Reclamações públicas
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Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Sou cliente com o nº conta ( 33085640). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – (a Beiragas - Floene, faz estimativa de consumo mesmo quando o cliente declara a contagem real dentro do prazo estabelecido. Isto é uma forma de enganar o cliente por que estamso a pagar adiantado algo que não consumimos). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Reclamação por cobrança indevida
Apresento reclamação contra a Clínica Dentária Suzana Mota por cobranças indevidas e falta de informação prévia no âmbito de consultas realizadas ao abrigo do meu plano de saúde Medicare. O plano Medicare informa que tenho direito a consulta de avaliação e destartarização gratuitas em clínicas parceiras. Escolhi esta clínica através do site do plano. No dia 20/01/2026, compareci a uma consulta previamente agendada, tendo informado que pretendia realizar a destartarização ao abrigo do plano. No final, foi-me cobrado 35,00€, referente a “Destartarização Bimaxilar com Airflow”. Em nenhum momento fui informado de que seria realizado um procedimento diferente do incluído no plano, nem de qualquer custo adicional, nem me foi solicitado consentimento. No dia 22/01/2026, levei os meus dois filhos a consulta, solicitando expressamente apenas a avaliação gratuita do plano. Durante a consulta, a dentista informou que faria uma higienização com escova elétrica, sem solicitar autorização nem informar custos. No final, foram cobrados 70,00€ (35,00€ por cada criança). Nunca fui informado de que seria um procedimento pago nem dei consentimento para tal. Adicionalmente, o recibo inicial indicava apenas “Destartarização”. Após solicitar segunda via com o número do cartão Medicare, o nome do serviço foi alterado para “Destartarização com técnica airflow”, sem justificação. Considero que houve cobrança de serviços não autorizados, falta de informação clara e ausência de consentimento informado. Solicito: Reembolso dos valores pagos (105,00€); Esclarecimento formal sobre os procedimentos realizados; Justificação para a alteração dos recibos. Aguardo resolução. Lucas Almeida Moura
Faturação
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato com nº ( 202610388020) e recebi a fatura nº (20261/1038103). Como podem facilmente verificar, a fatura não está correta porque estão a faturar consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, pelo que solicito a correção da fatura em causa. Assim, aguardo emissão da fatura corrigida. Cumprimentos.
Cobrança indevida
BOM DIA COBRARAM ME 14.99 por um serviço que nem sei e nem conheço a empresa QUERO REembolsooooo
Falta de resolução do acordo prestacional e aviso de interrupção
Apesar das sucessivas tentativas de regularização e da aceitação do plano de pagamento em 6 prestações iguais, continuo sem receber o novo acordo com data válida para pagamento da primeira prestação. Entretanto, mantém-se ativo o aviso de interrupção do fornecimento, apesar de continuar a demonstrar total intenção de cumprir integralmente o acordo prestacional. Face à ausência de resolução efetiva da situação, foi igualmente apresentada e registada reclamação formal no Livro de Reclamações sob o n.º ROR00000000045591073 Solicito, com urgência, a emissão do novo plano de pagamento atualizado, bem como confirmação de suspensão de qualquer procedimento de corte enquanto a situação permanece pendente de resolução.
Reclamação Formal – Cobranças Indevidas Medicare
Na qualidade de representante do Sr. Nuno Humberto de Cimas Ramalho, contribuinte n.º 222879122, vem o presente apresentar reclamação formal relativamente aos procedimentos de cobrança que têm vindo a ser promovidos por V. Exas. no âmbito do alegado contrato associado à Medicare. Cumpre esclarecer que o nosso constituinte comunicou expressamente, por escrito e de forma inequívoca, em julho de 2024, a sua intenção de cancelamento/oposição à renovação do referido contrato, tendo tal comunicação sido remetida dentro de um prazo razoável e legalmente admissível. Apesar disso, continuaram a ser emitidas cobranças sucessivas, incluindo alegadas mensalidades referentes ao ano de 2025, situação que se considera manifestamente abusiva, desproporcional e juridicamente contestável. Mais grave ainda, V. Exas., enquanto entidade de recuperação de crédito, persistem na exigência de valores cuja exigibilidade se encontra formalmente impugnada, sem que até à presente data tenha sido apresentada prova bastante da validade e eficácia das cláusulas contratuais invocadas, designadamente no que respeita à alegada renovação automática anual. Importa recordar que, nos termos da legislação portuguesa aplicável à defesa do consumidor e às cláusulas contratuais gerais, qualquer cláusula de renovação automática encontra-se sujeita a especiais deveres de informação, transparência e comunicação efectiva ao consumidor, recaindo integralmente sobre a entidade credora o ónus da prova relativamente: à efectiva celebração do contrato; ao envio e aceitação das condições gerais e particulares; à demonstração de que as cláusulas de renovação automática foram clara e expressamente comunicadas; à prova de que o consumidor foi devidamente informado sobre as consequências da não denúncia dentro de determinado prazo. Até ao presente momento, nem a Medicare nem V. Exas. lograram apresentar documentação suficiente que permita sustentar, de forma séria e legalmente válida, a exigibilidade das quantias reclamadas após a comunicação formal de cancelamento/oposição à renovação. Acresce que a insistência em contactos de cobrança relativamente a valores contestados poderá configurar prática abusiva e susceptível de violar os direitos do consumidor, reservando-se o nosso constituinte ao direito de accionar todos os meios legais adequados para defesa dos seus interesses, incluindo participação junto da Direção-Geral do Consumidor, ASAE, Comissão Nacional de Proteção de Dados e demais entidades competentes. Nestes termos, ficam V. Exas. formalmente interpelados para: Cessar imediatamente quaisquer procedimentos de cobrança relativamente aos valores contestados; Suspender eventuais comunicações para bases de dados de incumprimento; Remeter toda a documentação contratual alegadamente aceite pelo consumidor; Confirmar, por escrito, a suspensão do processo de cobrança até integral esclarecimento da situação. Mais se informa que qualquer insistência futura sem suporte documental e legal bastante será interpretada como actuação abusiva, com as legais consequências. Sem outro assunto de momento, aguardamos resposta escrita no prazo máximo de 5 dias úteis.
