Reclamações públicas

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pagamento de deslocação ao km

Venho por este meio reclamar da Seguradora em questão, a Fidelidade.é inamissível o valor que a seguradora paga por cada km nas deslocações de tratamento de sinistro.acabo de receber o cheque com o pagamento , relativo a 168km feitos de duas presenças em consultas no Hospital da CUF de Torres Vedras (desde Peniche), fiquei parvo com o valor. 10.92 euros é o valor do cheque. Acho que é a gozar com o pobre. Literalmente. Gostaria de saber se os valores estão correctos, pois 0.06 cêntimos ao km, nem me dá para a gasolina.obrigado

Resolvida
I. M.
20/02/2018

Problema com transferência bancária online

Realizei uma transferência bancária pelo Net24 da Montepio para compra de um item do site da GoPro que não chegou ao destino correto. Com a finalidade de evitar erros, durante todo procedimento online, utilizei “copy and paste” do site da GoPro para o do Montepio. A transação foi em 19 de novembro de 2017, com as seguintes informações inseridas:Account holder: ModusLink B.V.Account number: 464241219Name of bank: ING Bank NVAddress of bank: Bijlmerplein 888, 1102 MG AmsterdamCountry of bank: NLBIC swift code: INGBNL2AIBAN: NL48INGB0007255241Currency: EURAmount: €64.99Ao conferir o extrato do mesmo mês, o Montepio cobrou-me mais taxas (30€ + 1,20€ a 20/11/2017 e 10€ + 0,40€ a 22/11/2017), suponho que seja por ser para uma transferência internacional. Devolveram-me parte (29,99€ a 22/11/2017). No entanto, a conta creditada foi errada, com apenas parte do IBAN. E pelo fato de as demais informações, como país, nome do banco, entre outras, também serem informadas, é de bom senso que não deveria ser feita a transferência, dada a incompatibilidade dos dados informados.O motivo da minha insatisfação é o péssimo suporte de atendimento ao cliente, tanto no balcão, como online, visto que realizei inúmeros contactos, durante estes 3 meses, por telefone, e-mail, diretamente no balcão e também pela provedoria do Montepio, sem que houvesse alguma solução concreta para me devolverem o dinheiro. Em novembro estava no continente africano, este mês regressei a Portugal e a única solução do referido banco é que eu pague mais 26€ para que eles iniciem uma pesquisa para verificar a falha. Entendo que não devo pagar nada a mais, muito menos por um trabalho que deveria ser do próprio banco: reparar a falha cometida. Além disso, corro o risco de pagar essa taxa e não ser o dinheiro não ser reavido.Recorro à defensora do consumidor para que eu receba o meu dinheiro de volta.

Resolvida

Cobrança de taxa de inatividade

Boa tarde, quando morava em castelo branco, fiz o pedido do cartão oney e até usava com alguma frequência.No entanto, no final do ano de 2016 mudei de habitação (cidade) e acabei por perder esse mesmo cartão.Esporadicamente continuei a fazer compras no Jumbo, mas não usava o cartão Oney, pois não sabia que necessitava de utilizar pelo menos uma vez no ano o cartão ou pagaria uma taxa de inatividade.Nos ultimos meses, troquei de contacto telefónico e mudei de banco.Acontece que o valor dessa taxa de inatividade que era de aproximad. 5€ neste momento está em 17€, pois quando tentaram debitá-la da conta, esta se encontrava encerrada. Eu pergunto-me: enviaram carta para casa para pagar 17€ , porque não enviaram em Dezembro o montante de 5€, visto que era a unica forma de contacto?Além de que, acho completamente descabido cobrarem essa taxa, se o cliente nao usa o cartão e por desconhecimento (no meu caso). Neste momento, eu quero mesmo cancelar o cartão que no meu caso não tem qualquer tipo de beneficio, muito pelo contrario só prejudicou.Eu exijo pagar a taxa minima dos 5€ e devia ter sido notificada para a pagar tal como fui para pafar os 17€!

Encerrada
A. M.
15/02/2018

Sinistro - Tomada de Posição - Contestação da decisão

Apresento a minha contestação perante a tomada de decisão da seguradora Allianz.Desde finais Novembro que comecei com infiltrações no soalho flutuante em ambos os quartos. A minha habitação é um rés-do-chão. Com o passar do tempo um dos quartos ficou com o pavimento todo negro (podre) não tendo nenhuma infiltração nas paredes nem em nenhuma outra parte da casa. Accionei o seguro, em Dezembro, que me enviou um perito para a respectiva avaliação, que para meu espanto colocou no relatório de peritagem, que tal infiltração se devia à existência da capilaridade do solo e infiltrações pela parte inferior da fachada, resultantes de falta de isolamento eficaz da mesma. Contudo este problema remete-se unicamente à minha fracção da habitação, ou seja, nenhum dos outros condóminos têm qualquer problema na sua habitação. E não existe qualquer infiltração pela parte inferior da fachada, pois se houvesse, existiriam mais condóminos com o mesmo problema. Além disso, o meu seguro inclui a cláusula danos por água, ao qual, a seguradora informou que tais danos reclamadas não se encontrariam no acolhimento da apólice contratada.

