Reclamações públicas

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S. R.
04/11/2024
Best on line resume

cobrança indevida

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Boa tarde.Venho através deste meio, fazer uma reclamação sobra a empresa BEST ONLINE RESUME .No dia 18/10/2024 fiz a aquisição de um modelo de currículo disponibilizado no site da referida empresa, pelo qual paguei 0,95€ em donwload de um currículo. Ou seja, não efetuei nenhuma assinatura do serviço que justifique cobrança de taxa futura, seguindo com a modalidade de conta grátis. Entretanto, no dia 01/11/2024 a mesma marca cobrou o valor de 27,85€ mais 1,11 € no meu cartão, por uma assinatura que eu não possuo, visto que não sou cliente premium, não autorizei a devida cobrança e, ainda assim, tentei realizar o cancelamento da assinatura o que não foi bem sucedido, visto que não a possuo. Na hora da compra não aparece nenhuma informação dizendo que serão cobrados valores excedentes, ou que uma assinatura será feita, apenas diz que para o download de um currículo é preciso pagar 0,95€. Jà entrei em contato com a empresa para reaver o valor sem qualquer sucesso, uma vez que eles alegam nao ter qualquer registro. Além de indevida a cobrança é ilegal, é de extrema irresponsabilidade da empresa referida, tendo em vista que não sou o único cliente lesado com esse prática abusiva. Exijo o estorno do valor cobrado em retratação ou seguirei com as medidas cabíveis dispostas na lei n.º 24/96 antigo 9° do Código de Defesa do Consumidor.Desde já, gradeço a vossa atenção! Cumprimentos.

Encerrada
L. N.
04/11/2024

Cobrança indevida de serviços

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 311695245. Já vos alertei por diversas vezes para o erro existente na fatura enviadas referente ao mês de Julho/2024. Rescindi contrato convosco definitivamente a 2 de Julho depois de já ter pedido o cancelamento do telemóvel associado á conta em Abril e de o mesmo me ter sido negado. Fiz reclamação por escrito em 02 de Abril. Atribuiram-me supostamente um novo número de telemóvel que não pedi nem necessitava por já ter passado para outro operador. Mesmo assim andei a pagar o serviço de telemóvel que não usei nem pedi (entre Abril e Junho de 2024). Aquando da ultima factura tiveram a ousadia de me continuar a debitar o serviço de telemóvel que nunca usei como se de um mês inteiro de tratassae, quando já tinha pedido o cancelamento do telemóvel em Abril e o serviço de TV+Net foi cancelado a 2 de Julho. Já estou farto de reclamar por escrito junto da Vodafone e até ao momento não resolvem nada e a única coisa que recebo é notificações de uma suposta dívida.. É um comportamento completamente inaceitável e execrável por parte da Vodafone já que andei a pagar 3 meses de um serviço que não pedi nem utilizei na totalidade (telemóvel com portabilidade feita em Abril para outro operador) com reclamações para a ANACOM e ainda têm a ousadia de me tentar extorquir o valor do serviço de telemóvel de Julho pela totalidade. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Encerrada
H. R.
04/11/2024

