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Valor faturado superior ao tabelado
Bom dia No dia 18 de Abril o meu marido deslocou-ser ao Hospital da Luz de Setúbal para a realização de uma "endoscopia alta com sedação". No final do exame, foi-nos cobrado o montante de 371€ pelo referido ato médico. Achámos que se tratava de algum erro, tendo em conta que na Tabela de Valores Convencionados que nos foi enviada pela ASISA no momento da contratação do seguro este exame custaria no máximo 210€. Não compreendemos como podem cobrar um valor de 371€, quando na tabela apresentam um valor máximo de 210€. Sentimos que fomos enganados e exigimos o reembolso de parte do valor. Caso tenha havido alguma alteração nos montantes tabelados, é obrigação da ASISA informar os segurados.
Klarna recusa resolver litígios e cobra faturas de produtos defeituosos
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Klarna Bank AB, intermediária financeira utilizada em compras realizadas no AliExpress, pelos motivos que passo a descrever. Sou cliente da Klarna desde 2023, com histórico de pagamentos sempre cumprido. Entre janeiro e fevereiro de 2026 efetuei três compras no AliExpress através da Klarna, totalizando 331,86 euros, todas com problemas graves não resolvidos: Encomenda 1 (ref. 3067192299776783, 115,26 euros, data 09/01/2026): Watercooler chegou com defeito grave, ventoinhas avariadas e ecrã inoperacional. O vendedor ignorou todas as comunicações. A Klarna cancelou o litígio 3 vezes, cancelamentos esses induzidos pelo vendedor sob falsas promessas de resolução. A Klarna recusou reabrir o processo e a fatura encontra-se em atraso sem qualquer resolução. Encomenda 2 (191,68 euros, data 29/01/2026): Soundbar chegou com defeito e embalagem danificada. Solicitei devolução dentro do prazo legal. O vendedor recusou, alegando falsamente que o produto estava em bom estado. A Klarna recusou intermediar. Fatura com vencimento em abril de 2026 sem resolução. Encomenda 3 (24,92 euros, data 21/02/2026): Conversor eARC não funciona para o uso pretendido. O vendedor manipulou o processo, induzindo-me a cancelar o litígio com a Klarna por duas vezes, ofereceu apenas 3 euros de reembolso parcial e desapareceu. A Klarna recusou reabrir o litígio. Fatura com vencimento em abril de 2026 sem resolução. A Klarna, enquanto intermediária financeira e prestadora de serviços de pagamento, tem obrigações legais de proteção ao consumidor ao abrigo da Lei n.º 24/96, do Decreto-Lei n.º 24/2014 e da Diretiva Europeia de Serviços de Pagamento PSD2. A empresa admitiu por escrito não estar a cumprir os prazos legais, continua a enviar avisos de cobrança relativos a faturas de produtos defeituosos ou não conformes, e não tomou qualquer medida efetiva de resolução. Toda a comunicação com os vendedores e com a Klarna se encontra documentada com capturas de ecrã. Tenho processo submetido no CIAB e reclamação pública no Portal da Queixa, onde a própria Klarna prometeu publicamente uma análise formal sem qualquer seguimento. Solicito a intervenção desta entidade para que a Klarna cumpra as suas obrigações legais, suspenda imediatamente a cobrança das faturas em disputa, e me providencie o reembolso a que tenho direito. Com os melhores cumprimentos, Pedro Ricardo Pires da Silva
Estou farto
Estou a 1 ano a entrar em contacto com o universo e parece que estão a gozar, eu quero pagar a minha divida de 800 euros e não me enviam entidade e referência , já tive possibilidades para pagar e não me facultaram a entidade e referência, ora dizem k está com a imtrum eu ligo para a imtrum e dizem k está com o universo, tive de ser operado no estado pois não pude fazer crédito para ser operado no particular, e nem me dizem nada e não para de crescer a divida no banco de Portugal ....
