Reclamações públicas

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V. R.
10/09/2026

Encomendas não recebidas

Boa tarde, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao atraso e ao aparente encaminhamento incorreto de três encomendas com os seguintes números de tracking: 68545302 68544588 68694439 As três encomendas têm como destino o código postal 2625-665 – Póvoa de Santa Iria. O histórico de tracking apresenta movimentos que considero anormais e que estão a provocar um atraso significativo na entrega. Em particular, duas das encomendas foram encaminhadas de LISBOA para AVEIRO, apesar de o destino ser Póvoa de Santa Iria. A terceira encomenda esteve anteriormente em Aveiro e foi posteriormente encaminhada para Lisboa, onde se encontra sem novos movimentos desde 09/09. Neste momento, não é claro qual é o centro de distribuição responsável pela entrega na minha zona nem qual a razão para estas encomendas estarem a circular entre Lisboa e Aveiro. Solicito, por favor, que verifiquem individualmente as três encomendas e me esclareçam: Onde se encontra fisicamente cada encomenda neste momento; Qual a razão destes encaminhamentos entre Lisboa e Aveiro; Se existe algum problema operacional ou de distribuição para o código postal 2625-665; Qual é a previsão realista de entrega de cada encomenda; Se existe algum problema que esteja a impedir que sejam encaminhadas para a distribuição final. Agradeço uma resposta concreta e não apenas uma indicação genérica para acompanhar o tracking, uma vez que os movimentos registados demonstram que as encomendas já sofreram vários atrasos e encaminhamentos aparentemente contraditórios. Aguardo a resolução da situação e uma atualização relativamente às três encomendas. Obrigado.

Encerrada

Reembolso não realizado

Olá, Venho novamente contactar-vos relativamente à minha devolução, com o nº 46108. A encomenda referente à devolução foi entregue no destino no dia 03/01, e hoje, dia 10/01, continuo sem receber o respetivo reembolso nem qualquer informação sobre o estado do processo. Gostaria, por favor, de saber qual o motivo da demora e quando será efetuado o reembolso do valor da devolução. Aguardo uma resposta e a resolução desta situação com a maior brevidade possível.

Encerrada
C. M.
10/09/2026

O "entregador" não entregou o que o AliExpress enviou, deu por "recusada" e ameaçou que não entrega

A GLS a ser GLS: Puseram um indivíduo que não deve saber ler etiquetas nas encomendas do AliExpress com o endereço, manda um WhatsApp que parece aquelas burlas de phishing, dá como "recusada" sem ter ido ao endereço da encomenda e depois ameaçou por áudio WhatsApp que nunca mais entregará nada (tal como nunca o fez!) e apaga as mensagens! Para mostrar a verdadeira GLS é ir ver as avaliações ao Trustpilot e aqui! Inexplicavelmente, no portal da queixa arranjaram forma de enganar os mais ignorantes com avaliações fictícias que em nada corresponde à pouca vergonha que os queixosos lá relatam!