Contrato realizado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha experiência recente com a Operadora NOS. Sou cliente há vários anos e atualmente resido em Rio Tinto. Mas, há cerca de três/quatro anos, todos os anos estabeleço um contrato para uma segunda casa com a duração de seis meses e nunca tive qualquer problema. No dia 14 de abril, dirigi-me a uma loja NOS para formalizar um novo contrato de internet e televisão para essa segunda casa. Expliquei o que pretendia, sublinhando sempre que seria para alguns meses, mais ou menos, de abril a outubro, fui atendido por uma funcionária, que, após tratar do assunto, me apresentou um contrato com a duração de 24 meses. Mesmo depois de eu fazer a observação que o contrato dizia 24 meses a funcionária assegurou-me que não precisava me preocupar com o número de meses, e como, nos anos anteriores, a situação foi igual e tudo correu sem problemas, confiei. Assim, confiante na informação prestada, assinei o contrato. Agora, em setembro, voltei à loja NOS com a intenção de cessar o contrato, uma vez que no final de outubro pretendo abandonar a segunda casa e retornar a Rio Tinto. Na loja expus a situação e o funcionário disse-me que não podia ser naquele local, mas que, entretanto, eu iria receber um SMS para cancelar o contrato e que depois teria que me dirigir, novamente, à loja para assinar a cessação do contrato. Entretanto não me mandaram mensagem, mas telefonaram-me da NOS e para minha surpresa, fui informado de que o contrato tinha um período de 24 meses e que não poderia ser cancelado antes do término estipulado porque as regras tinham mudado e já não era possível fazer contratos para 2ªcasa, não sei se estou a utilizar os termos certos, mas a ideia que me transmitiram foi esta. Mediante esta situação o que eu tenho a dizer é o seguinte: em 1ºlugar se já era assim quando me dirigi à NOS em abril não me deveriam ter informado desta situação? Porque se o tivessem feito ou eu não fazia um contrato deste género ou então aceitava e nem sequer estava neste momento a falar de cessação de contrato. Em 2ºlugar se as regras mudaram no decorrer do contrato, na NOS, como um funcionário me disse, não podem querer que eu pague os restantes meses porque volto a dizer ninguém me informou desta possibilidade. Reclamei para o Provedor do Cliente da empresa, que defende a empresa e não o cliente, e informou-me que esta modalidade da 2ªcasa já não existia quando eu fui pela 1ªvez à NOS, em abril, para fazer o contrato. Se assim é, volto a dizer, porque a funcionária não informou e fez aquele contrato, que era exatamente igual ao do ano passado, por isso volto a dizer, confiei porque sempre me apresentaram este contrato (24 meses) e SEMPRE me cancelaram o contrato ao fim de 6 meses, porque era para 2ªcasa. Agora a empresa NOS, toda poderosa, quer obrigar-me a pagar até ao final quando não estou na casa e a usufruir do serviço e não consigo mudar para a outra casa porque já tenho contrato. Face ao exposto considero que houve uma falta de clareza na comunicação e na formalização do contrato, especialmente porque fui induzido a acreditar, por uma funcionária da Operadora NOS, pela qual a empresa é responsável, que poderia usufruir de um contrato temporário. Agora a NOS não assume o erro da sua funcionária, pela qual é responsável, e quer obrigar o cliente, de há muitos anos e com tudo SEMPRE em dia, a pagar um erro de uma funcionaria mal informada ou incompetente ou então que a empresa NOS não soube dar formação. Para terminar pergunto se quando me dirigi à loja já não havia a modalidade 2ªcasa porque a funcionária não apresentou a alternativa de contrato de 6 meses? Cumprimentos.

Encerrada
A. S.
04/11/2024

Fatura Incorreta

Exmos. Senhores, Sou cliente com o CPE nº PT000200004607084KF. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas e não tive resposta. Mensalmente temos o valor mensal de fatura entre 60€ a 70€. Optamos pela troca de operadora de energia no dia 09/10 e desde então nosso transtorno com a EDP começou. Sabíamos que haveria uma última fatura com o saldo dos dias utilizados, e no dia 30/10 fomos surpreendidos com uma fatura no valor de 232,45€ e outra para 8 dias depois com o valor de 472,69€. No mesmo dia 30/10 entrei em contato por telefone e a senhora que me atendeu informou que a fatura de 232,45€ foi cancelada pois a outra de 472,69€ seria a efetiva debitada e que os valores estavam corretos por se tratarem de correção da estimação.. Ainda no dia 30/10 pelo aplicativo fiz a alteração e tirei o débito direto para não acontecer de debitarem valores indevidos e alterei para fatura por multibanco. No mesmo dia 30/10 pelo aplicativo abri uma reclamação para entrarem em contato e regularizarem as faturas que estavam abusivas e colocarem os valores corretos para pagamento. Hoje, dia 04/11 fui surpreendido novamente com o débito que foi incorretamente realizado em minha conta do valor da fatura de 232,45€ sem a minha autorização. Além disso, todas as solicitações que realizei pelo app vocês colocaram como resolvido, sem nenhuma resposta. O débito direto continua ativo como se eu nunca tivesse solicitado a remoção. Entrei em contato pelo telefone, fui atendido por Suzete as 11h01, informei toda a situação e ela disse que abriu uma reclamação e solicitou o reembolso, como eu havia pedido. Me deu o número de reclamação de 8161163996 e disse ter o prazo máximo de resposta de até 15 dias úteis. Além disso informou que esta fatura de 472,69€ não será debitada e está bloqueada até a resolução. Tenho todos os prints guardados de tudo que relatei acima, além disso, tenho todo consumo estimado mensalmente e justo agora que cancelamos o contrato com vocês vocês nos faturam abusivamente com valores ridículos e consumos exorbitantes que nunca aconteceram de fato. Lembrando que em minha casa sou eu, minha esposa e nosso filho de 8 anos. Eu e minha esposa trabalhamos o dia todo e somente retornamos a casa no final do dia, nosso filho está na escola e também somente retorna no final do dia. Em nossa casa temos poucos eletrodomésticos, apenas 1 televisão, 1 frigorífico, 1 airfryer, 1 forno, 1 fogão e 1 máquina de lavar. Não temos nada além disso e desde sempre vocês nos cobram valores muito maiores do que deveriam e nunca reclamamos disso, porém, o que estão fazendo agora é inadmissível. Exijo o reembolso deste valor que foi debitado sem autorização, tendo em vista que foi alterado há 5 dias atrás, e solicito a correção do valor da última fatura. Se for necessário resolver isso de forma judicial, eu resolverei mas o problema será muito maior porque aí eu vou querer todo o transtorno que me causaram além do relógio que também está com leitura incorreta. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Encerrada
F. O.
03/11/2024

