Reclamações públicas

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R. L.
28/08/2024

Cancelamento de contrato feito por telefone com Medicare

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 50100170753 No dia 21/09/2022 fui contactado via telefone para aderir a Medicare. Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Estive em viagem, não consegui ligar a Medicare para solicitar o cancelamento, mas recebi uma ligação muito mal educada por ter cancelado o débito direto da Medicare e me ameaçaram de fazer restrições ao meu nome e me cobrar pela dívida por outras vias. Penso que tentaram debitar em minha conta e não conseguiram. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas no dia 21/09/2024. Então hoje, 28/08/2024, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. S.
28/08/2024

Solicitação de cancelamento imediato do plano de saúde e reclamação por publicidade enganosa

À atenção do Departamento de Atendimento ao Cliente, Venho por meio desta, solicitar o cancelamento imediato do meu plano de saúde com a Medicare, com efeitos imediatos. No momento da contratação deste plano, fui informado pelos vossos representantes de que as despesas associadas ao plano de saúde seriam consideradas dedutíveis no IRS como despesas de saúde. No entanto, ao realizar a minha declaração de IRS, constatei que a Medicare não possui o Código de Atividade Económica (CAE) correspondente a uma entidade de saúde, diferentemente do que me foi assegurado no momento da venda. Considero essa situação como uma fraude comercial e publicidade enganosa, pois a informação fornecida no ato da venda não corresponde à realidade fiscal e administrativa da vossa empresa. Esta prática compromete a confiança do consumidor e representa um prejuízo financeiro, especialmente após verificar que deixei de pagar o plano quando percebi que fui enganado. Além do cancelamento imediato do plano, solicito também o cancelamento de todas as faturas em aberto, consideradas indevidas, uma vez que o serviço está suspenso e não foi prestado. Em caso de não cancelamento ou de resposta insatisfatória, reservo-me o direito de tomar as medidas legais necessárias para proteger os meus direitos como consumidor. Aguardo uma resposta da vossa parte no prazo máximo de 10 dias úteis, a contar do recebimento desta reclamação, com a confirmação do cancelamento do plano e das faturas em aberto. Sem mais para o momento, agradeço pela atenção e fico no aguardo de uma rápida resolução. Cumprimentos, Bruno Silva