simulação de valores
Boa tarde, venho reclamar o tratamento quanto a valores cobrados por serviços prestados no hospital veterinário allvetcare, localizado em Alverca . No dia 5/04/2026 por volta das 23h, eu e meu marido levamos nossa cadela que havia sido atacada por outro canídeo, e apresentava feridas ,ao dar entrada no hospital, após a cadela ser vista , uma Dra. Veterinária, que estava a tratar do caso, chamou-nos a sala para informar a situação, em estimativa informou que o ideal era a internação para fazerem análises , médicaçoes etc .. em estimativa cobrou-nos o valor de 632,00€ em calção mais ou menos, a dizer que esse valor estaria as análises necessárias, medicações , raio-x E internação por 2 dias , ou seja estaria incluído tudo o que fosse necessário.e nos reembolsaria o que não fosse usado . no dia a seguir recebemos uma ligação do hospital para autorizarmos uma medicação injetável. Neste mesmo dia 6/04 fomos à clínica por volta das 19h para visitar e avaliar a situação, visto que as análises estavam todas ok, e sem alterações, o raio-x também estava tudo bem , decidimos levá-la para casa, a cadela estava estável e só mesmo com feridas que nem se quer houve a necessidade de agrafos ou de cozer . Recebemos medicação para dar continuidade em casa, e instruções de limpeza etc .. na hora do pagamento, o valor cobrado foi do calção total que havíamos pago , e ainda queriam cobrar mais 68€ que por acaso estava em erros nas faturas, pois pedimos para que fosse revisto os valores. Embora percebemos que os valores de medicações, internamentos,análises etc… São caros , sentimo-nos enganados quanto a estimativa de dizerem que estaria tudo incluído e com 2 dias de internação, visto que levantamos a cadela no dia a seguir, e nem sequer completou 24h de internação. foi uma situação constrangedora porque nao esperávamos tanto visto que o tempo foi menor , que o estimado . Para além disso, estávamos em um momento de desespero, mais a cadela não apresentava risco de vida, não achamos justo cobrar um calção tão alto , por um tratamento que ainda não havia sido iniciado, por acaso nao somos uma família rica, e como toda a família portuguesa trabalhamos muito para sobreviver, chego a conclusão que se não tivéssemos todo aquele valor no momento então , a nossa cadela nem sequer seria aceita, um tanto desumano . Não podemos questionar os valores de medicações, porque é o que faturaram. Envio em anexo dados da empresa E dados meus e do meu marido .
Faturação duplicada.
A Galp não consegue explicar claramente porque é que tenho a pagar 25,65€ por 5 dias de fornecimento já com desconto desconto de tarifa social nem que cálculos fez para chegar a esse mesmo valor de desconto, coloca apenas uma caixa de texto onde diz que fez um desconto de X valor sem nunca descriminar como chegou a esse valor. Nem nesta, nem nas 3 faturas anteriores consigo perceber em que parcelas teve lugar esse desconto. Este mês paguei uma fatura dia 14/04 no valor de 26,82€ referente a 11 dias de fornecimento (de 22 Fevereiro a 5 de Março.) Tenho outra da Galp referente a apenas 5 dias (de 6 a 10 de Março) no valor de 25,65€ com débito dia 29/04. E ainda outra fatura da empresa g9 para pagar no dia 05/05 no valor de 31,39€ referente a 24 dias de fornecimento!( de 11 de Março a 3 de Abril) Em menos de um mês, ou seja, de 14/04 a 05/05 pago 3 faturas. Surreal. Galp 16 dias: 52,47€ G9 24 dias: 31,39€ Valor total 83,86€. Peço à empresa Galp que descrimine como chegou aos valores de desconto de tarifa social que vêm sendo atribuídos nas faturas apenas referido numa pequena caixa de texto difícil de encontrar na fatura. Bem como é que pago 25,65€ por apenas 5 dias de fornecimento e 87kwh consumidos e já com o desconto de tarifa social. Somando as duas faturas por meio mês pago 52,47€ o que quer dizer que pagaria praticamente o dobro se fosse o mês inteiro, mesmo com tarifa social. Nunca na vida paguei tanto e os consumos são sempre idênticos. É obvio que isto não pode estar certo. Posso enviar as faturas para que a DECO possa analisar com rigor. Já reclamei junto da entidade reguladora que me aconselhou a recorrer a um tribunal arbitral. Agradeço desde já a vossa ajuda.