Cobrança

Exmos. Senhores, responsáveis pela empresa INTRUM. Estou a receber constantemente SMS da vossa empresa, um tanto ameaçadores, para pagamento de dívida, valor e referencia para pagamento. Também consta um email para contactar, assim enviei email para saber de que se trata a empresa e divida. Qual a minha surpresa em ter o email respondido de forma totalmente informal, sem nenhuma informacao das quais solicitei. Com apenas uma linha a dizer " que a senhora cristhine entraria em contacto." e um "Ok" no final. Respindi ao email a a reclamar a maneira que foi respondido. Recebi um novo email a dizer: "Temos aqui à nossa disposição um fundo de 230.000 euros doado pela Dona Maria Rosário Gomes que lhe pretende dar. Somos um serviço que liberta donativos para as pessoas. Aguardamos a sua resposta para continuarmos com os procedimentos obrigado . Cumprimentos. " Enviei email a pedir que não me contacte mais. Só burlas e chateação com email e sms, espero que não contacte mais.

Encerrada
B. L.
02/11/2024

Cobrança dobrada do valor

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar o facto de me contactarem para ser vosso subscritor no mês de outubro, com o pretexto que seria bom para ter descontos em vários sectores. O valor da subscrição seria 8€ e poucos cêntimos e dito e referido várias vezes pelo operador que me contactou que era só mesmo esse valor a pagar com início no mês de Novembro. O que acontece é que esse valor foi-me cobrado duas vezes seguidas no mesmo dia. Agradeço o reembolso do valor do segundo pagamento, pois apenas foi autorizado o valor de 8,49€ mensal, não o dobro como foi executado. Cumprimentos. Bruno Lourenço

