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Duplicação cobrança de encomenda
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que no dia 27/11/2020 foi feito uma encomenda da minha parte no qual o cartão foi recusado. Momentos após essa verificação foi feita a segunda tentativa da realização da encomenda no qual foi usado um cartão MbNet que foi aceite como metodo de pagamento da mesma. Ao fazer o cartão Mbnet foi de imediatamente colocado como cativo o valor usado para a encomenda (991,38 €). Ao abrir a aplicação do banco BPI, foi verificado que foi descontado um segundo valor de 991.38€ em nome da Fnac que foi dividido em 3 parcelas (804,43 €, 87,20 € e 99,75 €). Com esta situação fui impedido de realizar as tarefas pessoais que tinha planeado por falta de capital que me foi retirado pela Fnac indevidamente, alem de uma mensalidade de um cartão de crédito que seria debitado no dia 03/12/2020, que não foi ser realizado devido ao saldo negativo que está de momento na conta bancária (por culpa da cobrança duplicada feita pela entidade em questão).Com esta situação e devido à falha de pagamento da prestação do cartão de crédito poderam ser-me cobrados os juros de mora tal como ter o nome na lista negra do Banco de Portugal por uma situação em que a Fnac tem culpa por ter realizado a cobrança em duplicado da encomenda feita no dia 27/11/2020.Ao entrar em contacto com o banco foi-me pedido que entrasse em contacto com a entidade, neste caso a Fnac devido as duplicações de movimentos associados a encomenda. A mesma ao ser contactada indicou-me que o valor so era retirado ao expedir o produto, informação que vai em contrário ao indicado pelo banco que me confirmou a duplicação dos montantes referidos.
SEGURO MULTIRISCOS HABITAÇÃO
Serve a presente para comunicar que foi com grande desagrado que recebi a vossa resposta relativamente à minha participação de sinistro.Após temporal que assolou esta zona, a pedra do parapeito da janela ficou no estado que as fotos apresentam. A perita deslocou-se ao local e verificou que a pedra não só estava a desfazer-se como também verificou que já tinha caído parte do parapeito. Demonstrei-lhe que foi por sorte esse bocado não ter caído em cima de alguém e que pode voltar a acontecer atendendo que a mesma se está a desfazer. Após peritagem recebo a vossa resposta em como o sinistro extá excluído das coberturas das apólice. A apólice tem a cobertura de quebra de vidros, espelhos, pedras decorativas... tem ainda a de tempestades entre outras e não se enquadra? Alegam o desgaste da pedra pelo fator tempo. Pergunto então se o desgaste é só numa janela. Porque em todas as outras não há nenhum problema. Fiquei, pela 1.ª vez decepcionada com a vossa seguradora onde tenho mais seguros e que, caso mantenham a vossa posição irei proceder a mudança para outra seguradora. A Fidelidade deveria ser fiel, leal aos seus segurados e não arranjar pretextos para não assumirem a vossa responsabilidade. A verdade é que o seguro mantém-se ativo até 31/12 e, se até lá, parte da pedra do peitoril cair e acrescer responsabilidade para cima de alguém, forçosamente será movida uma ação judicial. No entanto, fico a aguardar uma resposta.