Encerrada
R. S.
10/09/2026

Informação falsa junto do consumidor

Assunto: MultiOpticas - Falta de transparência na apresentação de plano de saúde visual e problemas com óculos Motivo: Reclamação: ASSUNTO: Reclamação por falta de transparência, omissão de informação essencial, prática comercial suscetível de induzir o consumidor em erro e atendimento inadequado. Eu, Josefa Maia, sou cliente da MultiOpticas há cerca de 26 anos. Ao longo de todos estes anos, eu, o meu marido e os meus dois filhos temos sido clientes da vossa marca, depositando sempre total confiança no profissionalismo dos vossos colaboradores. Em setembro de 2025 desloquei-me à loja MultiOpticas de Tavira para adquirir novos óculos progressivos. Devido à minha graduação e ao meu astigmatismo, os meus óculos têm um custo elevado, pelo que procurei aconselhamento junto da funcionária que me atendeu. A colaboradora apresentou-me o denominado "Plano de Saúde Visual", explicando-me que ficaria a pagar uma mensalidade pelos meus óculos, que o contrato teria uma duração de 24 meses e que ao fim de um ano poderia mudar de óculos sem custos adicionais. Em momento algum me foi explicado de forma clara, simples e inequívoca que: * estava a celebrar um contrato de aluguer ou leasing de óculos; * os óculos permaneceriam propriedade da MultiOpticas; * os óculos teriam de ser devolvidos no final do contrato; * a cessação antecipada do contrato implicaria o pagamento das mensalidades em falta. O contrato foi enviado para o meu e-mail enquanto me encontrava sentada na loja a escolher armações e lentes e, em simultâneo, recebi uma mensagem para autorizar o débito direto. Como qualquer consumidor de boa-fé, e confiando na funcionária e na relação de confiança construída ao longo de 26 anos com a MultiOpticas, aceitei o procedimento, acreditando que estava perante um plano de saúde visual ou uma modalidade de pagamento dos meus óculos. Se me tivesse sido dito, de forma clara e transparente, que estava a celebrar um leasing de óculos e que estes teriam de ser devolvidos no final do contrato, nunca teria celebrado o referido contrato. A expressão "Plano de Saúde Visual" leva qualquer consumidor médio a acreditar que está perante um plano de saúde ou um sistema de pagamento dos seus óculos, e não perante um contrato de aluguer de um bem essencial para a sua vida diária e para a sua saúde. Só cerca de oito meses depois, e apenas numa conversa na loja, descobri que afinal tinha celebrado um contrato de leasing de óculos. Fiquei completamente surpreendida e indignada. Acresce que tive inúmeros problemas com os óculos fornecidos. Os óculos foram refeitos diversas vezes devido a erros de graduação, tendo passado meses sem uma solução adequada para um problema que afeta diretamente a minha visão e a minha qualidade de vida. Quando manifestei a minha indignação pela descoberta da verdadeira natureza do contrato, fui atendida pela responsável da loja de Tavira de forma arrogante e pouco profissional, tendo sentido que a minha palavra e a minha boa-fé foram colocadas em causa. Senti-me desrespeitada, desacreditada e tratada como se estivesse a faltar à verdade, quando apenas relatei a minha experiência enquanto consumidora e a confiança que depositei na marca durante mais de duas décadas. Após pesquisar, constatei ainda a existência de inúmeras reclamações de consumidores que relatam situações muito semelhantes à minha, afirmando que apenas mais tarde perceberam que o denominado "Plano de Saúde Visual" era, na realidade, um contrato de aluguer de óculos. Esta repetição de situações idênticas levanta sérias dúvidas sobre a clareza, transparência e forma de comercialização deste produto, uma vez que muitos consumidores parecem não compreender, no momento da contratação, a verdadeira natureza do contrato celebrado. Considero que existiu: * falta de transparência na apresentação do produto; * omissão de informação essencial para uma decisão consciente; * informação suscetível de induzir o consumidor em erro quanto à verdadeira natureza do contrato; * violação do dever de informação clara e compreensível perante o consumidor. Face ao exposto, solicito: 1. A reapreciação integral da minha situação contratual; 2. Uma solução amigável e justa para o presente caso; 3. A análise das práticas de comercialização deste produto, de forma a garantir que outros consumidores não sejam induzidos em erro; 4. Que me seja esclarecido, por escrito, em que momento e de que forma me foi explicado que estava a celebrar um contrato de aluguer de óculos e que os mesmos teriam de ser devolvidos no final do contrato. Reservo-me o direito de apresentar esta situação às entidades competentes de defesa do consumidor e de recorrer aos meios legais que considere adequados para defesa dos meus direitos. Tavira 3 de julho de 2026 Josefa Maia Cliente MultiOpticas há cerca de 26 anos. Resolução: Pretendo uma reavaliação completa do meu contrato, uma solução justa para a situação e garantia de práticas mais transparentes na comercialização deste tipo de produto. Valorizar o cliente uma família a ser cliente há 26 anos A exigência de dois pares de óculos é um abuso nos tempos que correm. Pagar dois e ter so uns e outro problema grave. Tem que assumir que estamos perante publicidade enganosa Plano de saúde não e um lising Dados Confidenciais: Nome de pessoa: Josefa Maia Nome de pessoa: marido Nome de pessoa: filhos Data da reclamação: Data da ocorrência: 03-07-2026 01-09-2025 Estado: Aguarda resposta