Resolvida
A. S.
02/11/2024

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, Visto não se verificar resolução da vossa parte continuando na insistência de um pagamento que não é devido, mesmo depois de já ter sido enviado email e ter-se falado ao telefone em que existe da vossa parte a garantia de encerramento da suposta apólice. Vejo-me assim obrigado a recorrer a outras vias , como reclamação por esta via, ao Banco Portugal e queixa crime por burla na Polícia Judiciária a ver se esta situação se resolve de uma vez por todas e a vossa entidade toma vergonha na cara e age conforme a lei e o os artigos dispostos no suposto contrato. Para contextualizar e como vocês gostam tanto de lembrar que é do meu conhecimento também é do vosso que: 1º O suposto seguro foi efectuado por telefone e pela minha esposa, ( não por mim ) nem quiseram saber se era mulher ou homem ao telefone, logo aqui se vê a ética e cuidado na realização de contratos, a meu ver devem ser revistos bem como as pessoas que aí trabalham e os celebram apenas com o intuito de roubar; 2º Em nenhuma altura foi referido que o valor do prémio seria retirado do montante a crédito existente do cartão Universo, se assim fosse nunca teria sido aceite logo de princípio, não são vocês que têm que gerir o meu dinheiro nem da maneira como o gasto. Sou vosso cliente há anos e nunca vos fiquei a dever nada. Mais uma vez uma vergonha , falta de ética , respeito pelo cliente, mais uma forma de roubarem o cliente, porque nem se preocupam se vai haver dinheiro ou não para pagar no final; 3º Conforme autorização de débito directo SEPA, datada de 27.05.2022, é dada a autorização à Real Seguros e não à Universo do débito do valor do prémio; 4º Mais se verifica no suposto contrato celebrado , o artigo 9º Cessação de contrato, ponto nº 2 por falta de pagamento do prémio. Logo não há pagamento, o contrato é cancelado, esta cláusula é existente neste seguro e em qualquer outro pelo que só teriam que proceder em conformidade. Mais uma vez a tentativa de roubo. 5º Mais se verifica junto da minha entidade bancária e dos pagamentos por débito directo junto da Universo o último débito a 16.06.2020, tendo sido o débito directo cancelado após o envio da apólice. O 1º email por parte da Universo a 12.08.2022 já veio com dados de pagamento por entidade e referência no montante de 15,00€ logo se depreende a não possibilidade de pagamento por débito directo o que conforme artigo implica a cessação do contrato e não a continuidade de tentativa de pagamento. A 16.08.2022 novo email sem dados de pagamento , com ameaça quando deveria de ter sido efetuado o cancelamento A 22.08.2022 ( 10 dias depois ) já com suposto valor actualizado , 30.00€ E por aí vai… sem comentário. Até que sem perceber o porquê da insistência e não cumprimento da lei e artigos do suposto contrato e recepção do email a 07/10.2022 segue o seguinte; 6º Também é do vosso conhecimento que existem contatos, gravados como todos : 1º - A 01.11.2022 ( conversa que autorizei e pedi que todas as seguintes fossem com a minha esposa ) inicialmente conversa com o Sr. Eduardo Gama, que deu indicações para ligarmos para o contacto 308811418 onde se falou com o Sr. Edgar Lopes , que após ser referido tudo o que foi indicado nesta reclamação anteriormente, apesar de verificar a burla, a má fé e tentativa de roubo da vossa parte, nos disponibilizamos a pagar os 60,00€ que se verificavam em dívida à data para acabar com essa palhaçada em resposta o Sr. Edgar Lopes deu a expressa certeza de que o processo ficaria encerrado e que iria enviar um email para a Real Seguros e que seria cancelado de imediato a suposta apólice e que iria receber por email a confirmação do cancelamento, e-mail esse que nunca recebi. Daí por salvaguarda não paguei os 60,00€. 2º Contacto ( para a minha esposa conforme solicitado e autorizado em sistema da universo )por parte de um recuperador de crédito da Universo no início de 2023 ( não sei precisar a data ), credor esse super mal educado, não me vou acrescentar sobre o ser humano para não ser mal educado, que apesar de ter a autorização de falar com a minha esposa sobre o tema, disse que não o poderia fazer, não ouviu nada do que se queria dizer, apenas se limitou a ameaçar com tribunal se não fosse efetuado o pagamento, devido à sua falta de educação, profissionalismo e ameaças infundadas, mais uma vez os 60,00€ não foram pagos. 3ª Contacto por parte de um recuperador de crédito da Universo, desta vez uma senhora, da qual efectivamente e pela 1ª vez nada tenho a dizer, no entanto a confirmação do encerramento do processo e da suposta apólice nunca chegou a meu puder , pelo continuei sem pagar o valor que disse efectivamente pagar mesmo sabendo que não o devo, por segurança porque depois de toda esta trafulhice não me iria arriscar a pagar para depois virem com a conversa que como paguei o seguro continua activo. Posto tudo isto informo que neste momento, devido à falta de ética , tentativa de burla, não cumprimento dos artigos expostos, estando o meu nome sujo no Banco Portugal pela vossa tentativa de Roubo, fazendo uma pessoa ser intitulada de caloteira e muito mais, não pagarei qualquer valor por não ser devedor de tal. Mais informo que autorizo que qualquer assunto pode e deve ser tratado com a minha esposa. Espero que esta situação seja resolvida o mais breve possível, para ontem de preferência e a dívida retirada do Banco Portugal. Cumprimentos, A. S.