Cobrança de recolha não efetuada
No passado dia 01-11-2020 (Domingo) solicitei o envio de uma encomenda online sem sair de casa (Serviço Click and Ship). Realizei o pagamento dos 7,16€ relativamente ao serviço que ficou agendado para recolha no dia seguinte 02-11-2020 (Segunda-Feira) com entrega prevista no dia seguinte 03-11-2020. No dia agendado para a recolha não apareceu ninguém para recolher a encomenda e até achei estranho porque estive o dia inteiro em casa, porque estava em teletrabalho e não me ausentei uma única vez da morada.Após contactar a linha de apoio indicaram o seguinte: Vimos pelo presente informar que, após efetuadas as devidas averiguações junto da equipa responsável pela Recolha 1099304/20, a informação obtida refere uma tentativa de recolha às 15:20 de dia 02-11-2020, sem sucesso, por motivos de destinatário ausente.A resposta dos CTT indica que não fazem o reembolso, visto que agiram em conformidade, no entanto existem 3 pontos que não garantiram:1. Não confirmam que tocaram na campainha, nem no prédio correto.2. Não recebi nenhum contacto telefónico, nem sms, sobre a recolha (Dado que forneci na altura da solicitação do serviço)3. Não foi deixado nenhum aviso na caixa de correio em como o destinatário estava ausente.Já tentei por diversas vezes falar com os CTT e respondem sempre a mesma coisa, sem terem provas concretas de que estiveram na morada. Por este motivo estou a redigir esta reclamação para reclamar os meus direitos enquanto consumidor.Cumprimentos,Luís Jacinto
Revisão Toyota- Carro sem funcionar após revisão
No dia 2 de Dezembro de 2020 desloquei-me à Caetano Auto Sintra para realizar a revisão do meu carro (revisão do quinto ano após a compra que é a última revisão gratuita). No momento da chegada foi me dado logo um orçamento superior a 200 euros para mudança de pneus dianteiros. Recusei e pedi para ser feita a revisão habitual. No momento da entrega do carro o carro não ligou- dei várias vezes à chave e o carro não pegava: nunca tal me tinha acontecido. O empregado que me tinha entregue o carro veio ter comigo a justificar que a bateria estava fraca e que tinha outro orçamento para substituição de bateria. Fiquei bastante revoltada porque o meu carro entrou em excelente estado e à saída não andava. No mesmo momento um vendedor veio ter comigo para me tentar vender o novo toyota yaris. Recusei a oferta e supliquei que pusessem o meu carro a funcionar. Depois de terem conseguido dirigi-me a outro mecânico que me alertou que a bateria estava mesmo fraca mas que era estranho porque o carro tem poucos anos e nunca deu problemas. Questionei também sobre os pneus e disse-me que não havia necessidade de trocar- no máximo trocar os dianteiros para trás. Posto isto troquei a bateria nesse mecânico mas fiquei desconfiada quanto ao tratamento dado ao meu carro na oficina da toyota. Penso que não seja suposto entrar na oficina para uma simples revisão e com o carro em excelentes condições e quando vou buscar o carro o mesmo não anda. Agradeço uma explicação pela Toyota.
A Raído Popular recusa-se a cumprir a lei
No dia 02/02/2020 adquiri um drone Parrot Anafi na Rádio Popular Online. No dia 18/08/2020, o drone caiu sem motivo, ficando danificado. Nesse mesmo dia, entreguei-o em loja, na Rádio Popular Loures para ser accionada a garantia. No dia 10/09/2020, 23 dias depois, foi-me entregue um drone novo, igual ao anterior. No dia 20/10/2020, o drone caiu, mais uma vez sem motivo.Segundo vários relatos no fórum da marca, percebi de que se trata de um produto defeituoso e que a possibilidade de se repetir é enorme. Nesse dia fui à Rádio Popular Loures entregar o novo drone danificado e pedir a resolução do contrato. Foi negado, pois tinham de enviar o drone para a marca primeiro para averiguar. No dia 18/11/2020, 22 dias depois, recebi uma mensagem para ir à loja levantar o produto.Dirigi-me à loja, que tinha um drone igual, novo e selado para me dar, pois a marca assumiu o defeito. Recusei e pedi a resolução do contrato, pois é um produto defeituoso e no espaço de cerca de 2 meses fiquei