o prazo de garantia, independentemente de decisões do fabricante. Adicionalmente, solicitei a 2.ª via da fatura, não sendo possível ao consumidor aceder à mesma através da área de cliente/app da Worten, situação que não pode impedir o exercício dos direitos legais de garantia. Face ao exposto, solicito o cumprimento do Decreto-Lei n.º 84/2021, com a aceitação do equipamento ao abrigo da garantia legal. Assim, solicito: A aceitação do equipamento ao abrigo da garantia legal; A avaliação técnica sem custos para o consumidor; A reparação, substituição ou outra solução legalmente prevista, caso se confirme defeito de fabrico.
ENCOMENDA COM DEFEITO
Fiz a compra no dia 20/12 a compra chegou no dia na semana passada. Entretanto fizemos a ligação da máquina tiramos as 4 travas de transporte e ajustamos o pé da máquina e a máquina faz um barulho e fica a tremer quando centrifuga. Liguei a Marca CECOTEC e me disseram que eu teria que entrar em contacto com A CASTRO para solicitar a troca visto que não fez mais do que 30 dias de recebimento. Estou desde o início da semana a tenta resolver o problema e não resolvem.
Pessimos servicos
Exmos. senhores, Venho deste modo apresentar uma queixa contra a Cidadeplan por negligência nos seus serviços. Esteve 10 anos na gerência de um condominio em Alcochete, nunca resolveu nenhum problema pequeno do condominio como tambem grandes problemas problemas de infiltrações no edifício e informa que no prazo de 41 deixa de exercer funções como neste momento temos problemas no edificio a resolver. Ficam deste modo avisados do pessimo serviços desta empresa.
Encomenda não recebida
Desde há cerca de um mês que tento obter esclarecimentos relativamente a uma encomenda que foi perdida, situação que a empresa se recusa a assumir ou resolver de forma responsável. Apesar de vários contactos efetuados, nunca obtive uma resposta concreta ou uma solução. O atendimento telefónico é extremamente deficiente, com tempos de espera superiores a 30 minutos, sem que o problema seja resolvido. Para além disso, são indicadas datas de entrega que não correspondem à realidade, criando falsas expectativas e demonstrando uma total falta de respeito pelo cliente. O serviço de apoio ao cliente é, até ao momento, o pior que já experienciei, marcado pela ausência de informação, falta de acompanhamento e inexistência de responsabilidade perante os erros cometidos.
Encomenda danificada na entrega e sem solução apresentada
Efetuei uma compra na Perfumes & Companhia (no dia 10/01/2026) de dois perfumes de valor elevado. Um deles (One Million) chegou danificado no interior, com o frasco partido, sendo que a embalagem apresentava sinais evidentes de humidade. O outro perfume (Jean Paul Gaultier) da encomenda encontrava-se em perfeitas condições, apenas com a caixa exterior ligeiramente amolgada. Reportei a situação de imediato à empresa, enviando fotografias claras que comprovam o estado em que o produto foi recebido. Ainda assim, a Perfumes & Companhia recusou qualquer responsabilidade, alegando que a encomenda saiu das suas instalações “em conformidade” e transferindo automaticamente o problema para a transportadora (CTT). Enquanto consumidor, considero esta postura inaceitável. O meu contrato é com o vendedor, não com a transportadora, e a lei é clara quanto à responsabilidade do comerciante em garantir que os bens chegam ao consumidor em conformidade. Um produto entregue danificado não cumpre esse requisito. Apesar disso, a empresa insiste que apenas analisará a situação após eu apresentar uma reclamação formal contra os CTT, empurrando o processo e deixando o consumidor sem solução, sem produto utilizável e sem reembolso. Neste momento, encontro-me a cumprir esse procedimento apenas por exigência da empresa, mas alerto outros consumidores para esta prática de evasão de responsabilidades e para a dificuldade em obter uma resolução justa quando surgem problemas após a entrega. Exijo a substituição do artigo por outro em perfeitas condições - ou a emissão de um simples reembolso - bem como a recolha do produto danificado. Caso não seja possível a recolha, solicito que me indiquem o procedimento correto para a sua devolução, devendo nesse caso ser integralmente compensado pelos custos e incómodos associados. Caso a situação não seja resolvida no prazo máximo de 10 dias, irei aplicar o direito de recorrer a todas as medidas legais ao meu alcance para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Espero que esta exposição contribua para que a situação seja resolvida corretamente com a maior brevidade possível, e para que outros consumidores estejam informados antes de comprar.
Facturas em atraso
Sou cliente da Galp Mobilidade Eléctrica & Solar Electricidade Verde & 360 Casa ( FE+DD) a ultima factura dorresponde ao periodo entre 21 de Agosto a 21 Setembro de 2025. Por diversas vezes dirigi-me ao balcão em Almada e questionei o porquê ? A justificação é sempre a mesma, Ppoblema informático derivado à alteração no sistema informático. Tenho que aguardar e quando receber ir novamente ao balcão para se fazer um plano de pagamento. O que fazer?
Incumprimento de prazo na emissão de fatura – Reserva n.º 1198321807
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao incumprimento do prazo de emissão de fatura associado à minha reserva n.º 1198321807. No dia 19/01/2026, às 08:31, recebi da vossa parte o e-mail com a declaração de devolução do veículo, no qual consta expressamente a seguinte informação: “Fatura: Para reservas feitas através do site/aplicação da Europcar, a sua fatura estará disponível online no prazo de 48 horas na secção ‘Gerir as minhas reservas’.” Sucede que, à presente data, já decorreu largamente o prazo indicado (mais de 48 horas) e a fatura continua indisponível na área indicada. Acresce que, no dia 21/01/2026, enviei um email para reservas@europcar.com, solicitando esclarecimento e resolução da situação, sem que tenha obtido qualquer resposta até ao momento. Considero esta situação inaceitável. As regras contratuais e os prazos definidos devem ser cumpridos por ambas as partes, não apenas pelo cliente. Responder a comunicações e emitir faturas dentro do prazo anunciado constitui o mínimo exigível num serviço desta natureza. Solicito, assim, com a maior brevidade possível: A emissão e disponibilização imediata da fatura referente à reserva acima identificada; Um esclarecimento formal para o atraso verificado e a ausência de resposta ao contacto efetuado. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis.
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