Reclamações públicas

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I. S.
23/06/2025

Falta de atendimento eficaz e orientação clínica pela Linha SNS24

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Linha SNS24, que considero inaceitável e profundamente frustrante, tendo em conta a situação clínica em que me encontro. Desde o dia 21/06 estou com sintomas preocupantes: ouvido tapado, perda significativa de audição, tonturas e sensação de pressão, com agravamento progressivo. No dia 22/06, fui encaminhada pela linha SNS24 para o centro de saúde da Póvoa de Varzim, onde fui atendida por uma médica que, após avaliação, referiu que eu deveria ser vista com urgência por um especialista em Otorrinolaringologia. No entanto, informou-me que não me podia encaminhar para esse serviço porque não pertenço à unidade local, sendo a minha unidade de saúde a USF Santos Pousada, no Porto. A partir desse momento, iniciei uma série de tentativas para voltar a contactar a linha SNS24, sem sucesso durante horas. No dia 23/06, após múltiplas chamadas falhadas e mais de 1 hora em espera em cada chamada, fui finalmente atendida por uma enfermeira, que, após ouvir o meu relato, me disse que iria encaminhar-me para o serviço de urgência do Hospital da Póvoa de Varzim. Informou, no entanto, que não tinha a certeza se essa unidade dispunha da especialidade de otorrino, mas que, se não houvesse, eu deveria voltar a ligar para a linha para ser encaminhada a outra unidade. Pedi esclarecimentos sobre se poderia saber sem me deslocar fisicamente ao hospital se de facto existia a especialidade de otorrino, e a enfermeira respondeu que sim — que bastaria ligar ou perguntar na triagem. Segui o seu conselho e telefonei diretamente para o hospital da Póvoa de Varzim, onde me confirmaram que não havia otorrino disponível, e sugeriram que voltasse a ligar ao SNS24 e pedisse para ser enviada para o Hospital de São João, no Porto. Assim o fiz. Liguei novamente à linha e fui atendida pela enfermeira Carla Sousa. Expliquei a situação e, para meu espanto, fui contrariada de imediato, sendo acusada de estar a mentir. Disse-me que, estando de férias em Mindelo, e com a morada atual fora do Porto, não poderia ser reencaminhada para o Hospital de São João, e que deveria ser o hospital da Póvoa a tratar da transferência. Tentei, em desespero, explicar tudo o que me tinha sido dito anteriormente — tanto pela outra enfermeira como pelo hospital —, bem como a urgência da minha situação, mas a enfermeira Carla recusou-se a ajudar, não demonstrou qualquer empatia ou vontade de resolver a situação, limitando-se a repetir que “não podia fazer nada”. Neste momento, encontro-me completamente sem acesso a cuidados médicos adequados, mesmo tendo procurado várias clínicas privadas (que não dispõem de otorrino em urgência). A resposta em todos os casos foi que só teriam vaga daqui a vários dias. Além do mais, terei agora de marcar uma consulta no privado — a única opção restante. E quem irá pagar essa despesa? Todos nós já contribuímos para o Serviço Nacional de Saúde através dos nossos impostos. No entanto, mesmo pagando, não conseguimos usar o serviço público quando mais precisamos dele, porque o acesso está condicionado por decisões incoerentes e arbitrárias de profissionais da linha SNS24, que demonstram falta de sensibilidade, humanidade e sentido de responsabilidade clínica. Relembro que todas as chamadas para o SNS24 são gravadas. Assim, solicito que revisitem as gravações das minhas chamadas dos dias 22 e 23 de junho de 2025, de forma a confirmarem os relatos aqui apresentados. As provas das contradições e da falta de apoio adequado encontram-se aí registadas. Estou completamente desiludida, frustrada e indignada com a forma como fui tratada. Gostaria de solicitar uma resposta formal a esta reclamação, bem como uma explicação sobre os procedimentos da linha SNS24 nestes casos e a atuação da profissional em questão. Data: [23/06/2025]