falta de resposta
Exmos Srs sou o associado 4882850-64e venho pedir a vossa ajuda conforme anexos que junto estou com problemas com a EOS apesar de vários contactos não obetenho desta entidade qualquer resposta fico muito grato se me puderem ajudar
Faturação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à faturação emitida pela Galp, referente ao contrato acima identificado. 1. Verifica-se falta de rigor e consistência na faturação, com discrepâncias muito significativas entre os valores faturados nos períodos de fevereiro, março e abril de 2026, sem correspondência proporcional com os consumos apresentados. 2. É particularmente grave a emissão de uma fatura agregada referente a um período excessivamente longo (12/09/2025 a 02/02/2026), no valor de 463,93€, incluindo acertos e regularizações pouco claros, contrariando princípios de transparência e previsibilidade. 3. As faturas apresentam informação complexa, fragmentada e de difícil interpretação, com múltiplas rubricas, devoluções e estimativas sucessivas. Destaca-se o recurso frequente a consumos estimados, inclusive em períodos prolongados, o que compromete a fiabilidade dos valores cobrados. 4. Adicionalmente, existem indícios de aplicação de tarifas e preços superiores aos parâmetros regulados pela ERSE e enquadramento europeu (ACER), nomeadamente quando comparados com referências de tarifa regulada indicadas nas próprias faturas. Face ao exposto, solicito: * Revisão integral das faturas emitidas; * Justificação detalhada dos valores e metodologias aplicadas; * Correção de eventuais erros e devolução de montantes indevidamente cobrados. Sem outro assunto, aguardo resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Célia Maria Costa Arménio
Fatura e Cobrança
No âmbito de uma campanha publicitária no Instagram, o meu marido foi contactado para uma “avaliação gratuita” relacionada com alinhadores dentários invisíveis. Durante a consulta inicial, não foi prestada informação clara, transparente ou inequívoca sobre o custo total do tratamento, nem sobre a existência de um compromisso financeiro no valor aproximado de 3.536,48€. Após o início do processo, foi apresentada uma cobrança desse valor, sem que tivesse sido devidamente informado ou que tivesse consciência de ter celebrado um contrato com estas condições. Não houve explicação clara do preço total antes da decisão de avançar com o tratamento, nem consentimento informado e esclarecido relativamente ao valor global. Neste momento, a empresa exige o pagamento integral do valor e ameaça recorrer a meios legais de cobrança. O consumidor não reconhece a validade desta cobrança, por ausência de informação pré-contratual clara e falta de consentimento informado sobre o valor total do serviço. Consideramos tratar-se de uma possível prática comercial enganosa e falta de transparência na informação prestada ao consumidor. Solicitamos apoio na mediação com a empresa e avaliação da legalidade da cobrança exigida
Facturação indevida
Boa tarde . Em novembro de 2025 o meu pai foi contactado pela MEO para uma oferta de um tarifário fixo o qual aceitamos . Acontece com essa adesão, chegou junto um outro cartão que automaticamente foi activado .( O qual nunca nos informaram ) O mesmo nunca foi usado nem retirado da embalagem . A activação foi feita segundo os operadores de forma automática e obrigatória pelos vistos, e desde então tem sido cobrado esse valor ( 5 euros ) desde novembro até á data . Não houve qualquer informação da parte da MEO nem tão pouco autorização da nossa parte para que fosse feito . Funciona de forma dúbia e ridícula a forma como adquirem dinheiro sem consentimento e conhecimento do cliente . Em 6 meses pagamos um cartão nunca utilizado !! 5 euros de ?? Tendo em conta que contactei a MEO várias vezes e nunca explicaram porque pagava sempre valor a dobrar . Apos contacto com a operadora nada fizeram para tentar minimizar o desagrado da nossa parte e considero que é ultrajante e muito mesquinho da parte da MEO a forma como retira dinheiro aos consumidores de forma pouco clara . Inclusive surgiram chamadas para a Polónia com o meu pai internado no hospital. Ridículo ! Pouco profissionais . Pouco transparentes. Aguardo resposta e resolução . Muito obrigada . Dina Estremores
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