Encerrada
A. N.
08/02/2018

Liquidação de Contrato

Bom diaEra detentora de dois créditos na empresa Cofidis, os quais solicitei a liquidação total antecipada, e para tal tive o cuidado de solicitar declarações atualizadas com os respetivos montantes em divida, que me foram enviadas dia 12/01, cujos montantes eram válidos até 19/01, efetuei a liquidação em 16/01.Passada uma semana ainda não tinha rececionado a declaração de liquidação e entrei em contacto com a dita empresa e qual não é o meu espanto quando me informam que ainda tinha um valor em divida de 91.46 € e que iriam debitar a minha conta no inicio do mês de Fevereiro para então concluir a operação e que entrasse em contacto com eles novamente por volta do dia 07/02 então para solicitar as ditas declarações de liquidação, fiquei completamente atónita, uma vez que tinha solicitado as declarações para liquidação!! E assim foi dia 01 debitaram a minha conta na dita quantia, e no dia 07/02 entrei então em contacto para solicitar as ditas declarações e encerramento da conta corrente, fui atendida por uma operadora Cátia que me pediu para aguardar, fiquem cerca de 5 minutos à espera, tendo esta depois informado que se tratava de uma situação complicada, que estavam a averiguar e que me ligariam de volta.Assim o fizeram hoje de manhã e qual não é o meu espanto quando me informar que ainda existe outro valor a liquidar!!!! Mas eles estão a lidar com quem???Quando tive dificuldades nunca houve qualquer tipo de sensibilidade por parte da Cofidis, quando havia atraso no pagamento, ou seja quando não era efetuado no dia 01 de cada mês enviavam sms, telefonemas incessantes e agora?? Estou deveras chateada com a situação e gostaria de facto de ter a vossa ajuda.

Encerrada
A. C.
05/02/2018

Cobrança de dívida indevida

Contratei o cartão no mês de dezembro. Não tendo carregado logo o cartão, foi-me dito que o teria de fazer até 04/01 por transferência bancária (sem custos). Tenho mails a comprovar. Fui tentar efetuar a transferência conforme expresso no mail e os IBANS por eles fornecidos não foram reconhecidos pelo Banco, pelo que me vi impedida de executar a ação. Agora recebo um carta da Intrum justitia a cobrar 107,96 de algo que nunca usufruí porque nunca usei tal cartão. Peço sim o cancelamento do cartão por não ser possível efetuar a transferência devida. Como é que é possível pagar por algo que nunca usufruímos?

Encerrada
R. P.
05/02/2018

Tentiva de cobrança de forma abusiva e invasiva

Cobrança de uma divida com o Novo Banco

Encerrada
A. C.
03/02/2018

Contactos telefonicos desadecuados. Conctos ameaçadores para quem não está envolvido no processo

No dia 02/02/2018 fui conctada pela empresa SERVDEPT, na pessoa do Sr. Felipe Vieira, após contactos diversos para o meu local de trabalho assim como para outro local onde exerço algumas funções laborais, verbalizando tentar contactar-me devido a um processo em tribunal em que estava envolvida. Na sequencia destas informações que me foram dadas por estes locais (uma vez que a dita empresa nem o Sr em questão dispunham do meu contacto pessoal), contactei para o numero de referencia e constatei tratar-se da empresa SERVDEPT, empresa que não conhecia de todo e com a qual nunca tive nenhum contacto. Não sendo possivel neste meu contacto de retorno falar com o sr Felipe Vieira e visto a telefonista não encontrar nenhum processo relacionado com o meu nome ou numero de telemovel tive de aguardar o retorno do contacto do Sr.Felipe Vieira para entender do que se tratava. Finalmente fui contactada pelo Sr Felipe Viera e informada de que esta procura que me foi feita pelos meus locais de trabalho, volto a frisar visto não ter o meu contacto, nem morada, estava relacionada com um processo de uma pessoa conhecida e à qual tinha feito o favor de facilitar pagamento de mensalidade por multibanco, por indisponibilidade de outro meio naquela altura. Apos este esclarecimento seguiram-se pela parte do Sr Felipe Vieira uma serie de ameaças de penhora dos meus bens, de ameaças com processos em tribunal, de termos ofensivos em relação a pessoa que tem a divida, julgamentos que em nada se adequam a uma atitude profissional e volto a repetir que este Sr não me conhece, nada sabe ao meu respeito visto nunca ter estado envolvida em nada desta situação mas sentiu-se no direito de, no meio de todas estas ameaças, subida de tom de voz ao telefone, com atitude desgradavel,facultar-me uma serie de informações violando a politica de privacidade de dados que deveria ter para com o seu cliente. Todos estes contactos podem ter prejudicado a minha imagem laboral, podendo vir a ter consequencias, numa situação que me é totalmente alheia.