Encerrada
M. S.
26/08/2024

Faturação

Exmos. Senhores, Assunto: Consulta de oftalmologia, marcada com regime convencionado da ADSE e cobrada como particular No dia 18/07/2024 estive na CUF TEJO, para uma consulta de oftalmologia, marcada através do MyCuf, selecionando médicos com acordo com a ADSE, tendo acabado por marcar, de entre os que surgiram com essa condição, com o Dr. Miguel Amaro. No MyCuf está assinalada a escolha do meu subsistema com o nº respetivo da ADSE. (Doc. 1) Nesse dia, após consulta, e face ao adiantado da hora, vendo que estavam muitas senhas à minha frente para pagamento, perguntei se mandavam a fatura por email, o que confirmaram. Todavia, quando a recebi, verifiquei que me estava a ser cobrada uma consulta em regime particular, no valor de 120,00 euros, com a observação de "ausência de n.º de beneficiário válido". (Doc. 2). Ora, não foi um serviço particular que contratei, mas sim um serviço com acordo com a ADSE, constando o meu nº do MyCUF. Posteriormente, mandei um email a pedir o esclarecimento da situação, que me responderam a 13 de agosto mantendo que o ato estava a ser cobrado como particular e que teria de ir presencialmente, ao serviço onde fiz consulta, no caso CUF TEJO, para esclarecer a situação. (Doc. 3 e 4) Sucede que, nesse periodo estava fora, em férias, mas já no dia 20 de agosto, contactada pela Cuf Montijo, na sequência de um pedido de marcação de uma consulta de dermatologia, a operadora referiu que não poderia marcar porque tinha uma dívida por liquidar e, perante a minha explicação sobre o sucedido e se poderia ser resolvido em qualquer CUF ( já que tentaria encontrar uma CUF mais próxima do local onde estava, no Norte do País), referiu que não, que apenas o poderia fazer na CUF TEJO e sugeriu ligar para lá e pedir para falar com a faturação. Foi o que fiz e, mais uma vez, perante a explicação da situação, a funcionária referiu que já não poderia alterar a faturação, porque apenas dispunha de 30 dias para o efeito, a contar do ato médico, prazo que já tinha decorrido, pelo que teria de pagar como particular! Ora, apesar de um ter explicado que o erro tinha sido da CUF já que não considerou aquilo que solicitei, que foi um pedido de consulta em regime convencionado e NÃO PARTICULAR e que apesar de eu ter tentado resolver em tempo, o que não me foi possível, já que só aceitavam presencialmente no local da consulta, estando eu de férias, fora, perguntei, que, tendo então de me deslocar do local onde estava de férias, a quem teria imputado os custos de uma deslocação para resolver uma questão criada pela CUF! Repare-se que, em local algum do site ou aplicação do MYCUF refere que só será admitido o regime convencionado contra a apresentação do cartão do ADSE e assinatura da fatura, que é o que agora me referem dizendo que se trata de uma exigência da ADSE! Então, a ADSE tem critérios muito diferentes no GRUPO CUF, já que o meu filho, no passado dia 20 de agosto teve necessidade de ir a uma consulta de otorrino na CUF Miraflores (beneficiario adse 019446012SS) que marcou também no MyCUF, confirmou a entrada e saida da consulta com o C.Cidadão nos terminais respetivos e, no final, apenas pagou a consulta em regime convencionado, sem qualquer apresentação do Cartão da ADSE, que aliás não tem em suporte fisico, mas apenas na aplicação IDGov, que, nesse dia nem conseguia aceder. Todavia disse-me qu enão lhe pediram cartão nenhum!) e sem assinatura de qualquer fatura/documento cujo comprovativo, aliás, foi enviada por email !! (Doc 5 e 6). Assim sendo, só posso entender que, no meu caso, a CUF TEJO está a atuar com total desrespeito pelo acordo firmado, que foi uma consulta em regime convencionado, está a impedir-me de usar outros serviços, por uma dívida que não existe, porque não é devida, violando a confiaça que, de boa fé, depositei naquela instituição ao marcar e apresentar-me a uma consulta em regime convencionado da ADSE! Remeto, em anexo, documentos ilucidativos da questão exposta. Ficando a aguardar uma resposta, subscrevo-me atenciosamente. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
Y. C.
23/08/2024
OMO

Cobrança e Propaganda enganosa

Exmos. Senhores, Baixei o app no dia 23/08 e lá apareceu que eu estava com 61% de desconto na app que ficava por 8€, derrepente apareceu uma compra de 24€ juntamente com aquela de 8€, na página de pagamento dizia que fariam o reembolso com 7 dias de compra feita, pedi o suporte para cancelar a compra e me reembolsarem, ao menos os 24€ indevidos e disseram que não era permitido, mesmo dizendo que em 7 dias podíamos pedir o reembolso. No mesmo dia que baixei o app, eles cancelaram a assinatura, não me reembolsaram e ainda não tenho mais acesso a app. Quero meu reembolso. Cumprimentos.