Encerrada
A. L.
23/06/2025

Encomenda não recebida e sem devolução do valor da mesma

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar acerca de uma situação muito desagradável que me surgiu. Fiz a compra de umas sapatilhas nesta loja online , no dia 09 de abril de 2025 , até a data ainda não recebi as sapatilhas e envio inúmeros email , tento ligar com eles e não obtive respostas , as respostas que obtive aos emails foi sempre a dizer que a encomenda iria ser enviada para aguardar sempre mais um pouco , o que é certo é que ainda não recebi nada , falei com uma senhora que me disse que era gerente da loja á qual me garantiu que dentro de 7 dias a encomenda estava na minha morada , até hoje nada , pedi que me devolvessem o valor da compra , disseram-me que não tinham meios para devolver o dinheiro. Não tolero mais esta falta de respeito para com os clientes. Cumprimentos.

Encerrada
J. O.
23/06/2025

Prejuízo causado por agendamento tardio e desmarcação de visita técnica para instalação de painéis s

Exmos. Senhores, No dia 08/05/2025, entrei em contacto com a EDP com o objetivo de contratar a instalação de painéis solares com bateria, aproveitando o benefício fiscal do IVA reduzido a 6%, que termina a 30 de junho. Deixei claro que estaria indisponível entre os dias 01 e 13 de junho, e mesmo assim fui informada de que só havia vaga para visita técnica no dia 23 de junho. Perguntei expressamente se esse agendamento permitiria usufruir do IVA a 6%, e a resposta foi afirmativa: "Sim, desde que o técnico confirme viabilidade, avançamos com o contrato a tempo." Para meu espanto, no próprio dia 23 de junho, recebo uma mensagem a cancelar a visita e a reagendar para dia 27 de junho. Contacto novamente a EDP e sou informada de que já não é possível beneficiar do IVA a 6%, pois a instalação só será possível em julho, passando para 23% de IVA — o que representa mais de 1000€ de diferença! Isto é inaceitável e desrespeitoso para com o consumidor. Fiz tudo atempadamente, de boa-fé, confiei na palavra da EDP e agora sou penalizada por uma falha de agendamento interna que não é da minha responsabilidade. Exijo que a EDP honre o valor apresentado com IVA a 6% na proposta recebida a 08 de maio, e que resolva esta situação de forma justa. Caso contrário, terei de recorrer a entidades de defesa do consumidor e outros meios legais para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
W. S.
23/06/2025

Falta de informação por parte da seguradora

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Mundum, pela forma desrespeitosa, negligente e sem qualquer empatia com que fui tratado durante um processo de sinistro recente. Após o acidente ocorrido em 08/06/25, não fui devidamente informada sobre o andamento do processo nem sobre os critérios usados para a atribuição de culpa, que me foi imputada sem explicações claras. A comunicação por parte da seguradora foi inexistente – em nenhum momento me contactaram para esclarecer a situação ou apresentar justificações. Além disso, quando tentei obter informações por iniciativa própria, ligando para os canais de atendimento, a funcionária desligou o telefone na minha cara logo após eu questionar a situação, demonstrando total falta de educação e profissionalismo. Considero inaceitável ser tratado com tal descaso por uma empresa com a qual mantenho um contrato ativo, pagando os meus prémios regularmente. Como cliente, exijo respeito, informação clara e um atendimento digno. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta.

Encerrada
R. C.
23/06/2025

reclamação fundo ambiental

Exmos. Senhores, Realizei a minha candidatura no fundo ambiental com o num 7288 no dia 21/08/2023 para o apoio da colocação de bomba de calor (ar condicionado). A candidatura foi me anulada sem razão lógica. solicito a reavaliação da candidatura. Cumprimentos. Rita Cunha

Encerrada
C. M.
23/06/2025

Produto

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar de um produto que comprei em loja, uma vela em que o próprio recipiente é da própria e o mesmo estalou durante a utilização. Além de estalar pegou fogo à mesa de cabeceira, que por sinal era nova, e por sorte não se alastrou. A reclamação vem no sentido de terem cuidado com a venda do produto uma vez que o vidro deveria ser próprio para o seu uso. Além do vidro aquecer bastante, a vela acabou e em vez de se limitar a apagar estalou com o próprio vidro explodindo aos bocados, e ainda queimou a mesa danificando-a. Felizmente, ninguém estava perto da vela quando o mesmo aconteceu senão ainda poderia ferir alguém. Cumprimentos.

