Reclamações públicas

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R. G.
25/05/2025

Falta de transparência e valor de transferência injustos

Prezados senhores, Bankinter Código-Postal 4430-257 - VILA NOVA DE GAIA Estou escrevendro sobre uma recente transferência que fiz de nossa conta na agencia Bankinter para outra conta que temos na Escócia. A transferência foi no valor de 220K. Temos o comprovante dessa tranferencia e nesse comprovante não foi especificado a taxa cambial. Quando do recebimento do valor para nossa surpresa, a taxa que o bankinter utilizou foi absurdamente abaixo da taxa de mercado Sabemos que ao fazerem uma transferência internacional o banco tem a obrigação de informar qual foi a taxa cambial / exchange rate e o valor previsto da transferência que será recebida pelo recebedor. Infelizmente, eu nao recebi o valor correto da transferência e não recebemos nenhuma informação do bankinter. A taxa cambial do dia era 0,857 prevendo o valor de £188K, mas recebemos o valor de £182K sendo uma diferença de £6000 a menor. O bankinter diz que o banco na Escócia é responsável pela taxa e o banco da Escócia nos formalizou que não é responsável pela taxa de conversão e diz que é o bankinter. De qualquer forma o bankinter nunca nos forneceu nenhum documento com detalhes da transferência o que é uma total falta de consideração com o cliente. Essa foi uma transferência SEPA. Por favor podes me informar qual órgão posso buscar ajuda? Obrigada Raquel Gilmana de Oliveira cumprimentos.

Encerrada
S. O.
25/05/2025

A Omio não me enviou o e-mail relativo à faturação da RyanAir.

Exmos. Senhores, Fiz uma reserva com a RyanAir através da aplicação OMIO, número de reserva: ZZ8LXQ. e nunca me enviaram o e-mail para fazer o check-in, pelo que tive de pagar mais 30 euros no aeroporto (anexo a fatura paga). Solicito o reembolso das despesas gastas injustamente. Cumprimentos.

Encerrada
J. C.
25/05/2025

PROBLEMAS COM APLICAÇÃO MBWAY

Exmos. Senhores, Estou com problema na minha aplicação MBWAY, prém começou a acontecer após atualização da aplicação no telemovel, porém o suportes esta tentando de todo jeito não resolver o problema e jogando a responsabilidade ao cliente e ao meu aparelho. Fiz uma última atualização esses dias e ele deletou todos os dados da aplicação e pede para eu entrar novamente, porém após colocar o user e o password, ele pede uma autenticação onde envia um SMS e preenche automático na aplicação. A aplicação não esta fazendo este preenchimento automático e, depois de várias tentativas, ele até faz mas demora muito e o tempo do código vence e é preciso enviar outro. Primeiro, o autopreenchimento sempre esteve ativo e funcionava perfeitamente até a atualização. Segundo que o problema aconteceu após atualização da app. Tercerio que  o preenchimento automático não é inerente ao dispositivo e sim a aplicação MB WAY. A aplicação não dá oportunidade de preenchimento manual e no momento de geração do código em SMS, aparece bem claro a mensagem que o preenchimento do código é automático (O problema está na aplicação, tanto que as vezes nao preenche automaticamente, as vezes preenche, mas demora a preencher e o código acaba vencendo.). Ou seja, não consigo acessar minha conta. Não consigo nem acessar via internet em computador normal, pois também não existe essa possibilidade. Cumprimentos.