privado de o usar 45 dias, e ainda corro o risco do drone cair em cima de alguém. Pedi para falar com o gerente, mas quem me atendeu foi a responsável de loja, Natacha Ferreira, que recusou o pedido, justificando que apesar de venderem o produto, não têm nada a ver com os problemas do mesmo, por serem apenas intermediários. Ignorando a lei mais uma vez, disse-me também que não tinham de aceitar a resolução de contrato, pois se o produto tiver defeito eu posso sempre voltar para nova reparação e que se quiser a resolução do contrato que vá falar com a marca.Quando a confrontei com vários decretos-lei que estava a ignorar a lei por completo, disse-me para fazer as reclamações que quisesse, pois quem tem de resolver é o departamento jurídico da Rádio Popular ou a Parrot, agindo claramente de má fé. Neste momento tenho o drone selado em casa, pois só assim me dariam o comprovativo de garantia.É inadmissível como podem tratar assim o cliente e ignorar as leis.Toda esta situação está provada.O meu advogado já enviou um e-mail para a Rádio Popular há duas semanas de forma a resolvermos esta situação antes de avançarmos para a correspondente ação judicial. No entanto não obteve qualquer resposta. Também contactei o apoio ao cliente que me informou que iria ser contactado para resolver a situação, no entanto isso não se verificou.Por último enviei um e-mail, em que apenas recebi uma resposta automática dizendo que me iam contactar. Mais uma vez não aconteceu.Tenho tentado a todo o custo evitar a correspondente ação judicial e a queixa formal às entidades reguladoras do setor e resolver da melhor forma a situação.Mas tenho sido ignorado pela Radio Popular.Caso a situação se mantenha é o que irei fazer.Mais informo, que serão igualmente exigidos os prejuízos decorrentes, bem como juros de mora, taxas de justiça e custos de procuradoria condigna.Fico a aguardar resposta.Melhores cumprimentos,Sebastião
VENDA ERRADA
Bom dia. Venho por meio deste fazer uma reclamação referente à venda que me foi feita.Preenchi um fórmulario via internet e uma atendente da Solinca Matosinhos entrou em contato comigo me informando sobre valores, na altura disse que era 03 mensalidades e o valor que iria ficar por mês, ela me disse que o valor total era de 120 euros e com o desconto de 20% ficaria 96 euros e teria também desconto de 10 euros em combustível GRÁTIS da Galp por mês. Sendo assim fui até o ginásio em Matosinhos e lá haviam 03 atendentes onde me confirmaram os valores repassados por telefone.Antes de assinar o contrato disse para anotarem para mim os valores que iria ficar por mês mas os mesmos não quiseram dizendo para confiar na palavra deles que era o valor correto.Ao verificar os débitos em minha conta verifiquei que estava cobrando valores a maior, e fui abastecer nos postos da Galp e lá me informaram que não tinha nenhum desconto. Fui até o balcão que me fizeram a venda e me disseram que o valor estava correto e que a Galp estava com atraso no repasse do crédito e para minha surpresa me disseram que os créditos da Galp era de 2,50 por semana e se somente abastecesse acima de 20 litros. Ou seja, para eu ter benefício no combustível teria que abastecer 80 litros por mês ou ser viajante pois teria esse benefício de cada contrato o que não é minha realidade. Sendo assim solicito o cancelamento dos 03 contratos onde me fizeram uma venda enganosa me informando de valores errados e ocultando informações sobre o produto.Aguardo RetornoDesde já agradeço Att. Bruno Pereira+351 913253152
Incumprimento