Subscrição Indevida de Conteúdos e Falta de Mecanismos de Proteção ao Consumidor
Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à faturação de serviços de desporto não solicitados, subscritos inadvertidamente através da Box instalada na minha residência a meio do mês de março. A subscrição em causa foi efetuada por uma pessoa idosa, com problemas de saúde recentes, que não possui a literacia tecnológica necessária para distinguir processos de navegação de processos de compra/subscrição. O erro apenas foi detetado após a receção da fatura de abril, que inclui o valor proporcional de março e a totalidade do mês corrente. Após contacto com a vossa linha de apoio ao cliente, foi-me indicado que nada poderia ser feito. Esta posição é, no meu entender, inaceitável pelos seguintes motivos: Vulnerabilidade do Consumidor: A facilidade com que serviços pagos são ativados contrasta com a ausência de mecanismos de proteção nativos. Ausência de Proteção por Defeito (Privacy/Safety by Design): É imperativo que funcionalidades que impliquem custos acrescidos estejam protegidas por PIN de forma pré-definida (por padrão), não obrigando o utilizador — muitas vezes desinformado — a ter de configurar manualmente essas barreiras. Princípio da Boa-Fé: A manutenção de um sistema que permite subscrições por "erro de clique" levanta sérias questões sobre a ética comercial da empresa, beneficiando de lapsos de crianças ou idosos para aumentar a receita. Solicito a anulação dos valores faturados relativos a este serviço, uma vez que não houve usufruto do mesmo e a subscrição decorreu de uma falha de design no vosso interface que não protege o consumidor. Informo ainda que esta exposição será partilhada com a DECO e formalizada no Livro de Reclamações Eletrónico, como forma de alertar e sensibilizar para a necessidade de proteger os utilizadores mais vulneráveis contra estas práticas de subscrição facilitada. Aguardo uma resposta célere e uma resolução justa para este caso. Com os meus melhores cumprimentos, Tiago Amaral
Falta de faturação e valores exorbitantes para pagar
Como foi de conhecimento geral, a vossa empresa esteve em atualizações dos sistemas de faturação, pelo que durante vários meses essas faturas não foram enviadas ao clientes. Quando finalmente voltaram a retornar o sistema de faturação foram enviadas faturas com valores exorbitantes, no entanto, ainda que por erro da empresa, foi disponibilizado o pagamento desses valores elevados por plano de pagamento faseado por meses. Entretanto, no meu caso em específico, começaram a falhar os pagamentos (por parte da empresa), recebendo mensagens, com falhas também onde dizia que o banco tinha rejeitado esse pagamento. O que achei bastante estranho, tendo em que conta que tinha sempre valor disponível na conta. O plano de pagamento foi cancelado por vocês por várias vezes, tendo eu sempre entrado em contacto com a Galp a perceber o porquê. Entrei em contacto então com o apoio jurídico da DECO para ver a melhor solução, porque tinha receio, que novamente por erro vosso, tentassem tirar um valor elevado do banco. Foi-me recomendado então colocar um valor no débito direto para que a Galp não pudesse tirar mais que esse valor. Valor estipulado então por mim de 220€. No entanto, sempre a cancelarem o plano de pagamento e eu sempre a ligar para o apoio ao cliente para entender, tendo em conta que o pagamento, se não estava a ser efetuado, não era por erro ou culpa minha. Em vários dos contatos para a Galp, questionei sempre a questão, de novamente, não estarem a ser faturados os valores mensais, e de não receber mais uma vez após vários meses as faturas. O que me responderam sempre que era uma questão do sistema de faturação e que quando estivesse resolvido iriam enviar tudo junto, ao que eu disse sempre que esperava que não voltasse a acontecer a mesma coisa, de receber uma fatura novamente com valores exorbitantes. Nunca no apoio ao cliente o negaram, nem tentaram dar uma opção para a situação, desvalorizando sempre a minha preocupação enquanto cliente. Recebi então agora uma fatura novamente superior a 500€ para pagar até dia 20/04 desde Dezembro 2025 até Março de 2026. Liguei então novamente para lá no dia 02/04/2026 para saber como resolver essa situação tendo em conta que tenho uma casa para pagar, contas, um bebé... e é completamente impossível proceder a um pagamento desse valor, tendo em conta que já é um erro recorrente da vossa empresa. Ponderei pagar novamente por plano de pagamento faseado, ao que me é dito que não é possível, pois já tenho um, da anterior fatura de 600€ ainda a ser pago (valor esse devido à tal atualização do sistema de faturação deles, que não recebi durante meses). Então teria que ser feito outro plano de pagamento, mas que para isso tinha que pagar primeiro 50% do valor total que ultrapassa os 800€. Disseram-me então que tenho que pagar esse valor primeiro, de 400 e tal euros no fim do mês de Abril, e só depois é que "diminui um bocadinho" o valor a pagar. Depois desta situação, terei e vou mesmo ter que mudar de fornecedora de eletricidade, para evitar que isto se volte a repetir. Mas mesmo que faça isso terei que pagar na mesma estes valores altíssimos, por um erro que claramente não foi nosso (cliente) e sim da Galp. E como eu digo, tenho a minha casa para pagar, as contas, o meu filho bebé para cuidar e isto começa a tornar-se insustentável financeiramente. Porque ao mesmo tempo indo para outro fornecedor de energia, que como já referi, vou mesmo sair da Galp. Iria ter que estar a pagar a duas fornecedoras ao mesmo tempo. A que irei trocar e ainda ao mesmo tempo à Galp por esta situação toda. No entanto também consta da lei que a faturação de serviços essenciais (LEI Nº 23/96): as empresas prestadoras de serviços (água, energia, comunicações), são obrigadas a emitir faturas mensais, detalhando os serviços e tarifas. Que é algo que não foi efetuado durante meses. Peço por favor uma solução ao meu caso, pois é inconcebível pagar um valor tão alto. Após contacto com departamento jurídico, envio esta reclamação por escrito, a qual aguardo a resposta em 8 dias úteis, caso a resposta não chegue dentro desse prazo, medidas serão tomadas.