Encerrada
S. S.
23/08/2024

Faturação errada

Exmos senhores, Venho por este meio apresentar o meu desagrado com várias situações que ocorreram durante o internamento após a cesariana do meu filho. A primeira é que tinham o serviço completamente lotado, claramente com falta de pessoal, sendo que as enfermeiras que estão a serviço, mesmo sendo todas excelentes, não conseguem dar resposta a todas as necessidades das clientes em tempo útil. Por várias vezes após chamar por ajuda estive meia hora ou mais à espera, penso que quando estamos num hospital privado isto não tem de todo justificação, há falta de planeamento e cultura de que um faz o trabalho de dois ou três.  A segunda é que após uma cesariana que teve complicações, portanto eu não estando na minha melhor condição, me vêm pedir para eu trocar de quarto e de piso porque têm o serviço cheio de clientes em trabalho de parto. Não era o que mais queria no momento em que estava, estar a arrumar tudo o que tinha no quarto e mudar de local. Mas como profissional de saúde que sou compreendi a situação e entendi que podia facilitar. Apenas fiquei preocupada se iria ter o mesmo atendimento no piso 5, tendo sido assegurada pela equipa que ainda iria ser melhor atendida porque a enfermeira que subia comigo só tinha 5 clientes a cargo dela. O que acabou por acontecer foi sobrecarregarem a enfermeira com 8 doentes e eu numa das noites esperar 40 minutos por ajuda. No seguimento do pedido para trocar de piso a Enf. Alexandra veio ao meu quarto e informou que a administração para fazer um “agrado” às clientes que acederam ao pedido de troca, iriam ter isenção da diária de acompanhante. A Enf Maria José e a Enf Sónia também tinham conhecimento da isenção.  À noite foi-nos dito pela Enf Sofia que a minha acompanhante apenas não poderia tomar o pequeno almoço no quarto pois não estava previsto nesta isenção. Portanto a minha acompanhante nem o pequeno almoço tomou no quarto, desceu ao bar e pagou o pequeno almoço à parte. Penso que nenhuma Enf ia tomar a iniciativa de isentar fosse o que fosse sem alguém superior lhe dar essas indicações.  Quando não é o meu espanto passado uns dias depois da alta recebo no e-mail a fatura para pagar as 3 noites da minha acompanhante. Como fui ao Hospital Cuf Porto retirar os pontos, dirigi-me ao apoio ao cliente do internamento, que nada sabia desta situação. No dia seguinte confirmam telefonicamente que tenho de pagar o valor pedido porque a administração não tem conhecimento de qualquer isenção. Volto a insistir que foram as enfermeiras responsáveis que me vieram falar de tal, e que inclusivamente não fui eu que pedi nada, e mais, que tinha ouvido a falarem com outra cliente que também teria isenção portanto eu não seria caso único. No dia seguinte recebo nova chamada a insistir que tenho de pagar o valor estipulado e que a equipa de obstetrícia foi contactada e não tem conhecimento de nada. Ora parece-me que há aqui uma clara falta de comunicação interna, pois quero acreditar que não estejam a supor que estarei a inventar algo quando há várias testemunhas. Pedi para que uma das Enf que esteve comigo e me deu essa informação me contactasse e me explicasse o porquê de tudo isto, o que não aconteceu, talvez por o pedido não ter chegado a elas. Informo que não irei pagar a fatura sem que alguém responsável entre em contacto comigo e me explique este diz que não disse. E não vale a pena a assistente do apoio ao cliente internado entrar em contacto comigo a dizer o novamente o mesmo. Há aqui uma clara falta de respeito para com o cliente e na narrativa da Cuf parece que sou eu que estou a inventar toda a situação, o que não admito de forma nenhuma.  Fico a aguardar a vossa resposta.

Encerrada
M. P.
22/08/2024

Acosso Por Dívida Quando o Hospital Deve Um Valor Superior

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação, devido ao facto de estar a ser acossada pela CUF Descobertas há quase dois anos, em relação a uma suposta dívida de 246,06 €, quando, na verdade, são eles que me devem um valor superior devido à faturação indevida de fármacos que fui obrigada a pagar sob coerção. Apesar de ter exposto várias vezes que o próprio médico confirmou não ter utilizado esses fármacos, estou, entretanto, a ser ameaçada de cobrança por execução fiscal! Tendo em conta o enorme prejuízo, tanto financeiro como emocional, que já sofri devido à atuação desta empresa, exijo, no mínimo, que os pacientes sejam tratados com o respeito que merecem, e que me permitam finalmente seguir com a minha vida sem ser constantemente relembrada do trauma que vivi. Segue em anexo a minha resposta à advogada, onde detalho a cronologia dos assustadores acontecimentos. Com os melhores cumprimentos, MP