Em 18-11-2020 expirava o prazo do meu seguro automóvel com a Apólice n.º 004520736091. Foi-me enviado pela Seguro Directo o Aviso/Recibo n.º 61453848 para renovação por mais um ano, no valor de 437.64€. Considerando o montante demasiado elevado, envidei esforços no sentido de verificar no mercado melhores condições. Para um seguro semelhante, surgiram várias opções mais vantajosas (uma delas no valor de 312.60€). Ainda assim, acabei por optar por uma Seguradora que, por um valor superior, mas que considerei justo, me oferecia ótimas condições, nomeadamente um seguro com franquia a 0% (isto é, sem franquias), à exceção de Fenómenos da Natureza (150€ de franquia) e Atos de Vandalismo (150€ de franquia). Em 24 de outubro, enviei, então, à Seguro Directo o pedido de resolução do seguro que me propunha. Para confirmar, optei, posteriormente, por telefonar, tendo o vosso Colaborador proposto o valor de 449.70€ para um seguro com franquia a 0%, à exceção de Fenómenos da Natureza (2%) e Atos de Vandalismo (2%), o que significava eu pagar o valor do Aviso/Recibo n.º 61453848 (437.64€) e, posteriormente, após peritagem, mais 12.06€. Para evitar transtornos de mudança de Seguradora, aceitei a proposta, ainda que o montante a pagar não fosse significativamente diferente do que iria pagar na outra Seguradora. Fiz questão, no entanto, de perguntar se haveria problemas pelo facto de o carro (Honda CR-V Diesel, com a matrícula 00-QZ-78) ter uns riscos pouco significativos no para-choques, ao que me foi dito que o perito anotaria e fotografaria os danos e a Seguro Directo não assumiria despesas por esses danos, exceto se um eventual dano maior ocorresse no mesmo sítio do anterior. Ouça, por favor, a gravação da proposta! O perito, de facto, fotografou o carro e anotou os danos, dizendo-me que teria que inscrever no impresso a opção de danos acima dos 200€, embora considerasse que seria muito pouco acima desse valor, uma vez que o risco verificado num para-choques e uma ligeira falta de tinta numa pequena superfície do outro (que está intacto e não sofreu qualquer toque) implicaria substituir os 2 na Oficina da Marca, o que eu nunca faria por considerar que os danos são insignificantes. Tendo passado uma semana após a peritagem, sem que a Seguro Directo se dignasse enviar-me as condições contratadas telefonicamente (Ouça a chamada telefónica, por favor!), optei por vos contactar, tendo o vosso operador, surpreendentemente, alegado que a Seguro Directo não pode fazer um seguro com franquia a 0%, uma vez que o carro apresenta danos. Sentindo que a Seguro Directo agiu de má-fé, prometendo uma coisa e fazendo outra, solicito a V. Ex.ª se digne resolver o problema, uma vez que não pretendo continuar numa Seguradora que não honra os seus compromissos.
Problema com entrega - Compra Continente Online
Fiz uma encomenda de produtos no Continente Online, que necessitava para a data de entrega solicitada, dia 26/11/2020. Estava prevista a entrega entre o período das 20:55 e as 21:55, mas a mesma não foi entregue. A minha mulher contactou perto das 22:30 o serviço de clientes pelo contacto telefónico 707106666.Os serviços do Continente não souberam justificar a razão da falha e fizeram o reagendamento para sábado, dia 28/11/2020, apenas dois dias após a data da encomenda ficado sem acesso aos produtos, os quais tinha adquirido para uso diário dos quais necessitava com urgência.Como não seja suficiente a falha por parte do Continente, ainda tive de gastar mais de 3€ com a chamada para o apoio ao cliente, devido a um assunto que me lesava e sobre o qual não tive qualquer responsabilidade, sendo que, caso não efetuasse o contacto não receberia qualquer feedback acerca da não entrega da encomenda, tendo então exposto a situação por email, sugerindo que este valor fosse no mínimo devolvido em cartão continente.No sábado, dia 28/11/2020 a situação atingiu proporções inaceitáveis, sendo que, para além de não ter recebido qualquer nova informação relativa ao e-mail que terei enviado a expor a queixa, após o reagendamento para o dia, que terá sido remarcado a dia 26/11/2020, via telefone, voltei-me a deparar com a não entrega dos produtos na calendarização acordada, tendo a minha esposa contactado de novo o serviço de apoio ao cliente do continente. Embora com um tom de desagrado, e após explicado à funcionária do apoio ao cliente que a mesma não teria qualquer culpa na situação, a funcionária terá desligado a chamada na cara da minha esposa, alegando não aceitar o tom de desagrado.Voltámos a efectuar o contacto, pagando repetidamente as chamadas para o contacto de valor acrescentado