Resolvida
C. A.
25/05/2025

Péssimo atendimento em loja

Exmos. Senhores, No dia 24 de maio de 2025, pelas 22h45m, dirigi-me à loja Primor, situada no centro comercial Parque Nascente, com o objetivo de adquirir um shampoo de uso habitual. Apesar de faltar pouco tempo para o encerramento, a loja encontrava-se aberta, sem qualquer aviso de restrição de entrada ou de limitação do atendimento ao público. Não fui a única cliente a entrar nessa altura, pelo que era evidente que o funcionamento da loja decorria com normalidade. Ao chegar à secção dos shampoos, identifiquei o produto pretendido numa prateleira aberta, sem qualquer sinalização visível de restrição de manuseamento. Peguei no produto com a intenção de o levar para pagamento. De forma totalmente inesperada e despropositada, fui interpelada por uma funcionária, que me abordou com arrogância, num tom autoritário e agressivo, afirmando que “não podia pegar no shampoo”, pois teria de ser ela a entregá-lo. A referida funcionária falou comigo como se eu tivesse cometido uma infração, sem a mínima preocupação em explicar o motivo da sua intervenção de forma educada ou profissional. Essa atitude revelou uma postura de desconfiança deliberada e humilhante, que me fez sentir tratada como se fosse desonesta ou indesejada naquele espaço comercial. Na secção abaixo daquela onde se encontrava o shampoo, verifiquei posteriormente a existência de uma indicação que referia ser necessário chamar uma funcionária para aceder a determinados artigos. Contudo, essa sinalização dizia respeito a produtos guardados em caixas fechadas, o que não era de todo aplicável ao shampoo que estava numa prateleira aberta e acessível, como qualquer artigo de venda livre. Perante o ambiente desagradável e o tom inaceitável da abordagem, optei por não adquirir o produto e abandonar o estabelecimento. Tinha pessoas comigo e, para evitar conflitos desnecessários, recusei-me a prolongar um momento que considero absolutamente degradante. No entanto, não deixarei este episódio impune. Pretendo voltar à loja com o objetivo de identificar a funcionária em questão e considerar, se for caso disso, a instauração de um processo junto das autoridades competentes. O que aconteceu não se tratou de um mero mal-entendido ou de uma questão de procedimento: foi um atentado ao respeito e à minha dignidade, completamente injustificável. Fico sem saber se esta atitude resulta de uma política interna da loja Primor que trata os seus clientes como delinquentes, ou se foi motivada pelo simples facto de me ter dirigido à loja perto da hora de fecho. Em qualquer dos casos, a actuação foi repulsiva, discriminatória e indigna de qualquer estabelecimento comercial que se queira credível e respeitável. Exijo que a loja reveja com urgência os seus procedimentos e, sobretudo, que formações urgentes sejam dadas às funcionárias, para que compreendam que o cliente merece ser tratado com respeito – até ao último minuto do horário de funcionamento.

Encerrada
J. R.
25/05/2025

Reclamação e pedido de reembolso por subscrição nao autorizada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança indevida no valor de 89,99€, efetuada na minha conta bancária, alegadamente devido à subscrição do vosso serviço “Premium”. Gostaria de salientar que nunca dei o meu consentimento formal e claro para aderir a qualquer tipo de subscrição paga. Aliás, não me recordo sequer de ter utilizado os vossos serviços recentemente, muito menos de ter aceite ou validado qualquer subscrição. Após alguma pesquisa, constatei que esta prática parece ser recorrente na vossa empresa, em que, ao efetuar uma compra pontual, os utilizadores são automaticamente inscritos num serviço pago sem o seu consentimento explícito. Considero esta prática abusiva e enganosa, e reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes, como a DECO e a Direção-Geral do Consumidor, caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade. Solicito assim, com caráter de urgência: O reembolso integral do montante de 89,99€ indevidamente cobrado; O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada à minha conta ou dados pessoais. Cumprimentos.

Encerrada
O. M.
24/05/2025

Artigo danificado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente à atuação do vendedor KIBO.pt, na sequência de uma compra realizada através do Marketplace Worten. No dia 06 de maio de 2025, foi adquirida uma Placa de Gás e Vitrocerâmica ELECTROLUX EGE6182NOK (Elétrica e Gás Natural – 58 cm – Preto), associada à encomenda n.º 64517239. No momento da entrega, o produto apresentava-se visivelmente danificado, com sinais evidentes de quebra, situação que foi prontamente reportada ao vendedor. Apesar da comunicação imediata, o vendedor recusou-se a assumir qualquer responsabilidade, alegando que os danos ocorreram durante o transporte e que, por a encomenda ter sido aceite, não lhe competia dar seguimento à reclamação. Esta recusa torna-se ainda mais preocupante quando constatámos que foram apresentados documentos de receção com assinaturas que não correspondem às nossas, o que levanta sérias dúvidas quanto à fiabilidade do processo logístico e documental. Para além da falta de apoio na resolução da situação, este comportamento revela uma atitude de total desresponsabilização por parte do vendedor, contrariando os princípios básicos de proteção ao consumidor e de boa-fé na relação comercial. Após alguma pesquisa informal, verificámos ainda a existência de diversos relatos públicos, em plataformas como o Google, denunciando experiências semelhantes com o mesmo vendedor, o que sugere um padrão de atuação lesivo e reiterado. Acreditamos que este tipo de conduta deve ser devidamente assinalado, de modo a proteger outros consumidores e a garantir que os direitos de quem compra online sejam efetivamente salvaguardados. Com os melhores cumprimentos, Olga Maksimova