Encerrada
T. G.
10/09/2026

Viagem ao Egipto e serviços prestados

Exmos. Senhores da Total Fun, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viagem ao Egito recentemente realizada através da vossa agência. Fomoa um gruponsignificativo de pessoas através da vossa agência onde existia naturalmente uma relação de confiança e uma expectativa de que os serviços apresentados e contratados correspondessem efetivamente àquilo que seria encontrado no destino. Infelizmente, essa expectativa não foi correspondida e considero que a experiência ficou muito aquém do que nos foi apresentado, existindo vários aspetos que merecem uma explicação por parte da agência. 1. Alojamento – hotel apresentado como sendo de 4 estrelas O hotel para o qual fomos encaminhados foi-nos apresentado como um estabelecimento de 4 estrelas. No entanto, aquilo que encontrámos no destino ficou muito longe do padrão que seria expectável para essa classificação. As condições gerais do hotel eram bastante deficientes, quer ao nível da manutenção, quer da higiene, quer ainda relativamente à qualidade do atendimento. Esta situação não afetou apenas a minha experiência pessoal, mas foi motivo de insatisfação e comentários por parte de vários elementos do grupo que acompanhei. 2. A alegada “praia paradisíaca” Outro dos aspetos que considero particularmente preocupante foi a forma como as condições de praia foram apresentadas. Foi-nos transmitida a ideia de que o hotel dispunha de acesso a uma praia paradisíaca, criando uma expectativa completamente diferente daquela que encontrámos. Na realidade, para chegar à zona que supostamente correspondia à praia, era necessário percorrer cerca de 500 metros dentro de água, com a água aproximadamente ao nível do joelho. Na zona indicada como sendo aquela onde seria possível observar os corais, a profundidade ultrapassava os 30 metros. Considero que existe uma diferença muito significativa entre a expectativa criada no momento da venda e a realidade encontrada no destino. 3. Cancelamento da excursão ao Blue Hole Antes da viagem foi também contratada uma excursão que incluía visita ao Blue Hole, passeio de camelo e passeio de moto 4. Posteriormente, fomos informados de que esta excursão seria cancelada, tendo-nos sido transmitido que o motivo estaria relacionado com obras no local e que, por esse motivo, as atividades não poderiam ser realizadas. No entanto, já no destino, verificámos que essa mesma excursão continuava a ser comercializada pelo próprio hotel, incluindo precisamente as atividades que nos tinham sido indicadas como impossíveis de realizar. Esta situação causou-nos naturalmente estranheza e deixou-nos com sérias dúvidas relativamente à justificação apresentada para o cancelamento. Consideramos que, perante o cancelamento de um serviço previamente contratado, é fundamental que o cliente receba uma explicação verdadeira, clara e transparente. 4. Falta de acompanhamento e resposta da agência Outro dos aspetos que mais nos desagradou foi a falta de acompanhamento por parte da agência. Sempre que surgiram dúvidas, problemas ou situações que necessitavam de esclarecimento, procurámos contactar a Total Fun, muitas vezes no próprio momento em que os problemas estavam a acontecer. Infelizmente, em diversas situações não obtivemos resposta ou esta não foi dada em tempo útil. Enquanto responsável por um grupo de pessoas que viajou através da vossa agência, esta situação foi particularmente desagradável, uma vez que existia da minha parte uma responsabilidade acrescida perante as pessoas que confiaram em mim e aderiram à viagem. 5. O passeio alternativo Posteriormente foi-nos apresentada a possibilidade de realizar outro passeio, tendo alguns elementos do grupo optado por fazê-lo. Apesar de reconhecermos a tentativa de apresentar uma alternativa, consideramos que esta solução não elimina nem compensa adequadamente os problemas anteriormente descritos, nomeadamente o cancelamento da excursão originalmente contratada. As pessoas que integraram este grupo escolheram viajar através da agência com base na informação e nas condições que lhes foram apresentadas, e várias ficaram efetivamente desiludidas com a experiência. Enquanto pessoa que esteve na origem da organização/angariação deste grupo, considero importante transmitir-vos diretamente esta insatisfação, não apenas em meu nome, mas também tendo em consideração aquilo que foi vivido e transmitido por vários elementos do grupo. Não pretendemos responsabilizar a agência por situações que possam ser alheias à sua atuação ou por circunstâncias próprias do destino. Contudo, entendemos que existe uma diferença significativa entre determinados serviços que nos foram apresentados e aquilo que efetivamente encontrámos.