Reclamação de Faturação Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à fatura recentemente emitida referente ao atendimento do meu filho, Apolo, nas vossas instalações. Ao analisar detalhadamente os itens cobrados, verifiquei a inclusão de materiais como máscara FFP2 e luvas vinílicas. No entanto, de acordo com a minha observação direta durante os atendimentos, esses materiais não foram utilizados nas situações descritas. Nas ocasiões em que o meu filho recorreu ao sistema eletivo, nomeadamente para realização de exames de sangue e RX, não foi feita qualquer utilização de luvas nem máscara por parte dos profissionais durante os procedimentos. Da mesma forma, nas idas ao serviço de urgência, o meu filho não realizou exames, tendo sido apenas avaliado por enfermeiros e médicos, que igualmente não utilizaram luvas durante o atendimento. Desta forma, considero incorreta a cobrança destes itens, uma vez que não correspondem a materiais efetivamente utilizados no atendimento prestado. Gostaria de salientar que não me oponho ao pagamento de todos os procedimentos e serviços realmente realizados. No entanto, não considero justo assumir custos de materiais que, na prática, não foram utilizados durante o atendimento ao meu filho. Solicito, assim, a revisão detalhada da fatura em questão, bem como a retificação dos valores cobrados indevidamente. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Márcia Aragão (mãe)
Pagamentos em duplicado
Exmos. Srs. Esta reclamação é feita por esta via por ser mais expedita; no entanto, de seguida, fá-la-ei via ASF. Fiz o pagamento dos meus seguros no app porque recebi um alerta de que estavam em vias de vencer. Contudo, após alguns dias, esses mesmos valores foram debitados na minha conta bancária, como se ainda não tivessem sido pagos. Não percebo como tal pode acontecer. Menos percebo por que, tendo transmitido essa irregularidade por contacto telefónico, para reaver esses valores, poderia ter de esperar entre 6 e 8 meses; quando esse processo deveria ser, num tempo razoável, de menos de uma semana. De um modo muito pragmático, a partir do momento em que alertei para essa falha, a própria empresa Fidelidade deveria por sua iniciativa analisar a duplicação de pagamentos e avançar celeremente com a respetiva correção no sentido de que os clientes não sejam prejudicados, como é o meu caso, aqui descrito.
Cobrança indevida
Exímios senhores, No dia 4 de abril de 2026 procedi à adesão a um plano de 52 semanas no Fitness Up através de inscrição online. No próprio dia da adesão, enviei e-mail ao apoio ao cliente a solicitar o cancelamento do contrato, manifestando de forma imediata e inequívoca a minha intenção de não prosseguir com a adesão. Esse pedido foi o único meio indicado pelos próprios colaboradores como válido para cancelamento de contratos realizados online. Tentei igualmente proceder ao cancelamento por via telefónica e presencialmente no clube, tendo sido informado que o cancelamento apenas poderia ser efetuado por e-mail ao apoio ao cliente. Até à data, não houve qualquer utilização dos serviços contratados. Apesar disso, apenas recebi resposta ao pedido de cancelamento 12 dias após a sua submissão, sendo posteriormente informado de que o contrato se encontra em período de fidelização e sujeito ao pagamento de taxa de cancelamento e valores adicionais. Considero esta posição incorreta, uma vez que o pedido de cancelamento foi efetuado no próprio dia da adesão e dentro de um contexto em que não existiu qualquer utilização do serviço, tendo ainda sido indicado que o e-mail era o único meio válido para cancelamento. Desta forma, solicito: - O cancelamento imediato do contrato sem qualquer penalização; - A anulação de quaisquer valores adicionais associados; - A regularização da situação contratual, considerando o pedido efetuado no próprio dia da adesão. Aguardo resolução célere da situação.
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