Encerrada
a. m.
24/05/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Venho por este meio conseguir auxilio para meu problema. Encomendei no dia 09/05/2025 com a PCDIGA, foi processada dia 10/05/2025 e enviada via CTT com entrega prevista pro dia 12/05/2025. Como não me foi entregue nada no dia 12 nem sofreu alterações no site do CTT, no dia 14/05/2025 entrei em contato com o CTT via telefone para saber da encomenda e eles não sabem onde ela está. Tentei resolver via suporte com a PCDIGA no dia 14/05/2025 e só fui respondida no dia 16/05/2025 com a promessa de entrega agendada para o dia 19/05/2025, no entanto, dia 19 não me foi entregue e voltei a contactar a PCDIGA. Foi me informado que estaria agendada para dia 22. Então a empresa não me fornece a encomenda, nem me estorna o dinheiro, “esperando” os CTT achar minha encomenda que eles podem ter perdido porque eu ligo lá e eles so sabem me dizer o qur esta atualizado no site que foi dia 11/05/2025 a ultima atualização. Gostaria de uma solução de uma vez por todas. Cumprimentos.

Resolvida
L. L.
24/05/2025

Uniplaces - Caução retida de forma abusiva após fim do arrendamento – comportamento inaceitável

Arrendei um estúdio em Lisboa através da plataforma Uniplaces, gerido por Maria Fernanda Lameiras (Associado junto a empresa de auditoria UNIVEREMPATTY, Lda.) e, após o fim do contrato, entreguei o imóvel em boas condições, tal como recebido em Janeiro 2025 Apesar disso, a senhoria recusou-se a devolver a caução de 1.495€, sem apresentar qualquer justificação válida ou documentação que sustente essa retenção. Ao longo de mais de três meses e meio, alegou motivos como "apagões informáticos", "atrasos por auditoria" e "problemas de acesso à internet", o que não justifica legalmente o incumprimento das suas obrigações. Face à situação: Apresentei queixa no Julgado de Paz de Lisboa, onde o processo se encontra em curso; Apresentei também denúncia à Autoridade Tributária, que confirmou que não existe qualquer contrato de arrendamento registado – o que constitui uma infração já encaminhada para os serviços competentes. Este comportamento revela uma clara falta de transparência e seriedade. Deixo esta reclamação como alerta público, para evitar que outros inquilinos passem por situações semelhantes. https://www.uniplaces.com/pt/accommodation/lisbon/423850?srsltid=AfmBOorN73mEL_XLWiAuHoyEYsPZghYXOV-_pjrAwuV4eWZ4k_MitGmT&unpublishedOfferId=736590#search-id=2izlvpge6sp_1747953594956 https://www.imovirtual.com/pt/anuncio/estudio-luminoso-8-mints-pe-iscte-cida-universitaria-e-metro-ID13uaI Solicito a devolução integral da caução, acrescida de juros de mora legais.