Encerrada
C. S.
10/09/2026

avarias repetidas e pedido de resolução definitiva

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente a um litígio com a empresa Cecotec, referente a uma airfryer modelo Cecofry Rain, adquirida através do respetivo website em abril de 2024. Desde a compra, o equipamento apresentou repetidamente a mesma avaria: o botão de ligar/desligar deixa de iluminar e de funcionar corretamente. O histórico da situação é o seguinte: Em janeiro de 2025, o equipamento foi enviado para assistência técnica devido a esta avaria; Em agosto de 2025, a mesma avaria voltou a ocorrer, tendo sido novamente enviado para reparação; Atualmente, o problema voltou a repetir-se pela terceira vez, encontrando-se já agendada uma nova recolha para assistência. Considero que a repetição da mesma anomalia após sucessivas reparações demonstra que o defeito não foi resolvido de forma eficaz e definitiva. Além do incómodo causado pelas sucessivas recolhas e períodos sem poder utilizar o equipamento, verificou-se ainda uma situação particularmente grave após a reparação de agosto de 2025. Quando o equipamento me foi devolvido, recebi uma airfryer em condições manifestamente inadequadas, apresentando sinais evidentes de utilização, sujidade, resíduos de óleo, odor desagradável e até a própria embalagem de transporte encontrava-se suja. Esta situação obrigou-me a apresentar nova reclamação junto da empresa. Após três ocorrências da mesma avaria e perante a falta de confiança no produto e na qualidade do serviço de assistência prestado, entendo que uma nova reparação não constitui uma solução adequada. Além disso, o serviço ao cliente tem muitas falhas. Demoram muito a responder e normalmente é necessário mais do que um email sobre o mesmo assunto para obter uma resposta. Assim, solicitei à empresa a devolução do valor pago pelo equipamento, por considerar que o produto não apresenta a fiabilidade e conformidade expectáveis, apesar das várias intervenções realizadas ao abrigo da garantia. Venho, por isso, pedir o apoio e orientação dessa entidade para a resolução deste conflito, de forma a assegurar os meus direitos enquanto consumidora. Anexo toda a documentação comprovativa disponível, incluindo fatura de compra, registos das reparações efetuadas e reclamações apresentadas. Com os melhores cumprimentos, Carla Silva

Encerrada

Pedido de intervenção e análise – Cancelamento de matrícula na CEAC

Venho por este meio solicitar a vossa ajuda e análise relativamente a uma situação que estou a ter com a CEAC, relacionada com o cancelamento da minha matrícula num curso. Por motivos de força maior e alterações inesperadas na minha situação financeira, deixei de ter condições para continuar a frequentar e suportar financeiramente o curso. No entanto, a CEAC não está a permitir que eu proceda ao cancelamento da matrícula sem que me seja exigido o pagamento de um valor superior a 1.000 €. Neste momento, não tenho condições financeiras para suportar esse valor. A vida pode sofrer alterações inesperadas e existem situações em que o dinheiro simplesmente desaparece e deixa de ser suficiente para todas as obrigações. Tenho despesas essenciais para pagar e, naturalmente, comer, beber, ter habitação e conseguir fazer face às necessidades básicas da vida têm de ser prioridades. Existe ainda uma questão que considero particularmente grave e que gostaria que fosse analisada pela DECO PROteste: no momento da matrícula, não me foi explicado de forma clara, inequívoca e em voz alta que não seria possível cancelar o curso ou que um eventual cancelamento poderia implicar uma obrigação financeira superior a 1.000 €. Considero de uma enorme falta de respeito a forma como a informação me foi apresentada pelo funcionário da CEAC. Em vez de me serem explicadas claramente, no momento da assinatura, as condições que considero mais importantes — nomeadamente as relacionadas com o cancelamento da matrícula e as consequências financeiras de uma eventual desistência — foi-me indicado, em essência, que “depois leia em casa”. Na minha opinião, não é razoável esperar que um consumidor assine uma documentação contratual sem que as condições mais relevantes e potencialmente gravosas sejam devidamente explicadas e destacadas antes da assinatura. Se soubesse claramente, no momento da matrícula, que poderia ficar sujeito a uma cobrança superior a 1.000 € mesmo perante uma situação de força maior, teria ponderado de forma completamente diferente a decisão de realizar o curso. Não estou a tentar fugir às minhas responsabilidades. Estou a tentar resolver uma situação que surgiu por motivos que ultrapassam a minha vontade e que atualmente me impedem de continuar a assumir este compromisso financeiro.