disponibilizado no site, sem ter qualquer culpa com a situação. Solicitámos ao funcionário que nos atendeu, falar directamente com um superior hierárquico, com vista à resolução imediata do assunto e de modo a efectuar uma queixa sobre a colega que nos havia atendido anteriormente. O funcionário informou que não seria possível e que teríamos de aguardar uma ligação por parte do seu superior, sendo que não conseguia passar a chamada, sugerindo o reagendamento para o dia de 29/11/2020, domingo, igualmente no período das 10:00 às 12:30, ao qual, apesar do transtorno inaceitável, fomos assertivos, com vista à resolução do assunto, visto nos encontrarmos em estado de emergência e não nos ser igualmente possível resolver o assunto até à manhã do dia seguinte. O contacto nunca aconteceu.Acontece que, embora pareça impossível do ponto de vista de falhas consecutivas do serviço, contactámos na manhã de dia 29/11/2020, na qual nos voltámos a manter em casa, mais uma vez, a aguardar a entrega dos produtos, pelo que nos informaram, após novo contacto telefónico de nossa parte que não iria ser possível DE NOVO fazer a entrega, uma vez que o funcionário que nos atendeu no dia anterior teria remarcado a entrega para um período sem disponibilidade. Voltámos a solicitar o contacto com um superior hierárquico ou com o responsável de armazém , pelo que nos passaram mais uma vez a informação que seria impossível e que teríamos de voltar a aguardar o contacto, efectuando-se então a remarcação da entrega para a seguinte segunda-feira, dia 30/11/2020.Voltámos a expor esta situação por email, uma vez que a mesma já estava completamente fora dos limites do aceitável, tanto do ponto de vista da falha do serviço como do ponto de vista do trato ao cliente pela parte do Continente. Solicitámos uma entrega para quinta-feira, dia 26/11/2020, com a devida urgência que considerámos à falta dos produtos, estando ao momento prevista a sua entrega a dia 30/11/20202, 4 dias depois, encontrando-nos sem possibilidade de resolver a situação de outra forma, sem acesso dos produtos, cuja necessidade já tinha passado de urgente havia diversos dias.Solicitámos então esclarecimento de qual a forma de como fazer reclamação no livro de reclamações, relativamente ao serviço, assim como solicitámos, uma vez que autorizámos a gravação de todas as chamadas, que as mesmas fossem usadas e nos informassem acerca da identificação da funcionária que nos terá desligado o telefone, assim como do funcionário que terá efectuado a remarcação e respectiva gerência, de forma que nos fosse possível dirigir uma queixa por escrito ao Continente, acerca da má conduta de tratamento do cliente.Achámos inaceitável o facto de, face a estes erros consecutivos, o Continente não possuir de um método de entrega urgente e alternativa de forma a colmatar os erros de sua responsabilidade, assim como o transtorno causado ao cliente, alegando que cada vez que existe uma falha, a única forma de resolver será remarcar a entrega com um ou dois dias de horizonte temporal.Solicitámos também mais uma vez o reembolso em cartão de toda a verba gasta até ao momento em contactos telefónicos sucessivos para o serviço, assim como das taxas de entrega pagas, uma vez que eramos completamente isentos de responsabilidade.Pensámos que a situação não se poderia tornar mais bizarra. No entanto, chegámos à data do reagendamento, 30/11/2020 e finalmente a encomenda chegou. Qual não é o nosso espanto quando a entrega ignorou completamente todos os frescos que haviam sido encomendados.Voltámos a contactar o apoio ao cliente que nos informou que não foi solicitada a carga dos frescos nesse dia. A única resolução passaria, mais uma vez, por solicitar nova entrega para o dia seguinte, dia 01/12/2020.Tendo em conta que não tinha havido qualquer contacto até ao momento, por parte dos responsáveis das entregas, tal como solicitado com a maior urgência, contacto após contacto, voltámos a reforçar o pedido.Até hoje nenhum contacto foi feito pelos responsáveis ou qualquer resposta foi dada aos e-mails consecutivos.