Encerrada
r. v.
24/05/2025

muitas mentirsa

O que a empresa Ikea continua a ignorar. O que estão a fazer no Ikea é crime e que o senhor Jesper Brodin está a acreditar nos que praticam estes crimes e não está a proteger as pessoas. Sou Full Time e há muito que a IKEA tenta fazer de tudo para que me vá embora, tanto que sou partilhada em 2 secções, as avaliações são ridículas e não mostram realmente o meu trabalho e vivo sempre neste assédio por parte de chefias. Mas chefes na altura como o João Ventura, Miguel Andrade, José Martins, Narciso ferreira, Guilherme Marques, Bruno Dias etc tinham um comportamento indesejado e faziam comentários muitas vezes ao meu trabalho depreciativo, passavam e faziam brincadeiras e sempre a criticar com o objetivo de perturbar e constranger a minha pessoa e me afetar. O João e o Miguel então eram muitas vezes com piadas ofensivas e com outras colegas que eram bonitas sempre a se fazerem a elas e tinham um tratamento para com elas mais dócil, discriminação. Mas algumas colegas de vendas também chegaram a comentar mesmo com a diretora sobre brincadeiras improprias e toquezinhos e contavam anedotas ordinárias, muitas vezes onde estavam outras chefias, que não faziam nada e riam. Este comportamento era tolerado pela direção da Ikea e por responsáveis de departamento e de recursos humanos. Cheguei a ouvir comentários sobre mim” fogo esta anormal, nunca mais sai da empresa, ainda por cima é feia como tudo”. Era sabido na Ikea de tudo isto, pois falava-se, inclusive uma das miúdas novinha, que já saiu enviou um email ao senhor Cláudio Valente e falou na loja e foi tudo ignorado. Eu tenho vindo a sobreviver na Ikea, mas muito afetada psicologicamente e sinto-me muito desconfortável sempre que tenho de ver um destes chefes, fico em pânico. Mas o que mais me magoa é o Ikea ter sempre ignorado inclusive a diretora ter subido de cargo o João e dar-lhe tanto destaque para alguém que agredi outros, que é intimidador e prejudica. O José que na empresa não faz um bom trabalho como responsável, prejudica os colaboradores e não dá o exemplo, mas a Ikea tentou despedi-lo, mas como ele tem uma cunha e chorou ficou na Ikea. Mas estas situações como a minha e das minha colegas não é só em vendas, repetidamente em Ikea Food existem várias queixas das chefias Ivo Coutinho e Sérgio Botelho e alguns teams leaders e com a minha colega Maria, a Ikea com a ajuda da diretora e com a pressão e intimidação da Lélia, obrigaram a assinar a descida de categoria, dando a entender que não fez um bom trabalho, mas não mencionaram o excesso de trabalho que a Maria sofre, agressões constantes e repetidas verbais por parte do Ivo e Sérgio, perseguições e alterações no trabalho de modo a prejudica-la. Estes comportamentos respetivos e indesejado é atenuado com a versão da Ikea a dizer que foram mal-entendidos e a verdade é que é assédio.

Encerrada
c. d.
24/05/2025

o que nao falam

Histórias do submundo Ikea No Ikea só apontam o dedo aos colaboradores, mas esquecem-se do mal que fazem e de várias histórias do submundo Ikea que vão contra o código de conduta do Ikea e violam todas as regras, mas direções e Service Office fecham os olhos. Então a Chefia Carla Pires que andou enrolada com o chefe de segurança Ricardo e estavam muitas vezes juntos na empresa a tomar decisões, fazendo ela de responsável de loja e não sendo isenta no seu trabalho e pouco profissional, sabendo que não o poderia fazer pois existia conflito de interesses, mas mesmo assim a Ikea promove estas pessoas que não transmitem confiança. Outra situação com o mesmo Ex chefe de segurança Ricardo a team leader Melissa, enviava várias mensagens na hora de trabalho de convites e chegou a estar de baixa e andar a divertir-se com o segurança, mas isto a Ikea não lhe interessa, pois viola o código profissional e de confiança, basta ir às mensagens que lhe enviou e o seu conteúdo em horário laboral. Mais situações este Ex chefe de segurança teve de envolvimentos, o que mostra falta confiança e conflito de interesses com a Prosegur. Estas questões são contrárias ao código de conduta da Ikea e prejudicial à sua imagem e à sua transparência esperada no ambiente de trabalho. Esta conduta a Ikea deveria se preocupar, pois, levantam dúvidas quanto à ética e ao uso adequado de recursos da Ikea e ao respeito pelas normas internas, que estas chefias praticaram e praticam. Porque a Ikea não averigua esta situação com seriedade e verifica tais irregularidades torna as devidas providencias.

Encerrada

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