Encerrada
P. C.
01/11/2024

Apropriação Indevida de Energia - Defesa

Assunto: Contestação de Acusação de Consumo Irregular de Energia – FF00002535xx PT00020000742337XXXX Exmos Srs No passado dia 31/10/2024 Tomei conhecimento, através de email recebido, da vossa comunicação datada de 21/10/2024 relativa ao processo FF00002535XX, que julguei tratar-se de um email fraudulento com intuito de enganar um consumidor mais desatento. Podia ter pura e simplesmente ignorado, mas não o fiz, e contactei a E-REDES através do 218100100 para reportar o alegado “esquema” que estaria a ser vítima, de forma a E-Redes tomasse conhecimento e pudesse tomar as devidas providencias para protecção dos seus clientes. Mas, acontece, que o colaborador da e-redes, confirma que a acusação é real e de facto estou a ser acusado de Apropriação Indevida de Energia, o que me fez manter, de imediato, a desconfiança relativa a possivel fraude que eu estava a denunciar. Continuei a conversa telefónica, desconfiado, a pensar que seria um “esquema” muito bem elaborado, mas com o desenrolar da conversa acabo por tomar consciência que de facto é verdade. Estou mesmo a ser acusado de consumir energia sem pagar de forma consciente. Passado o 1º choque, decido começar a fazer perguntas ao assistente da E-Redes a tentar perceber se trata de um engano grosseiro ou de mais informações que eu possa obter em vez de um email de uma folha apenas, onde está indicado que devo cerca de 11.000€ e que tenho de pagar em 10 dias. É então que o vosso colaborador percebe que eu não recebi a 1ª carta datada de 11/09/2024, e que me envia de imediato por email. Nota - A morada relativa a este CPE é a minha casa de ferias que uso apenas 30/45 dias por ano, onde a média de consumo de energia anual oscila entre os 350/500 KW por ANO, ficando inclusive alguns anos abaixo dos 400Kw originando isenção de tarifas audiovisuais. e onde não habita ninguem de forma permanente nem ocasional. Não tenho Internet/TV cabo e posso comprovar a respectiva reduzida utilização pelos consumos de Água do SMAS de Lagos. Quando a Casa está desabitada, o Quadro Eléctrico fica DESLIGADO no INTERIOR. Portanto, como não reside ninguem nesta casa, não recebi nenhuma carta registada, e só tomei conhecimento do envio da 2ª carta de 21/10/2024 porque a E-REDES me enviou um email que espoletou esta minha reclamação. A 1º Carta de 11/09/204 não recebi fisicamente nem qualquer email da E-REDES sobre este assunto. Depois de ter tido acesso ao 1º Email sobre a primeira carta datada de 11/09/2024 passo a expor a minha defesa. 1. Recuso Totalmente a acusação de que estou a ser alvo, Pois nunca me apropriei de forma indevida de Energia. Estou a ser ACUSADO de um CRIME que NÃO COMETI! 2. A Morada deste CPE é a minha casa de férias, onde os consumos nos último 10 Anos Oscilam entre os 350 e os 450 KW Por ANO, não havendo nenhuma alteração do perfil de consumo. 3. Posso comprovar através das Facturas de Água, que junto em anexo e que podem comprovar que estão abaixo dos 60m3 ANUAIS, desde o ano 2018, provando que esta morada não tem qualquer tipo de utilização regular. Posso apresentar tambem um rol de testemunhas a comprovar que a casa não é habitada, e que a mesma fica com o quadro DESLIGADO quando está fechada por longos períodos. Quanto ao Auto de vistoria efectuado no dia 07/09/2024, deixo os seguintes reparos 1. É FALSO que o cliente estava ausente. Eu estava no local, dentro de casa pelas 15H00 (Sábado) quando fiquei sem luz. Saí de casa e questionei os técnicos sobre o que estavam a fazer. Os mesmo explicaram que era substituição do contador, trabalho de rotina. 2. CONTADOR a. Tampa dos Bornes - SELADA b. Selos Manipulados – NÃO c. Tampa dos bornes danificada – NÃO 3. Shunt de tensão - CONFORME 4. Ligações trocadas – NÃO 5. Ligação directa nos bornes do contador – NÃO 6. Prova documental – Selos Manipulados – NÃO 7. Comentários a. KE Manipulado? Como?? b. KE trifásico – como? Se até 18/05/2023 estava como monofásico segundo consulta informação E-Redes Pela Goldenergy? Por que razão a informação na E-Redes foi trocada para trifásica quando altero contracto em 18/05/2023 para Luzboa? c. Apenas uma fase ligada no borne – isto explica que houve “roubo” de energia? d. Duas fases inactivas – Isto prova que houve “roubo” de energia? e. Não foi possivel aceder ao DCP – porque que motivo não acederam? Eu estava em casa como sabiam! Se a equipa desconfiou de possivel burla podia ter pedido o acesso ao Disjuntor que está dentro de casa. Porque não o fez? Se o tivesse feito, provavelmente, esta acusação infundada não teria sequer ter razão de existir. Fica a pergunta. Resumindo 1. Resumindo, sou acusado de roubar energia no valor de cerca de 11.000€, com a tampa dos bornes SELADA, Não Danificada, e selos NÃO manipulados. No interior Apenas uma fase LIGADA e as restantes 2 INACTIVAS. Ligações NÃO trocadas e sem ligações directas nos bornes do contador. Leituras ACTIVA. 2. Não existem alterações de padrão de consumos neste local, desde o Ano em que comprei este imóvel, 2015 conforme a E-REDES sabe e tem acesso, por via de CONTAGENS TRIMESTRAIS efectuadas ao Contador que se encontra na VIA PUBLICA. 3. Site E-Redes (contacte-nos) - Tento abrir uma reclamação no site da E-Redes (contacte-nos) como titular do contracto e o sistema não permite avançar, por erro ao qual sou alheio. 4. Aproveito para deixar a seguinte questão. No meu caso, tenho forma de me defender desta grave acusação sem qualquer sentido, mas quantas pessoas estarão a ser acusadas injustamente de forma semelhante sem terem forma de se defenderem? Fica a Sugestão para ERSE fazer uma auditoria a todas as “Apropriações Indevidas de Energia” levantas pela E-REDES. 5. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade e informações claras sobre o processo de revisão, de modo a evitar medidas como o corte de fornecimento de energia, que a verificar-se não poderá deixar de ser objecto da correspondente acção judicial exigindo a respectiva indemnização pelos danos materiais e morais que de tal situação abusiva e ilícita resultariam. 6. Mais uma vez, reitero a minha total oposição a esta acusação e considero ofensiva e lesiva a forma como a E-Redes parece, através de tal imputação, visar um enriquecimento à minha custa sem fundamento comprovado. Solicito, pois, a reapreciação deste processo, o arquivamento da cobrança indevida e o devido pedido de desculpas. Cumps Pedro Chaves