CTT Expresso - encomenda não recebida, mas rastreada como entregue
Venho por este meio efetuar uma reclamação - por encomenda não entregue mas indicada como recebida.Devia receber hoje, dia 2 de Dezembro de 2020, uma encomenda da Amazon.es (indicada como regalo e com rastreamento pago) sendo que recebi sms dos CTT Expresso com o respetivo código para seguimento ou alteração da mesma (às 8:30 e às 11:21), a ser entregue até às 19:00.No entanto, o último rastreio feito pelas 14:00, apresentou como Resultados: Estado do Objeto DW10947xxxPT - entregue às 10:48. Verifica-se que a prova de entrega não tem assinatura do recetor, apenas um nome escrito que pretende ser o meu, mas está errado (doc. anexo).Dado que o endereço está correto e não recebi a encomenda, é impossível a mesma ter sido entregue na morada indicada e/ou assinada/recebida por mim ou outro elemento da habitação.Entretanto, (1) tentei contactar o Centro de Tratamento e Distribuição no Freixieiro (229994700) até às 17:30, mas ninguém atende a chamada (2) Liguei para os números de telefone indicados para Apoio ao Cliente/Reclamação, mas também ninguém atende (3) e loja dos CTT (GaiaShopping) diz não aceitar reclamações.Afirmo que o distribuidor em serviço para entrega da encomenda não o fez (não tocou à campainha, não esteve na habitação nem deixou notificação na caixa do correio). No entanto, esteve em prédio próximo com porteiro, pela hora de almoço, onde entregou encomendas (o qual pode identificar o distribuidor de hoje). Os CTT são responsáveis pelos serviços prestados pelos seus distribuidores, mormente na entrega de encomendas expresso. O distribuidor em causa tem de ser penalizado pelo seu ato doloso. E a pandemia não pode servir de desculpa para atos desonestos por parte de quem trabalha nos CTT, pois, objetivamente, não parece tratar-se de um engano.Espero, pois, ver resolvida a situação apresentada - receber a mesma tão breve quanto possível, pois é um equipamento médico do qual se necessita com urgência.Cumprimentos,Albina Leão
Cont. Processo - Avaria Micro Iphone 11 - Perda de garantia/Negligência Fnac+PC CINIC
No passado dia 10/10/2020 dirigi-me à loja Fnac Arena Shopping, Torres Vedras após detetar uma anomalia no meu equipamento Iphone 11 64Gb Preto adquirido nessa mesma loja no dia 20/12/2019. A anomalia trata-se de uma falha no microfone (sem som quando chamada, sem som de envio num audio whatsapp, etc).Procedi a entrega do meu equipamento (após testes em loja) ao funcionário J. F, pelas 16h20, com a informação de ser o técnico autorizado em loja.Fiquei com a guia de reparação nº 920000499.Ontem, dia 29/10/2020, fui contactado com a informação de que apesar do meu equipamento ainda não estar em loja, o feedback teria sido de NÃO reparação porque o mesmo apresenta evidências de modificações internas não autorizadas, como tal não é possível reparar ou substituir o mesmo em exchange, somente via stock price (equipamento novo).Nunca fui contactado com um possível orçamento como por vezes acontece em outros casos.Como disse, no próprio dia em que detetei a anomalia e com o equipamento na garantia, desloquei-me ao ponto de venda como um cliente assim o deve fazer. O equipamento estava imaculado só com sinais de utilização no carregador o que é normal e quando o funcionário em loja pegou nesse retirou ao mesmo a película (a mesma desde a compra do equipamento comprada e colocada no próprio dia nessa loja) e a capa, a primeira de sempre. Não tenho conhecimentos técnicos para proceder a alterações a um equipamento nem mesmo necessidade disso, neste caso, de um equipamento fantástico que estava na garantia e o qual teve um problema e me fez dirigir ao sitio correto, a loja.Se em algum momento, houve modificações ao meu equipamento (que espero, segundo o diagnóstico não trazer mais problemas do que o único que levou para reparação) essas alterações foram feitas no processo entre FNAC, Centro Autorizado (PC CLinic julgo eu) e marca.Enquanto cliente, não posso ser lesado por uma situação que não fui eu a criar quando tenho o máximo