Encerrada
C. A.
23/06/2025

Não reembolso do valor indevidamente cobrado

Exmos. Senhores, Em 22/08/2025 fiz uma encomenda no Pingo Doce através da APP da Glovo e fiz o pagamento por MbWay. ID do pedido: 101354087747. Um dos items era 4xmandarinas/clementinas (o que lhe queiram chamar). Vi que o Pingo Doce se enganou no cálculo do valor deste produto: com base no selo do saco da fruta que estava fechado, o custo seria de 1.24€ (0.498kg, sendo o €/kg de 2.49€), mas cobrou no talão o valor de 4.45€ pois considerou que o €/kg seria de 8.93€ em vez dos 2.49€. Imediatamente reclamei junto da Glovo, pois foi a esta entidade que fiz o pagamento. Eles reembolsaram o valor de 1.11€ através de créditos Glovo (recordo que o pagamento foi feito via mbway). Não concordei com este valor e continuei a reclamar, pois a devolução deve corresponder ao valor da diferença: 4.45€-1.24€=3.21€ e não somente 1.11€, falta devolverem 2.10€. Dizem que como já foi feito um reembolso neste pedido não podem reembolsar mais nada, com base na política da empresa, consideram ainda que o pedido já se encontra resolvido com o ajuste feito...!? Como assim? Devolvem o que lhes apetece ao abrigo da política da empresa e o consumidor tem de aceitar e calar quando tem provas, que facultou à Glovo mais do que uma vez e sempre que lhe foi pedido, de que o valor está errado? Continuei a reclamar e continuam a dizer que não há mais reembolsos a efetuar e consideram que o reembolso feito em créditos Glovo é o correto... Não é a 1ª vez que isto acontece comigo, por isso imagino que seja prática comum nesta empresa com outros clientes também. Informei que fiz o pagamento à Glovo, eles têm de se entender com o Pingo Doce, mas o cliente é que não pode ficar prejudicado. Tinha Glovo Prime que já cancelei por este motivo. Só quero que me devolvam o valor que foi cobrado a mais para fechar a conta. Cumprimentos.

Resolvida
A. C.
23/06/2025

Pagamento não autorizado pelo meio que foi efetuado

Exmos. Senhores, 23 de Junho de 2025, Era cliente da glovo e por esse motivo era subscritora do serviço deles glovo prime. quando é efetuada a subscrição é solicitado um meio de pagamento escolhido pelo cliente para proceder o pagamento da mesma mensalmente. o que acontece é que o pagamento da subscrição pelo meio de pagamento selecionado por mim falhou e eles tomaram a iniciativa sem a minha autorização e sem ser informada que iriam realizar a operação de usar outro meio de pagamento com outra conta que estava na aplicação porque foi realizada um compra de um pedido pela mesma para fazer a cobrança do serviço. O serviço em questão não tem fidelização pelo que nem têm argumentos para a iniciativa de cobrança pelo meio de pagamento não autorizado por mim como o fizeram. Após exposta a minha situação de ter sido cobrada a uma conta que eu não tinha autorizado para fazer a cobrança do serviço nada foi resolvido afirmando que o reembolso do valor não vai ser efetuado e que a situação é irreversível. Agradeço que a situação seja reversível porque se não isto é gravíssimo. Cobrarem valores a partir de meios não autorizados pelo cliente colocando-o assim em risco. Cumprimentos. Ana Condez