Encerrada
G. L.
01/11/2024

Contrato abusivo

O contrato desta empresa é abusiva, a pessoa que começar a fazer a formação é obrigada a pagar mesmo que queira deixar de fazê-la. Algo absurdo. Teve muitas reclamações deste tipo e vai continuar a ter porque isso é um absurdo.

Encerrada
M. L.
01/11/2024

Faturação incorreta e abusiva

Exmos. Senhores, Venho solicitar a análise e correção da cobrança abusiva, arbitrária e inconsistente após a substituição do vosso contador. A Repsol está em desacordo com a Lei dos Serviços Públicos - 23/96, Artigo 3.º ..."O prestador do serviço deve proceder de boa fé e em conformidade com os ditames que decorram da natureza pública do serviço..." Não há boa fé e nem transparências nas 2 faturações do ciclo de outubro. Na 1ª emissão os valores de consumo estão incorretos e discordam da média mensal e uso real da moradia. Porém, a empresa emitiu uma 2ª fatura complementar, totalizando um valor final ainda mais incorreto e abusivo. Decorrente da incapacidade técnica operacional em obter os registos adequados aquando da troca do contator, empresa apresentou consumos/valores incompatíveis e não considerou que na incapacidade de uma leitura efetiva, deveria calcular a média de consumo. Logo, a prática demonstra somente um pretexto e intenção de obter lucro ilegítimo, do que de fato, regular/reparar/modernizar o equipamento medidor. No que incorreu também, em outra infração legal. Após o exposto, aguardo a vossa imediata análise e providência a fim de evitar mais desgastes no acionamento da ERSE para tratarmos do litígio. Cumprimentos, Mauricio Lopes Cumprimentos.

Encerrada

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