Encerrada
M. S.
21/08/2024

Enganado com seguro de saúde

Exmos. Senhores. (cancelamento imediato do contrato 51100005234) Quando me contactaram disseram que eu poderia cancelar o seguro de saúde quando eu quisesse mesmo após fazer a validação, pois não tinha nenhuma obrigatoriedade de permanência ou fidelização. Recentemente fiquei desempregado e entrei em contato para fazer o cancelamento do seguro e agora dizem que não posso cancelar pois tem uma validação da minha parte. Para angariar clientes enganam e mentem descaradamente e além do mais os serviços da MEDICARE, não são satisfatórios mas sim meramente publicidade enganosa, visto que, os valores a pagar por serviços de saúde permanecem essencialmente os mesmos que sem o seguro da MEDICARE. Posto isto, venho por este meio pedir cancelamento imediato do contrato 51100005234. Aderi ao serviço de saúde MEDICARE no qual não fui claramente informado sobre um período mínimo de permanência (fidelização), antes pelo contrário, foi-me dito que poderia fazer rescisão do contrato a qualquer altura. Invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a MEDICARE, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Serviço lamentável e até semelhante a burla Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Cobrança

Venho por este meio solicitar a exmo senhores que fui ENGANADA pela keep Wells na adesão ao seguro! Como podem ouvir na chamada telefónica a pessoa que estava a fazer a adesão ao seguro CONFIRMOU ME inúmeras vezes que o hospital Trofa saúde senhor do Bonfim estava incluído na rede médica do seguro ! No qual é mentira! Quando utilizei os serviços do hospital paguei a fatura na sua totalidade! Reclamei perante o seguro e a resposta que obtive foi que este seguro neste hospital não funciona e que quem fez adesão comigo ao seguro deveria me ter explicado melhor! Ninguém se responsabiliza pelos meses que paguei a mensalidade e pelo valor da consulta, já para não falar que tem uma campanha em que as novas adesões recebem 30€em cartão continente, no qual nunca vi tal valor! Sinto me enganada e lesada!

Encerrada
R. P.
14/08/2024

Anulação de contrato Medicare Platinum

Exmos. Senhores, Hoje ao ser contatado pela Medicare devido a um plano de saude, efetuei o "contrato " via telefonica mas sem nunca ter assinado um unico documento ou validado no site dos mesmos as condicoes contratuais. Acontece que ao pesquisar historico de reclamações relativas a Medicare, começo me assustar, pois os mesmos subcontratam pessoas individuais chamados de gestores para efetuarem os contratos. O contrato em causa é o de platinum com codigo 45100300898. Seguiu no proprio dia o pedido via email para o contato facultado onde anexei a o formulario de livre Resolucao de acordo com o ecreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que estao dentro dos 14 dias que mencionam as condicoes contratuais da MEDICARE Reserva me o direito de cancelar de forma antecipada o debito nao cumprido qualquer ilegalidade. Envio em anexo o email comprovativo do pedido de anulacao assim como as condicoes contratualizadas Cumprimentos.

Encerrada

Fatura cobrada de forma indevida

Exmos. Senhores, Em março de 2024 marquei uma consulta de otorrinolaringologia por estar de baixa com uma lesão nas cordas vocais e necessitar de reavaliação médica. Por motivos de proximidade com a minha casa escolhi a clínica da Joaquim Chaves de Moscavide. Na marcação da consulta e na chegada disseram que a consulta era comparticipada, mas não avisaram de que poderiam haver exames que não o eram. No momento do pagamento disseram-me que no sistema não havia nada para pagar, tendo em conta a seguradora. Após 4 meses, no dia 31 de julho de 2024, a clínica contacta-me para avisar que eu tinha pagamentos em atraso das faturas das consultas previamente abordadas, que, por problemas no sistema, não conseguiram ser faturadas na data da consulta. Só nesta chamada é que fui informada que o exame feito não tinha sido comparticipados, dando um total de 75€ para uma consulta e exame que teria feito noutra clínica a um valor bem inferior (pois era comparticipada) se me tivessem avisado previamente. Agradeço um reembolso do valor do exame (60€) visto não ter sido informada previamente de que o mesmo (ou outro qualquer além da consulta) não seria comparticipado, o que condicionou a minha escolha por aquela clínica. Ressalto que está informação não está disponível online, tal como referiu uma das administrativas. Cumprimentos,

Encerrada

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