Encerrada
L. A.
02/02/2018

Infiltração

Boa Tarde,Venho por este meio solicitar a vossa ajuda, devido ao facto da Seguradora supra mencionada, se recusar a assumir um erro da parte da mesma, ou do seu mediador, devido a uma participação de infiltração de agua do apartamento superior.efectuado um contacto telefónico com o Sr. Mário Rosa( proteção juridica da Liberty Seguros, enviamos toda a documentação que se encontra em falta no processo, e a qual tinha já sido facultada ao Agente da Liberty Seguros, mas que segundo o Sr. Francisco Vieira e o Sr. Mário Rosa, não consta do processo indicado.foram enviadas tambem, as comunicações enviadas da nossa parte para o Sr. Ilídio da Guerra Borges( proprietario da fração em causa ha data dos acontecimentos, bem como as 2 respostas que recebemos da parte do mesmo, onde inclusive, indica que enviava um cheque, o qual nunca foi recebido da nossa parte.foi também enviada a queixa que foi apresentada na PSP devido a infiltração que ocorreu, bem como, os orçamentos que nos foram pedidos anteriormente por parte do agente e os quais não constam do processo, (refiro ainda que um dos orçamentos, aquando da disponibilização do processo que estava em poder do agente Sérgio Lourenço, ainda se encontrava em envelope fechado, tal como quando foi entregue).em anexo foi também um resumo que foi pedido por parte do referido agente, bem como os cartões dos 2 peritos que se deslocaram ao local para vistoria por parte da Seguradora, uma vez que a 1ª peritagem, foi efectuado por parte do Sr, SÉRGIO LOURENÇO, o qual havia referido que seria efectuada uma peritagem por parte da companhia, e apenas nos apercebemos que foi o referido agente a fazer essa peritagem, na data marcada e no local da mesma.Refiro que o Agente Sérgio Lourenço, numa das deslocações efectuadas ao seu escritório, nos informou que a Companhia estava a rejeitar a cobertura jurídica, pelo qual aconselhou a entrega da situação a um advogado, sendo suportados todos os custos da nossa parte.Após o email do Sr. Francisco Vieira, onde o mesmo refere que não tinha sido disponibilizada a informação requerida, resta-me pressupor que o mesmo, estaria a tentar ganhar alguma coisa, com a referida questão/sugestão.Posto isto, e visto que o processo se arrasta desde 2012, sem qualquer avanço.informo também que a titular do seguro em causa, é doente cronica a nivel cardiado, qual inclusive se encontra em recuperação de uma intervenção cirúrgica de alto risco, e não poder estar exposta aos fungos que de momento se encontram alojados no tecto do WC afectado.apos todo este arrastar da situação e sem uma resposta quanto a resolução da questão dentro dos prazos estipulados por lei, resta me assumir que a Companhia em causa, ocorre num crime de Pratica comercial desleal.Estarei disponível para qualquer esclarecimento que seja necessário.CumprimentosLuis Olival917082820

Encerrada
M. S.
02/02/2018

Cobrança de comissão de manutenção de conta

Exmos Srs., pretendo reclamar da seguinte situação:No extrato de conta do presente mês de fevereiro, recebi a seguinte informação do meu banco, Santander Totta:Informamos que a partir de 10 Março de 2018, a conta passará estar sujeita a cobrança de comissões de Manutenção, no valor de 12€ Trimestre, sendo a primeira cobrança da comissão será feita no mês de Abril 2018, relativa ao primeiro trimestre do ano (1 de Janeiro 2018 a 31 Março 2018).A conta ficará isenta desta comissão, em cada trimestre, sempre que:O saldo médio Trimestral Recursos ( não inclui os saldos de contas à ordem e de títulos) for superior a 5000€ouFaça uma utilização trimestral em compras a credito for = 300€ em qualquer cartão de debito ou credito associado a esta conta.Ora, considerando que esta conta designada de Super Conta Ordenado, que detenho há mais de 12 anos, nunca teve comissão de manutenção, parece-me claramente abusivo o valor e condições agora apresentados de forma unilateral. Porém, e acima de tudo, é importante relevar que esta conta é uma das premissas essenciais para a manutenção das condições existentes no contrato de crédito habitação existente, ou seja, impedem o cliente de tomar a decisão de procurar um outro serviço, ou uma solução noutra instituição bancária.Em suma, reclamo da presente situação anunciada de cobrança de comissões de manutenção de conta, associadas a uma conta contratualizada no âmbito de um crédito habitação, cujas condições iniciais são alteradas pela instituição bancária de forma unilateral numa situação que impede o cliente de optar por uma qualquer outra opção que melhor cumpra os seus interesses.

Encerrada

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