Encerrada
R. S.
10/09/2026

Reembolso não recebido e prazo de 10 dias ultrapassado

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar a retenção indevida de um reembolso por parte da plataforma Uber, referente a um serviço pago através de cartão de débito e cujo estorno foi aprovado pela empresa no inicio de agosto de 2026. Até à presente data, o valor correspondente não deu entrada no saldo da minha conta bancária. Após insistentes tentativas de contacto através dos canais de suporte integrados na aplicação, a Uber recusa-se a prestar esclarecimentos, tendo bloqueado a reabertura do processo ao classificar informaticamente o problema como "resolvido" de forma unilateral. Para que o meu banco possa localizar a transação retida no circuito interbancário, necessito que a Uber faculte formalmente o código ARN (Acquirer Reference Number) ou o documento comprovativo de liquidação do estorno financeiro. Solicito a intervenção da entidade reguladora para a resolução deste diferendo e disponibilização imediata dos dados de rastreio do reembolso. Anexo o recibo com o valor que já deveria estar na minha conta, mas não está.

Encerrada
C. F.
10/09/2026
DripCode Store

Artigo errado

Bom dia Deco! Em Maio comprei umas sapatilhas on line, na "DripCode Store", segundo o anúncio na página do facebook. De imediato fiz o pagamento, e a encomenda até chegou rápido. Mas acontece que não foi nada do que eu pedi. Tentei contactar e disseram que só fazem trocas ou devoluções. E que as imagens podem sofrer variações.. Trata-se de uma reles réplica! Nem o logo das que vieram é da mesma cor das do anúncio. Acontece que insisto, mas já nem me respondem e até já me bloquearam. Tenho 40€ parados dentro da caixa tal como veio. Ou me trocam por outras tal como as do anúncio (embora já sabendo que são todas réplicas), ou eu reenviava o produto e devolviam o dinheiro. Simples não era?! Conseguem ajudar? Obrigado! Atentamente e com os melhores cumprimentos, Cátia Ferreira 918769816

Encerrada
C. B.
10/09/2026

Pedido de acionamento de seguro negado

Exmos. Senhores, (Contratei um crédito pessoal junto da Cetelem, ao qual está associado um seguro de proteção que tenho vindo a pagar. Na sequência da minha incapacidade temporária para o trabalho e da cirurgia realizada à coluna cervical, participei o sinistro para ativação da cobertura do seguro. A seguradora recusou a cobertura, alegando que a situação de saúde que esteve na origem da incapacidade era Pré-existente à contratação do seguro. Contesto esta decisão, uma vez que, à data da contratação do crédito e do seguro, não me encontrava na situação clínica que posteriormente determinou a cirurgia e a incapacidade. A cirurgia ocorreu posteriormente e a situação clínica que lhe deu origem agravou-se e foi diagnosticada/tratada posteriormente à contratação. Já apresentei uma reclamação à seguradora, tendo mantido a recusa de cobertura. Pretendo obter uma análise da DECO sobre a validade desta recusa, nomeadamente sobre a aplicação da alegada exclusão por doença pre-existente, e saber quais os meios que tenho para contestar a decisão e exigir o cumprimento da cobertura contratada. Disponho do contrato de crédito, condições da apólice, participação do sinistro, resposta da seguradora à minha reclamação e documentação clínica que comprova as datas relevantes. Cumprimentos.

Encerrada

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