Encerrada
C. S.
23/06/2025

Incumprimento do regulamento no concurso FNAC Novos Talentos: categoria Videojogos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação de incumprimento do regulamento do concurso “FNAC Novos Talentos 2025”, na categoria de Videojogos, promovido pela FNAC Portugal. Dois projetos premiados não deveriam ter ultrapassado a fase de validação por parte da organização, uma vez que violam claramente as condições de candidatura estipuladas no próprio regulamento, mais precisamente na alínea 4 onde diz: “4. Os projetos a concurso não podem ter sido previamente publicados em qualquer plataforma comercial.” Quando questionada sobre o incumprimento do regulamento, a FNAC descontextualizou cláusulas específicas e demonstrou, através da sua resposta, que não tenciona agir nem assumir qualquer responsabilidade quanto à situação. A FNAC falhou na implementação de um processo de validação, sendo que uma simples pesquisa pelo nome dos jogos teria sido suficiente para detectar o incumprimento. Esta negligência comprometeu a credibilidade do concurso. No entanto, dois dos projetos distinguidos na presente edição foram publicados numa plataforma comercial antes da data limite de submissão (23 de abril de 2025) e ganharam o concurso: "Alentejo Tinto’s Law" – publicado a 26 de novembro de 2024 na plataforma itch.io (link: https://loadingstudios.itch.io/alentejo-tintos-law-standardedition/devlog/840408/version-105-now-available) "From Nightfall to Dusk" – publicado a 9 de janeiro de 2025 na plataforma itch.io (link: https://cardsart.itch.io/from-nightfall-to-dusk) Esta informação é pública e verificável. Em resposta a questionamentos, a FNAC justificou a atribuição de prémios com base na cláusula de avaliação, que refere: “2. A decisão do júri é soberana e não sujeita a reclamação.” Contudo, esta cláusula refere-se à avaliação dos projetos já admitidos e validados pela Fnac, não sendo aplicável à aceitação de candidaturas que não cumprem os critérios estabelecidos no regulamento. Na verdade, a própria organização do concurso assume, na secção “Recepção das Candidaturas”, que: “2. Todas as participações estão sujeitas a aprovação da FNAC Portugal após a sua verificação.” Para além disso, a resposta da FNAC invoca a cláusula 5 do regulamento, relativa a “situações extraordinárias, não previstas”. No entanto, esta justificação não se aplica, pois a situação está claramente prevista na cláusula 4, logo trata-se de uma regra objetiva, e não de uma eventualidade imprevista. A manutenção dos prémios atribuídos a projetos que não respeitam o regulamento compromete a seriedade, a imparcialidade e a confiança de todos os participantes. Se as regras não são efetivamente aplicadas nem respeitadas pela entidade promotora, torna-se difícil para os participantes reconhecer legitimidade no resultado final do concurso. Dada a gravidade e a clareza dos factos, venho solicitar a vossa análise e parecer sobre esta situação, com o objetivo de perceber se, nestes termos, o concurso pode ser considerado conforme às normas de transparência a que está legalmente obrigado. Agradeço desde já a vossa atenção.

Encerrada
R. D.
23/06/2025

Atraso atribuição de responsabilidades

Exmos. Senhores, (Dia 7 de Abril de 2025 fui lesado num acidente de viação entre um motociclo e um carro, da qual eu era o condutor do motociclo e derivado de uma manobra para efectuar estacionamento da parte do carro gerou o acidente do qual eu não assumo responsabilidade. Como podem ver na participação em anexo eu seguia na minha faixa de rodagem quando o veículo que seguia em sentido contrário se atravessa bruscamente a minha frente para estacionar no lado direito da minha faixa de rodagem ainda me desviei o máximo possível para a evitar o embate frontal. O mesmo indivíduo no momento do acidente não parou acabou de efectuar o estacionento e depois é que tirou as fotos todas as fotos tiradas e apresentadas nas participações foram tiradas pelos outros intre enientes chamei a polícia ouve um auto e foi tudo participado de imediato a moto foi perita da 2 dias depois depois de várias chamadas e emails a segurador para resolver a situação ainda não deram resposta a não ser dia 27 de. Maio que alegaram art 40 291/2017 ao dia 23 de Junho 2025 ainda continuo sem resposta da responsabilidade num caso tão óbvio como este. Cumprimentos.

Encerrada

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