cuidado com todos os meus bens. Neste caso, alguém que não eu está a fugir de responsabilidades, nomeadamente do respeito pela garantia e pelo cliente quando, na minha deslocação ontem a loja me senti pouco informado da situação, só algo muito por alto e sendo ironicamente provocado no sentido de acharem que tinha sido feitas alterações noutro sitio o que seria burrice da minha parte quando tenho um equipamento na garantia e palavra de honra, nunca tive qualquer problema, estava até satisfeito até ao momento da anomalia descrita acima.Fui despachado para a Apple Care, não tenho imagens da suposta evidencia que faz não haver reparação, o que peço que me seja enviado e gostaria que houvesse uma insistência na reparação do meu equipamento mas segundo a loja a mesma não tem acesso a essas imagens e teria de ser eu a pedir as mesmas através de um código o que também não é possível pois após contacto com o suporte Apple hoje (06/11/2020), as mesmas também não me podem ser disponibilizadas sendo assim mentira as informações prestadas em loja.Não posso ser lesado duplamente caso não me reparem um equipamento que está na garantia e claramente negada a reparação por sua negligência e lesado caso ainda, após receber o equipamento, tenha sem outra hipótese e ai sim de dirigir-me a um agente externo autorizado gastar dinheiro para que mo arranjem algo que é da responsabilidade FNAC + PC Clinic.Fui contactado (06/11) pelo suporte Apple com a informação que após análise de todo o processo (após envio de toda a documentação que me foi fornecida, inclusive reclamação no livro) foi me dito que eu perdera a garantia Apple, quando ainda tinha 14 meses de garantia para perfazer os 24 após compra e que esta situação teria de ser resolvida pela FNAC Arena Shopping (onde comprei o equipamento) e PC Clinic quer seja na reparação do equipamento sem custos quer seja na atribuição de um equipamento novo. Enquanto cliente, apenas pretendia a reparação, nada mais.Entramos num ciclo em que loja empurra para marca e marca para loja. No meio disto e sem ter direito a equipamento de substituição por parte da FNAC, eu continuo a gastar tempo e dinheiro em deslocações.A 05/11 desloquei-me a loja após SMS de levantamento do equipamento mas o mesmo (até por sugestão da gerente) permaneceu na loja até informação/indicação de uma resolução para o caso que, relembro, já fui comunicada à Apple, ao apoio FNAC e descrita no livro de reclamações desse ponto de venda onde o foco, é apenas esse, a venda pois em termos de pós venda se revela negligente e de fraco apoio ao cliente.Repito, sempre fui um cliente com maior estima pelo seu equipamento e estou a ser lesado, sem respostas concretas, por algo que alguém que não eu, terá feito a um equipamento de quase 900€, cujo o único problema que teve, foi reclamado e apresentado no devido local (a loja) dentro da garantia (tem apenas 10 meses desde a compra) e agora alguém está a fugir de responsabilidades.Peço encarecidamente a ajuda para que haja uma resolução para este caso que além das viagens e do tempo perdido, já começa a consumir a minha sanidade mental.Após análise, verifico que efetivamente existe um elevado número de reclamações deste caracter contra estas entidades. Verifico também que maioritariamente, ou estão pendentes de resolução ou infelizmente com uma resolução que acaba por lesar o consumidor. Tudo é feito na sombra e a resposta ao cliente é aquela que simplesmente que lhes apetecer.Poderia ser apenas uma suposição mas neste momento aponto mesmo ao dedo, a PC Clinic Lab Central, Rua da Alameda António Sérgio, 82C em Linda-a-Velha, que ABRIU indevidamente o meu equipamento e enviou para a Apple sem comunicação despoletando toda esta situação. No passado dia 28/11/2020, Sábado, dirigi-me à loja FNAC Arena Shopping e efetuei o levantamento do equipamento, vencido pelo cansaço e falta de profissionalismo.Liguei o equipamento que se mantém com a anomalia, mas misteriosamente foi me devolvido com um autocolante que não tinha antes.
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